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Redes sociais fizeram disparar a maior entrada de migrantes em Ceuta, diz Espanha

                                    
                                

Imagem: Marcos Moreno/Europa Press/Getty Images, via TIME

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Gringo Bandido says:

    Redes sociais americanizadas são um cancro para a Humanidade. Lucro á frente do bem estar humano.

  2. Zec says:

    Foram todos à procura de vida melhor e nenhum levou os seus pertences. Nem uma sandes para comer no caminho. Muitos nem levaram telemóvel porque foram a nadar.
    Partir tudo pelo caminho, incendiar também, roubou e coisas piores, isso sim é comportamento de quem vai para um país e humildemente procura uma vida melhor.

    Eu gosto é particularmente dum vídeo onde está uma jornalista borradinha de medo a tentar vender a narrativa de que há lá muitas mulheres e crianças quando nas imagens só se vê homens e alguns já “a deitar o olho na moça”.

    E ainda dizem que os políticos e associados em Portugal são corruptos.

    • Yuri bezmenov - primeira fase says:

      Nãp se deixem enganar. Em todos os videos e imagens dá para perceber o “tipo” de gente que é. Lá muito, mas muito raramente se vê uma mulher ou criança.

    • jorgeg says:

      Nao bro desta vez foi o lixo da direita americana.
      Isto foi uma operacao organizada por Israel, EUA e Marrocos contra Espanha pelo seu apoia a Palestina e de ser um forte critico do genocidio de Gaza por parte de Israel e os EUA.

      Pago pela “direira” americana (gop)

      https ://x.com/i/status/2083993304035950881

      • Osama Bin Laden says:

        Olha se foi Israel, estao de parabens. Mandar a nado 60,000 vaganundos, puxa vida incrivel. O seu nazista, avisa que Porugal esta logo ali, e nao vai demorar muito. Continuem culpando Israel, vou assistir voces se ferrarem.

  3. Crash171 says:

    A extrema esquerda sempre à terceirizar a culpa.

    • Hugo says:

      Mas qual extrema? Os únicos extremistas aqui são os grunhos ignorantes do costume. Que se desengane quem acha que alguma das extremas é solução para o que seja….

  4. PorcoDoPunjab says:

    Vcs têm que interiorizar uma coisa, a Europa, como a conhecemos, acabou.
    O que vem aí não é nada bonito.
    Mais uns anos assim e a invasão estará completa.

    Podem acreditar no que digo, podem não acreditar, é igual.
    A realidade é o que é.
    Líbano versão 2.0…

    Aos anos que ando aqui a falar deste assunto e tudo se vem confirmando.

    • Vítor M. says:

      Qual Europa que conhecemos? Esse clichê não existe há duas ou três décadas. Em 2022 era “espalhado” que a guerra iria saltar fronteiras, chegar ao centro da Europa, que a Rússia iria invadir os países europeus e destruir a NATO. A vida continua, de facto há adaptações. Tenho visto essas adaptações ao longo da minha vida, lembro-me da adaptação que teve de ser feita em 1992-1993, a tal crise da ratificação do Tratado de Maastricht. Em 1992-1993 era a crise cambial europeia que abria as notícias. Na altura, dizia-se que a CEE estava muito mal, que o Sistema Monetário Europeu tinha entrado em colapso. As coisas composeram-se.

      Mais tarde, houve uma guerra bem no meio do coração da Europa, a sangrenta Guerra dos Bálcãs. Até Portugal enviou força de combate para a cena de guerra. O tempo passou, as feridas sararam e foram levados à justiça os criminosos. E mesmo nesses países, hoje vive-se muito melhor e com outra perspetiva do futuro.

      Depois, uma das grandes mudanças, uma das maiores conquistas, mas que foi duro para cada nação, foi, em 1999-2002, a introdução do euro. Os eurocéticos criticaram como nunca as dificuldades que países como Portugal sentiram. Outro ponto complicado foi em 2005, aquando da rejeição da Constituição Europeia. Os negacionistas vaticinaram o fim da UE. Ainda cá andamos.

