Portugal: Maioria quer multas para discurso de ódio na Internet

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83 Respostas

  1. Miguel says:

    Já não existem leis para a proibição de noticias falsas cá em Portugal?
    Eu pensei que não era nada feito em relação a isso por os servidores estarem no estrangeiro!

  2. Marco says:

    Acho que votaram sem pensar nas consequências… (do SIM)

    • Bruno M. says:

      O politicamente correcto ainda tem muita força.
      O povo continua burro, cínico, ignorante e hipócrita. Isto dá uma mistura explosiva em que, quando aprovam estas leis, depois arrependem-se amargamente.

      É o síndrome da estupidez aguda….

      • #fight_fake_news_&_the_left says:

        mas nao tenhas a menor duvida, mas o mais engracado e que os malucos que andam a gritar isso sao os facistas da cultura PC “esquerda”, gritam , ameacam quem nao concorda com eles, num futuro proximo sera chamado de discurso de odio.

        ” Canadians Could Face Hate Crimes Over Using The Wrong Gender Pronouns ”
        https://goo.gl/ipVSc8

        Estes tipos “esquerda” por mais incrivel que parece tem o dom de se associar ao do que de pior a humanidade tem para oferecer, basta olhar para o mundo e a sua historia.

        Estes tipos sao uns cobardes, mentirosos, ladroes, corruptos, etc.

        • Doni Laoe says:

          “#fight_fake_news_&_the_left”, o link que referiste é apenas um dos muitos (sur)reias exemplos de como a qualificação de “discurso de ódio” é utilizada não só para parar difamação e calúnias pessoais sem contornos controversos, mas também para definir como “culturalmente aceitável” aquilo que anteriormente fazia parte da área das ideias políticas. É o fenómeno da Janela de Overton, em que são definidos como crimes pensamentos que antes não eram considerados como tal (“homofobia”, “racismo”, “xenofobia”, etc, em que as pessoas que acusam outras de serem assim PRESSUPÕEM À PARTIDA que as ideias associadas a esses pensamentos foram expressadas de forma injuriosa e puramente ofensiva. Exemplos de como as pessoas atacaram esses dogmas de forma construtiva são ignorados ou representados como se fossem o contrário. Os jornais e os canais são compostos por HUMANOS, E SÃO FALÍVEIS, que cometem erros políticos e morais tal como as outras pessoas e instituições. Já no seu dia Mark Twain alertou para o perigo da fé cega em jornais, que inevitavelmente alargaria a qualquer outra fonte de informação, se tivesse aparecido).

          No Estado Novo também havia “excepções” à liberdade de expressão, em que “apenas” não devias usar nomes e criticar o governo “excessivamente”. Ora aí está, quem define esses limites e as razões para os mesmos? E se alguém não concorda com eles e dá contra-argumentos? Para os apoiantes do regime eles estavam a ser “moderados” e apoiavam as excepções “para evitar desacatos”. Por enquanto Portugal é MAIS moderado que isso, mas com as leis e desenvolvimentos como estes o plano começa a igualar-se.

          No fundo, podem (e têm) sido perseguidos QUAISQUER apoiantes de ideias não-politicamente correctas, os de forma mais crassa e crude mais facilmente, claro, mas os bem construídos também… basta seguir muitas fontes de informação independentes. Uma pessoa CRESCIDA sabe desvalorizar, ignorar, bloquear ou mesmo refutar aquilo com que discorda ou que a ofende a nível pessoal. A partir do momento em que se fecha todas as vias para o pensamento independente na Internet, voltamos à estaca zero. SEMPRE HOUVE E SEMPRE HAVERÁ FORMAS DE DEFESA, MECANISMOS SOCIAIS E/OU LEIS PARA EVITAR FENÓMENOS DESAGRADÁVEIS. Tudo o resto são justificações para censura que foram utilizadas por todos os governos da história humana. E muitas das pessoas concordavam com elas como sendo razoáveis, mesmo que outras não!

      • Marco says:

        Fico triste, deveriam se aperceber no que se estão a meter…quando se arrependerem já está feito e todos vão viver com as consequências. Se deixassem de seguir as notícias e modas mainstream e começassem a cultivar a sua mente todos ficavamos a ganhar. Os “hate speech” só ganham força se lhes derem atenção…caso ultrapasse o simples discurso e se passe a outras acções danosas a justiça já deve ter legislação preparada para o efeito, não é preciso censurar nada de discursos.

