Conflitos geopolíticos impulsionam nova vaga de ciberespionagem
A equipa de investigação da ESET divulgou o seu mais recente relatório sobre grupos de ciberespionagem e ameaças avançadas, relativo ao período entre outubro de 2025 e março de 2026, concluindo que a atividade de grupos alinhados com Estados continuou a refletir de forma direta o agravamento das tensões geopolíticas em várias regiões do mundo.
Ciberespionagem: Grupos alinhados com a China mantêm-se ativos em várias regiões...
Segundo a ESET, os grupos alinhados com a China mantiveram-se particularmente ativos em regiões como a Venezuela, a Síria e a Coreia do Sul, com operações dirigidas a entidades governamentais, setores ligados à energia, ao transporte marítimo e à tecnologia avançada.
O relatório destaca ainda o interesse contínuo de Pequim em áreas estratégicas, incluindo inteligência artificial e robótica.
No Médio Oriente, a guerra no Irão coincidiu com alterações relevantes na atividade de grupos alinhados com interesses iranianos, incluindo operações dirigidas contra organizações localizadas em Israel. Ao mesmo tempo, a ESET identificou campanhas ainda sem atribuição definitiva, combinando recolha de informação com ferramentas capazes de causar danos.
A investigação refere também a continuidade da atividade de grupos alinhados com a Coreia do Norte, incluindo campanhas dirigidas a programadores, ao ecossistema das criptomoedas e a setores industriais sensíveis. Entre os casos observados, a empresa europeia destaca ataques contra uma empresa sul-coreana ligada ao manuseamento de hidrogénio líquido e ao setor nuclear, bem como operações com impacto potencial na cadeia de fornecimento de software.
Já os grupos alinhados com a Rússia continuaram a concentrar-se sobretudo na Ucrânia e em entidades ligadas ao esforço de defesa do país. O relatório assinala ainda um caso particularmente relevante fora do território ucraniano: um incidente de destruição de dados que afetou uma empresa energética na Polónia e que a ESET atribui ao grupo Sandworm com confiança média.
Este período mostra de forma clara como os conflitos armados, a competição geopolítica e os interesses estratégicos dos Estados continuam a refletir-se diretamente no ciberespaço. O que observamos é uma combinação de espionagem, sabotagem, operações destrutivas e pressão crescente sobre governos, infraestruturas críticas e setores tecnológicos sensíveis
Ricardo Neves, da ESET Portugal
O relatório refere ainda outras campanhas relevantes, incluindo spyware Android dirigido a utilizadores de língua árabe, uma intrusão contra uma empresa de defesa nos Emirados Árabes Unidos e ataques de phishing sofisticados contra organizações no Japão.
Para a ESET, o conjunto destas operações confirma que a atividade dos grupos avançados continua a expandir-se para novos contextos, novas superfícies de ataque e novos alvos de valor estratégico.






















Porra, só a Ucrânia, opera redes de terror á escala mundial.
Ainda ha uns dias um dos Elementos de uma unidade de forças especiais, em entrevista a RT, disse claramente, que em termos internacionais, o que eles fazem é terrorismo.
E em gravações que já sairam, houve-se uma conversa que se julga, ser ele a dizer que vai morrer muito inocente, e o que parece ser o green goblin, pede para matar o maior numero de civis possivel.
Mas mesmo que se veja, Só na Europa, tem morrido gente assasinada, quer a tiro, quer ataques a bomba, que é uma coisa parva.
Em Espanha, então nem se fala, ainda ha uns dias foi outro.
O Fico da Eslováquia, foi baleado várias vezes, e safou-se por sorte, mas ficou com lesões que a cada passo, está a ser operado.
Há muitos que nem a sorte do Fico tiveram.
Basicamente, cada pseudo refugiado, é um potencial participante de esquemas de roubo monetário, ou coisas mais nefastas, como perseguição, e execução de tarefas criminosas.
E até pode nem ser porque ele quer, mas porque o coagem, e ele por medo, acaba a fazer asneiras.
Por sua vez, os Britânicos(Fastly Inc,Oracle-UK), Americanos(Akamai Technologies,Google,CloudFlare,etc),KQPT-CUSTOMER-3173, e muitos mas muitas outras redes por ai, cometem muito crime online.
Até o grupo Wikimedia, facebook.
Eu acho que nunca se viu tanto crime como agora, o que leva a crer, que ha muita coisa que tem que mudar.
Acabar com as clouds, etc, é o inicio.
Mas a obrigatoriedade de dns segura, etc são coisas que se deve fazer para ontem.
Bancos,Estado,Saude,etc, tudo apenas com ligações seguras e encriptadas.
Mesmo assim, é muito dificil.
Ligações seguras e encriptadas, suportes de armazenamento encriptado, tudo isso é uma miragem desde há vários anos. Dificulta o acesso, mas não o impede. Para estar seguro, so mesmo desligando a tomada. E mesmo assim, existe tecnologia para saber o que fazes dentro de casa, se estás a comer ou a c’gar, ouvir as conversas, etc.Qualquer eletrodoméstico é um potencial espião.