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Teletrabalho não convence gigantes: Amazon quer regresso aos escritórios

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Repara says:

    Mark Zuckerberg não disse que ia terminar com o teletrabalho. Disse que quem. estava em teletrabalho mas já tinha trabalhado em equipas presenciais era mais produtivo.
    Já a Google, o que vai experimentar num dos escritórios é: o trabalho presencial é de dois dias por semana; duas pessoas ocupam a mesma mesa, alternadamente (deixando de ser necessário tanto espaço em edifícios e diminuindo os custos).
    Quanto à Amazon, a diretiva não é para acabar com o teletrabalho – é para o trabalho presencial ser de três dias por semana, pelo menos.
    Também não sou favorável ao teletrabalho todos os dias. As pessoas precisam de se encontrar, de conversar. “Ah, mas há o Teams!”. Há, mas não é a mesma coisa, há reuniões e interações que têm de ser presenciais. Há “lamirés”, até em conversas informais, que se revelam importantes. E é mais fácil esclarecer questões com pessoal de outras áreas.

    • Anónimo says:

      Bela lógica que aí vai… As pessoas precisam de se encontrar e de conversar mas em vez de se escolher um dia por mês para irem todos ao escritório, obriga-se toda a gente a ir dois dias por semana e como resultado disso nem conhecem metade dos colegas.
      Não uses o teletrabalho como desculpa para as pessoas não quererem ao pé de ti. A maioria das pessoas tem amigos fora do trabalho e encontram-se com eles de livre vontade e não sob ameaça de despedimento.

  2. windows says:

    Isto só visto, estas empresas gostam é de controlar tudo, coisa que com o teletrabalho não conseguem, é uma vantagem para ambos os lados, mas estes gestores são uma anedota vivem presos ao modelo presencial…

    Gostei bastante da parte que os colaboradores tem mais desempenho quando presentes na empresa que em teletrabalho, quando está mais provado que é precisamente o inverso, querem enganar quem…

    Enfim estas empresas são muito evoluidas numas coisas noutras tem uma ancora que não os deixa progredir.

    • Mario says:

      +1
      Eu falo por mim, se estou a fazer tarefas que não quero ser interrompido, fico a trabalhar em casa e tudo corre maravilhosamente.
      Quando há reuniões de equipa, ou brainstormings a fazer, projectos em que é necessário dar apoio a outros elementos da equipa, estou no escritório.

    • Tabonitota says:

      Faz uma empresa. Gosto é destes que veem destilar ódio as entidades patronais, que lhe pagam i salário mensalmente, alguns até em condições limite de tesouraria. Se não estás bem muda-te … abre a tua empresa e logo falamos. #abreatua

      • deepturple says:

        Eles pagam salários porque alguém prestou um serviço, desempenhou uma função, realizou uma tarefa!
        Essa mentalidade que chega a parecer que nos estão a fazer um favor em nos pagar é que é conversa de mau patrão!
        Não queres falar de quantas empresas exploram os funcionários… fogem ao fisco, só truques, e ainda se queixam?

    • Zé Fonseca A. says:

      na verdade varia conforme a empresa e o trabalhador.
      eu por exemplo sou mais produtivo no escritorio no meu actual trabalho, em casa acabo por me distrair a olhar para o mar ou quando os miudos chegam a casa da escola e acabo por trabalhar mais horas para compensar essas distrações, no final do dia faço o mesmo em mais horas, acho que seria ela por ela com o tempo no transito.

  3. Bruno says:

    Mentalidade velha, funcionários mal capacitados. Retornar ao escritório diminuirá a produtividade.
    O que as empresas precisam entender é que nem tudo funciona melhor como eles pensam que funciona.
    Aqui em minha equipe o trabalho home office não só dobrou a produtividade como deixou os trabalhadores com mais tempo livre seja para seus problemas pessoais, estudar ou ainda descansar.

  4. Sigsegv says:

    Afinal o Elon musk é que era um ditador .. Concordo com um modelo misto. O teletrabalho a 100% é prejudicial para a empresa já que dificulta a passagem de conhecimento e a passagem da cultura empresarial. Podem dizer o que quiserem não é tão eficaz nem tão eficiente.

  5. SANDOKAN 1513 says:

    Agora apetece-me dizer—>ATÉ QUE ENFIM QUE AS EMPRESAS ESTÃO A ABRIR OS OLHOS !! Já não era sem tempo !!

  6. Alberto says:

    Tanto ressabiado que nao têm teletrabalho. É mesmo à tuga, invejoso ate mais nao

  7. David says:

    Teletrabalho 100% melhorou a minha produtividade, qualidade de vida pessoal, saúde e deu-me tempo extra para me formar e estudar. Quem gosta de ir para o escritório, tudo certo, mas não lixem quem não quer.