    • Pedro Carvalho says:

      https://youtu.be/9f4ZIWsfCVE é entendes porque votei sim é porque acho que os discursos de ódio devem ser penalizados.

      • Bruno M. says:

        Mas o que é um disurso de ódio para ti?!
        Constatarem factos que muitos negam? É que os “discursos de ódio hoje estão na moda” e ao constatarmos factos em muitos assuntos hoje em dia já somos ou xenófobos, ou racistas, ou estamos a pregar discursos de ódio……..

        • Pedro Carvalho says:

          Vou tentar exemplificar:
          “Detesto o Bruno M., para mim é uma pessoa xpto ou xyz”, é a minha liberdade de não gostar dele por qualquer que seja o motivo.
          “Detesto o Bruno M., devia ser colocado num barco para ir ao fundo”, é um discurso de ódio pois estou a indicar que devia morrer afogado.
          “Detesto o Bruno M., tu também devias destestar, junta-te e vamos acabar com ele”, é um discurso de ódio porque para além de querer acabar com eles ainda tou a incentivar que outros o façam.

          Agora, em vez de Bruno M., altera para Benfiquistas, Portista, Sportinguistas, Moçulmanos, ciganos, romenos, pessoas baixas, pessoas altas, pessoas com deficiências, pessoas superdotadas,…

          Dizer que eu não gosto de alguém ou raça ou caracteristica, estás no teu direito e liberdade de expressão, até de dizeres porque não gostas, podes levar ou não um processo em tribunal se alguma dessas pessoas se sentir ofendida, mas é a tua opinião pessoal em e tens liberdade de o dizeres.
          Agora não gostares, desejares que algo de mal acontece e/ou incentivar ao mesmo ai sim, é criminalizavél e já hoje em dia o é.

          O problema é que distinguir a diferença não é fácil

          • Apcoa says:

            +1
            touché

          • Bruno M. says:

            Concordo contigo. Mas decerto que grande parte não pensa assim.
            Relativamente aos discursos de ódio, estão hoje generalizados e qualquer é acusado de racismo, xenofobia, etc..

            Hoje em dia, apresentares factos, para muitos é discurso de ódio.
            E aqui é que entra a tua última frase:
            “O problema é que distinguir a diferença não é fácil”

            Agora a questão é:
            Será o Estado a impingir algumas alíneas e a decidir o que é discurso de ódio? A ver vamos e a Alemanha hoje, não é exemplo para ninguém!

          • Pedro Carvalho says:

            Bruno M. mas tu já tens vários exemplos do estado das coisas que nunca estarão bem, seja o discurso de ódio nas redes sociais criminalizáveis ou não. Tens uma pessoa que gritou “Passos demite-te” na Assembleia da Republica, o local onde o “povo” devia ter voz e foi condenada em tribunal. Tens outro exemplo que se me lembro contra um deputado qualquer que “desejou” a morte dos reformados e quem foi condenado em tribunal foi o pobre do reformado que o “criticou” num jornal. O problema, é que resmungamos demais no PC mas sem saber-mos o que realmente temos direito. E a constituição de alguma forma protege-nos, com a liberdade de expressão, o direito da propriedade privada e se não o mais importante, o direito à resistência.

  3. Gonçalo Damas says:

    “Para si, qual é a melhor operadora atualmente em Portugal?”
    Nenhuma.

  4. naotedeou says:

    Eu não consigo acreditar é que 78% de nós, não acha nada de errado perder mais uma liberdade…
    já não chega o processo completamente anti constitucional do bloqueio de sites , agora, ainda querem por uns quantos velhos manhosos a decidir o que é ofensivo…quem decide o que é ofensivo(discurso de ódio)? quem decide o que são notícias falsas? pelo amor de Deus o ppl é assim mesmo tapado?

    • Jorge Cunha says:

      O pessoal não é tapado, já chega é de notícias falsas e a quantidade de trolls que existem já cansa.
      Por exemplo aqui no pplware, é só comentários de miúdos que nem sabem do que falam e só querem chatear-se uns aos outros.

      Não se trata de perder uma liberdade, trata-se de exerce-la com regras!
      É ter liberdade, sem que ela ultrapasse os limites dos outros.

