Sondagem: 82% quer voto eletrónico nas eleições em Portugal

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72 Respostas

  1. delaorden says:

    Me permitam dar minha opinião, ainda que não more em Portugal. No Brasil o voto eletrônico é usado já nas últimas eleições, ha 14 anos e a constatação real, não especulação, é que as urnas eletrônicas são fraudáveis, fato este comprovado por, digamos hackers, contratados para entrar no sistema e conseguiram até sem muitas dificuldades. Agora os brasileiros lutam para ter pelo menos o voto impresso, que nem isso era fornecido. E outra, no Brasil, absurdamente, o voto é OBRIGATÓRIO, o que pior mais ainda a suspeita de que tudo pode ser fraudado nas eleições.

    • Alex says:

      concordo plenamente, se o voto em papel é possível fraudar, imagina eletrônico!!!

    • kekes says:

      O problema é que as vezes alguns votam pela comodidade que este tipo de voto pode ter, e porque estamos numa página de tecnologia. Como disseste o melhor é mesmo o voto em papel, bem controlado permite sempre recontagens mais credíveis.

      • KNIGHT says:

        Voce leva mais tempo para votar com painéis eletrônicos do quem em papel, portanto sua hipótese não é valida

        • kekes says:

          Não é isso a que me refiro. Nisso tem razão.

          Ao que eu me refiro e que quando falamos de voto electrónico as pessoas pensam logo em votar pela Internet e afins, como por um like no Facebook. Devido a isso votam logo todas “Sim”. Algumas nem sabem o que é o voto electrónico.

          O voto electrónico não soluciona os problemas que existem, além que cria outros ainda mais graves.

    • Joao ptt says:

      Se o voto electrónico fosse feito através de uma aparelho portátil tipo smartphone mas SÓ para as votações (eleições, referendos, consulta de opinião do povo, etc.) e que (também) imprimisse em papel um comprovativo de voto para verificação posterior de que o voto foi correctamente aceite e contado, então seria um sistema muito mais seguro, que apelaria a uma maior participação e que poderia ser verificado (literalmente) por qualquer um (com o mínimo de conhecimentos na área), já que qualquer um poderia abrir o aparelho e verificar por si mesmo a segurança do mesmo.

      Bastava que empresas privadas de segurança tecnológica e universidade nacionais e internacionais fizessem um trabalho sério de investigação para garantir que tudo era o mais simples possível a nível de parte física (hardware) e parte lógica (software) para poder ser facilmente analisado e detectado qualquer modificação maligna ao aparelho.

      Isto é facílimo de conseguir hoje em dia, para um estado com o mínimo de recursos financeiros.
      É uma questão por tanto de ser desenhado em conjunto com os já referidos acima, numa empresa pública, e oferecidos/ vendidos a preço de custo, e que a lei permita explicitamente a qualquer um analisar a segurança/ fiabilidade de todo o sistema e a publicar qualquer descoberta de forma a garantir que todos têm conhecimento do que é necessário melhorar.

  2. says:

    O problema do voto eletrónico, é tal como o delaorden diz que é fácil de manipular os resultados mas também o que falta referir é que assim deixa de ser secreto.

  3. Jorge says:

    Corrijam-me se estiver errado, mas a sondagem parece ter subjacente que o voto electrónico far-se-ia num qualquer computador -i.e os eleitores podem comodamente votar sem sair de casa usando o seu computador.
    Ora a discussão sobre o voto electrónico não podia estar mais distante desta ideia, pois o facto de ser electrónico não substitui a ida a uma urna (electrónica) numa assembleia de voto devida escrutinada. A votação electrónica ajudaria, por ventura, a uma contagem mais rápida da votação e apuramento dos resultados e não a trazer mais comodidade, demonstrando uma falsa ideia de maior participação. Aliás correr-se-ia o risco de uma pessoa poder fazer a votação por várias, desde que tivesse os códigos de acesso.

  4. KNIGHT says:

    Não aceitem isso.

  5. Joao says:

    Eu prefiro o voto em papel , confesso que o voto eletronico faz-me muito confusão, por causa da pirataria.

