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ChatGPT perde milhões de utilizadores, mas o Claude dispara

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Alberto Grijó says:

    Além do referido, há a cláusula maravilha nos termos e condições que resumido indica que ideias geradas entre o utilizador e o gptólas… os direitos de autor são da openai. Entre outras que é de bradar aos céus.
    Paguei logo inicio e durante dois anos fiquei por ali, até descobrir o Claude.

    Pumba… adeus ó mosca! Nem pensei duas vezes. E começo a ponderar pagar o max porque o pro no dia-a-dia pára para respirar.

    • Zé Fonseca A. says:

      O GPT 5.5 é neste momento (sem contar com o fable) o melhor modelo para código.
      O problema das AIs neste momento é que está tudo fraccionado, é impossível dizer que se trabalha com AI e só se trabalhar com um modelo, ou só se trabalhar com uma ferramenta ou com uma super app.
      Para se tirar partido é preciso saber de onde se consegue extrair as melhores capacidades e construir workflows que juntem todas as ferramentas/modelos/capacidades.
      Achar que a OpenAI é má é falta de conhecimento, tiveram algum tempo para apanhar a Anthropic com o opus 4.5 mas quando apanharam ultrapassaram, agora a Anthropic voltou à frente com o fable mas com o custo e consumo de tokens do 5.5 e agora do 5.6 que já dá para testar para quem usa o modelo Pro, eu vejo-me a planear muita coisa com opus e depois a dar ao gpt 5.5 para executar, e não tenho restrições de tokens, tenho um soft cap de 1500€ mes que posso ultrapassar justificando os motivos.

      • Alberto Grijó says:

        Eu particularmente entendo-me bem com o Claude. Para poupar tokens uso o sonnet 4.6. tenho-o integrado no vscode.
        Usei o Opus (as duas versões) e para o tipo de desenvolvimento que solicito , percebi que não traz nada de novo.

        Em vez que solicitar o prompt direto no vscode, uso-o no browser com o Claude, mas aqui tb reduzo bastante os tokens porque uso o sonnet sem versão extendida. Nota-se uma diferença abismal.

        Ele gera-me o prompt e é copy/paste.

        Tenho lido também que o GPT está muito melhor. E também acompanhei um projecto de desenvolvimento todo ele feito com o copilot. Todos estes integrados no vscode.

        Suspeito que a esta altura, a apreciação passa a ser mais pessoal da experiência de cada um. Tal como eu prefiro trabalhar com Mac e Linux e outros abominam e preferem o Windows e o Zx Spectrum 🙂

        • Zé Fonseca A. says:

          não está relacionado com experiência pessoal, os benchs (os que não foram adulterados) são obvios, o harness até importa mais que o modelo, os prompts já não importam, frontier models já entendem tudo com prompts minimos.
          ex.: é mil vezes diferente usar o opus 4.8 num vs code ou dentro do claude code do que usar no cursor e ter algumas skills, regras, contexto pre-loaded, algo tão simples quanto ter libs carregadas ou simplificação de codigo com caveman ou outros.
          O meu opus 4.8 max serve para reasoning + plan writing, depois entrega ao gpt 5.5 xhigh para escrever codigo e passa novamente ao opus 4.8 max para review, tudo dentro do cursor.
          Se estás a usar modelos com 200k de contexto estás a usar uma AI burra, apenas nos 20% de contexto iniciais os modelos são decentes, depois ficam burros, e com claude estás logo a consumir 5% à cabeça num modelo de 200k só em system tools, tens menos consumo de tokens mas tens um belo lixo de modelo, aprende a gerir janelas de contexto, mais clear e compacts, ferramentas de gestão de memória entre sessões, ainda és um noob, tens muito caminho para percorrer

  2. a loira programadora says:

    O modo livre agora ao fim de três interações fica logo bloqueado, a malta procura as alternativas mais baratas.

