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UE com novas regras para cães e gatos de companhia

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Max says:

    Fica o meu testemunho, de quem só compra cães de raça, bastante caros (não dos que custam os olhos da cara, mas enfim …)
    Tenho na família quem os vá buscar aos canis (e gatos ao gatis, mas não sou afim), incluindo os que nunca tinham sido adotados (há quem ache que se nunca foi adotado “tem defeito”).
    O que posso testemunhar é que num caso e no outro são cães (e gatos) extraordinários. Quem lida com os cães nos canis (não confundir com dondocas que às vezes há nas secretarias) sabem identificar a afinidade entre quem aparece para levar um cão para casa e e os cães possíveis. Nenhum canil em condições deixa levar um cão sem os futuros donos os levarem a passear umas quantas vezes para avaliar a afinidade, e eles sabem escolher os cães mais indicados.
    Só para dar um exemplo, o último cão que foi adotado por familiares meus cheirava-os/sentia-os à distância e saltava desesperado para o portão (também não é preciso tanto).
    Dois conselhos: 1) se um casal vai adotar um cão convém que ambos estejam de acordo (nunca estão totalmente de acordo, mas enfim) porque senão vão-no devolver à primeira contrariedade/estrago; 2) os cachorros são muito fofos, mas um cão adulto, com mais de 1 ano, não dá 1/10 do trabalho nem dos estragos. Não optem por cachorros se têm filhos pequenos, até aos 7 anos – sobretudo porque os dentes de leite dos cachorros até aos 3 meses são autênticas lâminas, onde tocam fazem sangue.

    • Luis says:

      Oh MAX falas falas e não dizes nada…

    • Zélia says:

      Comprar cães quando os há desesperados num canil à espera de uma família decente é uma felicidade para estes cães. Quem só gostas de animais de marca por vaidade não merece a bondade de um animal com experiência de vida. Continua assim porque também não saberias cuidar deles.

    • Elsa says:

      Esta lei é praticamente insignificante. Chip já é pedido e obrigatório. A questão da consanguinidade é óbvia. Vacinas, igual. Não legislam sobre maus-tratos animais, como o acorrentamento prolongado, a exploração sexual, sexo com animais… Nrm sei para que se incomodaram a fazer essa porcaria. Vale zero essa lei. Ridícula, inútil (já tudo isso se faz, e havia muito maus para fazer e não fizeram. Palhaçada

  2. Pedro+H. says:

    E no entanto, venda de animais e não adopção continua a existir.

    • Max says:

      Se os vendedores não os pudessem vender e não houvesse quem os compre (há quem faça centenas de quilómetros e pague mais para ter preferência na escolha, ainda na ninhada) os cães de raça já estavam extintos. Para adoção, nos canis, são habitualmente cães de raça indefinida – excelentes cães … mas “cada maluco com a sua mania”, para sorte dos cães de raça, há quem os prefira.

      • Zélia says:

        Portanto, cães de marca extinguem-se se não for o comércio? Isso tambem acontece com a raça humana? Vamos vender indígenas para não se extinguirem?
        Epah… gente como tu é a anedota em directo!

  3. Gringo Bandido says:

    O dinheiro que se gasta em comida para animais de estimação dava para acabar com a fome no mundo.

    • PorcoDoPunjab says:

      Gringo, mas se não gastar dinheiro na comida para animais os pobres bichos morrem à fome…. Digo eu, sei lá.

      • Gringo Bandido says:

        Devias era de trabalhar na sopa dos pobres a alimentar imigrantes e pobres a ver se cresces.