      2008-2013 deu-se a crise financeira e crise do euro. Portugal, Espanha, Grécia (entre outros) penaram, foi duro, foi a primeira vez que este tipo de mecanismos eram postos à prova. Repito, foi duro, mas cá andamos.

      2016-2020 o Brexit. Os céticos diziam que uma UE sem o RU era uma união a prazo. Está bem pior o RU agora que quando estava na UE. Eles é que se arrpenderam por se terem deixado enganar.

      2020-2022 chega-nos a Pandemia de COVID-19. E muito graças à UE que países mais pequenos, como Portugal, estiveram menos expostos à especulação, à falta de proteção e tivemos muitas vezes, nós cá, a dianteira. Até o nosso governo perder totalmente o controlo e deixar os percevejos atacar o erário. Mas cá andamos, mesmo assim.

      Desde 2022 chega-nos a tal guerra na Ucrânia que falei em cima. E ainda cá andamos. Portanto, o que vaticinas tu daqui em diante?

      • PorcoDoPunjab says:

        Victor, todos esses problemas, financeiros, económicos, guerra, sempre tiveram algo comum, que era o facto de ser algo passageiro.
        Meses, ou poucos anos, e depois voltava tudo à normalidade.
        Nunca percebi bem essa panca com os Russos quererem entrar Europa adentro.
        É que nunca percebi mesmo…

        O problema que enfrentamos hoje é completamente diferente.
        É atentados, é facadas, é atropelamentos, é rajadas de Kalashnikov em redacções de jornais, etc.
        Desta vez há uma enorme diferença, isto não é passageiro, isto chegou para ficar, e não só, vai piorar e muito..

        Faça as contas e veja quantas dezenas ou centenas de mortos aconteceram devido a este fenómeno.
        Pensa que isto vai acabar?
        Não, não vai acabar.
        Há zonas em alguns países onde a lei não entra.
        França é exemplo disso.
        Escolas onde os nativos já são uma pequena parte apenas e com o passar do tempo ainda serão menos.
        Acha que isto é passageiro?
        Vá lá à rua do Benformoso e leve a bandeira portuguesa e cante o hino.
        Depois mande postais do sucedido…

        Estamos a ser colonizados e a cultura com maior peso demográfico e agressividade sairá vencedora.
        Nós não nos queremos defender sequer e nem queremos assumir que existe um problema.
        Por mim, tudo bem, só que a natureza não perdoa estas fraquezas.

        Os problemas que estão no horizonte até uma criança consegue ver, desde que queira.
        Portugal sempre teve coesão social, em breve nem isso teremos.

        • Vítor M. says:

          Certo, mas reforço que estás a misturar fenómenos diferentes e a apresentá-los como se fossem uma única realidade inevitável. É verdade que alguns países europeus enfrentam problemas sérios de integração, criminalidade e radicalização, e esses problemas não devem ser ignorados nem desvalorizados. Mas também não é correto concluir que “estamos a ser colonizados” ou que o futuro está inevitavelmente traçado.

          Como referi anteriormente, a Europa já atravessou desafios profundos ao longo da sua história, lembra-te das guerras, terrorismo da ETA, IRA e Brigadas Vermelhas, crises económicas, conflitos nos Balcãs e vagas migratórias. Alguns problemas foram resolvidos, outros persistem e surgem novos. Isso não significa que as sociedades deixem de ter capacidade para responder. Tem é de haver uma gestão coesa, serem mais “união”, menos esquerdismo, mais moderação.

          É legítimo discutir políticas de imigração, controlo de fronteiras, integração e segurança. O que não ajuda é transformar casos reais e preocupantes numa narrativa determinista (radicalizar e extremar o discurso, isso dá forma aos extremistas), sem distinguir países, contextos ou dados. As soluções exigem análise séria e políticas eficazes, não a ideia de que tudo está perdido ou que um determinado desfecho é inevitável.

