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Alerta PGR: há um golpe a circular para roubar dinheiro

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Joao Ptt says:

    FIDO2 ou WebAuthn protegia destes abusos via telefone, já que não tinham como transmitir tal.

    Por outro lado talvez conseguissem convencer as pessoas a instalar uma aplicação falsa e meter lá os dados de autenticação… enfim, vai sempre existir alguém a cair nos golpes.

  2. says:

    Mas afinal quando é que vamos ter governo e operadoras a tratar de bloquear o spoofing e a obrigar TODOS os cartões móveis e estarem devidamente identificados e com contratos? Não fazem a ponta de um corno. Aqui há uns tempos ligaram-me (supostamente) da PJ de Braga. Claro que não era mas liguei logo para o número fixo da PJ de Braga, passaram para uma inspetora que me disse que já tinham recebido algumas chamadas sobre o assunto… e… nada. Nem queriam o meu nome nem o número de telemóvel do qual estavam a ligar. Alguém a fazer-se passar por inspetor da PJ e não seria de fazerem alguma coisa além de “já sabemos”… Assim é que não vamos lá.

    • PeterJust says:

      Acho que as burlas são tantas e em tanta quantidade que eles não tem mesmo mãos a medir, há poucas pessoas nos serviços públicos. Houve muitos recursos públicos que foram eliminados, principalmente durante o governo de passos coelho que fez cortes cegos a torto e a direito, com a malta que arranja melhor noutro sitio porque agora o estado paga mal, malta que se reforma, etc o resultado está à vista, não se fazem omeletes sem ovos e a cada dia que passa os recursos estão mais limitados e as coisas vão ficando para trás, o que não fica para trás são as multas perdoadas aos bancos, aos lucros extraordinários, ao salgado e família que continuam a viver como reis depois de nos terem roubado 18 mil milhões

      • says:

        Não é só uma questão de recursos. É de organização. As burlas essencialmente não se combatem. Previnem-se. E no caso das burlas nas telecomunicações é gritante a falta de empenho na prevenção e na adaptação de sistemas que dificultem a vida aos burlões. No fim de contas é mais difícil até fazer uma queixa que uma burla. Quanto aos recursos humanos, há falta, há disparidades. Mas também há muita gente que não vale o que ganha quanto mais o que quer ganhar.

  3. JL says:

    Numa primeira leitura, há algo aqui que não está bem explicado: “Para ganhar total confiança, dizem o nome da vítima e confirmam dados reais da conta que acabaram de ver.” – Acabam de ver o quê? A conta bancária? Como? Normalmente as apps bancárias nem permitem capturar ecrãs no próprio dispositivo, e tenho dúvidas sobre acesso remoto, mas todo o cuidado é pouco. Parece que os burlões têm de ter dados reais das pessoas. O Nome e número de conta bancária ou código de acesso tem de coincidir, ou será de outra forma? É interessante perceber mais sobre isto e eliminar a parte abstrata de como o golpe é possível para os mais leigos nisto saberem identificar.

  4. Pedro G says:

    Pela explicação, parte-se do pressuposto que o larápio já tem acesso à conta via online. Nesse caso, abordar o titular da conta para obter um código, é só uma forma rmais rápida de roubar o dinheiro.

    • PeterJust says:

      Hoje em dia, normalmente até recorrendo a ferramentas de IA ou tendo acesso às milhares de fugas de dados recentes devido a desleixo dos bancos nos seus sistemas para proteção do cliente (nos próprios sistemas nada falha, porque será?), é muito fácil ter acesso a essa informação que de forma isolada não impõe um risco grande, o risco é que eles tem os teus dados e assim sendo é mais fácil atacar, enganado as pessoas que não tem muitos conhecimentos do funcionamento dos sistemas e são convencidas a dar os códigos ao burlão

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