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GNR está “muito atenta” ao fenómeno da série Squid Game

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. alt.menino says:

    100 Comentários…..

  2. Carlos Mota says:

    Sempre houve brincadeiras nos recreios nada de especial. E nornal os mais totos, gordinhos e geeks levarem uns abanoes mas faz parte do crescimento

    • Daniel says:

      è normal, e até saudável, exceto quando se entra na seleção que tu fazes-

    • luisa says:

      O verdadeiro bulling a falar da normalidade no tempo dele ‍♂️‍♂️ aprendam como exemplo este senhor, ficou preso no tempo e ainda acha que é normal agredir e maltratar outras pessoas por serem diferentes.‍♂️‍♂️

      • Zé Fonseca A. says:

        Quem é que nunca foi ao poste?
        Infância triste.

        • Estradiol says:

          Eu nunca fui mas pelo que leio foste e deves ter gostado imenso, de repetir…

          Mas depois de ler o teu comentário e o do Carlos Mota, acho que diz muito porque o país está como está. Num qualquer país da Europa Central ou norte daria direito aos miúdos E pais a levarem um bom achega das direcções e em último caso à retirada dos menores aos pais + multa (ou cadeia) aos pais.

          Em Portugal como acham que essas actividades violentas, bullying, pressão psicológica, etc fazem “parte da infância”, demonstra o nível de atraso cultural da maior parte da população. Não há nenhum político que vença a preguiça mental desta população…

          • Carlos Mota says:

            Tem mais calma totó. Certamente ja levaste uns quantos e estas a descarregar frustacoes mas encontramo nos ai na rua para te reavivar a memoria. So sofre bullying quem e toto e não se sabe defender, depois admiram se de nunca ter mulheres interessadas. Ninguem gosta de sair com totos como tu

          • Chalupa pela verdade says:

            Quem é este Pokemon???

            É o Carlos Mota!

          • Zé Fonseca A. says:

            Em algumas crianças até pode ser prejudicial, mas na maioria só ajuda a criar caracter e a aprenderem a desenvencilhar-se por si mesmas.
            Ninguém ia ao poste por bullying, iam ao poste porque toda a gente ia, era quase como uma praxe.
            Atraso cultural é o proteccionismo exacerbado de tudo e todos, por isso cada vez mais vemos crianças a cometerem suicido, não porque são vimitas de bullying, mas sim porque não foram educadas para lidar com as diversas frustações e adversidades que a vida naturalmente lhes vai trazer.
            Por isso quando temos os trolls a chamarem a isso selecção natural, prefiro remeter-me ao silêncio e não discordar.

        • Koso says:

          Eu fui e não recomendo.

    • Anónimo says:

      Pelo seu ponto de vista do só sofre de bullying quem é totó então só é espacando por 10 pessoas quem é totó (sim porque o bullying muitas vezes é feito de muitos para um com covardia máxima), só sofre de violência quem é totó, só é assaltado quem é totó e só sofre de violencia fisíca ou psicológica quem é totó, lamento dizer mas quem é totó é o senhor por banalizar bullying pois esses tipos “fixes” se for a ver hoje em dia muitos têm vidas miseráveis porque não aprenderam a levar castigos pela sua rebeldia na juventude e traumatizaram ou traumatizam outras vidas.
      Tenho 29 anos e ainda hoje por vezes tenho pesadelos de certas coisas que sofri na adolescência, tenho ansiadade e sofro bastante com depressão e reconheço que antes de ser vitima de bullying dos 13 aos 16 anos era uma pessoa muito feliz e tranquila, estes acontecimentos marcam a vida de uma pessoa para o resto dos dias e os verdadeiros totós como o senhor deviam de ir ver estátisticas de criminalidade e onde é que as pessoas entram e como entram nesse mundo.
      Quanto ao Squid Game é uma série ficticia e em grande parte quem deve ser responsablizado é os pais: o ideal não é proibir os miudos de ver a série mas explicar que a mesma é um trabalho de ficção e discutir a mesma com os filhos e não tornar aquilo num fruto proibido ou um monstro de 7 cabeças.

      • Zé Fonseca A. says:

        Eu sofri bullying e cometi bullying, e isso ajudou-me a ser melhor em todos os aspectos, sei lidar com frustações, com situações adversas e inclusive me permitiu ser bem sucedido e hoje em dia lidero equipas e sou mais equilibrado graças à minha infancia.

      • Tiago says:

        Caro Anónimo, lamento pelo que passou e ainda passa pelas memórias no entanto recomendaria se ainda não o fez recorrer a um profissional de saúde antes que maiores repercursões no futuro. Já agora no meu tempo de infância levava-se e dava-se, era normal, fazia parte da nossa integração hierárquica e social à época sem que isso tivesse deixado alguma fragilidade e deixar de ser quem sou hoje. As personalidade de cada um são distintas e a lei do mais forte impera, na humanidade e na natureza sem que com isso ninguém fosse vítima de descriminação assim a sociedade o queira !