  6. KitKat says:

    Rídiculo, só revela a desinformação das pessoas.

  7. Bruno Albano says:

    Não, depois de se provar que são fraudáveis como no caso do Trump. Há coisas que não são feitas para serem todas digitais, sob pena de graves danos para a sociedade. Recomendo esta animação feita para o Blade Runner 2049, feita pelo criador do Cowboy Bebop:
    http://www.imdb.com/title/tt1856101/videoplayer/vi3043342617?ref_=tt_pv_vi_aiv_1

    “It is sometimes an appropriate response to reality to go insane.”
    ― Philip K. Dick, VALIS

  8. Ze_Pombo says:

    Boas,
    apenas uma pergunta, então mas aceitam usar a internet, um browser, o próprio computador, e até um tablet ou um telemóvel para aceder à própria conta do banco, transferir dinheiro, fazer pagamentos, consultar movimentos, fazer investimentos em bolsas, mas votar é que não pode ser por causa da segurança?

    • Miguel says:

      As acções relacionadas com o banco, caso se descubra que a culpa foi por parte da segurança do banco, devolvem-nos o dinheiro! Apenas não devolvem se o dispositivo que usámos estiver infectado.

      No caso de eleições, os partidos têm muito a ganhar ao tentar fazer fraude na contagem dos votos. Mesmo que esteja tudo bem no nosso pc, podem alterar os resultados no servidor, e nunca chegaremos a saber!

      Para além disso quando votamos temos o direito e obrigação de o fazer sozinhos, sem ninguém ao lado a obrigar-nos a votar em x.

      • Ze_Pombo says:

        Boas Miguel,
        a primeira afirmação não é inteiramente verdadeira, porque o “caso se descubra” vale tanto como dizer, o banco, caso queira sacudir a água do capote,diz que os seus sistemas estão auditados e que o seu computador pode ter virus, e que voce, apartir do seu computador, ou com as suas credenciais, comprou ou pagou seja o que for…
        É que quando voce se queixa de que foi burlado, quem vai verificar de que lado foi o erro?
        E esta a imaginar “alguém” ir ao seu home banking e fazer umas compras de acções de uma empresa e voce fazer queixa no seu banco? acha mesmo que o banco vai fazer o que se isso acontece-se?

        A sua segunda afirmação, está “NIM”, ou seja, claro que ha gente com interesse em alterar os resultados, mas dai a dizer que se corrompeu o servidor, eu conheço métodos de garantir a verificação de que o servidor nao foi corrompido… e isso de corromper um servidor, depende de muitas variáveis, desde logo acesso ao servidor, porque sem acesso, nada feito certo?

        A sua ultima afirmação também nao esta correcta, pois pode ser feita a votação sozinho, voto electrónico nao que dizer que tenha de ser feito no cafe, numa conversa entre amigos e umas mensagens no facebook… e ja agora, nao afirmou mas, aquela premissa do voto ser secreto, tb pode ser totalmente atingível…

  9. Hefesto,o Grande says:

    Já votei na próxima sondagem,sobre “Qual é para si o melhor browser atualmente?”. Votei no Google Chrome,que à hora que escrevo(1h10m),vai à frente com 49% dos votos,seguido do Mozilla Firefox,com 22%.E mais,votei novamente na votação dos Blogs do ano.Força Pplware. 😀

  10. Nuno says:

    Deixo-vos um vídeo acerca da votação electrónica. Vejam com atenção. https://youtu.be/w3_0x6oaDmI

    • int3 says:

      ia mesmo partilhar isso

    • José Rodrigues says:

      Voltam sempre com o mesmo, esse tipo percebe zero de segurança ou mesmo de computadores, nonsense video para velhos do restelo.