          • PorcoDoPunjab says:

            Victor, vc vê alguém em Bruxelas com vontade ou intenção de criar medidas para conter este problema?
            Pois eu tb não.

            Pode fazer piruetas, contorcionismo, espargata, sombras chinesas, é indiferente, a realidade não está do seu lado.
            Eu não me engano nestas coisas.
            O que aí vem não é bonito.
            Vamos deixar aos mais novos um enorme problema.
            Problema causado por velhos incompetentes e corruptos…

            A seu tempo verá que PorcoDoPunjab tem razão, as usual.

          • Vítor M. says:

            Não está do teu lado, isso não está. Tu dizes que este problema é de agora e não é. E se não é e a UE evoluiu, apesar dos problemas, como dizes que estes que estão a aparecer agora, muito menos graves do que os do passado, vão acabar por destruir a UE? Estás totalmente errado.

            Isto do “O que aí vem não é bonito.” é puro demagogismo. É criar medo nas pessoas, é criar incertezas com temor. E não é isso que é preciso. ´ºE preciso boa gestão. Organização. Regras justas, mas intransigentes. É preciso não deixar as portas abertas a este tipo de esquemas como vimos agora em Marrocos. É preciso ter juízo e não deixar estes grupos de extrema esquerda (as extremas em geral) tomarem conta dos governos.

            Agora, uma coisa é certa, estes problemas atuais foram da responsabilidade das políticas dos velhos de cabeça, que apenas se importaram com os acordos em troca de invasões de imigrantes. Como vimos o Costa a fazer.

            PS: tenho visto algumas posições do PorcoDoPunjab e nenhuma tem sido passada à realidade 😉 tudo tiro ao lado.

      • Zé Fonseca A. says:

        E o aquecimento global?

      • Ifm says:

        Victor, ok estás a dar uma de intelectual…
        Debitas um monte de factos, da “história” moderna europeia.
        Mas isso não passou de uma cortina de fumo!!!

        Sabes bem que te devias te do assunto da conversa… intencional claro para manter o politicamente correto.

        Sabes bem que hoje em dia, há certas comunidades na Europa que nao existiam, e não vejo nenhum português de “bem” a querer morar perto dessas comunidade….
        Que a insegurança aumentou…

        E França e Inglaterra que te digam isso, estive há 2 anos em Londres … Parece o 3 mundo nas ruas, mas depois tens a porte mais turística e financeira que parece que 1 mundo…. O choque cultural muito rápido.

        Mas se pensarmos é igual Portugal, Rossio vs Martim Moniz…

        • Vítor M. says:

          Não é uma questão de “dar uma de intelectual”. É uma questão de não reduzir um tema complexo a perceções pessoais. Dizer que estiveste dois dias em Londres ou comparar o Rossio com o Martim Moniz não prova uma tendência generalizada, tal como uma visita a Paris não define toda a França. Eu tenho mais de 180 viagens por este mundo, feitas nestes últimos 6 anos. E conheço um pouco de algumas destas grandes metrópoles que falas.

          É verdade que existem bairros problemáticos, dificuldades de integração e aumento de determinados tipos de criminalidade em algumas cidades europeias. Esses problemas são reais e merecem ser discutidos (e não podemos ter as portas escancaradas, como o governo socialista fez em Portugal e como está a fazer na Espanha). Mas também é verdade que usar esses exemplos para caracterizar milhões de pessoas ou concluir que toda a Europa caminha inevitavelmente para o mesmo cenário é um salto lógico sem sustentação.

          O debate ganha quando se fala com dados sobre criminalidade, imigração, integração e políticas públicas. Perde quando se troca evidência por impressões e generalizações. Se queremos resolver problemas, primeiro temos de os descrever com rigor, e não apenas com aquilo que vimos numa viagem ou nas redes sociais.

  5. Marcos Manoel says:

    Ah tá. Numa decisão judicial assinada preto no branco desencadeou tudo isso e agora ela foi “mal interpretada”?