        • Zé Fonseca A. says:

          Muitos desses ganham mais que tu, só lá estão para não terem trabalho de cozinhar e não gastarem dinheiro pelo que podem ter de borla.
          Crescer é sair da bolha onde se enfiam e ver o mundo pelo que ele é, fiz mais voluntariado do que tu alguma vês hás-de fazer e nunca fui cego, por isso deixei de fazer e hoje em dia não contribuo para qualquer instituição de solidariedade, só para animais e mesmo assim escolho a dedo, vou visitar, vou ajudar um dia para ver a dinâmica e conhecer as pessoas e só depois tomo esse passo.
          Romantizam demasiado a ideia do voluntariado, muitas vezes quem o faz fá-lo por razões egoistas

          • azurela says:

            Só por curiosidade também já participaste em filmes pornográficos?

          • Zé Fonseca A. says:

            Não, mas tive colegas na faculdade que o fizeram para ajudar a pagar os estudos, eu tinha emprego a ganhar o ordenado mínimo, deu para pagar as proprinas, casa, comida e alguma borga.
            Mas querias os links? Sentes-te atraído pela minha sumidade?

        • PorcoDoPunjab says:

          Gringo, porque não vai vc para lá?
          E que raio tem a ver animais de estimação com imigrantes e pobres?
          Quer dar ração de cão aos pobres?
          Fantástico. Mas que grande gringo.

          Tb lhe digo, desde já, e sem qualquer problema, é só não lho digo na cara porque não é possível, que ter que escolher entre alimentar o meu cão e alguém como vc, não teria a menor dúvida do que fazer.

          Já sustento com os meus impostos muitos inúteis como vc.
          Acho que faço mais do que devia.

    • LR says:

      Tal como o que se gasta com a tua…

    • Max says:

      O mundo já produz comida suficiente para alimentar toda a população humana – 1/3 é desperdiçada e não chega ao prato de quem precisa. Quanto a números:
      – A ONU diz que para erradicar a fome no mundo são precisos 11 a 40 mil milhões de dólares adicionais por ano.
      – A despesa com a alimentação de animais de estimação anda à volta de 130 a 150 mil milhões de dólares anuais. Sim esse dinheiro chegava e sobrava.
      – Mas ainda sobrava muitíssimo mais usando a despesa anual em armamento militar que anda à volta de 2 biliões (2 milhões de milhões) de dólares anuais.
      Já agora, uma história curiosa. Obviamente não se pode por dólares no prato das pessoas, é preciso por comida, porque as pessoas não têm onde ir comprar (na verdade, o importante é que a possam cultivar). No Quénia, em 2006, houve uma seca severa que deixou 4 milhões de pessoas em risco de fome extrema. A dona de uma empresa de comida para cães, sensibilizada, decidiu oferecer 42 toneladas (6.000 pacotes) de um composto alimentar em pó, à base de milho, e com carne desidratada, algas e ovos. Era para ser distribuída por uma organização de caridade, como suplemento alimentar, sem qualquer referência a cães – mas soube-se e foi um grande escândalo, dizia-se que estavam a enviar comida para cães para as crianças quenianas. De nada valeu ela dizer que o composto era para necessidades humanas e que o tinha comido com os filhos.

    • Artilheiro says:

      Os animais não são ser vivos?
      Ou considera-os, como coisas?

    • Realista says:

      Mais depressa gasto em comida para alimentar um cão do que para alimentar certas pessoas.
      Ao menos o cão fica agradecido.

    • Ask Me says:

      Que vergonha de comentário mais anormal. Mais valia estar calado.

    • Gustavo says:

      ou isso ou pagar um jogo de pneus por ano para o porsche

  4. Luz Silva says:

    Novidade? Os cães e os gatos em Portugal já devem ter chip há anos!

    • Max says:

      Sim os chips não trazem novidades por cá. Uma achei curiosa – a proibição da exposição em lojas de animais para evitar comprar por impulso. Os bolinhas (cachorros dálmatas) costumam ser desses. Só depois é que as pessoas descobrem que são cães grandes, não são propriamente para ter em casa.

  5. Marko says:

    A questão base é… Condenar e punir judicialmente e exemplarmente com consequências quem maltrata animais sejam de companhia ou não.
    O problema é esse, não em chipar ou não um animal porque no fundo serve apenas para quem perde o animal o poder encontrar ou ser contactado nada mais, porque quem maltrata simplesmente não sofre consequências e isso é algo que me mexe particularmente pois quem adora animais é difícil de perceber ou aceitar.