  8. JP says:

    Já toda a gente sabe dia de teletrabalho = dia Santo em casa. Vão mas é trabalhar!

    • David says:

      Que comentário ignorante.

      Há métricas, visíveis para toda a gente, do que é feito. Fazer pouco no escritório é igual a fazer pouco em casa.

  9. Elektro says:

    Que bicho papão esse trabalhadores, em um tempo de dificuldade financeira que levam a grandes ondas de despedimento das mesmas “gigantes”, vem vez de promoverem o Teletrabalho a tempo inteiro para reduzir custos tanto para o trabalhor como para empresa, nãããooo, vamos mas é despedir e obrigar a malta a marcar presença porque é mais produtivo ter trabalhadores a picar o ponto.

  10. B@rão Vermelho says:

    Há chefias que não sabem conviver com o teletrabalho, eu por mim falo, quem gosta de trabalhar trabalha em presencial, em casa até de baixo de água, os que baixaram a produtividade em casa são os mesmo que no presencial já nada fazem, mas como contão uma piadas e dão uns bitaites passam despercebidos no presencial.

    • eu says:

      Este sim, é o comentário premiado.
      Quem não faz nada no escritório e fala muito para “matar o tempo”, é aquele que não vai ser diferente em home-office, contudo em home-office não tem como disfarçar e mostrar resultados e estes são os primeiros a querer o presencial.
      Quem trabalha bem no escritório, “normalmente” trabalha bem em casa.
      É claro que existem excessões como em tudo na vida: uma minoria dos que trabalham bem no escritório não se irão adaptar a casa mas dúvido que alguém que só finge trabalhar no escritório, trabalhe em casa e é por isso que estes ressabiados querem tanto voltar ao escritório mas precisão que os outros também vão para ter de assistir ao showoff.
      Esta a realidade do escritório, seja aqui, seja noutros lados.

  11. Joao M says:

    O Teletrabalho, como qualquer outra medida, não deve ser olhada de forma transversal . O contexto dos colaboradores é diferente.
    Para equipas no mesmo hub/escritório pode até fazer sentido estarem presencialmente uns x dias por semana – até acho que é bom para incentivar mais a cooperação e até agilizar a organização. No entanto para equipas já de si remotas não faz sentido obrigar os membros da equipa a ir para um escritório para trabalhar de forma remota na mesma. Por exemplo, a minha equipa está na Irlanda, no UK e outra pessoa em Lisboa. Por que raio é que vamos ser obrigados a ir para um escritório (correspondente à nossa localização) para depois continuar a trabalhar de forma remota? Se eu não tenho interação com as equipas locais (departamentes diferentes com os quais não interajo directamente) para que é que vou para o escritório? só porque sim?

    Será que o problema dos supervizores não será:
    – querer render o investimento que andaram a fazer quando criaram escritórios todos XPTO com escorregas, caixas de bolas e mesas de bilhar (que ninguém usa porque têm de trabalhar…) ?
    – querem fazer render o preço do barista do escritório que agora passa mais tempo ao telemovel do que a servir cafés?
    – querem continuar com a tendencia do micromaniging em que se não estão a ver o colaborador colado ao PC então ele não está a trabalhar?

    Pelo que vejo, esta medida devia ser feita Há escolha. Quem quer ir e faz sentido ir entõa que vá. Quem não quer ir e não faz sentido ir então que continue de forma remota. Até digo, se a minha equipa estivesse no meu escritório eu até iria umas 2 vezes ao escritório por semana, porque faria sentido – como não está então não faz sentido nenhum.
    E não me falem da “cultura da empresa”. A cultura real da empresa está nos relatórios ao fim de cada trimestre o resto são “coisas que se dizem” para ver se o resultados dos surveys aos colaboradores sobrem para se tornarem mais atrativas. Curiosamente quando mais se retira o trabalho remoto como uma escolha mais o ratio desce. Curiosamente na empresas que tenho consultado, a produtividade tem aumentado nas áreas de IT com a implementação de trabalho remoto à escolha.

  12. Tabonitota says:

    Isto é simples: patrão tem indicadores que diz que é melhor ou pior promissor tomam decisões de acordo com isso. Se numa empresa o teletrabalho resulta nao significa que na outra também resulte. Tudo dependente dos indicadores de produtividade, se a empresa permite, se melhora a qualidade da empresa , os seus trabalhadores e ainda o tipo de trabalho. Não querem meter uma sapataria ou uma fábrica de chocolates em teletrabalho certo ? E nem todos trabalham em empresa IT, em que o PC é o seu único meio de trabalho e o know how. Há alguns que precisam de meter mãos na obra.

