O plano secreto de Elon Musk para acabar com as operadoras e revolucionar o 5G
A SpaceX está a preparar uma ofensiva sem precedentes no setor das telecomunicações móveis. Com o projeto Starlink Mobile, a empresa de Elon Musk quer rivalizar de forma direta com as grandes operadoras globais, mudando a forma como os smartphones se ligam à Internet e eliminando as zonas sem cobertura.
Starlink e Elon Musk querem mudar o 5G
A estratégia para superar as limitações de velocidade dos satélites passa por rentabilizar a infraestrutura já instalada na Terra. Em vez de investir milhares de milhões de euros na construção de torres de telemóvel tradicionais, a Starlink tem planos para colocar pequenas estações base nos suportes das antenas parabólicas Starlink V5 espalhadas por telhados de casas e empresas.
Estes equipamentos vão funcionar como uma gigantesca rede descentralizada, emitindo sinal em frequências móveis com linha de visão direta para os dispositivos no chão. Esta abordagem promete garantir conexões mais estáveis e velocidades superiores às oferecidas pelas redes celulares atuais.
Satélites de nova geração e velocidades de 150 Mbps
No espaço, o reforço da rede será assegurado pelos novos satélites Direct-to-Cell V2, que começam a ser colocados em órbita através dos lançamentos do foguetão Starship.
Estes novos equipamentos apresentam uma capacidade de processamento vinte vezes superior à versão anterior e vão permitir atingir velocidades 5G e LTE até 150 Mbps diretamente em smartphones normais, sem qualquer modificação ou acessório extra.

Nem todos os analistas estão convencidos de que 65 MHz de espectro sejam suficientes para competir com operadoras que acumularam mais de 1000 MHz ao longo de décadas. Por outro lado, há quem considere que o mercado poderá estar a subestimar a capacidade disruptiva de uma rede que combina cobertura terrestre e satélite.
Para otimizar o rendimento das ligações, está também a ser desenvolvido um modem de conectividade dedicado para ser integrado pelos principais fabricantes de processadores móveis.
A expansão do espectro de frequência da empresa reforça o potencial técnico desta nova arquitetura de rede.
Estreia comercial marcada para o final de 2027
O lançamento comercial do serviço Starlink Mobile está agendado para o último trimestre de 2027. Além de assegurar cobertura total em áreas rurais e locais isolados, a infraestrutura promete uma resiliência muito superior durante catástrofes naturais, tirando partido da estabilidade do segmento espacial.
Com esta combinação entre antenas terrestres e cobertura de satélite, a SpaceX pretende captar uma fatia substancial dos clientes das operadoras tradicionais, apresentando uma alternativa mais robusta e sem falhas de sinal.





















Como é que é a cobertura indoor?
Vais ter que meter uma antena à janela e um fio ligado ao telemóvel
A nossa NOS já deveria ter satélites no Espaço, para oferecer este serviço, aos Portugueses.
Dessa forma não precisavam as pessoas de usar serviços que são usados mata matar, raptar, e outros crimes graves, terorismo,golpes de estado e afins.
É que ao usares estas redes, eles depois tornam-se tão poderosos que podem tudo contra quem eles quiserem.
É o Elon já provou que é um lunático do pior.
O Aileron, e o Goblin Vert, mais uns quantos está todos no mesmo saco.
E depois a Nos ao fazer isso, protege também o seu negócio.
Só teem a ganhar em criar uma rede de satélites.
Até podem ser estacionários.
Mas ai vãi haver mais latência.
Sai via satélite e entra depois em 2 ou 3 Backbones terrestres de ligação ao exterior, ou nem sai, e o trafego é roteado par dentro.
Dessa forma acaba-se com a necessidade da Starlink, para o povo Português, forças de segurança, estado,etc.
Um grupo de satélites estacionários já resolve este problema.
Depois se quiseres banda larga, ai terias que usar satélites de orbitas muito mais baixas.
Mas isso já era um extra.
A NOS pode lançar os seus satélites, para o espaço, e ajudar-se a ela, e ao País.
“O plano secreto de Elon Musk para acabar com as operadoras”, lê-se no título.
Passa-se ao texto e o que se lê é: “Além de assegurar cobertura total em áreas rurais e locais isolados, a infraestrutura promete uma resiliência muito superior durante catástrofes naturais, tirando partido da estabilidade do segmento espacial.”
São posts e mais posts sobre o Direct-to-Cell a substituir os operadores móveis terrestres … mas é só títulos.
