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Startup do Canadá lança mercado móvel

                                    
                                

Autor: Ana Sofia


  1. Artemus says:

    Não é novidade. Ainda me lembro, nos anos 80, das carrinhas que andavam pelas aldeias (os chamados azeiteiros) que eram autênticos minimercados ambulantes. Vendiam de tudo, desde detergentes, a massas, enlatados, entre muitas outras coisas. Não faltava nada.

  2. ElectroescadaS says:

    Gostei da imagem do Mack Anthem com a opção carrinho da compras… 😀 😀 😀

    Agora fora de brincadeiras, para os produtos de 1ª necessidade até acredito que tenha “rodas” para “andar”. Resta saber depois se os custos compensam todos esse esforço logístico…

    • LG says:

      A ideia existiu na Suiça durante duas ou três décadas (Migros Bus) que fornecia bens essenciais nas aldeias que ficavam “no cú dos Alpes”… Entretanto morre pois hoje em dia todas as aldeias têm o seu mercado. No Canadá parece me o mesmo mas quem sabe…

  3. GM says:

    É o regresso do “petrolim”, agora nas cidades, que continua ainda a existir no Portugal profundo.

  4. Ze Nandooo says:

    Há anos que isso existe em várias zonas do Portugal mais rural…
    O Sr.Moita não tinha nenhuma start-up, mas já tinha uma carrinha-supermercado em 1990!

  5. Joao Ptt says:

    Antigamente ainda havia a Family Frost, mas a meu ver a falta de produtos nacionais em grande quantidade limitou em muito o sucesso, pelo menos foi essa a razão para não lhes comprar nada na altura.

    Em Portugal, ainda é uma possibilidade de negócio, se bem que não com um veículo pesado destas dimensões, porque nas aldeias onde isto ainda tem possibilidade de sucesso (e há quem ainda faça este tipo de vendas, por conta da falta de oferta, onde por vezes nem um café rasca existe) as ruas chegam a ser estreitas que mal cabe uma viatura ligeira… mas é possível adaptar e usar várias carrinhas em fila com um pouco de tudo para as pessoas não sentirem que há falta de oferta mesmo nas coisas básicas… encarece bastante a operação, talvez ao ponto de a tornar inviável economicamente, mas é uma possibilidade… a outra é adoptar o veículo pesado destas dimensões e não ir a muitas das aldeias sem condições ou ter de parar afastado da mesma mas não tanto que impeça as pessoas de se deslocarem até ao mesmo.
    A limitação dos 5 minutos por pessoa é que não sei se seria praticável em Portugal onde os muitas pessoas gostam de se demorar na escolha… e é possível que os clientes nas aldeias e similares sejam esse tipo de clientes.

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