“Biólogo pessoal”: Zuckerberg diz que a IA vai criar empregos que ainda nem existem
Enquanto outros diretores-executivos alertam para um possível "apocalipse laboral", o fundador da Meta decidiu contrariar a narrativa. Numa carta publicada esta semana, Mark Zuckerberg defende que a superinteligência artificial vai trazer uma "abundância de empregos", e não o contrário.
A ascensão da superinteligência, a tecnologia capaz de ultrapassar as capacidades cognitivas humanas, tem alimentado receios que vão desde o desaparecimento de postos de trabalho até cenários mais sombrios, dignos de ficção científica.
Nos últimos meses, líderes como Dario Amodei, da Anthropic, e Sam Altman, da OpenAI, chegaram a admitir publicamente que a Inteligência Artificial (IA) poderá eliminar uma fatia significativa dos empregos atuais.
O fundador do Facebook, contudo, discorda. Numa carta publicada no site da Meta, o diretor-executivo da Meta não poupou críticas aos colegas de indústria, admitindo não compreender por que razão "alguém que acredita que a IA vai eliminar a maioria dos empregos e grande parte da relevância da humanidade se apressaria a construir esse futuro".
Além disso, criticou também a ideia de que o perigo da IA justificaria uma concentração extrema de poder tecnológico, considerando essa lógica "historicamente problemática".
Novas profissões: de "world builders" a biólogos pessoais
Para sustentar o seu otimismo, Zuckerberg recordou que, há uma geração, profissões hoje banais, como programador de apps, criador de conteúdos para redes sociais, técnico de veículos elétricos ou operador de centros de dados, praticamente não existiam.
Por isso, olhando para a frente, o diretor-executivo da Meta antecipou o surgimento de categorias profissionais completamente novas, entre elas:
- Designers de one-person studios, capazes de criar produtos físicos sozinhos, com apoio da IA;
- World builders, dedicados à criação de experiências e mundos virtuais;
- Biólogos pessoais, responsáveis por desenhar tratamentos de saúde individualizados.
Um "período difícil" pode estar a caminho
Apesar do tom predominantemente positivo, Zuckerberg considera que, se a automatização avançar mais depressa do que a capacidade dos trabalhadores para adquirir novas competências, o resultado pode ser um "período difícil" para a sociedade.
Além disso, aponta que, enquanto se debate a substituição de trabalho intelectual, faltam profissionais em áreas como carpintaria, eletricidade ou construção civil, setores essenciais para sustentar a atual corrida às infraestruturas tecnológicas.
De facto, em junho de 2026, a Meta investiu 115 milhões de dólares na criação da America's Workforce Academy, um programa de formação gratuito de quatro a cinco semanas para preparar trabalhadores para funções técnicas ligadas à construção e operação de centros de dados, com emprego garantido no final para quem conclui o curso.
O ensino superior está desatualizado?
Curiosamente, Zuckerberg, que abandonou a Universidade de Harvard antes de terminar o curso, há muito que critica o modelo de ensino superior tradicional, argumentando que deixa os jovens endividados sem os preparar devidamente para o mercado de trabalho.
Em declarações antigas ao podcast de Theo Von, citadas pela Fortune, o diretor-executivo já tinha admitido que "há uma data de empregos que não exigem" formação universitária, e que a sociedade está, aos poucos, a perder o tabu de questionar se a faculdade faz sentido para todos.
Na sua visão de futuro, a própria educação tradicional poderá tornar-se menos essencial graças à IA:
Todos terão um tutor pessoal com um doutoramento em qualquer área e paciência infinita para ajudar a aprender o que quiserem.
Escreve Zuckerberg, prevendo assistentes de aprendizagem superinteligentes tanto para estudantes como para adultos que queiram mudar de carreira.






















o palerma diz que a IA vai criar empregos, mas ele faz o contrario pqp. kkk
O palerma hoje vai passear de jato privado e dormir na sua mega vila de milhões e tu estás a comentar no pplware, quem é o palerma mesmo? kkkkkkkk
Se calhar sabe mais um comentador do pplware que ele. Olha o meu primo que estudou ate 12 ano e é um doutor sabe mais que muitos doutorados deste pais e gracas a ele que temos eletricidade em Torres Vedras. Ah pois
O bom de Portugal é isso mesmo temos pessoas que sabem muito.
Sabem mais que todo esse pessoal.
Somos uma referência internacional nessa área. Indústria inovação, somos uma máquina de fazer dinheiro
Tem cara de nerd.
O nerd hoje vai passear de jato privado e dormir na sua mega vila de milhões e tu estás a comentar no pplware, quem é o nerd mesmo? kkkkkkkk
Tu, pela forma como acabas esse comentário.
Pior que isso, tem cara de americano, ri-se enquanto o mundo arde.
Ele ri-se é de pessoas como tu que perdem tempo a comentar em sites a falar mal dele enquanto ele anda de jato e a viver ao mais alto nivel xD
É a diferença entre os que fazem e os que apenas criticam.
Já foste buscar a cesta de comida desta semana?
lol o tipo é um criminoso, tens que te informar melhor.
“É a diferença entre os que fazem e os que apenas criticam.” E no entanto aqui estás tu.
Cada vez mais acredito que este gajo é de outro planeta 😐
As empresas detentoras das IAs estão a iludir todos, quando a bolha arrebentar está cá o povinho para pagar. Estão a vender um produto que está a dar biliões de dólares de prejuízo, quando a economia americana afundar vamos ver como vai ser, a economia europeia vai penar.
Tipica esquerda, sempre a meter medo ao povo e a inventar novos inimigos fantasma. Iludido és tu em pensar que entendes alguma coisa de economia.
– Custos de compute enormes
– Treinar modelos de fronteira custa centenas de milhões a milhares de milhões. Servir o modelo (inference) consome 50–70% da receita.
– Corrida armamentista permanente
É preciso lançar modelos novos a cada 6–18 meses. Cada geração é mais cara e o modelo anterior desvaloriza rapidamente.
– Margens ainda baixas
Margem bruta tipicamente entre 30–55% (vs 70–85% no SaaS tradicional). Muitos utilizadores gratuitos pioram a média.
– Investimento à frente da receita
– Gastam muito em data centers, chips e talentos antes de a faturação acompanhar. O prejuízo aumenta em valor absoluto durante vários anos.
– Dependência de capital externo
– Não têm negócios legados lucrativos (ao contrário de Google/Microsoft/Meta), por isso precisam de rondas gigantes para sobreviver.
Estratégias diferentes = prazos diferentes
OpenAI: queima muito mais → break-even previsto ~2030
Anthropic: mais eficiente e focada em enterprise → break-even previsto ~2028
Mas é fácil enganar o tuga comum que não se dá ao trabalho de verificar certo ?
E vai encher muitos trabalhos já existentes. Nomeadamente, quando a skynet aparecer e começarem a chamar toda a gente para a tropa, ai vai encher muita vaga vai. 😀
A IA não serve para nada é igual ao linux, so serve para entreter os totos com linhas de comandos para fazer coisas que toda a gente faz melhor com software a serio. Eu como a IA ao pequeno almoco
Nota : Comentário publicado em Linux
Acho piada ser o gajo dono da pior IA do mercado a vir mandar palpites do que vem para o futuro.