    • Zé Fonseca A. says:

      Ya, tens sempre os tansos que imprimem emails

      • B@rão Vermelho says:

        Por essa ordem de ideias acaba-se o teletrabalho para todos porque as empresas de limpeza não o podem fazer, se estava/ está em teletrabalho é logico que as funções o permitem, o curiosos é saber se rende no presencial e não rendo em casa, o que se passa afinal, talvez no presencial também já não rendia mas é mais fácil esconder-se no trabalho dos outros.

  13. Tiago says:

    Quem está contra, que crie a sua própria empresa e pode arrancar sem fazer pó.
    Onde trabalho, uma Startup Americana, é a mesma coisa. Reuniões Teams com pessoas sem a camara e o micro ligados, a responder às questões por texto, entrar atrasados e dizerem que foi a net que estava em baixo.
    Que bandalheira.

    • Palavra do senhor says:

      Isso é conversa da treta só para falar mal do trabalho remoto.
      Se querem reuniões a horas e com câmara, coloquem isso nos objectivos de avaliação das pessoas. Se lhes forem ao bolso, elas andam na linha. É simples.
      Se querem que as pessoas participem, tenham um bom host da meeting e façam engage das pessoas que estão na reunião. Definam bem objectos para a pessoa/para o projecto/para o produto e no final conversem e tomem decisões com base em resultados.

      É que parece que no presencial tudo funcionava às mil maravilhas e sem problemas. Já se esqueceram!

      Já se esqueceram da malta que vai para o WC 1h, da malta que chega atrasada, da malta que passa o dia ao telemóvel, da malta que faz 2h de almoço, da malta que vai fumar de 20 em 20 minutos. E o pior é que nessa altura toda a gente via, chefias incluídas. Era tudo assim tão perfeito?

      O trabalho remoto não é bom para todas as pessoas. O trabalho presencial não é bom para todas as pessoas. As coisas têm de ser avaliadas em contexto da empresa, do projecto e da equipa.

      Mas sim, continuem a achar que o bom é ter a malta lá toda no escritório para o chefe controlar. E depois fica tudo escandalizado com a malta que muda de emprego para empresas que respeitam as necessidades da pessoa, que são orientadas a objectivos e não a tempo passado na empresa….

      • Tiago says:

        Isso. E a malta que está em teletrabalho e aproveita para ir levar os filhos à escola? E a malta que aproveita para cozinhar ao mesmo tempo? E o trabalho em espera? E a malta que está em casa a tocar viola, a arrastar uma tarefa de 15 min, e demoram 45 min?
        Compreendo os patrões.
        Eu já trabalhei de casa, e tinha o 2x do trabalho por culpa dos colegas que não fazem nada.

        • Joao M says:

          Tiago, é como tudo.
          Quanta gente sempre trabalhou 100% no local e tem colegas que precisam trabalhar o dobro para compensar o trabalho de outros?
          A Malta que pode nem lavar roupa mas sai de 30 em 30min para ir fumar ou a um cafézinho. Ou a malta que fica na conversa nos corredores ou nas copas. Ou a malta que vai ter com colegas para a conversa. Enfim, maus trabalhadores há em todo lado.

          Trabalho remoto já vai fazer quase 6 anos e , claro, não é para todos. PAra mim é um aumento brutal de eficiencia e faço a gestão da minha vida à volta disto.
          ALém disso é o tempo que ganho na minha vida pessoal que não é perdido em filas de transito – que iriam custar ao meu tempo 2 horas, tempo esse que não está incluido no horario de trabalho — e tempo é dinheiro como se costuma dizer ^_^.

          Enfim, isto devia ser visto caso a caso e os patrões têm a faca e queijo na mão. Uma das métricas usadas em RH é passar a informação de produtividade, mérito, performance e custos. Se um colaborador na sua avaliação tem valores baixos então -> esteja em casa ou no escritório <- é mandar melhroar ou rua. Mas isto é como tudo. Micromanaging não funciona a longo prazo – apeans dá a ideia que funciona a curto prazo mas depois a malta começa a debandar e, claro, a produtividade baixa. De novo, é preciso ver isto equipa a equipa, por departamentos e por localizações. Chapa5 não funciona .

        • Anónimo says:

          Se não consegues saber se um trabalhador em teletrabalho é produtivo ou não, é porque és um mau chefe (daí que os compreendas).

  14. Alex says:

    Mais uma desculpa para encontrar formas de cortar funcionários. Aqueles que não se encaixarem na forma presencial (e foram muitos contratados em regime de emergência com o boom da pandemia) serão cortados não porquê a empresa é má, mas porque não pode trabalhar presencialmente. Espertinha hein?

  15. Anónimo says:

    E eu não faço compras ao Amazon. Desloco-me às lojas fisicamente.

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