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Vem aí um novo Magalhães? António Costa diz que será ainda melhor

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Patinhas says:

    “possuir acesso garantido à rede em condições de igualdade em todo o território nacional”
    Estou tramado vou passar a ADSL de novo. Ou ele acha que o país está tudo coberto de fibra? (para termos todos condições iguais)

    • Ivo Soares says:

      O governo pode dar o mínimo, por exemplo adsl 24mbps, e quem quiser ou puder ter fibra, melhor.
      Assumindo que aquela linha de internet é para estudos, deve chegar.
      Eu tenho fibra e mesmo que o governo me “ofereça” adsl, vou continuar na fibra.

    • Miguel says:

      Hoje em dia é muito mais fácil obter uma ligação 4G decente do que ADSL. Porque a ADSL é limitada tecnologicamente. Eu próprio, antes de ter fibra, tinha 4G (fixo, ilimitado) porque a ADSL era mais fraca. Os 24mb de velocidade é à saída da estação, a partir daí, tem rapidamente perdas com a distância.

      • pobox says:

        A sua conversa evidencia um grande desconhecimento. Na minha casa (Concelho de Odemira) tenho 4G mas não anda. Tenho de mudar para 3G e… às vezes nem mexe. Comprei uma antena exterior, pois nenhum operador pretende resolver. Tenho TV Satelite.
        Um dos técnicos, em Julho, vinha para instalar ADSL mas avisou-me que na minha zona iria falhar também, pois só teria entre 4 e 6 mbps. Desisti pois o preço que a MEO cobrava era equivalente à Fibra pois não existe concorrencia e podem faturar o preço que entendem. Consultei a ANACOM e confirmaram que na minha zona o ADSL era de preço livre.

        • Miguel says:

          Parece-me a mim, que o senhor está muito pouco informado. A sua zona, claramente tem fracas infraestruturas de comunicação, se assim é, há uma falha de investimento das operadoras. Mas, caso haja mais tarde um investimento, é mais economicamente viável, colocar 4G ou o futuro 5G para a população em geral, do que espalhar cobre pelas localidades para tentar melhor um ADSL que já é limitado. Eu tinha ADSL da MEO que só dava 8mb. O 4G da Vodafone, no mesmo sitio dava 40Mb. Porém, sei que não é igual em todo lado. Faça testes de velocidade das várias operadoras, se conhecer alguém que tenha Vodafone, faça teste de velocidade do 4g. Para mim, nas zonas onde ando, a Vodafone 4G foi sempre melhor, a NOS foi sempre a pior. Mas isso sou eu, e a localidade onde vivo. Não é igual para todos. Há que testar e testar.

          • pobox says:

            Realmente estou pouco informado:
            – Maio 2017 – MEO fez testes em minha casa – Sem rede 3G e 4G
            – Julho 2017 – VODAFONE “Na sua zona não podemos garantir acesso 4G e o 3G será instável”
            – Julho 2017 – NOS – contratei porque necessitava de ter algo e, a NOS era a única que tinha 3G. Em Agosto já me diziam impossível por saturação. Resultado, 2 meses sem pagar o correspondente a Internet.
            – Outubro 2017 restabelecida a rede 3G com picos entre 1Mb e 8 Mb (à noite).
            – Janeiro 2018 – adquiri antena exterior (Nenhum operador acedeu à instalação), comprei router próprio – o sinal salta entre 3 antenas da região e daí a instabilidade.
            – Jul/Agosto/Set 2018 – de dia sem rede, à noite (a partir da 22H +/-) tinha alguma rede aceitável, proveniente da antena de S. Luis.
            – 2019 – MEO terá deslocado a sua antena da Longueira para mais próximo da minha casa (4 a 5 Km de distancia +/-) – manteve-se a mesma situação; VODAFONE instalou uma pequena antena em Almograve (centro da Aldeia) – eu não tinha rede em casa; NOS manteve o que tinha.
            Resumindo, eu estou pouco informado mas bem experimentado. Comprei cartões de dados desta 3 operadoras para testar em iguais circunstancias.
            Maio de 2019 – MEO foi testar ADSL (ainda tenho a rede de cobre até minha casa. Nunca retiraram.) – Máximo garantido – entre 2 e 4 Mbits e um preço elevadíssimo já que são os únicos fornecedores e o preço é livre (confirmado junto da ANACOM).
            Desde Jul 2017 a pagar serviço NOS (TV Satélite, Voz e Net) sem que tenha o total contratado – reclamações são muitas e já me cansei.
            Em 2019, fruto de obras de criação de infra-estruturas da rede de águas do Alentejo, sei e vi que foram instaladas também as tubagens para que os operadores pudessem distribuir a rede de fibra. Contudo os 3 operadores continuam hoje a afirmar que neste e no próximo ano, não prevêem a comercialização deste serviço.
            Por esta falta de informação que o Sr. Miguel afirma que eu tenho, pergunto-lhe se tem mais para que eu possa ser mais informado.

          • Miguel says:

            Meu amigo, se a sua zona não está preparada para esse tipo de serviços, deve equacionar (apesar dos preços mais caros) internet por satelite.

        • EU says:

          A minha casa no mesmo concelho (freguesia de milfontes) tenho 4G da Vodafone e funciona muito bem e é muito habitual ter 40Mb. não vou mentir, há dias que a net é mais fraca, mas mesmo no verão com 3 ou 4 telemoveis, 2 a 3 tablets, desktop, portateis, tudo ligado e não é nenhuma ligação turbo mas é mais do que suficiente para andarem nos youtubes, netflix, jogos e afins, e ninguém se queixa.
          Outros amigos tem meo e NOS. NOS é lixo! e de lixo não falo. Meo conseguem ter cerca de 20Mb no verão cai para os 10.

          • Miguel says:

            Sim. O facto de ficar mais lento está relacionado com a gestão das redes que os operadores fazem. Eu como tinha tarifário empresarial não notava tanta diferença, porque tem prioridade sobre os tarifários comuns. Se houver uma pressão pública é política no sentido de criar um “serviço universal” de Internet, há uma pressão positiva nos operadores de acelerar, em todo o território nacional, um serviço de Internet realmente capaz, como o caso do 5G, em que estamos atrasados. Com esta crise sanitária, acredito que percebam de uma vez por todas que a Internet de qualidade não é um luxo, mas sim, um serviço básico numa sociedade atual.

