Metaverso da Meta torna-se “mobile-first” para atrair mais utilizadores
A Meta anunciou recentemente uma reestruturação que procura separar o Horizon Worlds da sua plataforma de realidade virtual (VR) Quest, priorizando agora o acesso através de dispositivos móveis.
Uma nova direção para o ecossistema virtual
De acordo com Samantha Ryan, vice-presidente de conteúdo da Reality Labs, a decisão de isolar formalmente o Horizon Worlds da plataforma Quest tem como objetivo criar espaço para que ambos os produtos possam evoluir de forma independente.
Embora esta medida pareça divergir do plano inicial de criar um mundo imersivo centralizado para toda a interação online, ela reflete os ajustes financeiros recentes na divisão Reality Labs e a nova aposta da empresa em óculos inteligentes e tecnologias de IA.
Ao segmentar estas duas áreas, a Meta pretende reforçar o apoio aos programadores de VR no Quest, enquanto transforma o Horizon Worlds numa plataforma orientada quase exclusivamente para o mercado móvel.
Meta quer competir com gigantes como Fortnite e Roblox
A transição para um modelo "mobile-first" posiciona o Horizon Worlds como um concorrente direto de plataformas de sucesso como Fortnite ou Roblox. Estes ecossistemas já dominam o mercado de mundos criados por utilizadores e jogos monetizáveis, acessíveis a partir de smartphones e computadores.
A Meta acredita que esta abordagem facilitará a escala do projeto, aproveitando a infraestrutura das suas redes sociais para ligar biliões de potenciais utilizadores sem a barreira de entrada do hardware dispendioso.
Apesar do encerramento de alguns estúdios internos de videojogos, a Meta mantém o compromisso de apoiar produtores externos na plataforma Quest. Para tal, foram anunciadas novas ferramentas de monetização, melhorias no sistema de descoberta de conteúdos e uma secção dedicada a promoções.
Manter um catálogo robusto de jogos será fundamental para os próximos lançamentos de hardware. O diretor de tecnologia da Meta, Andrew Bosworth, confirmou que a empresa continua a desenvolver vários dispositivos Quest, incluindo modelos especificamente otimizados para o gaming, garantindo que a VR continuará a ser um pilar central da organização.
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Continuam a insistir numa coisa, sem nexo.
Secound Life “2” mais um frasco…