    • Ze_Pombo says:

      Boas Nuno,
      este tipo afirma algumas coisas que ja foram equacionadas e que têm solução hoje em dia, e afirma outras coisas totalmente enviesadas… eu devo relembrar que as ultimas votações em Angola, por exemplo, foram tudo menos limpinhas, e o voto foi manual, com recurso a papel… garantidamente que com a tecnologia correcta, bem implementado, e provavelmente os resultados seriam outros… basta saber que nem em todas as regioes onde havia urnas de votos, em algumas não havia delegados de todas as representações partidárias…

      • int3 says:

        continua a ter razão assim como toda a comunidade de information security afirma.
        sendo eu da área, só te digo que isto é uma loucura o voto eletrónico.
        o melhor é mesmo contar com vários partidos e pessoas em cada urna perfazendo de centenas de pessoas a contar. não é 100% seguro, mas é bem mais seguro que informaticamente.

        Se quiseres fazer eletronicamente como garantias que o teu voto iria ser contado como tu marcaste? como garantes privacidade? como? não tens várias pessoas de várias oposições mas sim um sistema centralizado. teres 1 urna comprometida é completamente diferente de teres todo o sistema comprometido.
        Estamos a falar do rumo democrático de uma nação que pode virar para extrema-direita ou extrema-esquerda ou qualquer que seja.
        Pensa bem.

        • José Rodrigues says:

          Mas onde é que ter pessoas é mais seguro e onde é que fazeres uma cruz num papel te garante que aquela cruz vai ser contada? Tens exemplos de muitos países democráticos onde já sabes sempre quem ganha. Inclusive no nosso país já vi pessoas votarem em nome de outras, em meios pequenos “ah, fulano tal não vem votar, não queres votar por ele?”. Pois, há muita coisa que é desconhecida 😉

        • José Rodrigues says:

          E a comunidade de segurança não afirma nada disso, os que afirmam são aqueles que pura e simplesmente não querem ter essa responsabilidade em mãos, tal como muitos andam a fugir de cargos de CSO e de CPO, para mim chamam-se pussies, não confiam no seu próprio trabalho.

        • Ze_Pombo says:

          Boas int3,
          sendo (como afirma) da area, nao preciso é preciso eu esmiuçar as questores técnicas certo?
          “…o melhor é mesmo contar com vários partidos e pessoas em cada urna perfazendo de centenas de pessoas a contar. não é 100% seguro, mas é bem mais seguro que informaticamente…” <– esta afirmação está errada, e voce sabe bem que está bastante errada. A probabilidade de erro/fraude na contagem humana é muito, mas mesmo ordens de grandeza mais elevada do que comparar hash's, e voce sabe bem disso.

          "…Se quiseres fazer eletronicamente como garantias que o teu voto iria ser contado como tu marcaste? como garantes privacidade?…" <– mais uma vez, hash… quando se vota, é possivel gerar duas keys, uma pro voto e uma para a pessoa que votou, keys essas que combinadas (numa função) garantem que o meu voto foi naquele candidato, e posso verificar, mais uma vez, para que inventar o que ja foi inventado?! hash amigo int3, hash… nao me leve a mal de o tratar por amigo 🙂

          "…não tens várias pessoas de várias oposições mas sim um sistema centralizado. teres 1 urna comprometida é completamente diferente de teres todo o sistema comprometido…" <– como comparação (paralelismo), veja todo o sistema das ATM, que estão todas numa rede, mas cada caixa é uma "ilha isolada" em cada rua/esquina/shopping por este Portugal. Mas podemos usar outros metodos, como por exemplo, cada urna electronica ser independente, tal como uma urna normal, e no fim da votação, faz um calculo sobre todas as hash's (correspondentes aos votos) e emitia essa key, numa folha de papel. Depois até poderia ser transportada como qquer outra urna, com a vantagem que uma urna normal, é selada e tal, mas ha historias de que desaparecem e voltam a reaparecer, e com este método, nao importava, visto a alteração de 1 bit apenas, faria com que se soubesse que tinha sido violada, portanto, muito mais segura que a urna normal.
          "…Estamos a falar do rumo democrático de uma nação que pode virar para extrema-direita ou extrema-esquerda ou qualquer que seja…." <– é a pensar nisso que lhe digo, nada bate a urna eletronica no que concerne a defesa contra fraudes….
          E antes que pergunte/afirme que o hardware pode ser adulterado logo à partida, bem então assim, teremos de tirar imediatamente o dinheiro do banco e meter no bolso (nao tenho bolsos grandes, logo é a segunda opção), pois todos usam o computador para tudo. Alias, o dinheiro "real", aquele em papel, é apenas uma ínfima parte de todo o dinheiro disponível, a vasta grande maioria so existe na forma de bits dentro de computadores…

