SIRESP: Sistema de comunicações falhou em Pedrógão Grande?


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117 Respostas

  1. Miguel Oliveira says:

    Pegando na afirmação “De acordo com as informações, o SIRESP foi imediatamente abaixo e as equipas no terreno tiveram de arranjar alternativas de comunicação.” é de facto preocupante estas situações acontecerem atualmente, depois de assistirmos de milhões gastos numa rede de emergência que esperávamos que funcionasse em cenários de emergência. No que respeita aos Bombeiros e algumas forças de proteção civil ainda têm redes de comunicações ditas alternativas tais como a rede ROB e a rede REPC. No que respeita a forças de ordem pública nomeadamente GNR e PSP as mesmas não dispõem de redes alternativas, considerando que as mesmas foram descativadas aquando da implementação do Siresp.
    A Minha questão prende-se com o seguinte raciocínio, imaginemos que quem estava com a missão de comandar a GNR neste teatro de operações simplesmente não conseguisse comunicar via Siresp com os meios que estavam a desviar o trânsito do IC8 para a estrada 236 a estrada onde ouve este trágico desfecho??
    Fica o desabafo….

    • lmx says:

      “De acordo com as informações, o SIRESP foi imediatamente abaixo e as equipas no terreno tiveram de arranjar alternativas de comunicação.”

      Tinha que falhar…
      Depois de 1.5 billioes gastos em 2 Submarinos para patrulhar os Peixes, e depois dos novos BMW que a policia anda agora a curtir…tinha que falhar…não ha dinheiro para a manutenção dos Helocipeteros, e não ha dinheiro para comporar os be-200, mas para essa curtição toda…não tem faltado…foi exactamente nesse ponto que tudo começou a falhar.
      Quando não ha controlo e a corrupção alastra…salve-se quem puder!

      Mais um elefante branco ao estile entre-ambos.-os-rios, onde o governo ainda não teve vergonha de cumprir com as suas responsablidades e indeminizar as vitimas..

      • Filipe Teixeira says:

        Tinham que vir os submarinos…

      • MCJR says:

        Lá vem a história dos submarinos. Se foi uma negociata? Sim. Se os submarinos são necessários? Hell yeah. Não se esqueçam que Portugal tem a maior área de oceano de toda a Europa para cobrir e não o podemos fazer com traineiras de pesca. Todos souberam criticar os russos quando tentaram passar por água Portuguesas sem aviso e ao mesmo tempo elogiar as nossas forças de segurança, mas como acham vocês que foram detectados? Com os vossos drones da Gearbest? Ou terá sido com os meios marítimos disponíveis (dos quais os submarinos fazem parte)? Sou completamente contra negociatas que possam encher os bolsos a pessoas que deviam estar a servir o povo, mas tento ter lucidez suficiente para perceber que temos que defender o que é nosso.

        • Rui says:

          Exactamente.
          Se houve corrupção na compra dos submarinos, que prendam os envolvidos, mas não confundam isso com o facto de precisarmos de meios navais de dissuasão! Aliás, os nossos submarinos são o maior factor dissuasor que temos e só depois vêem as Fragatas Holandesas que compramos em 2ª mão, as Karel Doorman e só no fim vêem as Vasco da Gama!

        • João Machado says:

          +1 É exactamente o argumento que utilizo sempre.

        • Hugo Gonçalves says:

          +1

      • Rui says:

