PplWare Mobile

Ainda não foi lançada e já encontraram falhas na app de verificação de idade da UE

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Guilherme says:

    2 minutos foi o tempo que demoram a contornar o sistema infalível para salvar os “menores” ou controlar os adultos depende da perspectiva…

    Metam isso num local que eu cá sei!

    • wOne says:

      Mas achas mesmo que isto é para proteger as crianças, quem acredita mesmo nisto merece um chupa-chupa! A sua escolha! É evidente que isto não é por causa das crianças.

      É simplesmente a tal “democracia” que muitos pensam que existe e dizem ter, isto é nada mais nada menos que um cavalo de troia, neste caso uma “Ditadura invisível”. Aos poucos é instalado a “ditadura invisível” para controlo e ninguém da por nada.

      Em NENHUM lugar isto é democrático, nem é democracia em lado nenhum.
      E isto é só o começo, imaginem quando esta App estiver realmente ativa e os problemas que irão surgir.

      É melhor começar a fugir e encontrar alternativas. De forma nenhuma isto é para proteger as crianças, mas sim para controlo do que tu escreves e dizes pela Internet mesmo que não seja ilegal.

      Bem ao menos assim, o processo torna-se fácil se quiserem acusar formalmente alguém.
      Essa Ursula já devia ter saído a muito. Concordo que as crianças devam ter limites, mas não encontro uma solução que agrade ambas as partes e sem exigir dados.

      • Milheiral says:

        Há sim uma solução, e é básica.

        Simplesmente os sites devem informar, se o eu conteúdo é dirigido a menores ou não.
        Por sua vez, os País nos pcs dos miudos, configuram que só querem que os miudos acedam, a sites para menores de X.

        A solução existe e é básica.

        No resto, pois, não comendo eu gelados com a testa, claro que concordo consigo.

  2. David Guerreiro says:

    Coisas mesmo bem feitas. Parece que foi feita por algum miúdo ainda a aprender…

  3. Max says:

    O código é open source, por isso em princípio é mais fácil detetar as vulnerabilidades para as corrigir, se houver investigadores que se dediquem a isso. O que importa perceber é que a app ainda não foi lançada, há tempo para as correções.
    É uma app para smartphone e para computador, por isso se não dá no GrapheneOS … o utilizador pode usar a app no computador.

  4. Zec says:

    É o que dá meter o sobrinho que acha que é programador a fazer vibe coding com documentação escrita para o Android 6. Shared_prefs a sério? Numa APP que devia ter segurança máxima? Tenham vergonha.

  5. Artilheiro says:

    Vibe Coding.

  6. Salvador says:

    Entreguem esta responsabilidade aos pais.
    Deixem-se de tretas. Mas claro, isto não tem como objetivo proteger crianças.
    O proposito sempre foi a caça aos dados, agora com consentimento…

  7. João says:

    Mythos says Hi…

  8. António says:

    Por isso é importante transparência total para serem escrutinados até ao tutano. Bom trabalho Paul/Cyber Digest, quantos mais olhos puderem verificar o sistema melhor.

  9. Não gosto de Banana says:

    Não é da minha autoria esta analogia (é do @Antonio de um post anterior), mas encaixa que nem uma luva nos bananas europeus, que acreditam no Pai Natal.
    Pai Natal= app de verificação de idade da UE

    Como apanhar javalis (bananas).

    1º Coloca-se comida em determinado local.
    2º Depois vai-se colocando umas baias disfarçadamente todos os dias.
    3º Como há comida, nem se dão conta que as baias vão sendo colocadas cada vez mais em redor.
    4º Um dia, quando se fecharem completamente as baias, não há como fugir.
    5º São todos agarrados e não há volta para trás.

    Querem ler o resto, consultem aqui:
    https://pplware.sapo.pt/internet/uniao-europeia-tem-pronta-a-tecnologia-para-validar-idade-online-e-proteger-menores

  10. Não gosto de Banana says:

    acesso a serviços digitais.

    Risco para liberdades civis
    Sistemas centralizados que exigem identificação ou verificações persistentes tornam-se, em prática, mecanismos de controlo que podem ser usados para monitorizar, segmentar e restringir o acesso dos cidadãos a informações e serviços. Isso contraria princípios fundamentais de uma sociedade democrática onde os direitos e liberdades individuais não devem depender de registos ou plataformas controladas por entidades únicas.
    Responsabilidade parental vs. intervenção do Estado
    A proteção das crianças é essencial, mas deve ser equilibrada com a autonomia das famílias. Cabe aos pais e responsáveis a principal função educativa e protetiva, e qualquer intervenção estatal deve ser mínima, proporcional e sujeita a fortes salvaguardas legais — não uma infraestrutura universal que normaliza a identificação de cidadãos adultos como prática rotineira.
    Privacidade e centralização de dados
    A centralização de dados de verificação de idade aumenta o risco de vazamentos, uso indevido e vigilância. Mesmo com promessas de anonimização, há riscos de reidentificação e de “mission creep” — uso da infraestrutura para fins além do originalmente anunciado.
    Falta de necessidade demonstrada e alternativas menos intrusivas
    Muitos objetivos podem ser atingidos por soluções técnicas que preservam a privacidade: verificações descentralizadas ou baseadas em prova de atributo (por exemplo, “maior de 18”) sem partilhar dados pessoais; validação por terceiros independentes; ou mecanismos de verificação offline/locais. Antes de adotar sistemas centralizados, exige-se evidência robusta de necessidade e avaliação de impacto de direitos fundamentais.
    Chamamento à ação
    Peço que o(a) senhor(a):
    Exija avaliações de impacto sobre privacidade e direitos fundamentais, realizadas por entidades independentes;
    Condicione qualquer aprovação a regras estritas de minimização de dados, retenção curta, proibição de reidentificação e auditorias públicas regulares;
    Garanta a existência de alternativas que permitam o acesso sem identificação pessoal;
    Assegure supervisão democrática e responsabilização legal clara sobre usos indevidos.
    Conclusão
    A proposta de verificação de idade não deve transformar-se numa porta de entrada para normalizar identificação e controlo institucionalizados. Proteção de menores é legítima, mas não à custa da erosão das liberdades civis e da privacidade dos cidadãos.

    Atenciosamente,
    Não gosto de Bananas

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