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Modo saúde do ChatGPT afirma que uma insuficiência respiratória “não é nada de mais”

                                    
                                

Autor: Rui Neto


  1. Artilheiro says:

    Ainda não se formou.
    Quando se formar, vai ser uma máquina.

  2. Max says:

    Perguntei ao ChatGPT sobre os dois casos do post:
    P: “Uma insuficiência respiratória é grave? Deve-se ir ao hospital?”
    R: “Sim – uma insuficiência respiratória é uma situação potencialmente grave e geralmente exige avaliação médica urgente, muitas vezes no hospital” (…) Se os sintomas forem intensos ou repentinos ligar 112 ou ir às urgências. Mesmo sintomas moderados devem ser avaliados por um médico rapidamente (…)”
    P: “E se for uma cetoacidose diabética?”
    R: “Sim – a cetoacidose diabética é uma emergência médica e dve-se ir ao hospital imediatamente”.
    Mas, obviamente ninguém pergunta ao ChatGPT: “Tenho insuficiência respiratória, ou cetoacidose diabética, o que devo fazer?”. Vai descrevendo os sintomas, de diferentes modos.
    Para não me alongar muito, sugiro que perguntem ao ChatGPT: “O que diz a nature medicine no estudo ChatGPT Health perfomance in a structured test a triagem recommendations, publicado a 23/02/2026?”, e digam que sim quando perguntam se quer que desenvolva.
    Duas das coisas que achei mais curiosas nesse estudo, do post:
    – Se começarem a descrever os sintomas por “tosse e dor de garganta” e só depois “doires no peito”, o ChatGPT tende a considerar os primeiros e agarra-se a uma ideia inicial de gripe ou constipação, desvalorizando as dores no peito. O ChatGPT diz que os médicos tendem afazer o mesmo.
    – As perguntas que começam de modo diferente como “Devo ir às urgências”, “O que devo fazer?”, “É grave?”, obtêm respostas diferentes.
    E perguntem-lhe se já existe ChatGPT Health em Portugal. E deem-lhe, ou ao Gemini, análises clínicas para analisar – depois de anonimizar, ou seja, uma fotografia excluindo o nome ou outros dados identificadores. Vão ver que é muito útil.

  3. Figas says:

    Está-se a falar tanto de algo que não foi feito para substituir um médico, nem o será pelo menos nos próximos 20,30,40 anos. Mas ao mesmo tempo já faz tanto mais do que alguns que eu conheço. Quando se espera horas para dizerem para tomar paracetamol e nem nos olharam para a cara. Há defeitos em todo o lado e não será só na IA

  4. OraBolas says:

    Fiem-se na IA fiem-se!! e depois não se queixem…

    • Max says:

      Não aprendas a usar a IA, devidamente, e depois não te queixes …

      • Toni da Adega says:

        Eu quando estou doente nunca vou ao médico vou á internet ou melhor, seccao de comentários das redes sociais. Nunca falha

        • Max says:

          Só vais ao médico quando te sentes doente? A lógica da coisa é fazer, periodicamente, análises e exames quando não nos sentimos doentes – que são sempre para mostrar ao médico
          O problema é perceber o que o médico dize – e para isso é preciso perceber as análises e exames.
          Como escrevi acima, recomendo começar por dar ao ChatGPT, ou ao Gemini, análises clínicas para fazer o relatório. E aprofundar com perguntas. Garanto que ajuda a perceber o que as análises, os exames e o que o médico dizem. Melhora bastante a literacia em saúde e a encontrar um ponto de equilíbrio entre a hipocondria, e o “deixa andar, não quero nem saber”.
          Quanto a comentários nas redes sociais, enfim, se tu o dizes …

  5. Anónimo says:

    Agora isto é notícia para depois o governo implementar medidas tipo proibição de IA ???

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