        Ao menos estuda os assuntos antes de falar. Mas qual é o teu problema e da esquerda com os submarinos? Portugal desde o início do século 20 que utiliza submarinos e não sei se deste conta, substituímos 4 submarinos dos anos 60 por apenas 2. Explica-me lá como é que tu patrulhas a nossa enorme zona económica e marítima? Ou vais continuar a permitir por exemplo que uma equipa de piratas americanos venham às nossas águas e desenterrem o maior tesouro marítimo da história nas nossas barbas sem darmos conta disso? (http://www.dn.pt/ciencia/interior/tesouro-encontrado-em-portugal-disputado-nos-eua-1714531.html)
        Se precisares de apanhar os traficantes de droga a desembarcarem nas nossas praias, como é que pensas apanhá-los (como é que achas que as autoridades apanham tantos barcos com droga a bordo? A explicação poderá estar no facto dos submarinos portugueses escutarem todas as transmissões e todas as conversas a milhas de distância sem serem detectados!!!!!! E já agora foram 800 milhões de euros que custaram os submarinos, mas continuo sem perceber como é que a dívida pública no “reinado de Sócrates” passou de 100 para 200 mil milhões de euros…… os submarinos não são desculpa.
        Falaste no Beriev Be-200, então devias investigar também que esses aviões são demasiado grandes, pesados e pouco manobráveis para a nossa topografia. Talvez por causa disso é que nas 2 vezes que estiveram a ajudar-nos, eles tiveram acidentes contra árvores! O melhor meio de combate aos incêndios que Portugal deveria ter e não tem são os Canadair. Esses sim são verdadeiros cavalos de batalha e abastecem em quase qualquer riacho ou barragem, ao contrário dos Beriev que precisas de muitas milhas de espaço para abastecerem sem embaterem nas árvores! Já agora que falas nos Beriev Russos (que comprovadamente não foram feitos para operar em terrenos lusos), podias também falar nos Kamov Russos. Sabes quem foi que os comprou? E sabes quantos ainda voam? (3 encostados e 2 a voar):
        http://veraoverdeorg.blogspot.pt/2006/07/detalhes-do-acidente-com-o-beriev-be.html
        https://zap.aeiou.pt/os-dois-super-avioes-russos-tiveram-acidentes-ficaram-terra-125379
        Já agora, porque será que o Canadair foi comprado por todos os países do mediterrãneo? Espanha, Marrocos, Itália, França, Grécia, Croácia, Turquia, etc. Talvez porque é capaz de ser o avião mais apropriado para nós, que apesar de mais pequeno, barato, etc consegue levar metade da água do Beriev e melhor ainda, ao contrário do Beriev que só consegue abastecer em muitos poucos locais e nos quais opera ainda tem acidentes…… o Canadair em contraponto consegue abastecer em quase qualquer curso de água ou reservatório, pois só precisa de pouco mais de 800 metros para levantar voo, ao contrário do Beriev que precisa pelo menos do dobro e….. convém não haver árvores pela frente!!!!!
        O que devias questionar é porque é que todos os países mediterrânicos têem meios aéreos e nós não, temos de alugar ou mendigar à UE que algum país caridoso envie algum avião!

      • Joao says:

        Na minha opinião o problema não está no quanto se gasta mas com quem se gasta.
        A lei da cunha e dos amigos, de dar trabalho a quem é conhecido e não a quem é competente estraga tudo.
        Temos (foram 5 este ano que passou?) ministros licenciados que afinal não são licenciados. Quem me garante que todos os responsáveis por esta geringonça não tem um curso falso também?
        Ou até o caso da TAP em que gestores são escolhidos sem perceberem pinta do assunto…

      • Marco says:

        Ainda bem que não compramos os 6 submarinos que estavam no primeiro acordo, agora é ir ver de quem era o acordo.
        Qt aos BMW falta saber qt se gasta por ano com o leasing, e qt se pouparia, não esquecer que a manutenção está incluída no acordo.

        • lmx says:

          Boas Marco,
          Esta incluída, da mesma forma que está nos contratos com outros veiculos como Citroen, Peugeot , etc
          E nessas circustancias…
          Custa-me muito a acreditar que os BMW sejam mais baratos que outros carros, eu ainda sei o custo de carros da BMW, Mercedes, etc.. 🙂
          Todo este tipo de esquemas tem que ir a escrutinio…
          Tu não podes ter um País a caminho dos 140% de defice, sem dinheiro para manutenção a aviões ou Helicopteros de combate a incendio, como é o caso dos kamov que estão 3 parados, enquanto isso morrem pessoas…é inaceitavel, e mostra uma incompetencia grotesca de quem nos tem governado..

          Repara Marco, eu só estou a falar da realidade do meu País.

      • JL says:

        Ao menos dá a informação correta sobre quanto custaram os submarinos… senão tambem posso argumentar… CLARO QUE TINHA DE FALHAR!!! TINHAM DE VIR UNS ENERGÚMENOS COMENTAR!!!

      • Vítor M. says:

        Só me custa pessoal novo falar nos submarinos de forma desinformada, mesmo depois de termos dado a conhecer a importância destes equipamentos, porra lmx nem parece teu!!!!

        Lembrem-se que temos muitos quilómetros de costa e que estas embarcações são muito importantes e não misturem as questões políticas na importância dos equipamentos para o país.

        • Rui says:

          Também não consigo perceber, que na era da informação, ainda haja tantos desinformados que acham bem que Portugal não tenha os meios necessários para se proteger, proteger os seus recursos, terra, mar e tenha sempre de pedir por favor para alguém vir ajudar-nos. Falam da perda de soberania com a Troika, mas em defesa parece que querem que fiquemos dependentes de terceiros.

          Se há corrupção, que prendam os envolvidos, agora não ataquem aquela que foi a nossa melhor compra em defesa. Se há algum meio militar que mete em sentido qualquer país ou entidade terrorista que queira enfrentar-nos, ninguém tenha dúvidas que são os submarinos, que conseguem abater qualquer coisa que voe ou navegue a mais de 200km de distãncia.