      O pessoal é como as crianças precisam de limites para aprenderem. E um dia mais tarde retiram-se esses limites.

    • BC says:

      Uma coisa é teres liberdade de expressão, poderes dizer de livre vontade aquilo que pensas e dar a tua opinião. Isso ainda o consegues fazer.
      Outra coisa é seres uma autêntica besta mais bruta que uma porta, e teres discurso de ódio perante alguém ou alguma situação, insultares, rebaixares, etc. Aqui, a liberdade de expressão não se aplica, nem foi para isto que foi “inventada”.
      São coisas diferentes, e é isso que muita gente não percebe a diferença. A liberdade de expressão não dá a ninguém o direito de dizer a merda toda que vem à cabeça da pessoa, insultar, ter um discurso de ódio, enfrentar de forma agreesiva quem tem opinião contrário, etc.
      É simples, e nem percebo qual é a dificuldade disto.

      • O Observador says:

        E aí é que estás errado. Ninguém tem direito a ter os seus sentimentos protegidos.

        Fora incitar a crimes, não deve ser limitada a liberdade de expressão. Se alguém anda a perseguir outra pessoa só para os insultar, já há um crime a denotar isso, chamado assédio. Se andam a mentir, existem dois crimes a denotar isso, injúria e difamação. Já existe estrutura legal para lidar com abusos reais, esta idiotice de discursos de ódio só vai acabar com toda a gente a ser a ter muito cuidadinho para não ser multada.

        Quem acha que estas lei a criminalizar o que as pessoas dizem não vão dar a destinos problemáticos não tem a mínima ideia de como os seres humanos funcionam. Por isso, sim, é simples. Só que não é do modo que pensa.

      • Bruno M. says:

        Caro BC para isso há leis!!!

        O que o “SIM” neste caso faz, é censurar a liberdade de cada um!
        Insultos, difamação, etc.. quem se sente lesado pode sempre processar as pessoas visadas!

        Esta treta dos “discursos de ódio” têm apenas uma finalidade.. Criar um novo “lápis azul” criando um sistema anti-democrático, repleto de censura, e com menos liberdade!

        Na Alemnha, essa lei veio apenas fazer uma coisa e foi criada apenas por uma única razão:

        1- Limitar os discursos anti-islão, protegendo os muçulmanos dos factos que lhes são imputados e estes não aceitam;
        2- Multar quem fala mal dos visados no ponto anterior!

        Estamos numa pré-era negra na História da Humanidade que muito possívelmente nos levará a mais uma idade média, dependendo do tipo de leis que serão criadas à volta daquelas gentes!

        Eu se falar do Governo e apresentar FACTOS não estou a apresentar um discurso de ódio.
        Eu se falar do Islão e/ou dos Muçulmanos e apresentar FACTOS!! já estou a apresentar um discurso de ódio!

        As minhas perguntas são:
        O que irá ser um discurso de ódio?
        Será diferente nas várias situações ainda que o intuito seja o mesmo?
        Será igual para todos? Ou alguns sairão favorecidos (já acontece…)
        Quem irá dizer que isto ou aquilo é um discurso de ódio?!

        Enfim… aos poucos e poucos lá se vai abrindo caminho para a pseudo-cultura muçulmana, em que estes se falarem mal de uma qualquer outra religião é normal, e se outros falarem mal do islão é discurso de ódio!!

      • naotedeou says:

        Onde no meu comentário é que referi a liberdade de expressão? estas a ler nas entrelinhas, que não existem… o que torna o meu comentário ainda mais valido, tu interpretas-te o meu comentário como se eu dissesse que “à vão me tirar a liberdade de expressão”, entendes onde quero chegar? conclusão o que é ofensivo para uns pode não ser para outros, é tudo uma questão de interpretação, logo quem decide o que é ofensivo, uma cambada de velhos do Restelo? achas bem?