          • pobox says:

            Já que está perto de mim, desloque-se até à Zambujeira do Rio, Monte do Zambujeiro e depois conte-me como é.

          • pobox says:

            – Maio 2017 – MEO fez testes em minha casa – Sem rede 3G e 4G
            – Julho 2017 – VODAFONE “Na sua zona não podemos garantir acesso 4G e o 3G será instável”
            – Julho 2017 – NOS – contratei porque necessitava de ter algo e, a NOS era a única que tinha 3G. Em Agosto já me diziam impossível por saturação. Resultado, 2 meses sem pagar o correspondente a Internet.
            – Outubro 2017 restabelecida a rede 3G com picos entre 1Mb e 8 Mb (à noite).
            – Janeiro 2018 – adquiri antena exterior (Nenhum operador acedeu à instalação), comprei router próprio – o sinal salta entre 3 antenas da região e daí a instabilidade.
            – Jul/Agosto/Set 2018 – de dia sem rede, à noite (a partir da 22H +/-) tinha alguma rede aceitável, proveniente da antena de S. Luis.
            – 2019 – MEO terá deslocado a sua antena da Longueira para mais próximo da minha casa (4 a 5 Km de distancia +/-) – manteve-se a mesma situação; VODAFONE instalou uma pequena antena em Almograve (centro da Aldeia) – eu não tinha rede em casa; NOS manteve o que tinha.
            Resumindo, eu estou pouco informado mas bem experimentado. Comprei cartões de dados desta 3 operadoras para testar em iguais circunstancias.
            Maio de 2019 – MEO foi testar ADSL (ainda tenho a rede de cobre até minha casa. Nunca retiraram.) – Máximo garantido – entre 2 e 4 Mbits e um preço elevadíssimo já que são os únicos fornecedores e o preço é livre (confirmado junto da ANACOM).
            Desde Jul 2017 a pagar serviço NOS (TV Satélite, Voz e Net) sem que tenha o total contratado – reclamações são muitas e já me cansei.
            Em 2019, fruto de obras de criação de infra-estruturas da rede de águas do Alentejo, sei e vi que foram instaladas também as tubagens para que os operadores pudessem distribuir a rede de fibra. Contudo os 3 operadores continuam hoje a afirmar que neste e no próximo ano, não prevêem a comercialização deste serviço.

        • Hunter Pc says:

          Com o devido respeito pela sua opinião, mas não é assim. A MEO é infelizmente obrigada a praticar esses preços por não ter concorrência. Obrigada pela ANACOM, a partir do momento em que exista pelo menos 1 operador além da MEO, esta fica autorizada pela ANACOM a praticar preços mais baixos. Informem-se é acima de tudo proteste por a ANACOM proceder deste modo quando devia defender o consumidor, em vez disso está a defender as cotas de mercado dos concorrentes. Tristeza…

      • Filipe says:

        Tenho uma casa, distrito de Lisboa, em que tenho com sustentadamente 17mb em ADSL e em termos de rede móvel é 2g, apanha um traço 2/3 do tempo e no outro termo boa tenho rede nenhuma. Isto com qualquer um dos operadores

    • Joao Ptt says:

      Se for a seguir o exemplo anterior, vão exigir aos operadores que coloquem 5G em toda a parte. Onde houver um aluno tem de ter cobertura 5G, se os pais o solicitarem. As operadoras (aderentes ao programa €€€) não podem recusar a instalação em circunstância alguma, sob pena de fortes penalizações financeiras.

      • pobox says:

        Se o 4G não existe em todo o país, como vão implantar o 5G se necessitam de muito mais antenas… Desculpe mas desconhece a tecnologia.

        • Joao Ptt says:

          Porque se os operadores fizerem um contracto €€€ com o estado, terão mesmo de meter o sinal, foi assim com o primeiro programa do Magalhães… podem fazer um novo contrato desse género.

          Quanto a desconhecer a tecnologia, basta dizer que muito mais antenas é nas frequências elevadas, para ter as velocidades “loucas” prometidas, mas o 5G também usará frequências mais baixas, que não terão as velocidades “loucas” mas terão melhor cobertura de área abrangida… o que possibilita na prática o 5G em toda a parte, se os operadores quisessem mesmo… e que com um contracto com o Governo pode de facto obrigar as operadoras a gastar o dinheiro para ter a dita cobertura pelo menos onde houver alunos a querer tal serviço. Foi assim que o 3G chegou a muitos lugares que de outra forma nunca teriam cobertura 3G.

          • Filipe says:

            Foi assim? Como é que foi assim? Se tenho uma morada no distrito de Lisboa em que só apanho 2g fraco e cerca de 1/3 do tempo não apanho nada, tomara há 10 anos. Vives numa fantasia

  2. pedro says:

    lá vem aí uma nova bancaroota !!! isto é uma sensação de deja vu ….

  3. rikardo pereira says:

    abemus um novo socrates votem PS é sempre o caminho certo para um novo abismo

  4. Ricardo Gonçalves says:

    Vai fazer isto com que dinheiro? o pouco recuperado vai ser todo gasto nesta crise, só se aumentar a divida.

  5. Woot! says:

    Epá…espero que isto não seja verdade…

  6. Ramiro says:

    Deixem de pensar no umbigo. Há miúdos que nem comida de jeito quanto mais computadores ou net. Sem estas iniciativas que hipoteses é que esses miudos vão ter…

    • Enfim says:

      Sr. Ramiro se há meninos que nem comida têm então ainda mais estranha é esta iniciativa. Pois, até ver, os portáteis ainda não são comestíveis.

      • Ramiro says:

        Lamento mas o seu comentário está fora de contexto. Quando escrevi o meu, havia aí uns pobres diabos a ironizar que teriam de descer para ADSL.
        Mas se o senhor tem dúvidas de que o acesso ao conhecimento é das melhores armas que se pode dar a crianças, então não sei o que lhe diga. Deixe aos pais destas crianças carenciadas dar a base e deixe que estas iniciativas dêem acesso a coisas que eles jamais teriam capacidade de adquirir. Deixe-as aprender a pescar.

        • Enfim says:

          Sem dúvida que o conhecimento é a melhor arma (para o futuro). Infelizmente, como o futuro não mata a fome do passado a prioridade do presente é fornecer alimentação às crianças que passam fome. Portanto se estamos num país onde há crianças que passam fome seria absolutamente ridículo estar a pensar em equipar todas com portátil sem antes resolver esse problema de fundo.