    Burocratas sempre terceirizam seus erros.

    • Max says:

      Isso está explicado:
      “Na origem da desinformação esteve uma decisão do Supremo Tribunal de Espanha, anunciada a 8 de julho, que alterou a forma como os migrantes intercetados no mar junto a Ceuta e Melilla devem ser tratados. Em vez de poderem ser imediatamente repatriados, cada caso passou a ter de ser analisado individualmente, através dos procedimentos legais previstos.
      Nas redes sociais, porém, essa decisão foi rapidamente transformada numa ideia muito mais simples (e errada). Milhares de publicações passaram a afirmar que Espanha já não podia devolver ao país de origem quem chegasse a Ceuta por via marítima. Em muitos vídeos, essa interpretação era apresentada como se já se tratasse de uma realidade estabelecida, alimentando a convicção de que bastava alcançar águas espanholas para permanecer no país.”
      https: //sapo.pt/artigo/a-mentira-nas-redes-sociais-que-levou-milhares-de-migrantes-a-atravessar-a-fronteira-a-nado-em-ceuta-6a705e9a2218b0c1f0cf508f

      • Rafael says:

        “[…] Embora a decisão do Supremo tenha alterado os procedimentos aplicáveis aos migrantes intercetados no mar”

        Olhe bem aqui o que está escrito: “Embora a decisão do Supremo tenha alterado os procedimentos aplicáveis”

        Aqui é preto no branco, SIM!

        • Max says:

          O que que se há de fazer, em democracia há essa chatice dos tribunais …
          Mas faltou-te ler o resto da notícia de que coloquei o link:
          “O Governo espanhol apressou-se a esclarecer que essa interpretação era falsa. Embora a decisão do Supremo tenha alterado os procedimentos aplicáveis aos migrantes intercetados no mar, isso não significava que estes passassem a ter direito automático a permanecer em Espanha. As autoridades continuavam a poder proceder ao seu repatriamento, desde que fossem cumpridos os trâmites legais. Ainda assim, quando esse esclarecimento começou a chegar ao público, milhares de pessoas já estavam a caminho de Ceuta.
          Porque é que tantos acreditaram?
          A campanha de desinformação encontrou terreno fértil entre muitos jovens marroquinos. O desemprego, os baixos salários, a dificuldade em encontrar trabalho e a sensação de falta de futuro fazem parte da realidade de uma parte significativa do país. Para muitos, qualquer notícia que sugerisse uma oportunidade para chegar à Europa parecia valer o risco.”

  6. Max says:

    Controlo fronteiriço com as pessoas achegar a nado (e algumas a afogarem-se) não sei como é que seja possível.
    Há uns tugas anti UE que nem se dão conta do paraíso em que vivem.
    Uma vez um latino-americano queria-me chatear, ainda não tinha havido o alargamento a leste, disse-me: “Portugal é o país mais atrasado da Europa …” Pois, respondi-lhe eu, só que no país mais atrasado da Europa, a generalidade da população, vive melhor que a generalidade da população do mais avançado da América Latina”. Calou-se.
    P.S. Por via da dúvidas, fui ver agora e o Gemini confirmou.

    • Zé Fonseca A. says:

      Lol.. era preciso confirmar? Ja corri a América Latina toda e so ha um pais de jeito, Costa Rica, e o Uruguay passa pelos Pingos da chuva, Africa também é assim so se safa 1 e Asia é mais complexo mas também há muita coisa ma.
      Continente americano so Canada se compara à Europa, EUA tens cidades que parecem terceiro mundo

  7. Analista says:

    Mas por que Ceuta é Espanhola sequer? Devolvam aos marroquinos, foi Portugal que conquistou, basta olhar a bandeira.

  8. Filipe says:

    O Sanchez andou a criar leis para tornar os ilegais em legais, mais de 1.2 milhões em dias é normal que a notícia se espalhe em Marrocos.

