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“Faroeste” no espaço: centros de dados em órbita estão a deixar as seguradoras em pânico

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Asiim says:

    não entendo esta “loucura” para ter estes servidores no espaço…
    Cria problemas em manutenção e aumeta exponencialmente os custos com upgrades, mais as dificuldades em energia…
    A única explicação que vejo é os ricos a quererem fugir a regulação das suas actividades…

    • Zé Fonseca A. says:

      Manutenção? Upgrades?
      Diz-me que não sabes como funciona um datacenter sem dizeres

      • Asiim says:

        ?? Diz-me que acreditas em magia…
        Qualquer equipamento está sujeito a avarias… Servidores têm um tempo de vida…
        Empresas como a Google, Microsoft, Amazon não ficam paradas no tempo a regurgitar o mesmo hardware de há 20 anos atrás…

        • Zé Fonseca A. says:

          20 anos?
          5-7 anos é o lifespan de hardware, depois disso é lixo, custa mais dinheiro arrefece-lo do que trocar..
          Tambem ves alguem a reparar satelites? Cumprem a sua vida e morrem.. reparação de hardware no espaço é pura fantasia nos próximos 20 anos.
          O que avariar fica avariado e é decommissionado

          • Asiim says:

            fantástico… agora já sabes que num datacenter há manutenção e upgrades, e algumas das implicações de usar satélites.
            Arrefecer hardware com este nível de consumo no espaço, também não é barato.

      • Hugo Nabais says:

        Este tipo de datacenters não têm manutenção nem upgrades, isso é certo.

        MAS nunca vão conseguir arrefecer um datacenter no espaço, é uma questão de física!
        Um microdatacenter no espaço, de apenas 100 kW, necessitaria de um radiador de pelo menos 400 m²! Estive a fazer as contas e, para irradiar 100 kW de calor para o vácuo do espaço, são mesmo precisos, no mínimo, 400 metros quadrados, o que é impraticável hoje em dia! (E isto sem falar nos tubos, bombas, fluidos, etc.)

        E isto seria para um microdatacenter de 100 kW. Se estivermos a falar de 1 MW, então seriam necessários dezenas de voos para construir toda a infraestrutura, e custaria um valor inimaginável, para não falar num risco muito grande de alguma coisa falhar.

        Isto dos datacenters no espaço é tudo conversa da treta!

        • Zé Fonseca A. says:

          Correcto, como maioria das tretas do musk, o que nao significa que se continuar com as tretas daqui a 10 anos nao seja possível e com isso vai capitalizando

  2. Zec says:

    Ou podem simplesmente, não cobrir coisa nenhuma? Se avariar ou explodir, temos pena, paguem do próprio bolso. O que uma seguradora vai ganhar não deve cobrir nem de perto os danos que teriam de indenizar.

    • Zé Fonseca A. says:

      Eu ensino..
      Nao existe nada que não seja possível de ser segurado, e quando chega algo novo que parece quase impossível de segurar é criada uma seguradora para segurar so esse serviço e as outras imitam.
      É tudo uma questão de $$ e das clausulas dentro daquilo denominado como force majeur

      • BezNaoSeiQue - terceira fase says:

        “Force majeur”
        O Fonseca é como aquele personagem TóZé dos gato fedorento, que é um javardola excepto quando fala francês lol

  3. AlexS says:

    Que raio de noticia. Isto acontece em qualquer nova industria, fica mais difícil modelar o risco. Esta até tem precedente com milhares de satellites já em orbita se existem tempestade electro magnéticas no espaço não existem as terráqueas. terramotos etc

  4. Eu says:

    Estou ainda por saber qual ė o pombo correio que vai poder transportar todos esses dados entre a terra e o espaço.
    E a quantidade de bebedouros que serão necessários para os aguentar em voo.

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