          • Alexandre Júlio says:

            Isabel Jonet chegará a todas as crianças, com a ajuda da UNICEF. Se os pais não ficarem acomodados e lutarem para “vender o sol” de forma mais sustentável do que o turismo.

  7. Quarentena says:

    Este tipo de programas ja tem corrido o país desde o ano passado.. no entanto era pelas camaras ou colegios privados apoiados pelo programa de investimento #portugal2020 a minha filha recebeu um computador posso dizer até bastante porreiro no ano passado..

  8. Larico says:

    Não faças nada, fica em casa, é melhor.
    Dúvidas que vai haver bancarrota? Eu não.
    O que é que isto tem a ver com política?
    Só se for os subsídiosdependentes, que puseram o liberalismo na gaveta e vêm todos à t.e.t.a

  9. Alexandre says:

    Em vez de estar a investir dinheiro a desenvolver algo português, que obviamente vai sair mais caro, porque não fazem uma pareceria com uma grande empresa como a Apple e compram em massa os iPads dedicados a ensino e a Apple Pencil? Não só vão ter máquinas bastante capazes, para tarefas simples obviamente, como criação e edição de documentos, vídeos chamadas, OS e software robusto pensado e desenhado para ser implementação em salas de aulas, entre outras, hardware que apesar de desatualizado continua a ter boa performance e a boa qualidade de construção.
    Porque se for “outro” Magalhães ou algo do género o que se está a ver é que vão ser máquinas bastante fracas até para rodar o próprio OS e com o tempo ainda fica pior, a qualidade de construção vai ser em plástico e provavelmente não vai existir o conceito de stylus caso os alunos queriam usar para escrever como se fosse em papel e caso exista não vai ser uma experiência tao boa e refinara.

    • Miguel says:

      Doidinho. Por essa ordens de ideias, o Surface com Office para educação é muito mais capaz, e mais barato. A falha do magalhães nao se deveu à capacidade, mas à predisposição dos professores, alunos e pais para a tecnologia digital no ensino, que na altura era bem pior que hoje. Lembro-me na altura, imensos alunos do superior e professores, comprarem netbooks com processador Celeron ou Atom, para diminuirem a necessidade de andarem com cadernos, o Magalhães era igual, com um visual mais infantil (mas muito mais resistente). Agora, como houve uma necessidade repentina de haver aulas online, os professores aprenderam à pressa, aquilo que não quiseram aprender no passado. Eu trabalho numa Escola Superior de Educação, e mesmo aí eu via nos docentes a serem resistentes à tecnologia digital, agora já sabem mexer. Não tiveram outro remédio, acabaram com as peneiras. Foi gasto muito dinheiro, o objectivo era excelente, a execução travou porque foram resistente às mudanças.

      • Alexandre says:

        Para começar não sei a que iPad se está a referir (nota-se que falou sem conhecer as ofertas da Apple) o que eu estou me a referir é um de 400€, e pela pesquisa que fiz, o que tem um preço equivalente é o surface go que vem com um Intel Pentium, e eu não sei até que ponto é uma boa ideia oferecer um computador tão fraco a correr um sistema operativo exigente. E o Windows, que ao contrário do iPad OS, não tem nenhum modo de sala de aula em que o professor possa fazer restrições daquilo que o alunos possam ou não possam fazer durante a aula, no contexto de sala de aula o iPad OS ganha ao Windows, até o Chrome OS ganha ao Windows, referindo contexto de sala de aula de alunos do básico e do secundário, não do ensino superior.
        Quanto ao office acho completamente desnecessário, apesar de útil, existe a suite do office para iPad, mas uma forma mais económica é usar a da própria apple o keynote, o pages e o numbers, boas alternativas ao office e gratuitas, que apesar de usarem o seu próprio formato é possível exportar para o formato que corra no office.
        Não concordo o que diz quanto ao Magalhães, era bom naquilo que fazia que era introduzir as crianças ao mundo tecnológico, o problema que se põe aqui não é o facto do computador ser fraco, bem também é mas não é o que importa, o real problema foi o dinheiro investido no seu desenvolvimento e distribuição, que era algo desnecessário dado que já existia empresas com experiência no campo, como a Asus e os eee PCs, e os Magalhães eram de fiabilidade duvidosa eu tive o primeiro, mais concretamente quatro, dado que todos acabaram da mesma forma, avariados. Para um computador para crianças, não tinha a resistência para tal e quando é para investir em algo têm de ser capaz de durar o máximo de tempo possível e vem ai um problema da mentalidade portuguesa em que se pensa que mais vale comprar o mais barato e quando deixar de dar compra se outro, e se formos a ver compramos um equipamento com um pentium ao final de 2/3 anos deixa de funcionar com fluidez e depois compra-se outro, enquanto o iPad não o estou a ver ele a desacelerar num intervalo de 4/5 anos.
        Eu acho e concordo com o facto de que se deva investir dinheiro em objetivos mas as pessoas são resistentes porque não tem os meios eu vejo pela minha mãe que é professora do básico e do secundário ela usa muito o computador para dar aulas e da conversas que tive com ela sobre o assunto foi que ela não adota mais tecnologia na sala de aula por causa do controlo, equipamentos sem um modo de aula onde só podem entrar nas apps necessárias para a aula e a falta de recursos digitas intuitivos, apesar de termos são muitos confusos e pouco otimizados para dispositivos de toque, porque estamos a entrar numa geração em que as crianças não sabem usar rato nem teclado, mas sabem usar dispositivos táteis dai achar o iPad uma solução mais interessante, sim pode sair a nível de equipamento ligeiramente mais caro mas tamos a comprar algo que também dure e não comprar por comprar só porque é 30 ou 40€ mais barato e que afinal de 3 anos (longo prazo) acaba por sair mais caro.

