Focada na IA, Meta vai despedir cerca de 8 mil funcionários
A Meta planeia despedir 10% dos seus trabalhadores, cerca de 8000 funcionários, à medida que continua a intensificar os investimentos em Inteligência Artificial (IA).
A Meta anunciou que vai dispensar 10% da sua força de trabalho global, o que representa aproximadamente 8000 postos de trabalho.
Os despedimentos arrancam a 20 de maio, e a empresa vai ainda cancelar os planos de contratação para cerca de 6000 vagas que estavam em aberto.
A notícia foi avançada pela Bloomberg, com base num memorando interno enviado aos colaboradores.
Esta decisão é apenas a mais recente de uma série de rondas de cortes que a empresa tem justificado com a necessidade de melhorar a eficiência e recentrar os seus esforços na IA generativa, área em que está atrás de rivais como a OpenAI, a Google e a Anthropic.
Um histórico de cortes que se vai acumulando
Em janeiro, a Meta já tinha despedido cerca de 10% dos funcionários ligados a projetos do metaverso, tendo a unidade Reality Labs perdido cerca de 1000 colaboradores nessa altura.
Em março, chegou uma nova vaga de despedimentos que afetou centenas de trabalhadores em várias divisões, desde o Facebook às operações globais, passando pelas vendas e pela própria Reality Labs.

No final de 2022, a Meta contava com 86.482 funcionários em todo o mundo, tendo começado uma tendência de emagrecimento que, ao que tudo indica, ainda não chegou ao fim.
Recentemente, a empresa anunciou que vai deixar de depender de fornecedores externos e prestadores de serviços para a moderação de conteúdos, substituindo-os por soluções de IA.
Pai do Facebook quer a Meta na linha da frente da IA
O grande objetivo de Mark Zuckerberg passa por colocar a Meta entre os líderes mundiais em IA.
Nesse sentido, a empresa apresentou, no início deste mês, o seu primeiro grande modelo de IA desde a contratação milionária de Alexandr Wang, fundador da Scale AI, em junho.
Esta semana, soube-se ainda que a Meta está a implementar uma ferramenta interna de monitorização chamada Model Capability Initiative (MCI), um sistema que recolhe dados dos computadores dos funcionários, com o objetivo de treinar agentes de IA.
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imagina dispedir milhares de funcionarios e ainda ter a PIOR IA de todas? até o copilot é melhor.
Não é verdade, aliás qualquer LLM chinesa que saíram nestes últimos 2 meses é melhor que o Copilot para código.
A nova AI da Meta “Muse Spark” que saiu á 2 semanas encosta o Copilot a um canto, ninguém usa o Copilot para programar hoje dia.
O GitHub Copilot utiliza, vários modelos.
E há muita gente a usar, a versão Pro, para desenvolvimento.
A MS tem LLM? o Copilot não usa os modelos da família GPT (atualmente o GPT-4 e o GPT-4o), que são desenvolvidos pela OpenAI?
mais IA, mais desemprego, mais DINHEIRO a eles
Quando todos formos despedidos devido à IA e não arranjarrmos outro emprego, quero ver como essas empresas vão fazer dinheiro sem clientes com capacidade para pagar
É fácil (para eles), nós somos os pobres e até poderemos não ter dinheiro para comprar, Mas eles (os ricos) continuam a ser milhares e esses continuarão com poder de compra.
Nunca aceitei trabalhar para esta empresa, nem nunca vou aceitar. Nem estes, nem a Microsoft.
A minha falta de competências também me levou a recusar trabalhar em empresas como a Apple, Google, OpenAI, …. só para mencionar algumas…
Eu é igual, nunca aceitei, queriam que fosse lá meter um telhado e recusei.
Por mim, podiam fechar.