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Dirty Frag, a vulnerabilidade crítica no Linux que permite assumir controlo total do sistema

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Zec says:

    É o que dá não fazer code review. Aceitam qualquer pessoa só porque uma vez corrigiu um bug… Depois é à confiança e dá nisto. Certamente existem muitos mais.

  2. Zé Fonseca A. says:

    Têm sido umas atrás de outras e em kernels recentes.
    Só demonstra que ao contrário do que muitos iluminados dizem, opensource nunca é mais seguro, no limite pode ser tão seguro quanto proprietário, mas se for community driven vai ser sempre mais inseguro pelo simples facto de todo o código ser revisto por humanos, não há budget para SAST nem DAST, quem sabe o mínimo de desenvolvimento e de segurança sabe que sem ferramentas dessas no processo de code review a insegurança está garantida.
    Entrando na era de AI e com ferramentas SAST e DAST a terem AI embutida tudo o que seja opensource community driven vai ser sempre mais inseguro e ter uma exposição absurda, então quanto sair o mythos vai ser o caos para o opensource

    • RMS says:

      Não é por ser mais ou menos seguro que as pessoas preferem open-source deixa de ser troll. A IA veio recentemente ajudar a desvendar muitas destas vulnerabilidades descobertas no kernel e noutro software open-source e ainda bem. A única vantagem de correr código fechado é obscuridade e todos sabemos como muitas empresas e mesmo estados gostam dela e não é pela segurança. Para a população em geral há mais vantagens na transparência do open source do que na obscuridade do código fechado. Se há lugar e motivo para obscuridade? Sim em casos especificos, não como regra geral.

      • Zé Fonseca A. says:

        Security by obscurity, é um bom princípio, o melhor princípio da segurança, quando se está a falar de grandes desenvolvimentos de grandes empresas

    • To Canelas says:

      Até podes ter bastante conhecimento em desenvolvimento de aplicações ou ferramentas web, mas o que está por trás nota-se que já não percebes grande coisa.

      SAST é usado amplamente no desenvolvimento do kernel Linux. DAST nem por isso porque é mais virado para aplicações web. Para isso usa-se Fuzzing que é melhor. IA já é utilizada há bastante tempo para detectar erros em todo o lado.

      O Copy Fail foi divulgado dia 29 de Abril e corrigido no dia seguinte. Este Dirty Frag, foi divulgado dia 7 e ontem dia 8 foi logo lançada correção para sistemas baseados em Debian e RHEL, pelo menos. Este Dirty Frag é mais perigoso porque pode ser explorado remotamente, apesar de ser apenas em casos muito específicos. Tive um bocado de trabalho ontem e hoje por causa disso. É uma questão de atualizarem.

      O facto de serem reportadas mais CVEs no linux kernel que Windows ou MacOS é normal e bom sinal porque é código aberto e as falhas são corrigidas muito mais rapidamente. Enquanto que sistemas de código fechado como Windows e MacOS, as falhas existem, muitas vezes por vários anos e são muito menos reportadas e portanto, não corrigidas e mais usadas para ataques.

      • Zé Fonseca A. says:

        Aqui o patch foi em mais de 20k servers.. e todos os CVE sev 9 são patched em 24h, não vale de muito, levamos 72h a fazer patch de emergência, em 72h muita coisa pode acontecer

      • Zé Fonseca A. says:

        A Linux foundation não tem dinheiro para pagar um Checkmarx ou um Sonarqube, usam tools opensource e têm resultados opensource 😉

        • To Canelas says:

          Não sei se têm dinheiro ou não mas mesmo que tenham, se o usassem nisso era estupidez e desperdício de dinheiro, porque mais uma vez, Checkmarx e SonarQube são ferramentas para outro tipo de coisas, são praticamente inúteis para o desenvolvimento do kernel Linux, são voltadas para o desenvolvimento de software. Para o kernel Linux usa-se outro tipo de ferramentas. Cada macaco no seu galho.

    • gregkh_clanker_t1000 says:

      O mercado de consumo é maioritariamente composto por black boxes e fontes fechadas e vê o paraíso que é. No Linux kernel tens todos os olhos postos no código e nas suas vulnerabilidades sempre que há falhas criticas como esta são resolvidas muito mais rápidamente do que seria possível doutra forma, toda a gente depende deste sistema e toda gente tem como principal interesse mantê-lo por isso é mais resiliente. A IA é uma valiosa ajuda seja em fontes abertas ou fechadas, o kernel também já tira proveito dessas ferramentas incluíndo do Mythos Preview.

  3. mariana says:

    E o comando é….. Tananan….

  4. sapaxoxa says:

    Desde que Kalis e outros distros como Parrots existem o linux tornou-se mais “inseguro”, mas também o windows (ainda mais) e o mac porque estas distros linuz atacam qualquer SO, já um windows a atacar um linux? Queria ver isso LOLOL

    E mais digo, estas vulnerabilidades são 20% daquelas que a IA vai encontrar nos próximos 5 anos. Nada disto me faz deixra de usar linux porque só o prazer de não ouvir as ventoinhas do pc a rodar quando estou no firefox em windows e o gastar de energia ser muito menor…

    Mas isto sou eu que uso isto para o tal dayTOday tasks, quem usar linux numa empresa daquelas tipo upaupa farinhamaparo é melhor proteger-se, mas eu não desistia do linux por causa destas patetices…

    Aliás, quem usa arch pode desativar logo este modulos e outros na pré-instalação. E quem tiver o paranoia level em 11 de 0 a 10 é meter o Tails 😉

  5. São Pedro says:

    Vem para aqui pessoas que no seu comentário mencionam “ferramentas SAST e DAST” e já se acham o presidente da junta em que as suas observações são mais válidas do que das outras pessoas.
    Desde sempre foi noticia de vulnerabilidades em todos os sistemas operativos e aplicações por isso não é de estranhar que o Linux também sofra do mesmo mal.
    Acho que a atenção no Linux deve ser redobrada por causa dos grandes centros de dados onde estão alojadas todo o tipo de informações e terem maioritariamente esses sistemas operativos.

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