        • carlos de aveiro says:

          O Magalhães não funcionam por os professores não estavam preparados/motivados para o efeito. A adopção não devia ter sido massiça, mas devia ter sido começada com projetos pilotos – assim colocou-se o carro à frente dos bois e houve um desastre… Os meus dois filhos tiveram à época um magalhaes… Mas as professoras da primária (dos dois) estavam à beira de se reformarem e naturalmente estiveram a marimbar-se para usar/aprender esta ferramenta e continuaram a trabalhar como sempre o fizeram… O Magalhaes, no caso dos dois, nada acrescentou, a não ser muita bricandeira com um dos joguitos…
          Anos mais tarde a minha mulher, enquanto professora do 2º ciclo do básico, usou uma nova versão do magalhães (em formato tablet – android), num projeto piloto com monitorização da universidade, formação para docentes e alunos e, ainda, conteúdos especificamente construídos para uso em contexto de aula. Este projeto foi desenhado e acompanhado ao longo de vários anos, com financiamento especifico (presumo que da UE). O retorno para os alunos foi obviamente diferente… Mas foi para um grupo especifico de alunos… Algo bem feito e bem pensado… provavelmente com pouca repercussão pública… Espero que usem o que aprenderam nesta iniciativa para desenhar alguma coisa a uma escala nacional…

          • Alexandre says:

            Sim o que afirma é verdade quando os primeiros Magalhães sairam eu encontrava-me numa situação idêntica ao dos seus filhos e até tinha uma professora que já tinha uma certa idade e ela mesmo não era adepta tecnológica e concordo com a iniciativa o que eu quero afirmar é que o estado não devia de gastar milhares de euros a inventar a roda, usando a expressão, porque ja temos ofertas excelentes da gigantes tecnológicas. Como os Chrome Books e os iPads. E para o estado fica muito mais caro desenvolver os seus dispositivos do que comprar a quem já tem experiência a desenvolve-los.
            Não esquecendo o facto que os Magalhães não tinham qualquer tipo de restrições para além do controlo parental, ou seja, mesmo que um professor quisesse usar um desses nas suas aulas não impossibilitava que os alunos tivessem a fazer outras coisas não apropriadas para uma sala de aula.

        • Miguel says:

          Eu apenas estava a seguir a linha de raciocínio dos tablets. Que, para crianças,l e jovens, não é de todo um instrumento prático. Deixam cair, estragam, partem os ecrãs, é a bodega. Duvido que um iPad seja mais prático que um portátil para trabalhar em ambiente de vídeo conferência com formulários e questionários online. O mesmo custo, permite laptop bastante decentes, chomebooks ou até mesmo hibridos. Friso, trabalho com Macs na área dos audiovisuais, tive iPad durante muito tempo, tenho windows, Linux e tablet Android. O custo benefício do universo Apple, exceptuando casos específicos, pura e simplesmente não compensa.

          • Alexandre says:

            Sim, o problema é que a google matou o conceito de tablet no Android com as versões mais recentes do sistema, quanto isso as versões mais recentes do iPadOS permite o uso de rato e teclado praticamente está-se a tornar o melhor dos dois mundos sendo mais barato que um tablet windows.Cada vez mais a tendência é os desenvolvedores apostarem mais em dispositivos táteis. Sim uma criança pode estragar e partir um tablet como um computador, mas o conserto é sempre é mais barato, simples e rápido num tablet do que num laptop. Quanto a escolher um sistema é sempre o mesmo problema aqui, é o software, sim fica bonito dizer que conseguiram comprar não sei quantos milhares de portáteis a 200€, mas vai sempre existir um problema, ou vão ser lentos, ou o sistema não esta preparado para ser usado em sala de aula, ou são limitados de mais. Porque é fácil escolher a coisa mais barata mas de que serve um portátil de 200€ se ele não está preparado para a aprendizagem(limitação de utilização durante as aulas) ou não cumpre TOTALMENTE o necessário(caso a internet esteja lenta o Chrome book torna-se inútil)?
            Os únicos sistemas que estão preparados para utilização em sala de aula são o Chrome OS mas não da para instalar aplicações é tudo baseado em web e nas escolas a internet é muito lenta, temos macOS mas os macs mais baratos são caros de mais para dar a crianças, e temos os iPads mais precisamente o iPad (10.2”) que encontram-se no meio e oferece tudo o que é necessário para uma aula sem contar com os descontos para educação. Fora isso NÃO EXISTE um sistema viável para dar a crianças em que funcione em todas as circunstancias nem Windows nem Linux.Eu digo isto porque ja usei maior parte das plataformas aqui faladas, diariamente uso windows, mac e linux ja tendo usado Chrome OS a única plataforma que não usei foi o iPadOS mas tendo um iPhone posso pelo menos dizer que o sistema é rápido e intuitivo para dar a crianças e o mais importante seguro tendo os pais bastante controlo sobre com quem é que a crianças falam, quanto tempo passa a usar o dispositivo até limitar as comunicações e os tempos. Apesar da solução que menciono aqui não ser mais cara até se calhar uma das mais baratas e simples de implementar porque o custo não vem só nos dispositivos temos licenças e implementações isso também custa e também sai caro.

          • Miguel says:

            Volto a dizer. Tablet não é de todo à melhor opção para os miúdos. O Linux tem imensas opções para a educação. Fazer um programa nacional, baseado numa distribuição nacional (caixa mágica por exemplo), colocando as opções de controlo parental e software de Educação, e por menos de 200€ tinha-se um portátil de 15polegadas, com tudo o que era necessário. Não é assim tão complicado. Eu tive iPad, é muito giro mas na hora, para produtividade não é nada prático. Uma stylus e um teclado custa os olhos da cara, pode-se perder, e em termos de aprendizagem de futuro, não se estão a habituar a uma verdadeira máquina de produtividade. Os tablets são muito bons, para a gestão de conteúdo, porque são práticos, mas para a produção de conteúdos são um pesadelo. Eu vejo os professores a mostrarem os powerpoints nos ipads, mas fazem-nos em casa, no PC ou Mac. Ou seja, tem dois dispositivos. É muito giro falar dos ipads, quando se tem mais dispositivos. Se só pudesse ter um dispositivo, qual escolheria? O iPad?

        • pobox says:

          Leva com Raspberry e já chega… Bem Bom!

        • Filipe says:

          Um Magalhães custava menos de 100€ a fabricar e era baseado, para não dizer exatamente o mesmo que a plataforma da Intel para computadores de baixo custo para países africanos. Um iPad mais resistente que um magalhaes? Isso é alguma piada? Só a bateria com uso intensivo vai-se ao fim de 1 ano…. Quanto a ficar lento, posso falar de experiência própria é ao fim de 3

          • david says:

            apenas há que educar as crianças a zelar por aquilo que lhes é proporcionado… pois até os livros … muitos estragam os livros que até “mete nojo” ao fim de semanas… olhamos para outros países… os alunos usam livros que a escola lhes fornece e são devolvidos para serem reutilizados em anos seguintes… ao invés de todos os anos cada familia gastar 500 ou 600 Europa em manuais…

            Contudo há os seguros… que vos custa uma quantia baixa… e que vos salva os equipamentos em casos de acidentes….