      • Rui Silva says:

        @BC a “dificuldade disto” é tao somente QUEM decide o que é discurso de odio? eu? tu? um governo (onde ja vimos isto)? deve-se considerar discurso de odio contradizer um governo? uma politica? uma lei? uma liberdade retirada? é que quando se abre a porta a uma coisa, abre-se a porta a tudo. fica a discriçao de quem manda.
        liberdade de expressao deve ser total, para os abusos existem os tribunais, para as agressoes existem os tribunais, para calunias existem os tribunais. Todos esses casos que mencionas estao previstos nos codigos penais de todos os paises civilizados, nao precisamos de um governo a dizer o que podemos dizer ou nao. nao deve haver limites a uma pessoa poder dizer aquilo que pensa ou que acredita. Tanto concordo que tenhamos um partido como o MRPP como concordo que tenhamos um partido como o PNR. Nao votaria em nenhum deles mas nunca me oporia a que existissem.
        a liberdade de expressao da-te exactamente o direito de dizer tudo o que te vem a cabeça. é esse o seu objectivo. se nao concordas, nao concordas, mas nada da o direito a ninguem de impedir outra pessoa de o dizer

      • Sousa says:

        Bom, aqui as opiniões diferem, pelo menos a minha, digam o que têm a dizer, insultem, xinguem, tenham discurso de ódio, etc.
        A escolha é minha se quero ler, ver, ouvir, um texto, uma imagem, um video, que me vai afectar, positiva ou negativamente.
        Acho que ao darem relevância a esse tipo de discurso, estão a validar a opinião do outro, e a dar importância ao que essa pessoa diz.
        Esquecem-se que isto é a Internet, se não partilharem, comentarem e expressarem, fica esquecido em menos de um “ai” nos confins da web, e fica reduzido à insignificância e desprezo que merece no final. Até ser deletado por falta de interesse ou espaço em algum disco rígido num server qualquer.

    • Rui Silva says:

      é mesmo muito tapado. E muito pouco informado. porque nem se dao ao trabalho de saber que o que esta a ser considerado como “discurso de odio”,é somente ter uma opiniao contraria ao establishment
      Ter uma opiniao propria que seja diferente do que é considerado politicamente correcto, é considerado “hate speech”. Nao comer tudo o que a comunicaçao social e os blocos governativos nos impingem é “hate speech”. Ter uma voz propria é considerado “hate speech”. E o mais ridiculo é que cada vez mais, o considerado “hate speech” é somente comentar a realidade.

    • Daniel says:

      Tu tens sempre liberdade total, tens é de ter noção que tens reponsabilidades pelos teus actos e pelo que dizes/escreves. Não está ninguém a colocar-te uma mordaça na boca para te privar da tua liberdade de expressão, estão sim a levar-te à responsabilidade se violares as liberdades de outrem.

      • Marisa Pinto says:

        É também assim que eu vejo a situação.

        • O Observador says:

          Mas isso é ver a situação sem considerar as ramificações da proposta. Já há definições para os crimes que se querem penalizar como o assédio, a difamação, etc. Isto é redundante e extremamente perigoso. Devemos tomar como nota o que o Supremo dos EUA afirma em relação a isto https://www.washingtonpost.com/news/volokh-conspiracy/wp/2017/06/19/supreme-court-unanimously-reaffirms-there-is-no-hate-speech-exception-to-the-first-amendment/

        • Fernando Negro says:

          E, de que maneira é que eu, se publicar uma notícia sobre um extraterrestre que fez uma visita a minha casa, ou outra sobre o quão eu odeio políticos cujas acções resultam na previsível morte de outras pessoas, estou a “violar a liberdade de outrem”?

          • Marisa Pinto says:

            O primeiro problema está quando começas a misturar as coisas nesse teu comentário.

            Violar a liberdade de outrem está mais relacionado com os discursos de ódio.

            No entanto, todos os casos são diferentes e há casos em que pode ser discurso de ódio, noutros não. Certamente que, como na vida ‘real’, tudo terá que ser analisado tendo em conta o contexto, intenção e lesados.

            P.E. se uma notícia falsa for sobre mim, tiver impacto na minha vida, sim não vejo porque não deve haver consequências para isso – difamação é punida por lei.

            Se for o exemplo que colocas, à partida não terá impacto na vida de ninguém.. apenas na tua pois poderás ser qualificado de esquizofrénico com delírios de grandeza… onde são comuns esse género de ideias, caso as pessoas não consigam perceber que estás apenas a brincar.