          Gostava de saber o que tem a dizer agora o lmx, uma vez que o protector da Europa que é comandada por um lunático que nos disse na cara (a nós europeus) “se quisermos defender-nos, que gastemos dinheiro na defesa e não andam a pedir esmolas aos outros”. Também gostava de saber porque é que todos os países do mundo, sejam eles de esquerda ou direita, católicos, muçulmanos ou judeus, ou laicos, mas nenhum país abdica da sua defesa militar, excepto algumas almas que vivem noutro mundo e acham que nunca vai haver problemas, guerras, etc….. é que construír um navio, submarino ou outro, demora anos!!!!!!!

        • lmx says:

          Boas Vitor,
          Não se trata aqui de questões politicas…
          É muito mais grave do que isso!!
          Tu tens perto de 1.5 billiões de euros torrados em 2 submarinos, e a unica coisa que podes fazer de interesse a Portugal, é Patrulhar peixes numa zona exclusiva de pesca…é ridiculo.
          Eu não digo que não deveriamos ter Marinha , não é nada disso, mas a quantidade de dinheiro em barda que foi torrada na compra de 2 submarinos é surreal…se fores ao mercado por 600 mil euros tinhas 2 submarinos bem equipados.
          A situação actual não é aceitavel!
          Se tu me disseses que a Zona exclusiva de pesca, são aguas territoriais…ai ainda poderia fazer sentido porque poderiasobrigar qualquer tipo de embarcação a poder pagar Roalties por passar em Aguas Portuguesas…
          Não é o caso!!
          A zona exclusiva de pesca é isso mesmo, aguas INTERNACIONAIS, onde não podes negar o direito de navegação a ninguém,… a ninguém!!
          Diz-me tu nestas circustancias, para que queres os submarinos?
          A unica resposta possivel é suporte aos nossos peixes…que na zona de pesca se inserem numa das ares de influencia a que Portugal tem direito.

          Depois tens equipamentos de combate a incendios, que não tem manutenção, não voam, não ajudam, não ha bombeiros suficientes, não ha dinheiro…mas submarinos ha e mais caros é impossivel, e BMW para a Policia também há…e andam a morrem dezenas de pessoas nos fogos…nos hospitais, etc
          Isto não é politica é a realidade..

        • jalves says:

          penso que ai a questao nao é tanto a defesa nacional mas sim onde se deve de gastar o dinheiro, pois actualmente o pais precisa muito mais de meios de combate aos incendios do que meios para defender o pais, arriscamo-nos a que quando formos invadidos, os invasores encontrarem tudo queimado e a pensar “F**** para que invadimos um pais destes todo queimado”

          • Vítor M. says:

            Sabes que tipo de invasão falas? Sabes o prejuízo que causa determinada invasão permanente ao país e principalmente o tipo de invasão em termos de saúde pública permanente? Vá lá, usem a cabeça para pensar um pouco, lembrem-se que temos uma enorme zona exclusiva económica e que alguém tem de a patrulhar para não sermos roubados, antes de se insurgirem contra os submarinos, vejam o que temos ao nosso cargo. Portugal possui a 3ª maior zona económica exclusiva da União Europeia e a 11ª do mundo. 11% da ZEE da União Europeia pertence a Portugal. Acham que dois submarinos e meia dúzia de barcos chegam para manter fora das nossas águas tantos que nos andam a roubar recursos?

            Não misturem as coisas, vejam, isso sim, onde está o dinheiro que foi investido nos bancos, onde estão os milhões dos banqueiros, do Espirito Santo, do BES, do BPN, na CGD…. olhem sim é para esses buracos que dava para comprar muito material e mais, vejam se o que arde é material das empresa de celulose….

          • Rui says:

            Ora nem mais. Insurgem-se contra a compra de submarinos, que nós sabemos que passou de 800 milhões de euros, mas são nossos, estão a navegar e protegem as nossas águas, mas ninguém quer saber porque é que tivemos de salvar bancos e tivemos de andar a pão e água, para metermos quase 5 mil milhões no BPN, 10 mil milhões na CGD, 2,1 mil milhões no BANIF, entre 5 a 10 mil milhões no BES……. isso foi tudo dinheiro que nos saíu do bolso e não usufruímos de nada, mas continuem a bater no sítio errado que o Salgado e companhia continuam a rir-se de nós e a gozar um estilo de vida que nós só podemos sonhar!
            Eu gostava de saber por exemplo como é possível que a dívida do país antes de Sócrates era de 100 mil milhões e quando ele saíu 6 anos depois já era de 200 mil milhões. Isso é que eu gostava de saber e não me venham com os submarinos.