        • Alexandre Júlio says:

          Para além dos discos IDE-ZIF de 1.8″ e a bateria de backup difícil de trocar, os Magalhães de 1.a geração são úteis no Instituto Supeiror Técnico, como dispositos de “transição tecnológica” para instalações dependentes de sistemas obsoletos. Acesso remoto a Windows 7, XP, 2000… VNC ou RDP liga ao Magalhães, com Windows 10 LTSC x86. Suportado até 2029 e sem execução especulativa e cabe num SD card. O que é que os amigos do Linux podem propor?

    • Carlos says:

      Mete ai o Windows 10 se quiseres ver o processamento da máquina a 100÷ de utilização, boa sorte, ja a minha morre para o rodar é é 5x melhor que o Magalhães classico (digo por experiência propria)

    • Rau sa says:

      Gente fina e outra coisa e porque nao cravejadov a brilhantes!?

  10. Jorge C. says:

    Que venha com o Ubuntu 20.04 LTS. Seria genial!

  11. paulo rodrigues says:

    Existe algum sitio em Portugal sem acesso à rede eléctrica? Porque é que tem que existir sítios sem acesso à internet? Só espero é que não se deixem “comer” pelos operadores, com soluções de “desenrasque”…

    As desigualdades tem que ser combatidas… nada de situações como o Tv Fest…

  12. jaugusto says:

    As desigualdades combatem-se com projectos estruturais e não com esmolas…

  13. Dark Sky says:

    Bem, vamos lá pensar.
    O que diz o Primeiro Ministro de Portugal é que no próximo ano lectivo a situação do ensino pode não estar normalizada – e é preciso desenvolver o ensino não presencial, em que ter um computador e acesso à NET é fundamental. E muitos alunos não têm.

    É disso que se trata – igualdade de oportunidades para todos, em que também os liberais estão de acordo. Exceto os “caga e tosse” do costume – “O Estado que não gaste dinheiro com esses alunos, gaste comigo.” O que anda por aí de liberais e afins a estender a mão ao Estado é mais que muita.

    Eu cá voto Marcelo + Costa + Rio, que estarão de acordo.

  14. darkvoid says:

    Como se vai chamar? Austeridade 2.0?

    • Alexandre Júlio says:

      Eu prefiro chamar “Empreendedorismo de Estado”. Prefere ser investidor ou facilitar o investimento? Eu procuro bons telhados para colocar painéis fotovoltaicos. Há 4 países ricos, ditos “frugais”, que não negam isto: um painel fotovoltaico gera mais energia em Portugal, do que na Suécia, Dinamarca, Países Baixos, ou Áustria. Poderemos começar a fazer o “walk the talk” da “Fundação Thunberg”?

  15. Luis says:

    Mais dinheiro prós amigos 🙁 Isto não resolve nada. Muitos dos anteriores Magalhães iam diretamente para o OLX. Estão a fazer TUDO ao contrário. Equipem as escolas com material decente e deixem-se de tretas.

    • Ivo Soares says:

      Para que equipar as escolas se os alunos não podem lá ir?

    • Dark Sky says:

      Ó Luís, o Ivo afundou-te o porta-aviões 🙂

    • Filipe says:

      Se iam para o OLX, o problema é depois dos pais, ou não?

      • david says:

        Não/ sim!
        É necessário consciencializar os Tugas que nem tudo é uma negociata, ou que podemos fazer tudo com as “borlas” que nos chega!
        essas pessoas deviam ser responsabilizadas, pq esses equipamentos que vos chega a baixo custo, de alguma forma todos os portugueses estão a pagar através de impostos!

        Acho que as pessoas deviam pensar duas vezes antes de cada negociata! mas claro… estão se a marimbar… querem é se desenrascar! não importa se todos pagamos para alguns terem alguma hipótese de terem um futuro melhor e por conseguinte criar a futuras gerações tb um futuro melhor!

      • Alexandre Júlio says:

        Eu prefiro receber os Magalhães de borla, entregues pelos recém-chegados ao Instituto Superior Técnico. Há muita gente que não quer instalar software. Nem sequer o Office 365…

  16. ermac39 says:

    Por amor da santa! VOTO CONTRA!

  17. pobox says:

    Leva com Raspberry e já chega… Bem Bom! Entre 50 e 80 euros e cada um compra um teclado e um rato. Depois ligam à TV. Muito bom mesmo

  18. Matiofsky says:

    Finalmente uma medida de nivelamento social em prol da revolução tecnológica! Se vier com linux é brilhante, segue-se uso de aplicações web de qualquer gigante tecnológico com foco em produtividade e colaboração, abre-se as portas ao ensino de programação nas escolas… tanto por fazer mas a ferramenta estará lá. E não será só a distribuição, deveria ser rede de suporte para cobrir garantia e resolver abusos. Em seguida vem um pacote de internet tipo básico (25MB/10MB) ou comparticipação do estado num serviço subscrito… Podemos dar um salto quantitativo e qualitativo na revolução tecnológica, transformar um desafio numa oportunidade!

  19. poiou says:

    Em relação ao windows não dar para sala de aula/já alguns.foi ver as soluções da Microsoft especificas para educação?
    Uma vez que muitas escolas usam.infraestrutura Microsoft, podia ser uma solução.

    • Vivas says:

      e disto que ce trata. so um estupido nao ve.

      • Alexandre Júlio says:

        A Eng.a Paula Panarra precisa de incentivo público para patrocinar uma edição “Escola de Verão” do #EstudoEmCasa, pensada no “Upgrade Tecnológico” dos adultos. A começar pelos docentes. Acreditam que ainda há quem peça aos pais/encarregados de educação para comprar/instalar o MS Office, em vez de usar o http://www.office.com de borla?

  20. Ricardo Oliveira says:

    Típico dos Governantes que “governam” para as sondagens e por impulsos populistas!

    Tivemos cá em casa um Magalhães, dos primeiros. Essa “maravilha” tecnológica, com cerca de 11/12 anos, demorava (em novo) uma eternidade a ligar e conectada a linha uma ADSL 24Mbit contratados (q nem a 5 Mbits chegava), daria para aulas/ensino Online? Mesmo na altura?…claro q não!