  11. R says:

    nao me levem a mal, e tb sou da mesma opiniao de se poder votar oline.
    mas esta sondagem este site é o mesmo que ir a um site de carros perguntar se preferem ir para o trabalho a pé ou de carro… o resultado esperado é obvio.

  12. QuimRoscas says:

    Esta geração Facebook anda mesmo toda comida…

    Se soubessem dar valor a privacidade e liberdade nunca iriam querer voto electrónico.

  13. Dani Silva says:

    Temos um cartão do cidadão com PIN secreto e leitor, instrumentos perfeitos para instituir voto electrónico à distância.
    As pessoas confiam o seu dinheiro em sistemas electrónicos e bases de dados (e-banking, acções, etc…)

    Era, de facto, necessário que fosse constituída uma entidade independente que supervisionasse todo o processo, e mantivesse o sistema funcional e livre de influências externas.

    Já há países onde certo tipo de votos são feitos de forma electrónica. É o futuro.

    • yates says:

      Mas ao usar ao cartão do cidadão como meio de autenticação para o voto, vais associar o teu voto à tua identidade. E o voto deve ser anonimo.
      No e-banking o banco sabe que estas ligado e sabes que tu autorizas as acçoes tu nao consegues fazer nada anonimo.

      • José Rodrigues says:

        Por malta como tu comentar é que existe tanto receio e tanta desinformação.
        O facto de usares o teu CC para te autenticares para teres acesso ao voto não significa que essa informação seja cruzada com o teu voto, podem ser sites distintos em bases de dados distintas, localizações distintas e até mecanismos de segurança entre ambos.
        Quem anda pela banca em IT consegue afirmar sem problema nenhum, voto electrónico ou voto via internet podem ser mais seguros e mais fiáveis que qualquer voto em papel, basta tirares da equação o factor humano, que não só pode cometer erros como é corruptível.
        Só quem não percebe nada de computadores nem de pessoas é que poderá ter opinião contrária.

        • JBC says:

          Dizes bem e repetes: “podem”.
          E se não forem?
          E a propósito, que percentagem do eleitorado tem conhecimento básico de informática (ao nível de utilizador primário)?

          • José Rodrigues says:

            O “podem” não interessa, é claro que irão ser, ao nível de arquitectura isso tem de ser logo definido e auditado regularmente por mais do que uma identidade, o que falo aqui já é feito em muitas empresas, não é inventar a roda.
            Que conhecimento achas que é preciso de IT para isto? E mesmo que haja uma pequena percentagem da população sem computador nem acesso à internet, dirigem-se aos antigos locais de voto e em vez de uma urna têm lá um computador à espera e alguém a explicar e a prestar auxilio, tal como existe em N serviços públicos hoje em dia, seja para registar um contrato de arrendamento, fazer o IRS, ou outro qualquer.

    • José Bacalhau says:

      O futuro são os votos em papel. Como faria recursos em votos eletrónicos, um dispositivo jurídico indispensável em qualquer democracia?

    • Ze_Pombo says:

      Boas Dani Silva,
      a “entidade independente” ja existe em Portugal, ou pelo menos nos chamamos de independente. E em todas as eleições, “normalmente” as entidades independentes sao formadas por todas as partes interessadas mais “auditores” externos, logo “garantem” com um grande grau de certeza que as eleições são “livres”…

  14. Gil Falo says:

    ” a ignorância é uma bençao ” : e de facto anda muita gente “abençoada” neste pais …
    A preguiça física e intelectual desta geração ” carregar no botão e ja esta” começa a ser preocupante.

