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Esta palavra multiplicou-se de forma exagerada em artigos científicos. E a culpa é da IA

                                    
                                

Autor: Rui Neto


  1. Manuel da Rocha says:

    Há mais… Economicamente fazível (que é possível fazer, a nível económico), apareceu em 78%, dos artigos, submetidos para tese, de final de licenciatura, em economia e gestão, numa universidade portuguesa.
    Até 2020, era inaudito, de aparecer, fosse em teses, ou trabalhos. Há expressões específicas, para definir isso, no jargão económico. Alunos, quando confrontados, referem que “aproveitaram ferramentas online, para correcção gramatical”.
    Mas, mesmo em estudos, que surgem por bolseiros ou entidades (como consultoras financeiras) é expressão que surge, sem qualquer referência, quando é para entoar, algum ponto, que não é referenciável. Um director, já assume que, 100%, aproveitam as ferramentas, para fazer, os trabalhos, alterando frases, mais para remover expressões brasileiras (algo que 98%, dos alunos, com 20-25 anos, já não sabem o que é Português, de Portugal, do que é Português, do Brasil), para evitarem perder pontos, por falhas gramaticais.
    E há professores, mais novos, que já lhes acontece, o mesmo, quando precisam de dividir, entre dar aulas, fazer comentários, televisivos e jornalísticos e participar em actividades empresariais. Nos 2 últimos, muito poucos, notam, a utilização de expressões brasileiras, no meio dos discursos. Até os políticos, o andam a fazer, como aconteceu, no Sábado, a André Ventura, que usou uma expressão brasileira, para atacar, os jornalistas.

  2. jorge says:

    delve ser um bug

  3. Factos says:

    A zucalhagem é assim.

  4. Stanley says:

    Cidadãos africanos influenciando textos ocidentais. Quem diria?

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