IPTV: Europa quer lista negra para travar alojamento de transmissões piratas
O combate à pirataria digital e à IPTV ilegal na Europa prepara-se para entrar numa fase mais agressiva. Um consórcio que reúne os principais detentores de direitos desportivos e de entretenimento submeteu uma proposta formal à Comissão Europeia. O documento defende a criação de uma lista negra centralizada à escala europeia.
Europa quer lista negra de IPTV
O objetivo é visar diretamente as empresas de alojamento web que toleram ou facilitam a atividade de plataformas de IPTV ilegal nas suas infraestruturas. A iniciativa surge no âmbito de uma consulta pública promovida por Bruxelas. O foco é a modernização das diretivas de propriedade intelectual. Os promotores da medida argumentam que os instrumentos jurídicos atuais não têm a celeridade necessária.
A IPTV ilegal evolui rapidamente e isso resulta em prejuízos financeiros contínuos para as marcas que adquirem os direitos oficiais dos eventos desportivos em direto. A estratégia proposta foca-se na responsabilização direta das empresas que gerem servidores e redes de dados. Segundo o texto, os fornecedores de alojamento que ignorem notificações de infração passarão a integrar um registo central de sanções.
Se mantiverem ativas as redes de IPTV ilegal, sofrem consequências. A inclusão nesta lista negra obrigará os restantes operadores de trânsito de Internet a interromper as ligações técnicas com as entidades visadas. O processo bloqueia o fluxo de sinal logo na origem. Adicionalmente, o setor exige a aplicação obrigatória de controlos de identidade mais rigorosos.
Travar as transmissões piratas
A validação detalhada dos dados comerciais dos clientes será obrigatória no momento da contratação de servidores. Esta medida pretende neutralizar o anonimato que hoje protege os operadores de IPTV ilegal. O processo impede a utilização de identidades falsas ou empresas fantasma.
A possibilidade de introduzir estes mecanismos centralizados reabriu a discussão sobre a governação da rede na Europa. Os titulares dos direitos consideram a medida essencial para mitigar o impacto económico da IPTV ilegal. Em contrapartida, diversas associações de defesa dos direitos digitais manifestam fortes reservas.
Os analistas alertam para o risco de os bloqueios abrangentes afetarem serviços legítimos por arrastamento. Isso acontece quando partilham a mesma infraestrutura tecnológica. Cabe agora aos reguladores europeus avaliar os argumentos para encontrar um equilíbrio regulatório.




















Usem vpn caseira e tem acesso a todos os canais do vosso amigo com sporttv …vantagens? Pode dividir a conta por 10 fica a menos de 5 euros por mes, não tem delay nem e ilegal pois não e iptv. Solucao legal, sem buffering, sem solucos ou engasgos. Com o tarifario meo 2gbps de upload ate podem por la um plex server e ter tudo o que e filmes, netflix etc de forma legal
Com Trex e Strong8k a 4€ por mês para quê esse trabalho por sportv?
Zé Fonseca, vc arranjou por aqui uma série de alter egos que já nem sei quem é o original…
Em vez de tentarem perceber porque isso acontece e tentar adaptar à situação… Atacar as empresas que facilitam, engraçado que se esquecem que o mundo não é só UE
Não serve de nada. O pessoal que se dedica a criar IPTVs sabe bem como dar volta ao problema. Como dizem os analistas, só vão prejudicar os serviços legítimos.
Só tenho uma palavra: Rádio
Estou a ver que os piratas vêm todos aqui. Que é para serem identificados não é? Espertos!
Acho a pirataria uma aberração. Eu que tenho dinheiro compro tudo como um bom cidadão. Eu tenho princípios e moral e sou melhor que essa gentinha pirata.
Fonseca Lord, o melhor comentador do pplware.
Zé Lord, bem apanhado 🙂
É que é mesmo…
E se algo custa 5 euros ele paga 7…
“A maneira mais fácil de acabar com a pirataria não é empregando tecnologia antipirataria. É oferecendo a essas pessoas um serviço melhor do que aquele que elas recebem dos piratas”
Metam o fluxo 😉