Morgan Stanley alerta que o mundo não está preparado para o que a IA vai trazer já em 2026
Desta vez, a teoria é do banco de investimento Morgan Stanley, que prevê que a maior parte do mundo não está preparada para o avanço em Inteligência Artificial (IA) que vai chegar já este ano.
Num recente relatório abrangente, o banco de investimento alertou que um salto transformador na IA está iminente, impulsionado por uma acumulação sem precedentes de capacidade computacional nos principais laboratórios de IA dos Estados Unidos.
Os investigadores destacaram especificamente uma entrevista a Elon Musk, citando a sua convicção de que aplicar 10 vezes mais capacidade computacional ao treino de modelos de linguagem grande irá efetivamente duplicar a "inteligência" de um modelo.
Segundo eles, citados pela revista Fortune, as leis de escalabilidade que sustentam essa ideia mantêm-se firmes.
Estados Unidos são epicentro da revolução da IA
Executivos de grandes laboratórios de IA nos Estados Unidos estão a dizer aos investidores para se prepararem para progressos que os irão "chocar", segundo a mesma revista.
De facto, os ganhos já estão a superar as expectativas: o modelo GPT-5.4 "Thinking", lançado recentemente pela OpenAI, alcançou 83,0% no benchmark GDPVal, situando-se ao nível ou acima de especialistas humanos em tarefas economicamente valiosas.
Segundo o banco Morgan Stanley, a curva só vai tornar-se mais acentuada daqui para a frente.
Entretanto, reforçando a crise energética que o país e o mundo estão a conhecer, o modelo "Intelligence Factory" da Morgan Stanley prevê um défice líquido de energia nos Estados Unidos entre 9 e 18 gigawatts até 2028, o que representa um défice de 12% a 25% da energia necessária para suportar tudo isto.

A rede elétrica dos Estados Unidos tem sido especialmente pressionada pelos centros de dados, cuja expansão rápida e exigências energéticas crescentes consomem uma parte significativa da capacidade disponível.
Os desenvolvedores não estão à espera que a rede elétrica acompanhe. Por sua vez, estão a converter operações de mineração de Bitcoin em centros de computação de alto desempenho, a ligar turbinas a gás natural e a implementar células de combustível para se manterem à frente.
A Morgan Stanley prevê, também, que a "IA Transformadora" se torne uma força deflacionária poderosa, à medida que as ferramentas de IA replicam o trabalho humano a uma fracção do custo.
O banco afirma que executivos já estão a implementar reduções massivas de pessoal devido às eficiências trazidas pela IA.
Neste cenário, a revolução está a chegar mais rápido do que quase toda a gente está preparada.
Leia também:



















Felizmente que estes teoristas sempre estão errados.
O que a IA vai trazer é uma crise financeira sem precedentes para o mercado electrónico.
A bolha já começou a estourar.
+1
“In six months, trust me Bro, just give me more money…” A mesma ladaínha desde 2022.
O titulo da aquela impressao que a “IA vai trazer para nos”. Nao é a IA que vai trazer, é as bigtechs que IRAO nos EMPURRAR de guela abaixo essa tecnologia, como sempre foi ate agora, ate mesmo com a Microslop. So falta ser obrigatorio usar IA para acesso de dinheiro em bancos como fazer na verificacao de idade e facial
Se a necessidade não existe, cria-se a necessidade
Se não queres usar, não uses.
Fica difícil querer usar um W11 quando a MS mete copilot em tudo o que é UI ou barra de procura.
Ah e tal usa Linux. Ok já uso, mas e o resto da malta que nem em Windows sabe mexer quase?
Estamos em 2026, ninguém quer saber.
verdade, ainda há pouco tempo vimos p GPT 5.4 e 5.4 Pro que em teoria batem a concorrência em rapidez e custo, em inteligência ainda não, faltam poucos meses para as respostas que já andam a ser preparadas pela google, anthropic e apple, vai ser um ano interessante, mas acho que 2027 vai ser ainda melhor porque vai ser tudo agentic com context windows de 4M por agente, o céu vai ser o limite