  15. José Bacalhau says:

    Sou contra. Não acredito na inviolabilidade dos sistemas informáticos para votação eletrónica. Além disso, acho fundamental que se possa pedir recurso, ou seja, recontagem de votos, coisa que com sistema eletrónico é impossível.

    • José Rodrigues says:

      Nenhum sistema é inviolável, e daí? Não precisa de ser, agora algo que posso garantir, não sendo inviolável podem-se detectar todas e quaisquer intrusões e isso sim é o importante, saber se houve alguma manipulação, que manipulação onde e até avaliar a sua proveniência.
      Quanto à recontagem de votos, isso é mesmo falar quem não sabe, embora não veja a necessidade de recontagem, estamos a falar de um sistema informático for god sake, implementar isso é tão fácil quanto implementar a contagem como método final que escreve para determinada tabela na base de dados e a recontagem escrever para uma tabela distinta.. wow.. muito complicado.. até podes fazer recontagens por hora ou local ou incremental.

      • José Bacalhau says:

        Refiro-me a contagem física de boletins. Você não percebeu ou não quis perceber? É evidente que não me refiro aos números lançados numa folha de cálculo.

        • Ze_Pombo says:

          Boas José Bacalhau,
          o José Rodrigues na sua primeira afirmação está com razao, ter um método “praticamente” infalível de dizer se os dados foram ou nao alterados, que dados, e até descobrir como foram alterados, é de vital importância. Eu meti o praticamente entre aspas porque usando um esquema de hash, não sendo totalmente ( com probabilidade 1) certo, embora ande muito muito muito lá perto, é tb muito muito mas muito mais fiável do que uma recontarem, sujeita ao olho e maos humanas…
          A recontarem nao faz sentido usando um método de hash para garantir que os dados nao foram alterados, pois dada a hash estar correcta, os dados nao foram alterados, logo a recontarem era praticamente rever se as hash’s batiam certo…
          A beleza está em que, a votação recorrendo a papel, existe, para alem de outros, o “problema da má” contagem, ou da falta de credito em quem conta, logo ser necessário uma recontarem, que é bem mais falível (mas de muito longe) do que uma votação protegida por um esquema de hash…
          E já agora, é possível com esforço mínimo, os dados (os votos), depois de serem optidos, serem totalmente duplicados (fazer copias), certificar que a copia é integralmente igual, bit a bit ao original, e cada parte envolvida ter a sua versão certificada para analise própria. Agora faça lá isso com os votos manuais…

          • José Bacalhau says:

            A questão é se a fraude está a montante da geração do hash. Por exemplo, se o mecanismo de input analógico já está comprometido, como acontece em alguns casos em que o utilizador pensa estar a usar um software mas está a usar outro com o mesmo interface.

        • José Rodrigues says:

          Quem te garante a ti que os boletins correspondem aos votos, estamos a falar de um bocado de papel sem identificação..

          • José Bacalhau says:

            Ninguém. A questão é que a falsificação ou os erros são possíveis apenas em pequena escala porque há representantes dos vários partidos nas mesas de voto e nas contagens. Qualquer pessoa pode observar o descarregamento dos votos e contar boletins. Pode ainda supervisionar a selagem dos votos para armazenagem. A votação eletrónica pode ser comprometida em grande escala e depois os fiscais não têm qualquer capacidade de controlo. É uma diferença crucial.

          • José Rodrigues says:

            Não têm capacidade de controlo? Então porque usamos nós a internet para tudo, incluindo transacções financeiras se não há capacidade de controlo? Ganha juízo.

            Nas urnas ninguém te garante que o boletim enfiado no buraco vai ser o boletim contado, é tão simples quanto trocar uma urna em trânsito, aparece tudo selado, inviolável.

  16. Daniel says:

    Defcon 2017 + US Voting machines.

    Mais não digo.

    • José Rodrigues says:

      Mau exemplo, máquinas de voto do tempo de maria cacareca, com interfaces usb sem qualquer barramento ou medidas de segurança. É sempre necessário acesso físico, mas com sistemas assim não há milagres, isso é um exemplo de um mau trabalho.
      Procura por aí os bons exemplos e diz onde é que foram exploited.