  3. Max says:

    Tenho usado preferencialmente o Gemini para informações. Só que quando empanca (há quem lhe chame alucinação) é preciso paciência para o aturar. Um exemplo.
    – Ontem (sábado), tinha uns familiares que iam voar num voo – charter – do Porto para a Sardenha, às 8H30
    – Ao fim da manhã o voo não tinha partido por problemas no avião. Os passageiros, depois de passar horas dentro do avião, voltaram para o aeroporto, onde ninguém sabia nada, não havia representante da companhia aérea (há muitas companhias aéreas de voos charter que alugam aviões e tripulação às agências de viagens – de que nunca se ouviu falar porque não fazerem voos regulares) nem da agência de viagens (que deve ter comprado o pacote a outra).
    – Quis ajudar e pensei em tentar saber alguma coisa pelo Gemini … mal não fazia.
    – Disse-me que o voo já tinha partido e aterrado na Sardenha, no horário previsto.
    – Respondi-lhe que não, que o voo não tinha partido.
    – Pediu-me desculpa, que eu tinha razão, e como era um voo charter não tinha horas certas – e acrescentou que estava a voar da Sardenha para o Porto o avião (até me deu a matrícula), que ia levar os passageiros do Porto para Sardenha.
    – Era precisamente ao contrário, só havia um avião – o voo iniciava-se no Porto para a Sardenha e trazia os que lá estavam – como não partiu do Porto, também não podia estar a trazê-los, mas, do mesmo modo que me disse que o avião tina partido do Porto a horas, “partiu do princípio” que o da Sardenha para o Porto estava a ser feito a horas.
    Enfim, deu-me informações que de outro modo eu não conseguia obter … escusava era de se ter posto a inventar … mas as AI são assim, são tão burras, ou mais, que uma pessoa, há que estar habituado. Dá-se o caso de também já ter percebido que os humanos se enganam muito mais nos raciocínios simples, do tipo a que chamo “rapa, tira e põe” (só há duas ou três hipóteses – por isso tem que ser uma delas), do que em raciocínios complexos). Acho as AI excessivamente humanas.
    (O voo só se realizou hoje, domingo, acabou de pousar na Sardenha).

    • dptmateus says:

      Afinal o Gemini não acompanhou o voo, mas compensou com um serviço completo de ficção aeronáutica em tempo real: partida, chegada, matrícula e até um avião a voar simultaneamente nos dois sentidos.
      Podes melhorar bastante os resultados adicionando instruções no início do pedido.
      Umas dicas:
      Antes de responder:
      Não assumas factos sem confirmação.
      Se não tiveres certeza, indica explicitamente o grau de confiança.
      Verifica a coerência da resposta antes de a apresentar.
      Se existirem várias hipóteses, apresenta-as em vez de escolher uma arbitrariamente.
      Quando uma informação depender de dados atuais, indica que deve ser confirmada em fontes oficiais.
      Se detetares contradições na tua própria resposta, corrige-as antes de responder.
      Prefere dizer “não sei” a inventar uma resposta.

      Para questões factuais, também ajuda:

      Atua como um analista crítico e não como um gerador de respostas. O teu objetivo principal é identificar incertezas, inconsistências e lacunas de informação antes de concluir.

      E para evitar que ele defenda um erro quando é corrigido:

      Se o utilizador apresentar informação que contradiz a tua resposta, reavalia integralmente o raciocínio em vez de tentares justificar a resposta anterior.

    • Zé Fonseca A. says:

      Para pesquisa o melhor que tens é o grok, para research é o perplexity, o Gemini que se assemelha é só o 3.1 Pro.
      Para quem não viu o que aconteceu nas últimas semanas na Google, deviam ter estado atentos, é só investigadores ligados aos Gemini a sair para Anthropic, OpenAI ou cursor, a Google não está nada bem e está a preparar-se para lançar o 3.5 Pro que se avizinha um flop e daí a debandada.

  4. Think says:

    Também tenho perceção que o Gemini esta’ pior, já este melhor que o GPT, mas agora alucina muito, também nunca paguei, não uso profissionalmente e sei que as versões pagas são mais eficazes

    • B@rão Vermelho says:

      Ainda há dias, o Gemini estava dar uma solução/ sugestão, fiscal que já não estava em vigor à mais de dois anos, quando “confrontado” lá pediu desculpa pelo erro e lá deu a ajuda pedida e atualizada.

  5. utherzzao2 says:

    O ChatGPT já é a pior IA há anos!

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