Não, já existe essa tecnologia em funcionamento aqui no país vizinho. E vais ver cada vez mais países a adotar esta tecnologia, à medida que a infraestrutura suportar e os reguladores derem o ok 😉
Também existe em Portugal
Segundo as informações que disponho, não, neste momento, Portugal ainda não dispõe de um serviço Direct-to-Cell (D2C) disponível para utilização generalizada pelos consumidores.
O panorama atual é o seguinte:
– Vodafone Portugal é a operadora mais avançada neste tema. Em julho de 2026 anunciou um acordo com a Satellite Connect Europe, empresa criada pela Vodafone e pela AST SpaceMobile, para trazer comunicações diretas entre satélites e smartphones para Portugal. No entanto, o lançamento comercial continua dependente de aprovações regulatórias e da disponibilidade da infraestrutura.
– MEO, NOS e DIGI não anunciaram, até ao momento, um serviço comercial Direct-to-Cell para os seus clientes em Portugal.
Ja todos têm menos a digi.
Nao chegou ainda a nos mortais, está a ser usado como redundância para serviços de emergência, ainda em fase piloto
ÓH isso é vago. Fase piloto está muita coisa. Na Espanha está já nas mãos dos comuns mortais, como referimos aqui: t.ly/GotZQ
Agora em testes… oh… está isso e muitas outras coisas.
Não são testes, só não chegou ao povo, talvez em 2027, mas Portugal está uma loucura com starlinks, todas as empresas estão a comprar para redundância
Não são testes? Então são o quê?
Ah, sim?
Sobre os recentes incêndios no país vizinho fizeram um post sobre o uso do direct-to-cell da Starlink.
– Além de notícias de que houve quem visse no ecrã do smartphone a mudança para o operador que indicava contacto com satélite, não encontrei mais notícia nenhuma – nem do envio de um único SMS
– E continua a ser envio de mensagens de texto em situações de emergência – nada que se compare à substituição/concorrência às das redes móveis terrestres.
Tu tens esse problema, não encontras, não sabes e assumes que o mundo não tem e não conhece 😉 Mas estás errado.
Sobre Espanha num comentário acima puseste o link t.ly/GotZQ para um post. Deve continuar a ser a fonte do que escreveste agora.
Nesse post escrevi o comentário do link abaixo. Posso garantir que hoje a situação é a mesma – não há notícia de qualquer SMS enviado ou recebido via direct-to-cell da Starlink no incêndio..
https://pplware.sapo.pt/internet/starlink-estreia-cobertura-movel-direct-to-cell-em-espanha-durante-os-incendios/#comment-4008581
já expliquei aqui muitas vezes, não existe isso de acabar com as operadoras, as operadoras são que detem o licenciamento 5G, por isso ele estará sempre obrigado a usar as operadoras como intermediário, a oferta do direct to cell será das operadoras e nunca do musk, talvez no 6G se ele licitar bem nos leilões
Já o Caviar tinha dito 3 ou 4 vezes mas ninguém lhe liga! Prestem atenção ao rapaz pah!
Musk tentando que a cotação da SpaceX não caia mais… hehehehe, o aldrabão do século tentando mais um golpe tático.
Qualquer mamífero utiliza adjectivos. Não quer dizer que o mamífero ou os adjectivos correspondam à verdade.
O Zé é capaz de ter razão. Os mamões do costume não vão largar o “osso”, o mercado já está dividido em talhões… tenho um ap. Novo à + de 2 anos, (no centro da cidade) e está tomado pela miao e mais nenhuma operadora consegue lá entrar. ..
Ainda dizem que podemos escolher a operadora!
Se é um plano secreto como está público? No final de 2027 (ou seja, 2028 com os atrasos habituais do Musk) 150 Mbps já vai ser lixo.
É tudo muito bonito, mas acho que já há lixo a mais no espaço, já são satelites demais no espaço, a continuar assim, um dia vai ser inviável ir ao espaço sem correr risco de levar com destroços.
«a Starlink tem planos para colocar pequenas estações base nos suportes das antenas parabólicas Starlink V5 espalhadas por telhados de casas e empresas»
E, quem paga os custos de energia dessas estações base é o cliente?
Ou vai ter o benefício de não ter de pagar o serviço Starlink, em troca de disponibilizar o seu telhado e antena para este serviço?
Ou vai receber um aluguer, como acontece actualmente aos condomínios com antenas dos operadores de telecomunicações?
Mas tu achas que o Musk vai dar-te alguma coisa?
Eu presumo que a subscrição o serviço das novas starlink obrigará a que a antena faça os dois papeis (o de cliente no servico Internet e fornecedor no serviço direct2cell), so assim conseguirá uma boa cobertura.
Mas veremos, também já não falta muito.
Meshtastic starlink 🙂
O Musk está a perder em todas as suas empresas.
E a próxima a ir ao fundo será a SpaceX. Os chineses fazem melhor e mais barato.