    Ok, foi à 11/12 anos atrás…mas no mesmo sítio (a 5Km de uma capital de Distrito), onde a fibra apenas chegou no ano passado (2019)…mostra claramente q ainda há muito trabalho a fazer.

    Afirmar q “…existirá acesso universal à Internet dos alunos dos ensinos básico/secundário e disponibilização de equipamentos informáticos.” É completamente demagogo e irrealista.

    Começar a casa pelo telhado…novamente! A história não ensina nada a estes gajos.

    • Miguel says:

      A primeira coisa que fiz num Magalhães foi meter um Linux mais leve. Até voava… Mas isso dá trabalho a pesquisar. A tecnologia atual é muito mais capaz daquilo que o Magalhães era, não comparemos. Não se preocupem, que não vão buscar o Magalhães para distribuir outra vez.

  21. Alfredomartins says:

    Vem aí um Magalhães ainda melhor que o anterior mas esse ainda existe? Ele se calhar enganou-se queria dizer ainda pior e agora não tem cá o antigo presidente Hugo Chaves para o atirar ao chão para fazer o teste de resistência

  22. Ricardo says:

    Em 1 lugar comecem a investir numa cobertura a 100% de rede de Internet, 2 Lugar no projecto Magalhães(2 ou3 ou com outro nome), Formação aos Docentes para estarem qualificados para mexer em novas tecnologias !!!!!!!!

  23. Ze esteves says:

    PS vai tirar a barriga de miséria.

  24. Vasco Santos says:

    Se o governo quer que os alunos tenham Internet em casa, tem que passar das intenções aos actos.
    Por exemplo, na minha freguesia e no local onde eu moro existe uma linha de fibra que passa para para uma ligação num ponto da freguesia.
    Quando peço à meo que faça uma ligação eles negao, alegando que não existe linha de fibra na minha zona, quando ela passa mesmo à minha porta.
    Vendo – me obrigado a ter uma Internet 3G que não ultrapassa 1mega.
    Quando o nosso governo exigir que as operadoras tornem um país sem desigualdades aí sim que tenha um sistema de ensino à distância.

  25. Oliveira says:

    Num espaço de um mês formaram-se especialistas em medicina, enfermagem, outros tantos noutras áreas, e agora também de informática. Para não alongar a coisa, vai-se adelante. Sempre que um governo tenta fazer algo de bom para os seus concidadãos, aparecem logo os constatários, os que sabem de tudo. O que se diz; o SO é tem que ser o 10, a NET só pode ser 5G, o Magalhães já era, tem de ser Bartolomeu. Podem criticar, mas desculpem, quase toda a gente tem TM, e pelo preço de um, dá perfeitamente para comprar um PC de sala usado. Dizem:está desatualizado, ninguém gosta desses mimos, fica mal ali naquela secretária. Enfim. Essa dos alunos não terem, não têm porque nunca quiseram. investe-se mais num Audi, ou BMW do que na educação dos filhos. O que acho realmente é que os pais tem pouca paciência, por ter os filhos em casa. Outra opção e telescola. Não tem de comprar nada. Só tem de fazer exame no final. E aí vê-se.

    • Rui Carriço says:

      BRAVO!

      Tocaste nos pontos todos. Igualdade de acesso à educação hoje significa providenciar acesso à internet a todos os alunos, de uma forma razoável e equitativa.

    • Enfim says:

      Esse início é simplesmente falacioso e demagogo. Obviamente que surgirão contestatários (julgo que era esta a palavra que procurava), seria estranho se assim não o fosse, numa democracia. Ainda mais depois de uma má memória, recente. Agora, misturar o “saber tudo” com o direito à opinião é simplesmente lamentável.
      Para concluir: Tendo em conta os 71 comentários, num país de 10 milhões, onde o maior número de formados é na área de IT, parece fácil concluir que pessoas capazes de debater este assunto, com algum detalhe, não são difíceis de encontrar…71 seriam até muito poucas.

      • Alexandre Júlio says:

        Enfim, talvez possa promover um referendo on-line? Para escolher a(s) melhor(es) plataforma de hardware+software? O que mais gosto dos Magalhães é estarem disponíveis às dezenas, nos alunos que entram/entraram na Universidade.

  26. Amadeia says:

    Mais um Magalhães, filha da p_[a, estás a tramar a malta. Pareces o Sócrates da sala 44.

    • Alexandre Júlio says:

      Muitas dessas Senhoras poderiam ser convertidas a Assistêntes Sociais, para proteção de menores. Mais atentas a casos como Valentina.

  27. Enfim says:

    Tanta conversa partidária e ideológica irrelevante e ignorante. Aqueles que de momento atacam o privado terão noção de onde o estado vai buscar a maior fatia do seu dinheiro para agora poder ajudar as pessoas? Terão noção que sem um sector privado mais forte Portugal não sairá da cepa torta? Terão noção que sem o sector privado mesmo sem uma pandemia o desemprego seria abismal? Terão noção que estes governos se aproveitam da divisão e ódio aos empresários para ganhar votos? É bom que os portugueses percebam que se tem de valorizar quem tem iniciativa própria porque estes tipos de governo nada farão por Portugal. Tenham respeito por quem gasta recursos próprios sem uso do dinheiro público para numa situação destas ajudar quem mais precisa. Este tal governo que tanto crítica os liberais ainda não o vimos a fabricar viseiras ou máscaras sem recorrer a dinheiro público, mas os liberais, esses diabos, já e continuam a fazê-lo doando material, e serviços enquanto este estado fica a olhar. Este tal estado que nunca se recusou a cobrar impostos a quem quer que fosse agora recusasse a pagar os salários na totalidade a quem mais precisa. Entretanto, para os mais esquecidos, este foi o mesmo governo que injectou mais uma quantia recorde no Novo Banco em Dezembro. Ficando ainda mais 3 mil milhões pra serem injectados em 2020. Não defendem as pessoas nem defendem ninguém apenas os interesses. Tenham vergonha! Dizem que o liberalismo foi agora posto na gaveta? Curioso, porque as próprias ideologias do PS já estão na gaveta desde há 5 anos.