  9. Realista says:

    A verdade é que há inúmeros videos a mostrar acções coordenadas e orientadas pela polícia marroquina, com camiões e autocarros cheios destes…”refugiados”… a deslocarem-se em direção à fronteira com Ceuta.

    Acção expontânea devido apenas às redes sociais… sim, sim, claro.

    • Max says:

      Isso não é o vídeo de junho?
      https: //maldita.es/desinfo/20260803/un-video-muestra-como-un-oficial-de-policia-marroqui-ha-permitido-que-un-camion-acerce-a-la-frontera-a-decenas-de-personas-que-se-encontraban-dentro-del-remolque-del-vehiculo/

  10. PorcoDoPunjab says:

    O meu comentário está a ser tão moderado que acho que foi amordaçado.
    Novilíngua a todo o vapor…

  11. carai says:

    Isto foi uma falha tremenda dos serviços secretos espanhois, já não é a primeira vez que isto acontece, em 2021 também Marrocos fez igual. É altura de deixarem Ceuta e Melila a Marrocos.

    • Max says:

      Se os serviços secretos espanhóis tivessem sido avisados faziam o quê:
      – colocavam barcos para recolher os marroquinos que nadavam para Ceuta? Qual era a diferença com deixá-los nadar até à praia?
      – afogavam os nadadores para não chegarem à praia (além dos que se afogaram por si)
      – estendiam uma rede a servir de fronteira até ao mar alto?
      O que Espanha se queixa é de os serviços de informação marroquinos não terem feito nada – nem para ajudar os que iam nadar para Ceuta, mas também não fez nada para o impedir, como a desinformação nas redes sociais. O que tem sido traduzido por – pressão de Marrocos para a entrega de Ceuta e Melila.

  12. PorcoDoPunjab says:

    Victor, pergunto novamente, vê alguém em Bruxelas a falar e assumir o problema e discutir, como diz, regras apertadas e controlo eficaz, para evitar estas situações?
    Pois se vê, deve ser o único.
    O facto é que é quase tabu falar desta questão porque é colado de imediato à extrema direita, e, hoje em dia, extrema direita é tudo o que não seja extrema esquerda.
    O que vê é gente a querer que venham ainda mais…

    Posso desde já dar-lhe aqui algumas posições de PorcoDoPunjab que se vieram a revelar certíssimas, tais como quando previ que a Huawei não cairia e voltaria mais forte e que o Irão se ia defender eficazmente e não seria derrotado.
    Fui ridicularizado e até em chamaram de maluco, na altura…
    Toda a gente aqui dizia que aquilo seria uma Venezuela 2 e agora é o que se vê.
    Quais são as posições que eu disse que iriam acontecer e falhei?
    A minha posição sobre a Rússia e Ucrânia? Mantenho-a, e digo que a Ucrânia vai ser um país falhado e vamos lá a ver como ficarão as fronteiras.
    Polacos e Romenos, principalmente os Polacos, têm ali reinvindicações sobre território que é hoje Ucraniano.
    E mais, todas as armas que o ocidente anda a enviar para lá, aquilo um dia vão acabar no mercado negro das máfias após o conflito terminar.
    Se alguém pensa que tudo será recolhido, deve andar distraído…

    É impossível inserir muçulmanos na sociedade europeia.
    Eles não mudam e exigem aos nativos dos países para onde vão que sejam eles a mudar.

    Se isto é assim e ainda são minoria, então faça uma ideia do que sucederá quando forem quase tantos como os nativos.
    Não é difícil de prever o desfecho.
    Fica ao critério de cada um imaginar o que acontecerá numa situação dessas.

