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Vai viajar para o Japão? Entenda o novo sistema de autorização eletrónica

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. PorcoDoPunjab says:

    Então e ninguém chama os Japoneses de racistas?
    Ai se fosse um país europeu… No mínimo era fascista.

    • RTDragon says:

      Chamar de racista por que razão? São nacionalistas e tem amor ao seu pai e cultura é quem vem de fora tem que respeitar. O mesmo deveria fazer a Europa.

      • pintor says:

        Não, são mesmo racistas, muitos restaurantes somente servem japoneses, não japoneses são mandados embora.Para arrendar apartamentos a mesma situação muitos não alugam a não japoneses e os que alugam as condições são diferentes que para os locais chegando a custar quatro vezes mais.Em qualquer problema que exista entre um não japonês e um japonês em tribunal o japonês acaba sempre por ganhar.

        • Ivo says:

          Concordo contigo, pintor. Também já vi exemplos disso — há bares e restaurantes no Japão com letreiros em japonês a indicar que só atendem clientes locais. É uma realidade que muita gente prefere ignorar, mas existe discriminação, sim, especialmente contra estrangeiros (já vi estes tipos de letreiros em Kumamoto, Tokyo, Kyoto e Sapporo).

          • pintor says:

            Se em Portugal o procedimento fosse o mesmo que no Japão era ver meio mundo a criticar.Da minha parte quando visito a “casa” de alguém simplesmente aceito as sus regras, se não gosto não vou, já lá tive 16 vezes e penso em voltar mais algumas.

          • Ivo says:

            Tens toda a razão, pintor. Também já tinha lido e ouvido vários relatos idênticos sobre essa realidade no Japão. Apesar de o país ser fascinante em muitos aspetos, é verdade que ainda existe muita resistência em aceitar estrangeiros — especialmente em situações de habitação e restauração. Sou testemunha do seguinte: em Kyoto, por exemplo, há ruas onde os não japoneses não podem entrar, e em Kumamoto alguns templos mantém os portões fechados a estrangeiros. Nestes casos, apenas os japoneses podem solicitar a entrada, tocando à campainha e pedindo ao responsável que abra as portas. Isso mostra bem como certas práticas discriminatórias ainda persistem.

      • PorcoDoPunjab says:

        Dragon, vc sabe o que se chama a alguém que seja nacionalista e tem amor ao seu país?
        Sim, isso mesmo, fascista.

  2. Joao Ptt says:

    Acho mal que estejam a requerer um autorização electrónica de viagem, deveriam obrigar os turistas a tirar um curso para aprenderem a ser pessoas civilizadas segundo o ponto de vista japonês, e depois as pessoas teriam de ir a um consulado japonês fazer um teste e ter uma boa nota para receber um visto de viagem. Caso falhassem no teste, ficariam proibidas no mínimo durante os 10 anos seguintes de tentar novamente para qualquer finalidade, que é para as pessoas levarem o curso e o teste a sério. O teste deveria ser escrito em Japonês, para a pessoa provar que é capaz de compreender minimamente as indicações/ regras/ leis/ avisos.

    Também poderiam era expulsar os estrangeiros todos, excepto aqueles que a sociedade concordasse como sendo fundamentais, e por sociedade falo de referentes populares recorrentes, não do que os políticos acham, que o xuxalismo parece ter infectado o planeta todo especialmente as classes políticas/ académica nas universidades / jornalística/ televisiva, e perderam toda a noção de razoabilidade em termos do que o povo do país realmente quer.

  3. Beelzebufo nurcesado says:

    Medidas apropriadas e de louvar para quem se preocupa com o seu país e respectivos constituintes. Tantos maus exemplos que copiamos de lá de fora que desta vez bem podíamos copiar algo de bom e positivo e seguir aqui o exemplo do Japão.
    Às “informações como a profissão, o objectivo da viagem e o local de alojamento” pedidas acrescentaria um outro requisito: trazerem dinheiro suficiente para a estadia declarada.
    E nada de abusos que seriam obviamente penalizados com ordem de expulsão e proibição de voltarem a entrar em território nacional durante um mínimo de 5 anos.

    • B@rão Vermelho says:

      Experimentem ir ao Vietnam, Camboja, Laos, Singapura, Maldivas, Sri Lanka e outros países Asiáticos isto é normal, é um Evisa, eu estive “barrado” em Singapura na fronteira até preencher o EVisa, como ia ficar poucos dias em Singapura optei por não comprar sim de Singapura para ter internet, e como não sabia que tinha de o fazer fiquei na fronteira à espera que chega-se a minha vez para ser atendido e fazer o Evisa à entrada coisa normal que muitos países fazem, até a Tailândia desde o ano passado passou a exigir esta comunicação 3 dias antes da viagem.

  4. Wolfherat says:

    A Europa deveria fazer o mesmo. Sempre admirei a cultura Japonesa, pois preservam a mesma com dedicação e cuidado.

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