    • Cesar says:

      Porque mudar algo que funcionava e que nem perto deste valor custava a manutenção?

  2. Miguel Pimentel says:

    Conheço o sistema SIRESP, e sendo bombeiro, posso afirmar que não é o sistema perfeito.
    Daí todos os veiculos e postos de comando terem sistemas mais convencionais que continuam operacionais. O SIRESP é de qualidade extrema (É Possivel falar do algarva para o gerês sem qualquer interferência!!!!!) o sistema veio melhorar, e muito, a qualidade das comunicações nas operações de socorro.
    Funcionar como um tipo de rede de telemóvel, há sitios onde não há rede, até porque esta não tem nem é concebivel ter a mesma estrutura que a rede telemovel mas também há formas de trabalhar com os SIRESP mesmo sem rede e de “dar” rede a zonas sombra com um simples veículo de comando.

    Se as pessoas estão treinadas para colmatar as possíveis falhas já é outra estória. N

    Nunca nos podemos fiar apenas em 1 sistema, e isto é válido para todo o tipo de atividades, se um falha temos de ter alternativa.

    • int3 says:

      Os tugas adoram criticar sem saber. Falam falam falam e não dizem nada.

      • Luis Coelho says:

        Estória:
        Narrativa de ficção, oral ou escrita. = CONTO, FÁBULA, HISTÓRIA, NOVELA

        História:
        1. Narração escrita dos factos notáveis ocorridos numa sociedade em particular ou em várias.
        2. [História] Período do desenvolvimento da humanidade após o aparecimento da escrita.
        3. Ciência ou disciplina que estuda factos passados.
        4. Sequência de factos ou acções.
        5. Relato desses acontecimentos. = ESTÓRIA, NARRAÇÃO, NARRATIVA
        6. Descrição dos seres da Natureza.
        7. Estudo das origens e progressos de uma arte ou ciência.
        8. Biografia de uma personalidade ou personagem célebre.
        9. Livro de história.
        10. [Informal] Relato destinado a enganar (ex.: não me venhas com histórias). = CONTO, MENTIRA, PETA

    • Cbsousa says:

      Nos bombeiros ou cvp. O inem anulou toda a rede…

    • António says:

      Com os custos do siresp, mais valia ter comunicações satélite,
      A questão é que não se escolheu o melhor equipamento, nem se planeou nada.
      Na altura como havia dinheiro, é empurrar com a barriga para a frente, alguém vai pagar, depois logo se vê.

  3. Peace says:

    Fala-se que o SIRESP foi mais uma negociata gerida pela SLN, a mesma empresa dona do BPN que tinha nos seus altos quadros políticos do PSD. Curiosamente o SIRESP foi um projeto do PSD. Para ajudar à festa, a rede foi implementada pela PT, a mesma do escândalo dos 900 milhões de euros do BES, e a mesma que implementou a rede TDT nacional.

  4. NT45 says:

    Isto é muito grave, muito grave mesmo. Não deixem isto passar como se nada tivesse acontecido, divulguem!

  5. jeton90 says:

    não me queria meter muito nisso, mas será que só foi isso ….. o importante é que se desta vez algo falhou seja ele tecnológico / mecânico /Humano, então temos que aprender para não se voltar a repetir ..

  6. azazel says:

    Como 1 dos moradores de arega pertencente a figueiró dos vinhos posso dizer que apesar das condições serem péssimas + de 40 graus dia e noite e 0% umidade há muita coisa a falhar desde comunicações, organização e meios e preparem-se já que acabam de ser entregues + de 300 sacos de cadáveres por isso o numero de 64 mortos deverá subir.

  7. Hugo Gomes says:

    O problema agora é que é do sistema foi da trovoada foi fogo posto etc. O problema é que se falhou e ninguem tem culpa e mesmo que tivessem nao iam para a frente de fogo como vao muitos. Acho que o meu país tem de acordar pois morreram inocentes e todos os anos nos incendios morrem alguns, homenagem de presidentes de primeiros ministros mas e depois, resolução do problema. Quantos soldados da paz dao a vida pelo cidadão pelo país nestes nos incendios, e o que fazemos é dias de luto, homenagem, etc. Mas o que se esta a fazer por esses soldados? homens e mulheres que dao tudo muitos deles a troco de 0€, ninguem lhes pede para irem arriscar a vida mas eles vão com orgulho defender o que é nosso. O nosso governo devia de olhar para estes soldados, darem lhes treino profissional, equipamento como deve ser e salário. Nem a nossa selecçao nacional joga por amor ao nosso país a troco 0, se nao lhes pagassem, ou tivessem de pagar o equipamento gostava de ver se eles iam jogar.

