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Teletrabalho não “obrigatório” a partir de segunda-feira! Mas não é para todos…

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. SANDOKAN 1513 says:

    Acho muito bem que Segunda-feira,dia 1 de Junho,se volte à normalidade.Faz muita falta o trabalho presencial.Todos têm que voltar ao trabalho.

    • ElectroescadaS says:

      Pela parte que me toca, apesar do meu tipo de trabalho não ser de “tele-trabalho”, tirando meia dúzia de dias nesta fase pandémica, nunca deixei de comparecer no emprego e executar os serviços que me foram atribuídos…

    • IDroid says:

      O teletrabalho não é trabalho para si? Está provado que o rendimento laboral não desce em teletrabalho.

      As pessoas têm que ser adaptar aos novos tempos.

      • ElectroescadaS says:

        Se esse comentário é para mim, informo-o que o meu trabalho passa por manutenção de jardins na instituição onde eu trabalho. Se me “ensinar” uma forma de remotamente poder fazer esses serviços eu agradecia…

        Se o comentário não é para mim peço desculpa…

    • Cortano says:

      “Todos têm que voltar ao trabalho.”

      Mas eu nunca deixei de trabalhar.
      Lá por você ser incompetente, não quer dizer que todos o sejam.

    • Pedro says:

      Que idiota, isso é tudo dor de coto? Eu sempre estive, ainda estou, e vou continuar em teletrabalho, e nunca parei de trabalhar.

      Lamento que o teu trabalho seja demasiado manual para poderes fazer teletrabalho também.

  2. Vilna says:

    Ou seja fica tudo igual como estava antes. Antigamente já era permitido mediante especificação no contrato.

    O ideal era um sistema misto com acordo informal com o Dirigente. Passaria a haver a possibilidade de trabalhar 3 dias no escritório e 2 em casa (por exemplo) em determinada semana, outra semana podia ser diferente, desde que o trabalho pudesse ser feito à distância. Os resultados do trabalho são sempre verificáveis pela chefia e existe accountabilty.
    Nada de especial e nada de impossível.

    Estes formalismos todos apenas leva a que não seja satisfatório para a empresa (ou está no escritório ou está fora), nem ao colaborador que não consegue flexibilidade nenhuma.

    • SANDOKAN 1513 says:

      “… 3 dias no escritório e 2 em casa…” Tá bem !! Julga que estamos onde ?? Nos Estados Unidos ?? Na Alemanha e por aí fora ?? Era bom,era.Por isso é que muitos e muitas emigram todos os anos.O trabalho aqui em Portugal dá calos,se me entende. 🙂

      • ElectroescadaS says:

        Calos, dores nas costas e outros malefícios que muitos dos Portugueses não sabem o que é porque tiveram a sorte de ter um emprego com o rabinho sentados à frente dum computador…

        • Silvestre says:

          Comentário pacóvio. O ideal de trabalho é diferente de pessoas para pessoas, habilitações, competências etc. No mundo em que vive, não se produz, não há saúde, não existem infraestruturas, polícia, etc porque a maioria tem o rabinho em frente a um PC. O que é horrível, digo lhe já. Caso para dizer, que é um comentário de um autêntico rabinho.

        • Eu says:

          Sem o trabalho dos que têm “o rabinho sentados à frente dum computador” estavas caladinho. Não estavas a escrever neste site, nem a jogar ver filmes o que quer que seja. Dedicavaste à jardinagem e davas umas **** de vez em quando e era essa a tua vida. Portanto para lá de ter inveja do vizinho que te fica muito mal. O trabalho de todos é preciso em sociedade. Se não gostas do que fazes, muda.

          • ElectroescadaS says:

            Inveja? Eu? Ahahahahahaha

            Essa é para rir de certeza.

            Vai lá brincar com o teu “brinquedo” e aprende a ler antes de evacuares o que não sabes puto…

          • Vilna says:

            Se “O trabalho de todos é preciso em sociedade” então para que dizes essas alarvidades?

        • Vilna says:

          Sorte? Não. Foi uma escolha.Se achas que apenas foi sorte então procurá-la e sê feliz.

        • Vilna says:

          * procura-a e sê feliz.

  3. Dark Sky says:

    O que diz o Comunicado do Conselho de Ministros de 29/05 sobre o teletrabalho:

    Elimina-se a regra da obrigatoriedade do teletrabalho enquanto regime de organização do trabalho, mantendo-se exclusivamente nas seguintes situações:
    i) trabalhador que mediante certificação médica, se encontre abrangido pelo regime excecional de proteção de imunodeprimidos e doentes crónicos;
    ii) trabalhador com grau de incapacidade igual ou superior a 60%;
    iii) trabalhador com filho ou outro dependente a cargo menor de 12 anos ou com deficiência ou doença crónica que necessite de prestar assistência decorrente de suspensão de atividades letivas e não letivas presenciais;
    iv) quando os espaços físicos e a organização do trabalho não permitam o cumprimento seguro das orientações da DGS e da ACT;
    Convém olhar bem para o iv), porque anda esquecido. Convém também ligá-lo ao que disse o Primeiro Ministro quando apresentou o comunicado: “O teletrabalho deve ser desfasado e com equipas em espelho”. Equipas em espelho, obviamente, significa que umas estão presentes no local de trabalho e outras continuam em teletrabalho,

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