    Eu sempre disse e digo, as pessoas têm os políticos que merecem.
    Se é isto que querem, então força nisso.
    Até ao dia em que a situação passará a ser irreversível.
    Depois logo se vê…

    Deixo aqui algo, já antigo, mas que dá uma ideia do que por aí vem.
    Leiam e depois digam que o o PorcoDoPunjab é que falha em tudo…

    https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/franca-isla-avanca-enquanto-cristianismo-decai/

    • Vítor M. says:

      Estás novamente a substituir factos por convicções pessoais e depois apresentas essas convicções como se fossem provas. Não é honesto, desculpa. Repara, começas por afirmar que “ninguém em Bruxelas fala do problema”. Isso é objetivamente falso. A Comissão Europeia, o Conselho Europeu e praticamente todos os governos europeus discutem há anos imigração, controlo de fronteiras, reforço da Frontex, acordos de repatriamento, combate ao tráfico de seres humanos e revisão das regras de asilo. Basta acompanhar os Conselhos Europeus para perceber que este é um dos temas mais debatidos da última década. Aliás, basta dares uma vista de olhos no que é produzido nas comissões.

      Depois tentas criar uma falsa dicotomia: ou se concorda contigo, ou pertence à “extrema esquerda”. Esta é uma falácia clássica. Existem inúmeras posições intermédias que defendem imigração legal, controlo rigoroso das fronteiras e integração eficaz, sem cair em extremismos. E não nos podemos deixar cair nos extremismos, como o PS fez e deu a mão à geringonça. Com isso, e pelas suas políticas falhadas, fez crescer o Chega, um partido populista, que pega nos assuntos quentes, transforma em bandeiras… mas é só aquilo.

      A seguir o teu raciocínio recorre ao argumento de autoridade. Isto é, dizes que acertaste em previsões sobre a Huawei, o Irão ou a Ucrânia, mas não apresentas qualquer prova de que tenhas feito essas previsões nem explicas as muitas outras que possa ter falhado. Acertar numa previsão não transforma automaticamente todas as opiniões seguintes em factos. 😉 Qual Nostradamus, qual quê!!!

      Quando afirmas que “é impossível inserir muçulmanos na sociedade europeia”, abandonas completamente o campo da realidade. Existem dezenas de milhões de muçulmanos na Europa, muitos deles cidadãos de segunda ou terceira geração, médicos, engenheiros, empresários, professores, militares e políticos perfeitamente integrados. Reduzir mais de mil milhões de pessoas a um único comportamento é preconceito, não análise. Mas, concordo numa coisa “à terra onde fores ter, faz como vires fazer”. E nisso é o que não podemos afrouxar a regra.

      Também afirmas que “eles não mudam”. Novamente, tratas um grupo extremamente diverso como se fosse homogéneo. É o mesmo tipo de generalização que seria inaceitável se fosse aplicada a qualquer outra religião, nacionalidade ou etnia.

      A referência às armas da Ucrânia acabarem todas no mercado negro também é apresentada sem qualquer evidência, é apenas a tua convicção. Claro que existe sempre risco de desvio em cenários de guerra, razão pela qual vários países implementaram mecanismos de monitorização. Transformar esse risco numa certeza absoluta é especulação.

      Finalmente, terminas com um artigo de opinião antigo como se fosse uma prova definitiva. Um artigo que não demonstra que uma previsão inevitavelmente se concretizará. Muito menos valida todas as conclusões anteriores. Agora, como referi, a França é um claro exemplo do que não se deve fazer, como o PS fez em Portugal, ao abrir a porta sem controlo, sem olhar ao que o país de fato precisava (sabendo que os índices de pobreza e criminalidade iriam aumentar exponencialmente). Deixar entrar sem controlo, tem consequências.

      Tem atenção que, concordo com o teu ponto de vista sobre discutir imigração, integração ou segurança ser legítimo e necessário. Agora, o que não fortalece o debate é substituir dados por previsões pessoais, generalizações sobre comunidades inteiras e afirmações categóricas sem qualquer suporte factual.

      É precisamente assim que se constrói uma narrativa, não uma análise. E é nesse patamar que crescem os grupos radicais e extremistas.

      • PorcoDoPunjab says:

        Bruxelas discute a imigração ilegal?
        Ah sim?
        E diga-me lá qual o resultado dessas tão famosas discussões?
        Quais os resultados reais que daí têm saído?
        Nenhum, pois os problemas que deveriam ser discutidos além de não serem resolvidos ficam, a cada dia que passa, mais graves.
        Deve ser porque as reuniões têm sempre lugar no meio de orgias gays, que dizem que são bastante famosas por aqueles lados.