    • NT45 says:

      Concordo a 100%

    • Rui says:

      Mas muita gente ainda não percebeu que os nossos bombeiros são voluntários, a profissão deles que paga as contas é outra e depois do trabalho vão combater incêndios ou ajudar em acidentes ou transporte de doentes. Ainda agora vimos que no meio da tragédia, muita gente critica os bombeiros, que não havia nenhum bombeiro para o ou a acudir. O mais cómico é que é verdade, mas essas pessoas podem fazer uma coisa, inscrevem-se como bombeiros voluntários e já ajudam a colmatar a falta deles. Plantas árvores coladas à estrada e com copas a passar a estrada, o que é proibido, mas a culpa é dos bombeiros. Não limpam os terrenos à volta das casas e não cumprem os 50 metros de distância entre as árvores e as casas, depois temos acidentes destes.

  8. Hugo Gomes says:

    Tudo falha nada é perfeito mas quem é que tem tomates para dizer “olhe isto falhou e a culpa foi minha”

  9. int3 says:

    Há sitios que não há rede, qual é o mal?! É virtualmente impossível ter rede em todos os km2 de Portugal. Se for possível vem com um custo extremamente ridículo.

    • azazel says:

      Qual é o mal, 270 milhões foi quanto custou é a vergonha moro em arega figueiró dos vinhos tenho literalmente dezenas de fotos e videos tirados ao longo destes dias, não há qq organização das forças metem pessoas a gerir esta tragédia que não teem conhecimento da zona nem dos acessos circundantes morreram já pessoas pq simplesmente não havia comunicação e por decisões mal tomadas pela falta de informação, volto a dizer 270 milhões de euros nesta vergonha alem da falha de varias outras coisas como o site da proteção civil, temos falta de meios não me interessa o que diz o Sr Presidente literalmente não há bombeiros nem maquinas para atender a todos os focos e temos de andar a implorar a espanha e frança e aos demais para nos ajudarem, é a vergonha agora só quero saber o que vai acontecer a todas as pessoas que perderam a casa e respectivos terrenos onde tinham o sustento duma vida eu sei que é dificil entender mas para certas pessoas era tudo o que tinham a casa e o seu terreno com os seus animais e plantações.

      • azazel says:

        Já agora é virtualmente impossivel ter rede em todos os km não sabes minimamente o que dizes, não tens qq conhecimento das tecnologias disponiveis nós apenas investimos na tecnologia errada com as pessoas e companhias erradas.

        • int3 says:

          Quando funciona ninguém diz obrigado nem ninguém sabe o que está a utilizar. Falha 1 vez por falta de cobertura, onde não é uma falha sequer, já é 270 milhões mal gastos.
          Deves pensar que um sistema destes é barato como na feira. nem te vou responder. não tenho falta de conhecimento de tecnologias nem te preciso de provar o que seja.
          270 milhões não são CAPEX, em grande parte são OPEX.
          Se não sabes o que é vai pesquisar porque aparentemente estás bem a leste ao assunto.

    • Cortano says:

      Como é que se monta um sistema de comunicação deste género dependente apenas de rede de antenas tipo telemóvel é que não compreendo.
      As antenas são as primeiras a falhar nestas situações

      • int3 says:

        há zonas mortas.
        há situações assim. volto a dizer que não se consegue ter rede em todo o lado.
        infelizmente neste caso não tinha. E os outros casos que tinham e foi utilizado com sucesso???? não conta??
        só conta quando falha??

        • Cortano says:

          Claro que o sucesso conta, mas estamos a falar de um sistema que a falha tem de ser muito proxima do zero – o que me parece não ser o caso e parece que devido a estas falhas já gente a mais morreu em anos anteriores!
          Sem comunicações falha tudo!

          • int3 says:

            Até à data existiu 28 milhões de comunicações com uma eficácia de 99,9% (0,1% de falha). A cobertura falha, porque o fogo destruiu as antenas, o que se pode fazer?…

          • int3 says:

            Desculpem, + de 2 milhões de comunicações e não 28.

        • José Rodrigues says:

          O verdadeiro sistema de emergencia tem de fazer fallback para satelite quando tudo o resto falha.. e aí sim, tem cobertura 100%.

    • Luis Coelho says:

      int3 esse comentário para além de infeliz denota falta de conhecimento.
      O SIRESP foi montado exatamente para colmatar esse problema.
      Por esse prisma, mais valia darem uns telemóveis às nossas forças e se houvesse rede muito bem, senão azar e ainda sobravam muitos milhões de euros.