  17. Arlindo says:

    Então e votação suportada por tecnologia blockchain… https://followmyvote.com/ ?
    Qual é o problema agora? Parece-me que estão a tentar focar-se num problema que já tem solução.

  18. Lisbon Lover says:

    Já tive o Opera, que era estável como tudo, mas tornou-se bugado e neste momento nada bate o Google Chrome. 😛

    Em relação ao voto eletrónico, concordo em absoluto. Imaginem uma pessoa que não pode ir votar perto da sua residência, por motivos óbvios…

  19. axvgt says:

    Totalmente contra o voto electrónico.

    O facto de UMA pessoa não poder ir votar por motivos óbvios (não sei muito bem o que é o óbvio, será do facto de uma pessoa não se poder mover? Então se não se pode mover, como pode mexer as mãos no aparelho lol) não significa que se deve mudar TODO um sistema eleitoral.

    O sistema pode adaptar-se a casos específicos, mas não precisa de mudar completamente, porque não tem qualquer lógica.

    Além disso, o nosso sistema sendo presencial funciona em todo o caso BEM. Não é possível manipular o nosso voto.

  20. Allez says:

    A única maneira de ser minimamente considerada a hipótese de voto eletrónico é se o código do software utilizado for código aberto.

  21. Prodígio says:

    Se o que existe não é electrónico, e já há aldrabices em freguesias e câmaras mais pequenas (autocarros cheios de velhinhos), então se for electrónico, upa upa.

    As urnas ainda são a melhor opção.

  22. Rui says:

    Nunca!
    É a maneira mais fácil de viciar eleições, por alguma razão países com o Reino Unido, testaram o sistema e voltaram atrás. O sistema existente está comprovado por centenas de anos de uso e é baseado na desconfiança, e por isso é que é aceite universalmente, para haver fraude tem que haver muitos eleitores e mesas de voto coniventes para a comete-la (ou ditadores corruptos a controlar o esquema todo).
    Já com sistemas electrónicos, basta uma pessoa, um partido, uma facção ou até outro pais que tenha vontade para subverter o sistema. E depois quem controla e garante que cada voto, em cada máquina é genuíno, como são anónimos não há como! Quem desenvolve, audita e garante o software que gere o sistema? Como são contados os votos registados: automaticamente? manualmente? Esta ideia deve ser de algum iletrado informático do nosso pais. Sigam o principio K.I.S.S. (Keep It Simple Stupid) e o ditado, “Se não está estragado, não lhe mexas”.

    Deviam sim, era apostar em permitir que os eleitores votassem em qualquer mesa de voto aberta, isso sim é que era uma ideia competente e inteligente!

    A partir do momento que o povo entregar cegamente ao estado a função de garantir a integridade e veracidade do processo, está tudo f****… “Não se preocupem, os computadores não se enganam, confiem em nós.”

    • José Rodrigues says:

      Pois, a estónia só tem internet voting desde 2005, devem ter muita razão de queixa nos milhões poupados.

    • José Bacalhau says:

      É isso aí. A grande vantagem do sistema de urna é ser baseado na desconfiança: responsabiliza o estado e os cidadãos. O voto electrónico desloca todo o poder de supervisão para o estado. Acho que é inerentemente fraudulento, mesmo que no caso particular não haja fraude.

  23. Cláudio Esperança says:

    A solução https://followmyvote.com/ é deveras interessante e pode ser uma solução para muitos dos problemas reportados. Se a tecnologia blockchain é válida para autenticar transações, porque não ser utilizada para validar votos electrónicos.

    Existem outras soluções, como ser gerada uma hash única associada a cada voto que é apresentada ao votante para que mais tarde possa confirmar num ficheiro público disponibilizado com a listagem de todas as hash e respetivos votos, se o mesmo foi alterado. Como já foi sugerido o código de toda a solução deve ser público (por exemplo, com acesso de leitura ao código em execução no servidor) e validar que não é possível associar as hash aos votantes (tabelas ou BD’s distintas).