    • Fernando Negro says:

      Eu também não acredito na representatividade desta “amostra”. Pois, sondagens verdadeiras são feitas contactando pessoas ao acaso. E, os resultados desta “sondagem”, não só (1) são apenas os resultados de quem decidiu votar, como (2) são o produto de uma sondagem que certamente atraiu todo o tipo de “trolls” ao serviço do sistema (http://videos.sapo.pt/osVD6KZEr9jc8zwnbAKm) que, certamente, se terão avisado uns aos outros. Sistema esse, que tem todo o interesse em também cá passar este tipo de leis, para calar as crescentes vozes dissidentes – e, acima de tudo, de *denúncia* – que existem na Internet.

      Como eu disse no meu comentário anterior (https://pplware.sapo.pt/internet/sondagem-portugal-deveria-multar-discursos-de-odio-na-internet/#comment-1967665), a Lei já está mais do que equilibrada. E, a ser implementado (novamente) o equivalente a um Tribunal da Inquisição ou uma Comissão de Censura para julgar o que é verdadeiro ou falso, tal Tribunal ou Comissão seriam tudo menos independentes. E, obviamente, uma maneira de calar (uma vez mais – Ninguém aprendeu nada com a História?!) as vozes que denunciam as notícias falsas emitidas pelos agentes do sistema.

      “The lessons of history teach us – if the lessons of history teach us anything – that nobody learns the lessons that history teaches us.”
      — Robert A. Heinlein, escritor de ficção científica conhecido por inserir propaganda fascizóide nas suas histórias

      • Vítor M. says:

        Mas acredita, as pessoas estão cansadas de ter uma Internet cheia de idiotas que podem ofender, difamar sem ter de responder por isso. Isso não é ter liberdade, isso é ter condicionalismos. A tua liberdade acaba quando começa a de outra pessoa, as pessoas na Internet confundem liberdade com libertinagem e vivem um identidade anárquica só porque acham que isso é liberdade. Na vida real, depois confundem-se e por vezes, ultrapassam as linhas e têm azar. Mas em regra geral atras do PC são uns leões e no dia a dia são uns cordeiros e ordeiros.

        A Internet e as redes sociais, se não forem moderados e regrados, tornam-se num fosse céptica, por isso vais a quase todos os jornais online e sites desportivos, políticos e só lês insultos, troca de difamações e um palavreado vergonhoso.

        Há que saber respeitar as regras da boa educação, as regras da boa convivência, as regras da boa vizinhança, as regras gerais de um cidadão que não é uma ilha. A sociedade começa a fartar-se de certos tipos de pessoas que acham que poder dizer tudo o que lhes apetece é liberdade de expressão e que fazer cumprir regras é censura. Mas regras são regras e educação cabe em todo o lado.

        • Pensamento Higiénico says:

          As pessoas querem ter uma internet cheia de idiotas mas que disfarcem a sua idiotice com um discurso politicamente correcto. É isso? As pessoas preferem, portanto, ser enganadas pelos ditos idiotas, tudo em nome de uma internet limpinha, bonitinha e queridinha.

      • Marisa Pinto says:

        1. Não sabes o que é uma sondagem

        2. Mostras, novamente, um discurso de teoria da conspiração… e é sempre uma coisa desmotivante tentar ter uma conversa com pessoas assim, desculpa-me a franqueza.

        • Bruno M. says:

          As sondagens valem o que valem, e se valem para alguma coisa é para influenciar a opinião pública!

          Ora vejamos:
          As sondagens são feitas a um grupo muito restrito de pessoas e de maneira alguma reflectem a opinião da maioria. Aliás, geralmente reflecte a opinião de “apenas” 1% da população (os que efectivamente fizeram a tal sondagem).

          Depois se fazem as questões a mais pessoas da zona sul, é normal que terão visão diferente de, por exemplo, da zona norte, como é normal nas sondagens (e estou a falar das feitas por canais oficiais).

          Quanto às “terias das conspirações” já ficou mais que provado que mais cedo ou mais tarde deixam de as ser e afinal são mesmo reais (haarp, chemtrails, maçonaria, e a lista continua)…

          • Marisa Pinto says:

            A nossa sondagem está aberta a todos. Não a um grupo restrito.

            Boa sorte com as tuas teorias. Mas deixa-me que te alerte que essa maneira de ver, rígida e infundada, decerto que te trará vários problemas e desentendimentos. Espero que tenhas a mesma força para saber lidar com eles e resolvê-los

          • Bruno M. says:

            @Marisa:

            Não lido muito bem com o politicamente correcto.