  10. Pedro Santos says:

    Fala-se no SIRESP e só vejo diagramas, redes de despacho, antenas e equipamento quase que customizado para uma rede de comunicação que tem mais de complexidade do que de operacionalidade e fiabilidade.
    Nem entendo, com tanto dinheiro investido, como é possível não ser considerado um sistema de comunicação dual onde caso haja uma zona sombra ou uma antena tenha sido destruída os equipamentos não estejam preparados para passarem para comunicação via satélite ou UHF ou o que for.
    Com tantos erros ocorridos até agora desde a implementação, tantas falhas encontradas e seus respetivos paninhos de água quentes colocados para emendar situações, não posso acreditar que este sistema foi construido por alguém que realmente entenda do assunto. Algo está certamente errado, entre a procura do máximo lucro possível associado a um investimento deste tipo e a própria falta de conhecido e capacidade vá o diabo escolher. No entanto o responsável é o mesmo e infelizmente as vítimas continuam a ser também sempre as mesmas.

  11. Carlos says:

    O que falhou foi não a ver bocas de incêndio nas aldeias como ah nas cidades assim já avia soluções . Se fazem auto-estradas do porto para o Algarve então também conseguem levar a água em grandes quantidades até às aldeias . Pensem metam sistemas de regas em tempos quentes nas matas quentes e para isso taiem de levar água muita água para as aldeias.

  12. Carlos says:

    O erro do combate ao fogo está nos meios de socorro pois se tivessem muita água acho que dava para apagar o problema aqui é que ninguém se preocupa com as aldeias pois nas cidades água não falta bocas de incêndio é a ponta pé por todas as ruas então e não fazem os mesmos às aldeias porquê? Levem canalização para as aldeias construam bocas de incêndio em várias zonas isso já minimizava os danos que o calor nos trás. Para corrigirem este erro devem começar pela raiz e não ah raiz sem agua

    • int3 says:

      é isso. paga tu o investimento em todas as “aldeias”. se soubesses o que custava fazer o que querias. dava para pagar a dívida pública portuguesa.

  13. Alvega says:

    “Ainda no rescaldo da enorme tragédia que aconteceu em solo nacional, é hora de começar a identificar o que falhou ou pelo menos perceber o que poderia ter sido evitado”, andamos nisto há anos, muitos. Pais de corruptos e de compadrio generalizado, estes foram s+o mais uns contratos para meter ao bolso de “amigos e correlegionários”, muito “guito”. Que o sistema é uma anedota, é conhecido faz muito tempo.
    Para que servem as camaras termicas e de alerta precoce instaladas igualmente ?
    Para que serviram os telemóveis distribuídos ao pastores uns anos atras ?
    Para que servem ou serviram, os “canarinhos” ?
    Para que servem o corpo ESPECIAL DE BOMBEIROS, BEM PAGO E QUE SOMENTE TRABALHA 4 DIAS POR SEMANA ?
    Para que servem os helicópteros pesados…ligeiros…e avariados ?
    Para que serve aquela autentica feira de vaidades “protecção civil”, cheia de “chefes” e chefes dos chefes dos chefes ?
    Pois….infelizmente e nesta ocasiao, serviram para muito pouco, em outras…servem para uma vez mais meter dinheiro ao bolso a alguem.

    As leis existem, façam-nas cumprir, limpeza, ordenamento, menos VOTOS, mais segurança.

    Com tanto “especialista, catedratico, estudioso”, que existe nesta area especifica e neste pais, apetece perguntar, falam Chines ? Parece …pois ou ninguém os entende, ou nao sabem do que falam.
    Esquecem-se sempre que o pais, nao é somente Lisboa e Porto, mas ainda ssim podim ter ligado para a Huber e por certo teriam logística e transportes na hora . O quiça utilizar uns TESLA, que teriam ido resgatar as pessoas em risco em modo autónomo, sem colocar mais vidas em risco, isto se os GPS e comunicações funcionassem devidamente, podiam assim ter escolhido uma estrada menos perigosa, se é que as havia naquele dia e regiao.
    Nao tenho visto nas Tvs os tipos da GNR, que costumam fazer uns discursos, engraçados, e uns “bonecos”, frente ás camaras da tv, a explicar porque cortaram o acesso ao IC(, estrada LARGA e menos perigosa, e encaminharam as pessoas para uma estrada municipal, estreita, sinuosa, e MORTAL.

    • Filipe Teixeira says:

      Tinhas que destilar um bocadinho desse odiozinho que tens há Tesla, nem neste momento…

    • Alvega_donkey says:

      Excelentíssimo Sr. Alvega, o senhor deveria informar-se antes de falar o que quer que seja.

