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Claude Mythos descobre mais de 270 novas vulnerabilidades no Firefox

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Guilherme says:

    Já tinha comentado sobre estas descobertas de vulnerabilidades no Firefox, de facto é assustador o que esta ferramenta nas mãos erradas pode fazer.

    Acho que a estratégia da Antropic é a mais correcta, ter dado acesso antecipado a vários países da NATO, empresas Big tech, tudo que faz parte Project Glasswing,
    Empresas como Microsoft, Amazon, Google e CrowdStrike centros de cybersegurança de vários países também já tem acesso.

    Assim pelo menos conseguem ter algum tempo para resolver problemas antecipadamente, o que já está a acontecer com Linux, empresas de firmware para routers, banca, etc…

    • Zé Fonseca A. says:

      o que muitas empresas já estão a fazer é integrar a API do mythos nos seus processos de SAST e DAST, dessa forma é bastante rapida a detecção, depois é só corrigir que pode levar mais tempo

  2. Perfectly Balanced says:

    O número 270 é só para criar “hype” para investidores, a maioria dos “bugs” que o Mythos encontrou não podem ser explorados para ataques, muitas das falhas de segurança que encontrou é o uso de funções que são veneráveis a buffer overflow como “strcpy” mas no código já existia lógica antes que impediam que pudessem ser exploradas.

    Na versão 150 foram apenas corrigidas 3 venerabilidades de segurança que podiam ser exploradas, e nem todos os bugs foram encontrados pelo Mythos. Isto não deixa de demonstrar as potencialidades e benefícios que ferramentas como o Mythos podem trazer ao ramo de cibersegurança mas o Mythos ainda não é nenhuma Skynet.

  3. Stanley says:

    A versão gratuita é bastante satisfatória.

  4. Maçä mais que Podre says:

    Oportunidade para deixarem de atalhar no desenvolvimento, muitas vezes por pressão de PMs e POs que descubram segurança e riscos, o típico para quem não se deu ao trabalho de ler sobre product lifecycle best practices

  5. Cláudio says:

    Infelizmente acho que isto não são boas notícias… Basicamente a IA está a ser incluída no desenvolvimento de código, depois na identificação de falhas, e por fim na exploração de falhas. Isto faz com que as empresas de IA possam facturar em 3 áreas de negócio distintas, fazendo com que seja impossível desenvolver software sem recorrer a IA. O problema é que a exploração de falhas é muito mais simples do que identificar todos os bugs que podem ser explorados (basta uma falha para comprometer uma stack aplicacional). Eu posso usar alguém para ver se todas as portas e janelas da minha casa estão fechadas, mas basta um intruso detectar um ponto de entrada que não tenha sido corretamente validado, para conseguir entrar.

    Por isso é que acho que vai ser a loucura e o potencial para a tecnologia ser utilizada para o mal é maior do que para o bem. Destruir é sempre mais fácil que construir…

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