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Vêm aí novidades para o Cartão de Cidadão


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. Francisco says:

    Onde se pode arranjar um leitor para o CC que seja simples e barato claro?

  2. José Tavares says:

    E se pensassem em aumentar o tamanho das letras e números? Quem faz isto são borucratas de gabinete que não têm nenhuma noção de como as coisas funcionam no terreno.

  3. David Guerreiro says:

    14€ é caríssimo! No Aliexpress vende-se a menos de 10€, e agora no dia 11 vão haver descontos, ainda fica mais barato.

  4. Pedro H. says:

    Boas. O CC podia ser um “One Ring” á lá Senhor dos Anéis.
    Alguns exemplos:

    1) Poder usar o CC como cartão multibanco, crédito, etc. Uma pessoa só tem de saber o seu PIN. Claro que outros meios de segurança terão de ser aplicados, mas, ter muitos cartões na carteira considero excessivo.
    2) Poder passar o cartão nas caixas de supermercado e automaticamente poder, para além de pagar, assinar a factura com o meu NIF e também poder usar o cartão do supermercado (poupamos esforço para lembrar do NIF e está logo associado ao cartão do supermercado )
    3) (off topic ) A Administração Pública podia dar directivas de configuração nas mais variadas plataformas web e não só Microsoft.
    4) Usar o cartão para marcar o ponto na empresa onde trabalhamos ( através de um QRCode impresso por exemplo )
    5) Assinar e/ou pré preencher formulários de encomendas online. ( para isto o Estado poderia fornecer uma morada com os nossos dados, morada de envio facturação ) Depois o utilizador confirma os dados e manda para a loja.
    6) Guardar uma referência a uma base de dados genética da pessoa para servir propósitos biométricos e/ou identificação ( caso a tecnologia o permita )

    Em conclusão, toda a estrutura do que é o “Cidadão” deveria estar centralizada ( digo centralizada mas não no contexto de uma só máquina ) numa base de dados onde todos os nossos dados, seja saúde, finanças etc, estivessem acessíveis e o CC fosse uma porta de entrada em que assim que somos atendidos em algum lado, especialmente na saúde, o médico já tem toda a informação que necessita e o nosso farmaceútico, já possui as últimas receitas dos medicamentos que precisamos levantar. Poupa-se papel ( não é dinheiro infelizmente ), árvores e o tempo que perdemos a pôr o NIF em tudo o que é facturas…

    Claro que, num mundo perfeito isto poderia acontecer sem preocupações com violações de privacidade e a própria segurança da identidade da pessoa.

    😀

    • pedro says:

      É uma ideia muito boa mas com varios defeitos…
      1º ao funcionar como MB, alem de nao teres como selecionar num terminal qual dos cartoes queres (MB ou Visa) ha o deifeito de nao ter banda magnetica… A banda magnetica praticamente ja nao é usada ca mas ha muito pais que ainda usa.
      2º Passar o cartao com cartao de fidelizaçao… Estas a ver os hipermercados a trocar de codigo de barras para leitor de chip? Estas a ver o estado a correr todos os hipermercados para que adiram? Estas a ver o que é meteres o teu codigo pessoal em tudo ate numa simples compra a dinheiro?
      4º Primeiro seria necessario que as empresas investissem em sistemas QRcode… E porque QRCode se em tudo o resto usas o chip? para isso tambem usavas o chip e metias o teu codigo MB para autenticar…
      5º Isto é tecnicamente possivel, agora é necessario as empresas aderirem
      Quanto a ideia do CC usar para receitas,etc implicava a modernização de todas as farmacias do pais, alem de “obrigar” a todos a ter CC, a ligar tudo a uma base de dados, etc…

      Sao coisas com elevados custos de implementaçao por mais simples que a ideia pareca

    • Vejamos, então seria o paraíso..ou não.
      Mas porque raio tem que ser a informática a resolver os todos os problemas que existem e à custa disso já se pode pensar que um sistema resolve tudo.. haja muita paciência para estes comentários. Qual é a dificuldade com os cartões afinal? Meta um chipe ou faça uma tatuagem com um código de barras. Satisfeito? Ainda não? Então arranje-se. Lamento muito mas estas ideias de agrupamento não são para mim, e duvido que esse seja o melhor caminho, no entanto a maior cambada de carneiros está a permitir. Infelizmente.

    • Francisco says:

      Pedro H

      A sério?