            Quanto às Teorias, são mais reais do que o que parecem.
            Maneira infundada? Onde?
            Se leres com olhos de ver, reparas que inseri, entre parentesis ” (e estou a falar das feitas por canais oficiais) e aqui, não me referi ao pplware.

            Mas queres um exemplo no que disse acima?
            Vamos pegar nesta sondagem do expresso:
            http://expresso.sapo.pt/dossies/diario/2017-07-07-Sondagem-PS-sobe-Costa-desce-1

            Analizando a ficha técnica vemos que:
            1184 tentativas de entrevistas
            1008 entrevistas validadas
            A amostra foi estratificada por região: Norte (20,3%) — A.M. do Porto (13,7%); Centro (29,4%) — A.M. de Lisboa (26,8%) e Sul (9,8%)

            Acho que vai de encontro ao que disse acima e considerando que temos 10 milhoes de pessoas (+/-) em que 80% estarão em maior de idade, 1008 pessoas não reflecte, efectivamente o total!

            Portanto tudo teorias não é? 🙂

            Porque falham as sondagens? (alguns dirão teorias – da conspiração – )

            http://www.superinteressante.pt/index.php/sociedade/artigos/3032-porque-falham-as-sondagens

          • Marisa Pinto says:

            Meu caro… sondagens obviamente que podem falhar porque são apenas isso mesmo… sondagens, sondar opiniões com base numa quantidade de participações.

            Mal de nós se nos baseássemos em sondagens para ter as situações como 100% reais.

            E sim, a tua postura não passa de teoria, a intenção dos teus comentários é denegrir o trabalho, neste caso, o nosso.

            No caso da nossa sondagem, temos leitores de todas as zonas Portugal e outras parte do mundo, LOGO, não existe uma condicionante, uma variável geográfica, ok?

            A justificação está dada, se queres continuar com a tua teoria… o problema é única e exclusivamente teu.

  5. someone to kill says:

    “apenas 222% é da opinião que “Não””
    Ups…lapso…

  6. Bruno M. says:

    O zé povinho que pensa que a liberdade é um dado adquirido e continua a dizer “sim” aos atropelos pela liberdade.
    Este é só mais um exemplo.

    Triste povo este. Não tarda estaremos com mais uma sociedade fascista bem pior que a que já tivémos… principalemente se estivermos com maiorias religiosas questionáveis……

    Triste povo este!

    • Jorge Cunha says:

      As sociedades com mais regras (Norte e Centro da Europa) funcionam melhor.
      Talvez este povo esteja acordar.

    • Pedro says:

      Exactamente, quem decide se os comentários são inapropriados ou excessivos são as próprias empresas, isso é algo que não está em causa, agora ser o estado a julgar pela cabeça dos outros é que acho descabido, sempre deu errado e sempre dará.

    • Rui Silva says:

      e eu que pensava que sociedade fascista era nao poder dizer o que se pensa. afinal ter direito a opiniao e poder expressa-la é ser fascista. damn, bom significado de fascismo sem duvida

  7. nice says:

    as pessoas confundem liberdade com poder dizer o que lhes apetece, incluindo incentivo ao ódio, racismo, etc etc etc… liberdade pode ter limites e são esses limites que se querem encontrar.
    Quem tiver esses tais discursos tem de se defender em tribunal para que justifique o seu acto não seja punido.

    • Daniel says:

      As liberdades não têm limites, têm responsabilidades. Ninguém anda atrás de ninguém para por uma mordaça na boca para impedir de dizer o que quer que seja… é sim uma questão de responsabilizar quem viole liberdades de outrem.

    • Hugo says:

      Eu acho bem que as pessoas sejam chamadas à responsabilidade.
      Eu não quero é fazer um comentário do tipo: “ah e tal…fui não sei onde e ao virar da esquina um preto pergunta-me onde era o WC” e me venham com multas porque estou a ser racista.

  8. Rui says:

    Caminhando lentamente para a servidão…
    Como é possível alguém depois definir o que é um discurso de ódio vs critica. Mas está tudo tão sensível que não aguenta um idiota dizer disparates?

