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Sistema Volta: o que pode (e não pode) ser cobrado em cafés e restaurantes

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Desde que o sistema Volta arrancou, em abril, os 10 cêntimos de depósito das embalagens têm gerado dúvidas, especialmente nas refeições fora de casa, onde a garrafa ou lata raramente fica para o cliente. Entenda o que pode (e não pode) ser cobrado em cafés e restaurantes.

Uma dúvida que persiste sobre o sistema Volta

De acordo com a SDR Portugal, entidade gestora do Sistema de Depósito e Reembolso (SDR), a regra depende do momento do pagamento e do destino da embalagem.

  • Consumo no local não implica a cobrança de depósito

Quando o pagamento é feito depois do consumo e a embalagem permanece no estabelecimento em condições de ser aceite pelo sistema, o depósito não deve ser cobrado ao cliente. Nesse caso, é o café ou restaurante que fica com a embalagem e recupera o valor ao devolvê-la nos pontos ou quiosques Volta.

Para ser aceite, a embalagem não pode estar amolgada nem conter líquido, o código de barras e o símbolo Volta têm de estar legíveis e, no caso das garrafas, a tampa tem de estar colocada.

  • Quando o depósito pode ser cobrado

Se o pagamento for feito antes do consumo, como acontece em take-away, entregas ao domicílio ou serviços self-service, o depósito deve ser cobrado. A cobrança também se aplica quando, mesmo com pagamento posterior, o cliente decide levar consigo a embalagem ou quando esta, ou o rótulo, está danificada e não pode ser identificada.

Nos casos de pagamento antecipado com consumo no local, o cliente pode ainda devolver a embalagem no estabelecimento onde a comprou e recuperar o depósito, podendo ser-lhe pedido o comprovativo de compra.

Em take-away, entregas ao domicílio ou drive-in, em que a embalagem sai com o cliente, o estabelecimento não é, geralmente, obrigado a aceitar a devolução, embora possa fazê-lo voluntariamente.

Como os estabelecimentos podem devolver as embalagens

Os cafés e restaurantes podem entregar as embalagens nos pontos Volta automáticos, nos quiosques Volta, pensados para receber grandes quantidades de uma só vez, ou pedir a recolha no próprio estabelecimento, mediante acordo prévio com a SDR Portugal.

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  1. Avatar de Figueiredo
    Figueiredo

    A união europeia (ue) não impõe o esquema «Volta», aquilo que a união europeia (ue) exige e impõe é a obrigação de ter um sistema de depósito e reembolso com 90% de recolha até 2029 ficando ao critério dos Estados-membros decidir qual o modelo a implementar.

    O sistema do «Volta» é um esquema criminoso montado para taxar e saquear o dinheiro dos Portugueses e como tal tem de acabar imediatamente, e a Sr.ª Ministra do Ambiente, Maria Carvalho, por estar a mentir deixa de ter condições para exercer o cargo devendo de imediato demitir-se.

    Sobre a reciclagem e o esquema «Volta» importa também esclarecer o seguinte, a maioria do plástico não pode ser reciclado independentemente do estado em que se encontre, existe uma pequena percentagem de plástico que pode ser reciclado mas só o pode ser no máximo até 5 vezes, e sempre que o plástico é reciclado vai perdendo as suas capacidades e a sua toxicidade aumenta.

    Os custos da reciclagem e as consequências no Meio-Ambiente são muito superiores comparadas com a produção de novos plásticos.

    Quase todos os artigos nos supermercados têm plástico na sua embalagem, o mesmo acontece noutros estabelecimentos de diferentes ramos; se você no supermercado ou noutro estabelecimento comprar um saco de plástico vão-lhe cobrar uma taxa – como fazem no esquema «Volta» –, agora pare para pensar no seguinte: porquê que o cliente é taxado por comprar um saco de plástico ou uma embalagem de plástico no esquema «Volta» e aqueles que produzem e vendem o plástico não o são?

    Porquê que não obrigam as empresas a engarrafar as bebidas em garrafas de vidro em vez de garrafas de plástico obrigando igualmente os supermercados a vendê-las? Isto não significa proibir as embalagens de plástico mas dar a alternativa ao cliente de escolher o vidro que é um material que verdadeiramente pode ser reciclado ao contrário do plástico.