        Não é possível inserir muçulmanos, esqueça lá isso que disse.
        Olhe, quando há um atentado, e todos os dias ou quase há coisas dessas, vê algum muçulmano vir dar a cara e a condenar isso?
        Não? Pois eu tb não… agora pergunte lá porquê.
        Será que no fundo todos eles entendem que aquilo que fizeram foi o correcto contra os infiéis?

        Isto cada um que entenda a realidade como quiser e achar melhor.
        Quer ficar convencido que é tudo gente do amor e paz, esteja à vontade…

        Na Alemanha até os tradicionais mercados de Natal foram à vida… a seguir é outra coisa qualquer e quando der por ela está de joelhos e de rabo para o ar a mandar cabeçadas no chão.
        Ai sim, quando chegar essa altura é que vamos tratar de resolver isto.
        Confia, Joca…

        Aqui a procissão já não passa na Rua do Benformoso.
        Deram a treta ah e tal todos os anos muda.
        Mas alguém acredita nisso?
        Quero saber quando é que vai mudar novamente e passar na dita rua?
        Eu digo-lhe já em que data vai acontecer…85 de Maio de 8962…

        Se a dita procissão voltar a passar nessa rua, cá estarei para dar a mão à palmatória.
        Mas, não sei porquê, acho que vamos esperar muito tempo por isso…

        Grupos radicais e extremistas? Estiveram no governo e com maioria absoluta bem recentemente.
        Como dizia o outro, deram o poder de voto ao povo? Agora aturem-no.

        E por aqui me fico.
        Tirar água de um poço com uma peneira é capaz de ser cansativo e sem resultados positivos.
        Penso eu de que…

  13. PorcoDoPunjab says:

    Antes que me esqueça, em relação à Huawei e o Irão, no que a previsões diz respeito, que não apresento provas, é fácil de ver
    Tem backups dos comentários? Se for pesquisar, verá que PorcoDoPunjab foi o único, sim, o único, a dizer que a Huawei não cairia e sairia mais forte e que a China deixaria de ser compradora de Chips para ser produtora.
    Até disse que as sanções dos EUA neste campo foram o melhor presente que poderiam ter oferecido aos Chineses.

    Fui tb o único dizer que o Irão não iria cair .
    Caiu-me tudo em cima.
    Chamaram-me tudo e mais alguma coisa….

    Onde andam esses agora?

    Se eu fosse o Nostradamus lá teria que acertar no euromilhões e todos os demais jogos, todas as semanas.
    Nem o El Gordo me escapava…
    Isso era capaz de ser suspeito, vagamente…

    Certamente seria uma ameaça à segurança dos Estados Unidos e congelavam-me os bens, se os tivesse cá, que não estariam, pois claro..

    PorcoDoPunjab nestas coisas de geopolítica e prever para que lado o vento vai soprar, posso me enganar, mas até hoje não me lembro de nada que aqui escrevesse e que não se viesse a confirmar.

    Vc está com o síndrome do AF447. Só vê as nuvens pequenas, que são as primeiras, mas não vê os cumulo nimbus terríveis que estão logo atrás, ocultos, e quando os detecta, já vai tarde.

    Deixa andar que isto depois logo se vê.
    Com um bocado de sorte vem aí outra crise financeira e vai tudo embora daqui e problema resolvido…

    • PeterJust says:

      Disseste tanta porcaria que em mil acertaste em 10, e essas 10 fui eu que te ensinei. Agora estás com a teoria da substituição, isso é ignorancia básica, pareces um tiktok do ventura a espumar-se, ele gosta de burros como tu que espalham desinformação, mas se não queres malta a vir para a europa tens bom remédio, não vás para o país deles criar guerras e roubar recursos e vais ver que eles vão preferir ficar em casa.

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