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Jovem indiano de 16 anos morre após jogar PUBG intensivamente por vários dias

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Fonte: IndiaTV

Autor: Marisa Pinto


  1. Luisão says:

    Não seria melhor começarem a pensar em colocar um alerta ou algo que bloqueasse o jogo após várias horas consecutivas a jogar? É que estes casos estão a começar a serem frequentes. Também há casos de pais que deixam de cuidar dos filhos para jogar. Se houvesse um temporizador ou algo do género que fizesse o jogo parar, por exemplo, passadas 24 horas seguidas a jogar, emitia um alerta uma hora, 30 minutos, 15 minutos, 5 minutos, 1 minuto e gravava o jogo nesse ponto e fechava o jogo e só poderia voltar a jogar dentro de 24 horas. Será que o politicamente correto iria concordar com esta ideia?

    • Samuel MG says:

      Eu concordo com essa ideia.

    • Andre says:

      Acho que começa pelos pais terem atenção ao filho, se tiveres um filho 24h a jogar, sem sair do computador, creio que vais reparar….

      • Hades says:

        Infelizmente, os pais hoje em dia,
        só querem chegar a casa e ficarem descansados sem qualquer tipo de chatices. E quando menos o filho / a chatear melhor… 🙁

    • João Reis says:

      Vamos separar alguns pontos do seu comentário para uma melhor analise.
      “Estes casos começam a ser frequentes…” – Após uma pequena pesquisa confirmei que (salvo 1 ou 2 casos que possa ter perdido + alguns casos não relatados), em 2019 exatamente 1 pessoa morreu por por AVC por uma suposta sessão de jogo com má alimentação e bebidas energéticas à mistura. Não vejo frequência nenhuma e aliás é uma raridade. Uma noticia destas é sensacionalista por natureza e apela às emoções das pessoas que reagem e ganham opiniões sem pesquisarem minimamente sobre o assunto.
      “Também há casos de pais que deixam de cuidar dos filhos para jogar” – No caso de crianças que deixam de se cuidar para jogar videojogos, coloco a culpa completa nos pais que não os sabem controlar. E se há pais que deixam de cuidar dos filhos para jogar também coloco a culpa nos pais pois tudo parte de uma falta de educação por parte dos mesmos.
      “Alerta automático que grava e fecha o jogo” – Isto é um disparate devido a todas as razões descritas acima. Não é da responsabilidade dos produtores de software criar salvaguardas para estas situações. Os produtores de álcool não lhe vendem apenas uma garrafa pois duas garrafas seguidas podem causar intoxicação por ingestão de álcool. É da responsabilidade dos pais controlarem estas situações. Além do facto que geralmente quem fica “viciado” em videojogos, estes não são jogos “single-player” mas sim jogos online ininterruptos que faz o “gravar” impossivel.
      Como conclusão faz todo o sentido os pais estarem alerta e controlarem os filhos nas horas de consumo de entretenimento e na alimentação que fazem mas não faz qualquer sentido restrições adicionais até porque conforme referi acima, a frequência destes casos é relativamente baixa.

    • rjSampaio says:

      Todos os pais que se importem deviam ter o o google family link ou similar para iOS e outras plataformas para controlar estas coisas.

      Em vez disso compram os jogos/pc/consolas sem se importar, por outro lado enquanto aqui não é noticia felizmente, na koreia e no japão muitos pais sofrem maus tratos de filhos que são viciados em videojogos.

      A nintendo fez uma excelente aplicação para isso mesmo na switch, penso que todas as plataformas deviam ter algo similar.

      • Samuel MG says:

        Cá o problema e a venda de jogos para maior de 16 serem vendidos a menores. Isto acontece porque ninguém quer saber a idade de quem compra: “È apenas um jogo que mal tem?”. Quando acontece porcaria vão logo culpar o estúdio que fez o jogo.

    • ze says:

      Já existe marcas a fazer isso, podes definir o tempo da aplicação. Por exemplo Xiaomi

  2. SANDOKAN 1513 says:

    Não tenho pena.

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