  9. desatento says:

    não acham que já existem leis de mais ? alem disso afinal para que serve o código deontológico dos jornalistas para que serve a ERC querem meter mais uma lei do tipo lápis azul força nisso.
    Sente-se ofendido lesado por uma noticia falsa processe quem a emitiu ou agencia noticiosa que divulgou existem demasiadas leis para isso na europa e em Portugal….
    acho que os 78% que votaram sim não sabem nem conseguem prever a consequência deste tipo de legislação

  10. Sousa says:

    Votei “Sim”. Sim para as multas para notícias falsas.
    Infelizmente os discursos de ódio na Internet vieram junto, ao qual não abdico da liberdade de expressão, mesmo que ofenda as pessoas.

    • Bruno M. says:

      Há notícias dissimuladas, alteradas que são falsas e vêm por canais oficiais – jornais!
      Esses não têm problemas!

      Os sites de notícias falsas estão devidamente identificados! As pessoas é que são BURRAS (com todas as letras, bem grandes e gordas) que só lêm os títulos, acreditam-se em tudo e não são capazes de procurar e saber se as notícias são reais ou não!!

      • Sousa says:

        Pois, o meu problema é mesmo esse, as notícias dissimuladas, alteradas que são falsas e vêm por canais oficiais – jornais, e TV.
        Muitas vezes é o copy/paste de uma noticia que leram algures na web, sem fazerem a devida investigação.
        E muitos grandes canais oficiais são culpados disso, nacionais e internacionais.

  11. says:

    Cuidado gente, agora que a maioria votou ‘sim’ qualquer comentário para com esses votos pode ser considerado discurso de ódio..

  12. Sérgio E. says:

    É o novo fascismo do politicamente correcto. Só me faz lembrar da proibição dos piropos…

  13. Blob says:

    Eu preocupo-me mais em ver ladrões e criminosos continuarem a ser recebidos por elementos om lugar na Assembleia da República (Ricardo Salgado, etc, etc..) , do que otários (Sim é esse o nome dado) que se escondem por trás de um qualquer teclado.
    Se a malta acha que a opinião de outro nas redes sociais, é assim tão importante, deviam fazer o mesmo na rua, quando confrontados com situações de desigualdade, abuso, e agressões… Mas não. aqui é mais seguro, porque metendo um simples “sim” a uma pergunta, é mais seguro…
    Eu votei não, porque a minha opinião é tão valida como a de qualquer outro, e não serão meia dúzia de “pseudo-intelectuais” que a irão invalidar.
    É de notar que não sou contra os abusadores que continuamente abusam da sua “liberdade” serem multados, mas todos já tivemos discussões online…

  14. eachtime says:

    e assim nasce a censura outra vez

    • nice says:

      A liberdade de expressão permite o debate das diferenças e das discordâncias, mas não permite a ofensa e a exaltação da violência ou o seu incentivo. A ofensa e a violência estão presentes nos discursos de ódio, enunciados extremistas baseados, justamente, no ódio. É o caso do racismo, da homofobia, da misoginia, misandria, do machismo dentre outro; é quando palavras de baixo calão são usadas para ofender ou inferiorizar outra pessoa por conta de sua etnia, orientação sexual, identidade de género, religião, nacionalidade etc.

      Deste modo, não há como confundir liberdade de expressão com discurso de ódio.

      • Bruno M. says:

        Então se eu disser que o islão segue doutrinas medievais estou a promover discurso de ódio apenas por constatar um facto?!

        • Marisa Pinto says:

          Sabes a diferença entre facto e opinião subjectiva? É que para além de serem coisas diferentes, o discurso de ódio nem chega a ser uma opinião fundamentada, portanto MUITO longe de ser, sequer, um facto.

          • Apcoa says:

            Mas ainda ligas ao que esse Bruno diz?? acho que os comentários dele diz tudo acerca ele…..enfim….como não é nada com ele é tudo tranquilo…os outros que se lixem…é por isso que temos a sociedade que temos…

        • Bruno M. says:

          Oh Apcoa, mas afinal que tem a ver o ser ou nao ser o que quer que seja comigo e estar ou nao tranquilo?
          É que nao entendi…

  15. Alvega says:

    Expliquem lá como se eu fosse muito burro e sou !!!
    A pergunta da amostra tinha 2 questões implícitas , noticias FALSAS, e discurso de ÓDIO, mas o titulo deste post, é direccionado apenas para uma delas, como é que inferiram este resultado ?