    • Alexandre Júlio says:

      Na minha perspetiva, Mário Ferreira está a fazer melhor do que os herdeiros do Eng. Belmiro Azevedo ou de Alexandre Soares dos Santos. Poderemos contar tb. com o seu contributo, no Empreendedorismo do Estado Português? A TAP precisa de um PER: Processo Especial de Revitalização.

  28. Enfim says:

    Tanta conversa partidária e ideológica irrelevante e ignorante. Aqueles que de momento atacam o privado terão noção de onde o estado vai buscar a maior fatia do seu dinheiro para agora poder ajudar as pessoas? Terão noção que sem um sector privado mais forte Portugal não sairá da cepa torta? Terão noção que sem o sector privado mesmo sem uma pandemia o desemprego seria abismal? Terão noção que estes governos se aproveitam da divisão e ódio aos empresários para ganhar votos? É bom que os portugueses percebam que se tem de valorizar quem tem iniciativa própria porque estes tipos de governo nada farão por Portugal. Tenham respeito por quem gasta recursos próprios sem uso do dinheiro público para numa situação destas ajudarem quem mais precisa. Este tal governo que tanto crítica os liberais ainda não o vimos a fabricar viseiras ou máscaras sem recorrer a dinheiro público, mas os liberais, esses diabos, já e continuam a fazê-lo doando material, e serviços enquanto este estado fica a olhar. Este tal estado que nunca se recusou a cobrar impostos a quem quer que fosse agora recusasse a pagar os salários na totalidade a quem mais precisa. Entretanto, para os mais esquecidos, este foi o mesmo governo que injectou mais uma quantia recorde no Novo Banco em Dezembro. Ficando ainda mais 3 mil milhões pra serem injectados em 2020. Não defendem as pessoas nem defendem ninguém, apenas os interesses. Tenham vergonha! O problema aqui não é ideologia mas dizem que o liberalismo foi agora posto na gaveta? Curioso, porque as próprias ideologias do PS já estão na gaveta desde há 5 anos.

  29. Test User says:

    Melhor era um Chromebook no curto prazo.
    A longo prazo era melhor Linux. Era primeiro passo para alargar uso nas empresas e aparecimento novas soluções.

  30. Mobitec says:

    Que o equipamento seja da Insys ao menos.

    • Alexandre Júlio says:

      O que é que a Inforlândia nos pode propor?
      Tenho equipamentos da JP Sá Couto (Magalhães de 2008) a prestar bom serviço.
      Poderemos falar sobre o vosso processo de teste/burn-in dos Insys?

  31. Ant Sou says:

    Se estamos numa de inovação, por que motivo não legislar para permitir o que acontece no Brasil, em que é possível criar operadores de âmbito local.
    Usam as bandas ISM e equipamentos de baixo custo para prover serviço aos Clientes onde os grandes operadores não prestam serviço por não ser interessante para eles em termos económicos.
    Posso afirmar que vi muitos locais com acesso qb, serviço prestado por esses “micro” operadores, onde as Oi, Telefonica, Vivo e Tim não chegavam.

    • Filipe says:

      Não existe nada que impeça em Portugal a existencia de operadores locais. A questão é que como os nacionais já chegam a todo o lado, embora com qualidades de serviço desiguais, não há operador local que resista

  32. Matiofsky says:

    O Pais é desigual, assimétrico, o que o governo pode fazer é tentar nivelar por baixo de modo a assegurar os mínimos, financiados pelo Povo e empresas através de impostos, se forem investidos na educação, não serão investidos noutro sector, logo exigir mais vai ter maiores consequências ou assimetrias. A sociedade em geral tem de complementar o que o governo providencia.
    As soluções não podem ser únicas, querer as mesmas soluções em aldeias do que nas cidades é demagogo (internet com igual velocidade, por exemplo), pois a comparticipação dos cidadãos na criação destas infraestruturas é desproporcional. Ter internet rápida na cidade em casa, pode ter que passar por centros de internet (kiosks) nas aldeias (exemplo), assegurando um serviço capaz adaptado ao contexto (200MB vs 20MB).
    Ter um PC por aluno não é demagogo, se correr linux (PC com 10+ anos faz isto sem problemas) e tiver um browser (chrome, firefox), com acesso a serviços na cloud (Google ou outro), que possam sincronizar conteúdos para consumo offline, que possam ser editados e guardados localmente, para a posteriori serem enviados para avaliação num site, é fácil de fazer e será um contributo enorme para suportar a revolução digital nas escolas (formatar novas gerações para uma realidade paperless, digital first e deixá-los descobrir e nós aprender como ver o mundo em formato digital). Não esquecer que se o governo implementar esta medida, irá dar um sinal claro para que outra empresas invistam nesta área, exemplo disso será o suporte a estes computadores.
    Se se ensinar os alunos a programar, que pode começar no ensino básico com conteúdos STEM e ir até ao secundário com qualquer linguagem de programação (acho que linguagem única é um erro, talvez se pudesse oferecer opções como hoje se faz com línguas – espanhol, alemão vs php, html5), iremos ter no final cidadãos que irão eles próprios desenvolver outras revoluções digitais, talvez criar novas empresas TI com foco em qualquer área da sociedade, da agricultura e pecuária (sector primários) á industrias transformista, passando por startups e novos modelos de negócio (futuras Uber, AirBnbs, etc).
    Não há soluções mágicas para estas questões, há princípios de solução, que têm depois de continuar a ser desenvolvidas á medida e localmente para serem eficazes, com alunos, professores, pais, governo local e central, empresas e vai-se errar, espera-se que também aprender, mas acima de tudo fazer e aprender novamente a fazer melhor. E foi um virus que iniciou esta revolução…

    • Alexandre Júlio says:

      Uma pandemia já prevista pela bgC3 LLC, instalada em 2008.
      A face mais visível é o TED2015 de Bill Gates. P.f. procure-me no LinkedIn.