        • Anónimo says:

          Já ando em psicologo desde os meus 23 anos, claro que ajudou e ajuda muito e recomendo imenso mas a depressão e ansiadade não é algo que se trata e pronto simplesmente passou, é uma luta diária em base de força de vontade, tem dias, tem situações, tem momentos e tem fases portanto não é só ir a um psicólogo e está resolvido.
          O lei do mais forte sempre prevaleceu a questão é que no meu caso não me achei fraco pois era eu vs muitos e tentei falar com tudo e todos e ninguem fazia nada: professores, funcionários e colegas amigos sabiam da situação e não faziam nada porque era uma turma de meninos bonitos em que tudo tirava excelentes notas e quando tentava fazer alguma como por exemplo partir para a porrada para me defender a coisa sobrava sempre para mim ao ponto de uma das vezes levei um suspensão por ter encostado um colega à parede a segurar o mesmo pelo pescoço.
          Ou seja se fizesse alguma coisa mais prejudicado era, era simplesmente um ciclo vicioso sem fim que só acabou quando chumbei de ano e tive uma nova turma, outras pessoas o ciclo só acaba com suicidio o que é muito mais grave. Há vários tipos de bullying pois uma coisa é brincar e humilhar só porque sim exponencialmente a um ou a outro sempre com alvos diferentes, outra é quando o alvo é sempre o mesmo ao ponto de chegar a extremos de depressão, perda de vontade de viver e motivação no geral da vida.

  3. Jorge says:

    Ahhh … agora já percebi porque razão a GNR deixou de fazer patrulhas e preocupar-se com a segurança dos que lhes pagam o ordenado através dos impostos.
    Cheguei a pensar que era por medo de saírem à rua .. afinal é por estarem nas horas de trabalho a ver Netflix.

    • Estradiol says:

      A polícia (e não só) em Portugal não faz o serviço que lhe compete por muitas razões:

      – o ordenado é baixo para o risco
      – a maior parte da população respeita e paga muito mais um palhaço num estádio de futebol, canal de televisão ou de YouTube que a um polícia, bombeiro, médico, etc
      – quando um polícia faz o seu serviço, muitos outros indivíduos em vez de o apoiarem ainda o insultam
      – a classe política como sabe que a maior parte dos votantes são deficientes culturais, não quer agudizar as leis para proteger a classe média e polícias; logo a própria lei (real) protege mais a criminalidade que o sistema policial

      E não sou polícia e se vejo isto… então eles que vivem isto todos os dias querias o quê?

      Dou mais um exemplo… professores:
      – um aluno pode tocar noutro ou nos professores mas apenas são afastados uns dias; os pais são chamados mas como por norma os filhos que fazem isto seguem os maus exemplos dos pais, os pais ainda insultam os professores;

      – se um aluno agride um professor, leva com um mini castigo administrativo; os pais apenas um aviso; se um professor toca num aluno que o está a agredir, não só pode ser expulso, como vêm os pais e agridem os professores. E aos pais a polícia apenas os mandam ir embora “para não terem problemas”

      Conclusão: quem cumpre e se defende (polícia, professor, etc) tem um risco real de ter problemas; no entanto um aluno, pais, indivíduos que fazem pequenos roubos / estados / violências, desde que seja inferior (creio) a 500€/roubo e não matem, levam (realmente) apenas um puxão de orelhas verbal. Em suma: estes últimos são protegidos, porque… porque… porque… ora bem, porque são mais e votos contam. Nunca Suécia, Alemanha, etc está últimos estariam era na cadeia a ver o sol aos quadradinhos muitos anos.

  4. Pedro V says:

    A esquizofrenia global sempre a ganhar novos contornos mais definidos.
    A tecnologia e as técnicas mudam, as mentes, essas, sempre muito próximas dos instintos animais.
    O que é que nos difere mesmo dos animais? Era o quê?

  5. Pedro says:

    Publicidade grátis

  6. maroisegi says:

    Pois devem estar! Nos quarteis e nas viaturas de certeza. Agora que existem as aplicações moveis de Netflix, amazon y HBO….Isso ou então andam caça a multa para poder receber o subsidio de Risco! Pais das Bananas.

  7. André R. says:

    A Netflix já tinha muito lixo, arranjou agora a pérola da lixeira…
    A entrada desta série foi o desespero do realizador em mostrar a sua “obra prima” diretamente dos confins da sua mentalidade

    • Carlos Mota says:

      Não gostas não ves, eu adoro a serie. Acho piada a quem não gosta vir aqui comentar como se alguem quisesse saber da tua opiniao para alguma coisa

      • Vrael says:

        Ohh meu calado eras um poeta… é que nos teus comentários so escreves mer**… Deixa de ser retardado as pessoas têm direito à sua opinião, não gostas não leias… seção de comentários é mesmo para as pessoas postarem as suas opiniões, não queres saber baza! Ninguém te pediu para ficar e comentar… Tanta gente otaria sem um mínimo de decência pelos outros…

  8. dude says:

    Desde que vi pessoas a comer capsulas de detergente…. Pq que nao haveriam de implicar e usar mais uma série de tv para dar asas ao impulso violento que enche a mente humana…

  9. Hugo says:

    “GNR está muito atenta”. A tudo menos ao que deve.

  10. oiiiii says:

    começei ontem a ver a serie e pessoalmente não vi nada de mal

  11. PTO says:

    Se se preocupassem com muitas das praxes académicas.
    Isso já não acham mau exemplo, é deixar andar na boa.

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