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Australianos recorrem em massa às VPN, enquanto sites pornográficos bloqueiam acessos

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. guilherme says:

    A desculpa das “criancinhas” que os países arranjaram para controlar tudo e todos, mas isto não fica por aqui a seguir a mesma desculpa vai servir para identificar ou proibir todos os utilizadores de VPN!

    • Byte Bandit says:

      O próximo passo será banir as vpns. Vai acontecer…

    • says:

      Mas achas bem venderem revista para adultos aos putos nos quiosques? Ou ter canais de filmes para adultos na TV em sinal aberto?
      Por mim podem banir material adulto, VPNs e o que quiserem. Não será por aí que deixo de fazer o que quer que me apeteça 😉
      Faz-me lembrar quando a IGAC começou a bloquear certos sites. Nunca deixei de ter acesso a qualquer site que fosse e não perdi mais de 1 minuto por isso.

      • Anog says:

        És o maior. Parabéns! Mas o teu comentário não acrescenta nada à discussão. Se te apetecer matar pessoas também matas? Ou também respeitas algumas regras desta sociedade?

        • says:

          Cada um assume as suas ações, ou deve assumir. Agora, volto a dizer. Se é proíbido, como diz até na notícia, os menores irem a clubes de strip, porque é que não deveria ser proíbido verem conteúdos adultos na internet? E se a forma de autenticação é a identificação pessoal, pois que seja. Aliás, aqui a medida peca por tardia, é só a legislação ser lenta a regulamentar o “digital”. Tal como não pode um puto comprar um filme para adultos na loja da esquina, também não o pode fazer online.
          Quanto ao resto, quem tiver arte sabe por onde mexer. Quem não tiver, arrota para o ar ou come caladinho.

      • guilherme says:

        “Por mim podem banir material adulto, VPNs e o que quiserem.”
        O Zezinho é o presidente da rua dele ninguém o lixa, aposto que anda sempre com o palito na boca 🙂

    • Zé Peidinho says:

      Nome disso é “Estado Patriarcal Opressivo” deveria colocar isso no wikipedia. É o estado atraves de leis e autoridade e opressao mandatoria tratando as pessoas como se fossem bêbes e criancas que precisa de cuidados excessivos alem do necessario de habitual. É um tipo de opressao aonde o sujeito tenta de todas maneiras se livrar das leis, vigilancia e opressao atraves redes alternativas, VPNs, Tor, identidade falsa etc…

    • Zé Peidinho says:

      O nome disso é OPOD “Estado Patriarcal Opressivo e Delirante” porque eu nunca vi tanta paranoia assim na minha vida o estado ficar tratando nos como criancas bebes infantis. Basta ver o relato acima de Julie Inman Grant “Hoje em dia uma criança não pode entrar num bar e pedir uma bebida, não pode entrar num clube de striptease, nem entrar numa loja para adultos ou sentar-se numa mesa de blackjack num casino”

  2. Enfim says:

    Não tarda estamos todos na deepweb 😉

  3. Stanley says:

    Experimento social interessante. Vou acompanhar.

    • says:

      É um simples regulamentar o conteúdo online tal como o conteúdo não online/físico. Se um puto não pode comprar umas revistas da gina, também não por visitar o cornhub.

  4. sapaxoxa says:

    Boa sorte nisso, o ping vai ser brutal a não ser que usem vpn na indonesia xD

  5. says:

    “Super Unlimited Proxy” portanto, neste momento metade da Austrália está claramente a ser espiada e a levar com uma boa dose de vírus.
    A eles digo: façam os vossos próprios filmes caseiros.

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