    Em relação a venda de animais eu vejo de duas maneiras… São seres vivos e não mercadoria para encher bolsos a quem os usa para o obter, e acho que não é correto… por outro lado dar é fácil é só pegar e quando se fartarem ou crescerem abandonadam e vão buscar outro e infelizmente sei o que falo, dar a ciganos etc…
    O correto é quem adpota pagar as vacinas, alimentação 1 saco grande de ração cortava logo ciganada e os entretainers de crianças pois custava dinheiro já não era pega e descarta ou pelo menos reduzia em grande parte e seria justo quem tem os primeiros gastos com o animal e quem adpota mostra que pagando quer mesmo e pode dispender dinheiro para um animal ( não linear obviamente, mas pelo menos os arruaceiros que é de borla que se lixe ficam logo arrumados).

    Mas vivemos num país de gente ignorante que acha que touradas são cultura e tradição portanto está tudo dito!

    • Max says:

      Em Portugal, há cerca de 140 touradas por ano, com touros e toureiros a cavalo ou a pé. Quanto ao IVA nos bilhetes, que era de 6%, em 2020-2024 passou para 23%, retirando as touradas dos espetáculos culturais. Em 2025, o atual governo voltou a incluí-las nos espetáculos culturais e a repor a taxa nos 6%.
      Sim, em Portugal, em algumas regiões é tradição. E sem touradas não se criavam touros – não confundir com vacas, basta ter estado perto de um, mesmo que bezerro, como este:
      https: //cnnportugal.iol.pt/videos/o-momento-em-que-o-lider-parlamentar-do-cds-e-colhido-por-um-bezerro-em-vila-franca-de-xira/68d119300cf285ab53a5f4c5

  6. Marko says:

    Ai não? Hmm… Sem lutas de cães não se criavam cães? É só idiota o teu comentário, como todos os que deste neste artigo e como provavelmente não deves ter o que fazer certamente também não vou ser eu a entreter-te com toda a certeza.

    PS: Por isso é que somos um país de ignorantes repito!

    • Max says:

      O gado bravo de lide (bos primigenius taurus) só existe em países em que há touradas. Na Europa: Espanha, França e Portugal. Em regiões em que as touradas foram proibidas como a Catalunha (em 2010, temporariamente) e estados/municípios do México e da Venezuela, a raça simplesmente desapareceu, substituída por gado comum para produção de leite e carne.
      Se não fosses tão ignorante, ao menos podias confirmar que, sem as touradas, a raça se extingue por não ser rentável.

  7. Mad2013 says:

    Ter um animal de companhia é cada vez mais uma coisa de ricos: ao preço a que estão as rações e os valores cobrados pelos veterinários, fica difícil adoptar/criar um animal.
    O negócio dos veterinários é uma super máfia: sempre que se vai ao veterinário cobram sempre uma consulta mesmo que o objetivo seja apenas fazer uma vacina, aproveitam sempre para fazer um teste rápido de sangue, sugerem sempre uma ração premium e sem cereais. Cada ida ao veterinário, mesmo num cão saudável, vai sempre para as centenas de euros. Antes de adotar um animal deveria ser explicadas as despesas (exageradas) dos veterinários.

  8. Manuel says:

    Os fundamentos apresentados mereceram a minha atenção, gato é gato, cão é cão, os estudos revelam a preocupação de proteger raças para garantir o bem estar dos animais.
    Eu, como tantos outros, também somos animais… existe ou existiu alguns estudos que nos possam dar bem estar, caso não exista… considero discriminatório os impedimentos impostos aos animais.

  9. Jaime says:

    São péssimos para o ambiente. Deviam levar com impostos muito pesados.

  10. FoCP90 says:

    A seguir é o ser humano.

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