      1) Pagar com o CC? Com que dinheiro? O CC é um cartão de identificação jamais poderá ser um cartão de pagamento. Demasiados cartões? Também os tenho, se calhar está na altura de deixar para trás cartões que raramente uso. Digo eu.

      2) Passar o cartão num supermercado para obter o NIF na factura, para ser mais rápido. Talvez um 2 ou 3 segundos. Dizer 123 456 789, ou ter que procurar o CC, entregar ao operador da caixa, passar o CC, tornar a devolver o CC e arrumar na carteira. É fazer as contas, além do que o risco de clonar cartões está sempre presente. Com as tecnologias tudo é possível por muito que digam o contrário.

      3) É verdade.

      4) É uma ideia, mas hoje em dia já há vários sistemas de ponto sem cartão.

      5) Esta é a ideia mais disparatada. Passar para a mãos de terceiros os nossos dados pessoais quer compres lá ou não? Mas…. já existem há muito tempo extensões para o teu browser que faz isso automaticamente. Só precisas de estar a atento a ver se está tudo bem antes de confirmar.

      6) Isso obrigaria a que todos nós fizesse-mos o perfil genético, não sei até que podo isso é legal. Desconheço.

    • Anónimo says:

      1) É só falar com a SIBS para autorizar a sua utilização (implementando a autenticação do PTID e associação à conta/entidade bancária). Queixe-se à SIBS, porque isso é limitação “política” e não tecnológica.

      2) Aí o ideal era ter NFC embutido (como tantos outros já têm). Toca a carteira no terminal e já está!

      3) Já dá… ainda há coisa de um ano fiz uma página em PHP a correr num servidor Linux que autenticava as pessoas com o CC (na máquina do cliente). As máquinas cliente tanto eram Linux, como Windows ou mac, e tudo funcionou perfeitamente. — Tive de actualizar umas bibliotecas porque tinham acabado de sair novos cartões, mas tudo se resolveu.

      4) E qual é a segurança do QR (qualquer um o lê!)? Para ser honesto nem estou a compreender a utilidade do QR para o efeito, é só mandar a localização para um sistema central usando uma OTP e posteriormente validar essa localização num terminal que dê para usar o cartão. Simples e muito mais seguro.

      5) Não há nada que impeça de implementar isso hoje mesmo, só falta o software e vontade para o criar (dica: nem tudo tem de vir da “mama” do estado).

      6) Já tem e está embutido no próprio cartão, aliás como o BI sempre teve impressão digital (e o CC também permite autenticação pela(s) mesma(s)).

    • JP says:

      A comodidade seria imensa por tudo aquilo que refere. Presumo que a optimização do conceito levar-nos-á a esse nível num futuro próximo, ou seja, aglomerar tudo em torno de apenas um chip, embora concorde também com o Filipe e o PD que receiam a sociedade Orwelliana, ou, pelo menos aquilo que George Orwell prescreve quando publicou nos idos 40’s o livro ”1984” em que o mote seria ”the big brother is watching you”. Sei lá, não me atrevo a fazer futurologia, se por um lado é bom, pode obviamente existir a outra face da moeda.

    • Ruben says:

      Isso de marcar o ponto já é utilizado. Na minha universidade marco presença passando o cartão no leitor à porta da sala. Apenas é preciso as empresas investirem nisso

  5. Filipe says:

    Pois é Pedro H.
    Big Brother… já chega o da TV que infelizmente “cultiva” o Zé Povinho…
    E esse te garanto não é o meu mundo perfeito 🙂

    • Pedro H. says:

      Vou colocar o caso da saúde.

      Um gajo é atropelado e não se pode mexer. Vai ser operado.

      O Hospital sabe alguns dos meus dados porque já tive lá umas quantas vezes, mas será que sabe que tenho estado a tomar um medicamento que preciso de tomar de X em X horas, porque caso contrário posso morrer se não o tomo?

      Depois o que acontece?
      “Olhe, nós no Hospital não sabíamos que o paciente tinha de tomar o comprimido porque não tínhamos a informação.
      A receita para o medicamento não foi prescrita aqui por isso não tínhamos essa informação.
      A nossa investigação concluiu que o paciente consultou uma clínica privada e foi lá que o médico, que não está relacionado com esta instituição, receitou o medicamento.”

      A falta de informação sobre um doente resulta em demora no tratamento e nisto, muitos de nós queixam-se que demoramos muito tempo a ser atendidos.

      Das vezes que fui parar ao Hospital, perguntam-me sempre se sou alérgico à penicilina.