      Ponto 1: Não sei quem lhe disse que a FEB só trabalha 4 dias por semana, isso é COMPLETAMENTE falso, fica o senhor a saber que em anos anteriores a FEB, composta com 200 e qualquer coisa elementos, teve 100% do efetivo a trabalhar durante 20 dias seguidos, ou seja sem folgar, diga-me o senhor quando dias passou sem folgar para ajudar alguém e RECEBEU O MESMO no fim do mês, nem mais 1 euro.

      Ponto2: Bem pagos? Claramente não sabe do que fala, poderia até dizer aqui quanto ganha um elemento dessa força, mas não fica bem, e até tenho vergonha de o dizer, continue com a sua ignorância.

      Ponto3: O sistema (SIRESP) não é uma anedota, o senhor é burro, o problema é que está sub aproveitado, passo a explicar:

      3.1 – Todos os terminais portáteis têm a possibilidade de servir de repetidor de sinal e de gateway (provavelmente o senhor não sabe o que é, mas pesquise, o GOOGLE é amigo).

      3.2 – Se existe essa possibilidade porque é que não faz?
      3.2.1 – Não faz porque não foram programados para esse efeito, antes da sua distribuição por todos os agentes de protecção civil, e não foram programados devido ao negócio ruinoso que foi efetuado pelo ESTADO com privados, passo a explicar, o negócio foi baseado no seguinte, o Estado adquiriu 5000 mil licenças para programar os referidos rádios (que custaram X de mil Euros), o problema é que cada vez que o equipamento rádio vai programar gasta 1 licença, ora estamos a imaginar o custo que seria voltar a programar todos os equipamentos com essa funcionalidade.
      Algo que deveria ter sido feito no inicio, algo que mais uma vez ninguém tem culpa.

      Ponto4: Os incêndios tem características muito particulares, principalmente este tipo de incêndios conjugando temperaturas altas, baixa humidade, condições meteorológicas adversas e relevo acentuado, isto para dizer, o que um incêndio é sempre PERIGOSO, e infelizmente irá morrer mais gente nos incêndios, principalmente em incêndios como este, agora se alguma coisa falhou ou poderia ter sido feito de maneira diferente? Provavelmente sim, mas então vamos duma vez por todos comportar-nos com um País desenvolvido e atribuir as responsabilidades a quem errou.

      Ponto5: O que poderia ter sido feito?
      Poderíamos começar na limpeza de matos, pasto e arvores junto as habitações, e punir severamente que não o fizesse, isso seria um grande principio e já se evitaria muita coisa.
      Talvez ficaria melhor aos militares GNR percorrem estas zonas, antes do Verão, e fiscalizar quem cumpre e não cumpre as normas.
      Isto não evita o perigo, mas que o diminui substancialmente isso sem duvida.

      Fica a dica.

      • RicardoBrancas says:

        (em resposta ao 3.2.1) e é por isso que se deve investir em software/hardware open-source. Bem sei que nem sempre é possível e desconheço a situação particular; mas não deixa de ser verdade

      • Rui says:

        Essa competência que refere no ponto 5, já existe e foi atribuída e bem aos Municípios. Sucede porém que na prática nenhuma Câmara quer perder votos a multar donos de pinhais!
        Já agora, também é interessante verificar que existiram subsídios no passado para limparem as matas e florestas, mas só foram atribuídos, quase na totalidade a zonas sem grande perigo de incêndio florestal, como é o caso da Região de Lisboa e do Alentejo, porque as candidaturas impediam os pequenos proprietários de concorrer e como sabemos, no norte e centro não há grandes proprietários de terras!!!!!!

  14. censo says:

    Do problema de fundo ninguem fala: a floresta. Noutras zonas do país as condições atmosféricas são iguais ou mesmo piores, e quantos incêndios? E os que houve como se dominaram logo de seguida? Não precisamos de tecnologias caríssimas que precisam sempre de alternativas. Precisamos sim que seja devolvida ao país a floresta que lhe tem sido tirada ao sabor do interesse maior da indústria conexa.

    • Filipe Teixeira says:

      Nem mais, o problema está aí há anos, dezenas de especialistas falam dele, ontem no Prós e Contras foi um Prós, estava tudo bem, ninguém teve a coragem de dizer que a praga do eucalipto é responsável por a maior parte da destruição da nossa floresta, é esperar que após esta tragédia apareca a coragem politica de acabar com os lobbies, o nosso Presidente deve-se deixar de danças e abraços e começar a intervir no que realemnte interessa.

      As familias das vítimas deviam processar os governos/responsáveis das últimas décadas.