    Todas as limitações técnicas têm solução.

  24. bla bla says:

    Para todos os rookies / wannabes / pseudo-scriptkiddies que deambulam por este blog tecnológico na tentativa de parecerem inteligentes, deixem de espalhar essa diarreia verbal que vocês apelidam de conhecimento mas que realmente é mera desinformação.

    Se realmente se quiser efectuar uma votação electrónica que não possa ser “hacked”, é feita.

    Basta parar com a corrupção merdosa que anda por detrás das cortinas, como (no caso de Portugal) o bilião que foi para o SIRESP, e espetá-lo, com jeitinho e cuidadoso planeamento, num sistema como deve ser com pessoas como deve ser.

    Estónia a demonstrar como se faz – http://www.irishexaminer.com/business/worlds-most-hi-tech-voting-system-raises-cyber-defences-455138.html
    Read it and weep.

    • José Bacalhau says:

      É sempre bom haver um Asperger qualquer com soluções infalíveis que, passados uns tempos, afinal falham. Obrigado por insultar as pessoas e nos regar com a sua incomensurável sabedoria.

      • bla bla says:

        @José Bacalhau
        Esse comentário vindo dum velho do Restelo que insinua que “O futuro são os votos em papel.” não me diz absolutamente nada.

        Você não tem conta bancária? Não deposita lá a maioria do seu dinheiro? Ou vai-me dizer que tem todo o seu “papel” por baixo do seu colchão?

        Enfim, mentalidade retrógada cheia de resistência à mudança.

        @Rui
        Ponto1: Já alguma vez ouviu alguém hackear ogivas nucleares? I rest my case.

        Ponto 2: Deixe-se de ser grammar nazi. Percebeu o que eu quis dizer não percebeu?

        Tanta conversa para explicar que é possível fazer.
        Sabe mesmo que o país a cada geração está a tornar-se mais comodista ou foi buscar essa informação ao “rego do ass”?

        Relaxe camarada, e tente usar melhores argumentos. Há piores merdas do que ficarmos comodistas.

    • Rui says:

      Ponto 1: Ao contrário do que afirmas, nenhum sistema é perfeito e nenhum sistema é impossível de hackear. aldrabar, alterar e por ao serviço de quem dele tira beneficios.
      Ponto 2: Tenho dúvidas que o SIRESP tenha custado um bilião (deves estar a referir-te ao bilião brasileiro, que à moda americana são mil milhões de euros, porque na europa um bilião são um milhão de milhões, isto é: tem só mais 3 zeros), e é fácil de perceber porquê, se Portugal gera cerca de 9 a 10 mil milhões de euros por ano, qualquer pessoa percebe que o SIRESP nunca podia ter custado 10% disso… Nem o orçamento para o ministério da saúde deve andar lá perto….

      Tanta conversa por um Pais que tem meia dúzia de pessoas, que a cada geração que passa são mais e mais comodistas e não querem levantar o rego do ass da cadeira para irem votar…

      • José Rodrigues says:

        No meu caso seria levantar o ass da cadeira, fazer 800 km, perder 8 horas da minha vida e ainda pagar 120 euros.. Mas isso é para mim que sou preguiçoso :\

  25. Oupa says:

    Deixem se de tretas, cambada de sedentários!!!

  26. José Bacalhau says:

    Só para terminar. Ponderados os argumentos, penso que o voto em papel com escrutínio manual e controlo pelas diferentes partes envolvidas é de longe a melhor solução, método adotado pela maioria das democracias avançadas. Urnas electrónicas com votação presencial é a segunda melhor solução, método adotado no Brasil e Venezuela. Votação comodamente em casa é de longe a pior hipótese. Parcialmente é o caso da Estónia, onde se pode votar electronicamente antes do dia das eleições mas no dia da votação o voto electrónico é proibido. Recordo que há uns anos um ataque informático proveniente da Rússia paralizou toda a estrutura Internet da Estónia. Se isso acontecesse no dia das eleições, está-se mesmo a ver as consequências, razão pela qual os próprios estonianos prevêm uma votação presencial clássica.

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