      Eu fico a pensar como é que num Mundo informatizado que existe hoje em dia, uma instituição como o Hospital já não tem isso em ficha? Não guardam a minha resposta? Todas as cirurgias e tratamentos de sintomas não ficam numa base de dados?

      Talvez um dia possamos deixar de ter receio que o Estado entre na nossa vida privada.
      Se lhe apetecer, o Ministro da Admin. Interna manda uma cartinha para o banco e diz isto: “Este individuo é suspeito terrorista e quero saber todos os movimentos financeiros dele”. Está feito.

      A preocupação é o Big Brother dizem vocês. Creio que até mesmo o PPlware, em alguns artigos, que telemóveis oriundos de fabricantes da China sacam os nossos dados sem sabermos. O telefone sai barato, mas a que custo, realmente?

      E os nossos Operadores? Metem software deles nos nossos aparelhos e sabemos o que esse software faz lá dentro? Qual a garantia que os operadores não nos espiam quando querem ou quando a polícia vai lá com um mandato a dizer “espia lá este número”. Basta existir um backdoor no software e está feito. Todos os nossos contactos, selfies e sms ali, à mão de semear e ninguém se apercebe.

      Se calhar estou a ser paranóico, mas vejam o exemplo dos Estados Unidos com a NSA a espiar os cidadãos norte-americanos sem levar nas orelhas. O que impede de isso acontecer aqui? Nós? Se isso acontecer fazemos o quê? Manifestamo-nos e levamos porrada da polícia de novo?

  6. PD says:

    Big Brother is watching you…, quantos mais dados mais vulnerável. No entanto o cartão de cidadão deveria de ser o unico documento para se poder votar, E EM QUALQUER ZONA DO PAIS! não necessáriamente na nossa freguesia, isto é a coisa mais sem jeito que existe. Eventualmente haveria menos pessoas a não votar. Muita gente esta fora da sua area de residencia e nem se dá ao trabalho de ir votar. Isto sim, é tornar a vida mais fácil ao cidadão.

    • Pedro H. says:

      +1 PD. Esqueci-me do voto electrónico.
      Não sei se concordo quantos mais dados mais vulnerável. Nós temos a tendência do medo, quando já tivemos a coragem para desbravar Mundo. Eu por mim, prefiro ir ao Hospital com sintomas já conhecidos e ser logo despachado.

      Ou então ir a uma loja de roupa e saber de imediato onde está a roupa que, 85% de certeza me vai servir. Ou até mesmo ter um serviço de televisão em que me mostra aquilo que realmente gosto de ver a horas decentes.

  7. Ainda bem que temos gente visionaria e tecnologica em solo lusitano…
    E para quando a morada do ‘cc’ actualizar directamente a da carta de condução? Drsculpem a mentalidade reduzida mas para ser alguem tem de se começar por baixo….
    Cumps a todos, leitores e redação…

    • Pedro H. says:

      +1 Carlos Viegas

      Esqueci-me desse pormenor.

      Já agora acrescento o cartão das vacinas e a cédula de nascimento.

      Como resolveriamos informaticamente o pessoal que já faleceu? Espero que depois, em situações de voto electrónico, os falecidos deixem de aparecer nos livros eleitorais :p

  8. Ricardo says:

    Seria útil as empresas de restauração e outras poderem ler o CC para a emissão de facturas.
    É uma chatice estar sempre a dizer o número de contribuinte em voz alta e alguns casos a morada completa!

  9. Jorge Rodrigues says:

    Juntar o CC e o cartão de descontos do mini preço é que era

  10. Fábio Carvalho says:

    Eu só queria conseguir assinar pdf com assinatura digital do CC. Infelizmente quando tento colocar a assinatura, começa a tentar entrar nuns servidores quaisquer para autenticar e nunca dá…

  11. MárioM says:

    Os Portateis mais recentes costumam ter uma ranhura para isso basta.
    basta instalar o software e esta feito.

  12. Jorge says:

    Viva

    Porque razão tenho de dar o CC para que tenham o NIF para emitir factura e verem todos os meus restantes dados?
    Nunca devem ter metido o v/ CC num leitor para verem a info que lá esta.
    Vão ao portal da finanças )no e facturas) e tem lá uma coisa chamada cartão Efactura com um código de barras com o Vosso NIF. É tudo o que o comerciante necessita para as pequenas facturas do dia a dia (as ditas facturas simplificadas).

    Já uma excelente ideia era usar o CC como repositório da nossa saúde, doenças, alergias, tratamentos, etc.