    Eu posso concordar com uma das questões e nao concordar com a outra, por acaso é mesmo o facto, mas eu respondi ao questionário, certo…, mas nao lhes dá o direito de MANIPULAREM a amostra, e muito menos os resultados.
    Sejam correctos: eu ajudo.
    “Portugal: Maioria dos participantes na sondagem,patrocinada pelo pplware quer multas para notícias falsas e discursos de ódio na Internet”

  16. Pedro Silva says:

    No FB já apanhei com trolls que partiam logo para as ofensas, mas lá está bloquear é sempre uma opção que felizmente existe na maioria das apps e assim evita que tenha que apanhar com esses trolls infinitamente, durante a discussão de um post

  17. Alvega says:

    Ser anti-Benfica é discurso de odio ?
    Tenho duvidas, legitimas, eu ate gosto de vermelho, mas nao gosto de UNANIMISMO, E MUITO MENOS DE BRUXOS, pois nunca me disseram os nºs da chave vencedora do euromilhoes.

  18. Helder says:

    Liberdade = Sem limites. Ponto final
    Quem acha que o “direito” a sentir-se ofendido é compatível com Liberdade, desconhece a história da libertação dos povos oprimidos.

    • Bruno M. says:

      Liberdade significa o direito de agir segundo o seu livre arbítrio, de acordo com a própria vontade, desde que não prejudique outra pessoa, é a sensação de estar livre e não depender de ninguém. Liberdade é também um conjunto de ideias liberais e dos direitos de cada cidadão.

    • Bruno M. says:

      Liberdade significa o direito de agir segundo o seu livre arbítrio, de acordo com a própria vontade, desde que não prejudique outra pessoa, é a sensação de estar livre e não depender de ninguém. Liberdade é também um conjunto de ideias liberais e dos direitos de cada cidadão.

  19. Yuri says:

    Censura ? Felizmente temos solução ,
    https://zeronet.io , https://ipfs.io

  20. Pensamento Higiénico says:

    Muitas pessoas aqui percebem perfeitamente que este é o renascimento do fascismo, o que me deixa contente e até um pouco aliviado. Para quem ainda não chegou lá, recomendo a leitura deste livro: “Direito a ofender”, de Mick Hume.

    • Marisa Pinto says:

      Ok “Pensamento Higiénico” (os teus pais estavam inspirados :))

      Acho também imensa graça quando não têm a coragem de colocar o nome verdadeiro, dá mais motivação e ‘adrenalina’ para dizer o que se quer? Dá mais direito a insultar?

      • Bruno M. says:

        @Marisa. Os Nicknames têm esse nome por alguma razão na Internet! 😉

        Como a internet (ainda) é livre, ninguém é obrigado a usar o seu nome, ou seja, é opcional!

        Ainda sou do tempo em que só os pseudónimos se usavam na internet, e uso sempre que necessário. Não se trata de coragem…. 😉

        P.S.: Não sou o Pensamento Higiénico mas… “He got a point…”

  21. jorge santos says:

    Lá vão proibir a Bíblia à custa do discurso de ódio.

    • Bruno M. says:

      Já faltou mais… proibir a Biblia e promover o Corão.
      Só falta a Europa ter o primeiro Estado Islâmico (não, não estou a falar do DAESH) .

  22. nice says:

    A liberdade de expressão permite o debate das diferenças e das discordâncias, mas não permite a ofensa e a exaltação da violência ou o seu incentivo. A ofensa e a violência estão presentes nos discursos de ódio, enunciados extremistas baseados, justamente, no ódio. É o caso do racismo, da homofobia, da misoginia, misandria, do machismo dentre outro; é quando palavras de baixo calão são usadas para ofender ou inferiorizar outra pessoa por conta de sua etnia, orientação sexual, identidade de género, religião, nacionalidade etc.

    Deste modo, não há como confundir liberdade de expressão com discurso de ódio.

  23. Hugo says:

    Como alguem que não mora em Portugal mas frequenta varios foruns em Português eu sou inteiramente a favor de efectivamente poder ser dos poucos users que pode usar o discurso que entender sem ter medo de multas!

  24. Kabindas says:

    Dizer que não gosto de pretos, ciganos ou outra raça qualquer é uma liberdade que me assiste, o contrario é ir contra a liberdade de expressão.

  25. Yuri says:

    Parece que há por aqui tremenda hipócrisia quando nota-se um certo ódio contra discurso de ódio lol

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