  33. david says:

    Factos… (não levar a letra pq há docentes e docentes)
    Classe Docente, é uma classe que está envelhecida e adversos à mudança!
    Classe Docente está “agarrada” ao “tacho… e todos os anos, mudam os livros (tacho para os amigos da editoras) … mas a matéria é praticamente ou é exactamente a mesma ano após ano… muitos até tem já os seus apontamentos amarelos, e outros até já os plastificaram para nao se estragarem, dada a má vontade de os actualizar…
    O primeiro magalhães foi sim maioritariamente um tacho mas não colou pq tal como a classe média, a classe Docente é tb ela de grande peso social, e difícil de mudar!
    iPad vs portátil… um não substitui o outro… Mas se é um facto de que… se os manuais passassem de físicos a digitais, as livrarias iam sofrer e a editoras tb! tachos a manter… pq actualizar nao interessa…
    Falamos no IPAD mas porque nao falamos em Remarkable (exemplo)
    Mas voltando ao iPad vs portátil… é um facto que i iPad é caro, mas sim seria um equipamento muito, mas muito mais versátil para o ensino do que um portátil… tem mesmo imensas possibilidades extremamente completo, simples e prático para tanto os professores como os alunos…
    Microsoft Windows é um sistema que é bom, mas não se torna prático… os alunos fazem o ue quero, instalam o que querem, baralham aquilo tudo, não tem cuidados, é necessários antivírus, e uma maior manutenção dos mesmos para que estejam operacionais… e não é possível controlar o equipamento para que seja feito apenas e só o que o professor esta a pedir… enquanto que o iPad é possível… e acho que até o Chromebook tb pode fazer o mesmo…

    Falam que é equipamentos que podem cair, podem se estragar danificar etc… e os portáteis nao? já que querem pagar tachos – seguradoras…

    Baterias? iPad dura imenso tempo, muito mais do que a maior parte dos sistemas com Windows… embora alguns recentes tablets com windows já tenham uma durabilidade de bateria muito mas muito superior…

    Não estou com isto a ser tendencioso… mas sim a que seria um investimento com uma base muito mais solida… as aplicações mais estáveis, actualizações por tempo superior, a Apple tem descontos para estudantes… não é necessário uma enorme manutenção do equipamento… e os vossos filhos não carregariam quilos de cadernos e livros para as escolas… um portátil a preços simpáticos pesa uns pelos 2KG… um tablet quanto pesa? mesmo que leve o carregador consigo….

    Sejamos realistas… e práticos…

    Não sou fã Apple, uso desde Windows, a Android, iOS etc logo para mim, emergência igual… mas para vós pais e professores é uma menor dor de cabeça… menor tempo útil para todos se adaptarem…

    É caro? mas será que nao compensa? entre, tempo de preparação, adaptação, e cuidados dos pais em casa etc etc etc…

    • Alexandre Júlio says:

      Estou bastante satisfeito com o Lenovo Thinkpad X230 + rato Wireless Lidl. O pacote custou 200Eur e não deve ser difícil repetir este feito. Gosto de equipamento “experimentado no mercado”. Estou farto de DoA e “Teste/Burn-in por conta do utilizador”.
      Nos passos para um mundo mais sustentável, receio que os tablets iOS e sobretudo Android se tornem “placas vidradas”. O Magalhães original ainda é útil no Instituto Superior Técnico, graças ao Windows 10 LTSC x86.

  34. Sonia Estrela says:

    Isso e verdade sobre estou Magalhães

  35. nelson mota says:

    eu acho que o socrates vai ser novamente chamado a justiça por causa do magalhães

    • Alexandre Júlio says:

      Precisamos de “vender o sol” de forma mais sustentável do que o turismo. Talvez o maior Engenho de José Sócrates venha a ser a venda de tecnologia portuguesa ou Made in Portugal ao exterior.
      É mais útil um vendedor que ajuda a pagar as (próprias) dívidas, do que um detido dependente do Estado. Qual será a SmartBand que ele gosta mais?

  36. Matiofsky says:

    Agora que já salvamos a TAP (1,200 milhões) e ficamos donos desta empresa (quando for necessário la iremos outravez, o que os sindicatos já estão a sonhar), em vez de tentarmos uma solução diferente como uma companhia Ibérica, que servisse propósitos de PT e ÉS… onde está o dinheiro agora para a revolução na educação? Já se fazem planos para aulas presenciais, o vírus mudou para algo menos contagiante? E se houver um surto e alunos em certas localidades tiverem que ir para isolamento, como vão recuperar as aulas perdidas? E se algo grave acontecer com aluno ou suas famílias, quem vai ser responsabilizado? Irreal!
    E se a escola virtual se mantiver, e ao invés de se fornecer um produto pronto a usar, se fornece-se um produto mais instruções de como preparar para que País e crianças aprendessem a usar o seu PC e a cuidar dele? Com componentes fáceis de substituir ou melhorar conforme as carteiras dos EE e com vídeos no YouTube de como o realizar? Tanta forma diferente de resolver estas questões, não fazer e arranjar desculpas não é aceitável pois tudo se poderá fazer, desde que haja vontade!
    Política, educação, saúde, governo ou desgoverno, estes são tempos insólitos, mas que expõem as verdadeiras cores de quem lidera e participa nestas áreas. Os portugueses são um povo com as suas características, esperemos que sejam as melhores que irão emergir e possamos mostrar ao mundo o nosso valor.

    • Alexandre Júlio says:

      Já temos Engenheiro-Economista para coordenar o Processo Especial de Revitalização da TAP. Temos 12 sindicatos, 1 por cada mês do ano. Quer ajudar com o pessoal técnico?
      https://www.iapmei.pt/PRODUTOS-E-SERVICOS/Revitalizacao-Transmissao/Revitalizacao-Empresarial/PER-Processo-Especial-de-Revitalizacao.aspx

    • Alexandre Júlio says:

      No que diz respeito ao ensino, nesta luta [global] pela nossa sobrevivência, qual é que deve ser o papel do aluno/estudante?
      Na minha opinião, aprender a (sobre)viver. Esta perspetiva de Hong-Kong sobrevive bem num regime de (semi-)internato. Deve ser maximizado o tempo de aulas a céu aberto, para minimizar o risco de contágio:
      https://www.youtube.com/channel/UCZNs3V283RIvZqoUfk-3hSA
      O espaço de refeição deve ser tão amplo qt. possível, ao ar livre sempre que possível.
      A refeição em espaço interior deve ser coordenada, por forma a minimizar as pessoas a comer (sem máscara) num mesmo espaço. Pelo menos até que a TAP valide um modelo de máscara compatível com o tubo da máscara de oxigénio, utilizável em caso de despressurização da cabine de um avião. Esta máscara compatível com a ingestão de líquidos, potencialmente tb. de batidos de baixa viscosidade poderá tornar-se numa nova “máscara social”.
      O Chefe-Experimentalista Ljubomir Stanisic já foi convidado a desenvolver novas refeições (batidos) para a TAP.

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