    O esquema «Volta» não tem qualquer preocupação com o Meio-Ambiente e a reciclagem, é uma forma do regime liberal/maçónico cobrar mais uma taxa e ainda gozam com os Portugueses – que são dos que mais fazem a reciclagem –, agora em vez de separar as embalagens e amassá-las para caberem e não ocuparem tanto espaço no ecoponto, tornam-se acumuladores de lixo, andam carregados com enormes sacos cheios de embalagens/garrafas que mal lhes podem tocar, depois vão perder muito tempo a colocar as garrafas muito direitinhas e limpas numa máquina que as vai amassar… e no fim de tudo isto – acumular as embalagens/garrafas que têm de estar como novas – recebem 0.10 cêntimos por cada embalagem/garrafa amassada… agora vejamos, para isto valer a pena a nível financeiro quem quisesse fazer 50 euros por dia teria de depositar na máquina 500 embalagens/garrafas por dia, se preferisse ganhar 20 euros por dia teria de depositar 200 embalagens… para bom entendedor meia palavra basta mas infelizmente ainda há Portugueses que não perceberam que estão a ser enganados e levam as embalagens a uma máquina que as amassa, em troca recebem 0.10 cêntimos (que nem dá para um pão ou uma chiclete) e o regime liberal/maçónico e respectiva oligarquia riem-se desses Portugueses que vão à máquina, enquanto enriquecem às suas custas.

    1. Avatar de IronEagle
      IronEagle

      Infelizmente a alternativa de garrafas de vidro também é um roubo. Comprei aqui à dias uma garrafa de 1L numa grande superfície e cobraram-me 0,11€ de tara.

      Por isso, mais vale colocar tudo dentro do contentor do lixo e eles que separem se quiserem.

      1. Avatar de Dave
        Dave

        Hoje em dia há muito pouca coisa com tara retornável no comércio. Normalmente é só nos cafés e restaurantes.

    2. Avatar de PTO
      PTO

      Parei de ler quando cheguei à parte do "esquema criminoso".

  2. Avatar de Yamahia
    Yamahia

    O sistema volta anda sempre na crista da onda.

    https ://www.facebook.com/share/v/1CmqhcQXga/

    Parece que o destino do produto são os aterros e algumas até se perdem pelo caminho

    1. Avatar de Gonçalo
      Gonçalo

      Girissimo que nesse video e nos ditos sacos aparecem garrafões que nem sequer entram no voltam

      1. Avatar de Yamahia
        Yamahia

        Se fizeres print de certos frames verás o desejado símbolo.

        Não é caso inédito. Já outros o tinham detectado noutros locais.

        1. Avatar de Gonçalo
          Gonçalo

          Mas o que tem isso a ver ? Garrafas com o símbolo da volta até podem meter no meio do oceano ou se não dizem a musk para meter uma na lua e dizem que é lá que despejam a volta. Aqui a questão é que o artista diz que aquilo são sacos cheio de produtos volta quando se vêm garrafões que não entram na volta dentro desses sacos o que prova que aquilo vem de todo o lado menos da maquina da volta.

          Mas basicamente o que estão aqui a dizer é que o estado gastou um dinheirão no sistema volta que não ganha nada com ele pelo menos se as pessoas cumprirem para despejar os sacos no meio da rua ? É que isso nem faz sentido

          1. Avatar de Yamahia
            Yamahia

            A SDR já reconheceu a falha, portanto embucha:

            https: //tviplayer.iol.pt/programa/poligrafo/696f6afdd34e92a34497b8b4/video/6ac002d30cf20dc52778e3d0

    2. Avatar de Mr. Y
      Mr. Y

      Tu és tão básico. Quem te garante que isso vem de máquinas Volta?

      1. Avatar de Dave
        Dave

        Se reparar vê em alguns sacos os selos amarelos de plástico que são usados para atar os sacos… Quando os sacos são retirados da máquina, são selados com um selo de plástico amarelo. Isso é obra de alguém que se quis livrar disso da forma mais fácil. Supostamente os sacos são para ser encaminhados para um empresa de reciclagem, mas alguns locais não querem ter esse trabalho, e pessoas com menos escrúpulos fazem esse lindo trabalho.

  3. Avatar de Jihad
    Jihad

    Eu não faco reciclagem admito, vai tudo no mesmo saco. Não tenho paciencia. Os sem abrigo ou idosos que andam na rua deviam separar o lixo dos outros ja que tem tempo livre

    1. Avatar de cAImarada
      cAImarada

      Reparei que a conjugação do verbo usado em self-services foi "pode". PODE se o estabelecimento receber de volta. Já fui a alguns e não recebiam. E não era segredo para ninguém, até tinham uma folha A4 impressa numa parede.

      Spoiler alert: as latas vão pro lixo

      1. Avatar de Dave
        Dave

        Os estabelecimentos podem não receber, por não terem área de armazenamento. O cliente que leve a garrafa/lata e a devolva numa máquina se quiser.

    2. Avatar de Dave
      Dave

      Isso não se chama reciclagem, mas separação de resíduos. Pode ser que um dia se lembrem a abrir um aterro perto da sua casa, porque os aterros atuais ficaram cheios, devido a pessoas assim, que jogam tudo para o indiferenciado.

    3. Avatar de rjplopes
      rjplopes

      Quando o sistema PAYT for alargado ao país todo, vais deixar de meter tudo no mesmo saco num instantinho.

      1. Avatar de Dave
        Dave

        Começa logo a ter paciência porque lhe sai do bolso