    Outras ideias parecem disparates que não devem ser usadas num CC mas por ex. numa app para smart phone (como creio já haver para o cartão do Continente).

    Cumprimentos
    Jorge

    • Miguel - Alenquer says:

      Cada Cartão de Cidadão tem um espaço próprio para se anotar qualquer dado ou informaçõ que o seu titular julgue relevante: grupo sanguíneo, alergias, doenças crónicas, contactos de emergência; é verdade que precisa do leitor, do software fácilmente descarregável e que apenas tem espaço para 1000 caracteres. Mas tem essa possibilidade.

      • Jorge says:

        Pois,mas e os médicos ou o sistema de saúde sabe disso e vai ver? Nope.
        Devida ser mandatório lá estar e não ser da iniciativa do cidadão.

        O CC devia ter a história clinica do seu portador e ser obrigatório ela lá estar cifrada com uma chave que só o SNS conheça.

        Cumps
        Jorge

        • Ricardo Trindade says:

          Boas!

          Já existe uma plataforma de saúde on-line (do ministério da saúde) onde é possível registar toda essa informação médica. Doenças, exames, análises, consultas realizadas. Nos centros de saúde têm acesso a essa informação, pelo menos. Nos restantes locais, não sei. Presumo que os hospitais públicos também tenham acesso. Também é possível efetuar marcações de consultas no público através desta plataforma.
          https://servicos.min-saude.pt

  13. Flavio says:

    Boas,

    Depois de ler os comentarios, acho que o voto eletronico ja devia ter sido implementado há muito, cada vez mais por razoes profissionais ou nao, passamos muito tempo fora do nosso local de voto e seria uma boa aposta!

    Em relaçao a ideia de ter os nossos dados de saude sou completamente de acordo… imaginem uma pessoa com alergia a algum medicamento ( tenho exemplos na familia ) e sofre um acidente grave, os medicos sem saberem dessa reaçao alergica dao esse medicamento e depois?… penso que estas 2 ideias deviam avancar!

    • Miguel - Alenquer says:

      Cada Cartão de Cidadão tem um espaço próprio para se anotar qualquer dado ou informação que o seu titular julgue relevante: grupo sanguíneo, alergias, doenças crónicas, contactos de emergência; é verdade que precisa do leitor, do software fácilmente descarregável e que apenas tem espaço para 1000 caracteres. Mas tem essa possibilidade.

  14. José Pires says:

    Eu já me contentava que, usando o Cartão do Cidadão e um leitor, pudesse tratar de documentação oficial pela net ou email.

    Encontro-me a residir fora de Portugal.
    Ainda recentemente e após perda da Carta de Condução por uma entidade oficial do país onde me encontro, para poder obter uma declaração do imtt tive de imprimir um formulário, enviá-lo por correio para Portugal para que fosse emitida a referida declaração e após isso retornada por correio pois, segundo o IMTT, eles não estão preparados para aceitar e-mail’s assinados digitalmente.

    É muito bonito na teoria mas na prática…

  15. Miguel - Alenquer says:

    Trabalho numa Conservatória. E há três coisas que me custa muito dizer a quem vai tratar do CC. Que custa 15,00 €, que só dura 5 anos e que não consigo ler o que lá está escrito sem usar o leitor de cartões.
    Outra coisa que os membros de qualquer governo ou gabinete superior da administração pública devia ver é a cara dos utentes quando lhes é perguntado se desejam activar a assinatura electrónica. 90% fica a olhar para nós como se lhes estivessemos a perguntar, ali, na Conservatória, se deseja experimentar outro número de sapatos.

  16. R o B says:

    O ponto da questão, basta ter um leitor o cc e o telemóvel da pessoa e possamos a ser essa pessoa à distância.

  17. Joana Freitas says:

    Eu já tenho o leitor. Mas perdi o PIN -.-

  18. halnaweb says:

    Lá está… verificação com sms! Cartão de cidadão + telemóvel do cidadão.
    A quem interessa mais esta interligação? Ao cidadão? Tenho sinceras dúvidas, relativamente ao direito de privacidade.
    Mas isto… sou eu, que tenho mau feitio!

  19. Asterix. says:

    Vocês são todos malucos!

    Cartão para a esquerda, cartão para a direita…

    Qualquer metem-vos um “chip” debaixo da língua e nem piscam o olho, mas fica tudo resolvido!

  20. ZEE says:

    esse leitor q está na imagem onde é vendido ??
    ?preço

  21. Fernando says:

    Eu comprei na Conservatória

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