    • Hugo Gonçalves says:

      Sou proprietário de alguns hectares de floresta.
      Alguns já arderam outros ainda se aguentam à fúria das chamas.
      Eu tenho 35 anos e já fiz várias plantações de eucaliptos e sabes porquê? Porque durante a minha esperança média de vida vou conseguir ver frutos daquilo que plantei.
      Se fosse outra espécie qualquer não ia ver nada…
      Isto só para dizer que se querem voltar a ver florestas de pinho ou carvalhos ou soitos teem que fazer (o estado) para que isso aconteça e não é fazendo proibições, mas sim motivando as pessoas para que isso aconteça.
      Se eu plantar um pinheiro hoje só daqui a 30 anos é que vou poder ter qualquer tipo de rendimento, se for um carvalho daqui a 50 anos mas de um eucalipto daqui a 3/4 anos já consigo ter rendimento.
      Este rendimento entenda-se serve para “pagar” o tempo e meios gastos para que isto aconteça.
      Não sou a favor do eucalipto mas em tempos que as pessoas vivem a vida extremamente rapido é o que é mais apelativo.

      No que diz respeito á limpeza dos pinhais:
      Seria de bom senso as juntas de freguesia adquirirem material para a limpeza das mesmas e que possibilitassem o aluguer. Uma maquina para destroçar mato custa por volta dos 3 a 4 mil euros.
      O velhote que tem uma reforma de 300.00€ nunca na vida vai conseguir adquirir uma destas por muito que queira ter a floresta limpa.
      Este texto diz a realidade do terreno nada mais.

  15. ---- says:

    O GRANDRE PROBLEMA É QUANDO NINGUÉM LIMPA AS MATAS E A CULPA MANTÉM SE NOS BOMBEIROS.

    • Asdrubal says:

      Acho interessante quando falam em limpar as matas das florestas, mas será possível limpar as florestas inteiras do país todos os anos? Sei que Portugal não tem nenhuma Amazónia, mas mesmo assim parece-me complicado. Os barrancos, com quase 90º de inclinação, como é possível chegar lá?

      • Luís M says:

        Óbvio que é impraticável limpar as matas, até porque a “sujidade” faz parte do ecossistema. A solução passa por dividir criando espaços desmatados e esses sim limpos todos os anos.

    • António says:

      Não sabes aquilo que falas.
      Por acaso sabes que se o dono de uma mata a limpar, não pode retirar dessa mata aquilo que acabou de limpar ?
      Questão: então para que limpar se não posso retirar aquilo que limpo.
      Isto é tipo, eu utilizo o wc, e depois sou impedido por uma lei de fazer a descarga de agua, olha que fixe… Estamos entregues a esta cambada de incompetentes que dão pelo nome de políticos.

  16. ped says:

    Tantos milhões num sistema que funciona mal.
    Alguém quer telefonar ao Dr. Dias Loureiro a perguntar porque gastou tanto do nosso dinheiro nisto?
    E já agora como está o processo em que era acusado de corrupção neste concurso e noutros?

    • int3 says:

      O sistema funciona perfeitamente! 99,99% de sucesso até à data com milhões de comunicações feitas desde o inicio do projeto!
      O problema aqui não foi do sistema. Foi da cobertura naquele sitio especifico !

      • nop90 says:

        Falta de cobertura para um serviço nacional de emergência não é problema?

        Queres ir comigo e com um par de rádios VHF ou UHF e ver se não mantenho ligação com um repetidor qualquer?

        Então na terra da tia maria francisca não haver rede não é problema? que se lixem os habitantes são da aldeia, não fazem falta.

        Nunca esperei este nível de arrogância vindo de ti.

        • int3 says:

          então o fogo destrói as antenas o que queres que te faça? magia? que raio de inocência!
          SIRESP não é analógico e não é uma comunicação digital tipo DMR ou D-STAR.
          É algo como GSM dedicado à polícia, bombeiros, militares, entre outros utilizadores. Em GSM há networking, há protocolos de rede, é quase como fosse uma intranet dedicada via radiofrequência. Tu inclusive, na rede SIRESP, podes ter Internet (tens torres que ligam a um operador e faz como fosse um nó de saída).
          Em tua casa, se o posto que dá Internet por cabo cair e partir os cabos devido a um incêndio ficas sem Internet. ponto final. Não há rodeios.

          É um sistema que pode ter falhas? claro. E tem, mas neste caso não foi do próprio sistema. O fogo destruiu logo algumas torres. Toda a gente ficou ponderada em sitios onde não havia rede (SIRESP) e sítios onde muita gente se ligava a uma só torre (sobre-lotada).
          Não há milagres, não há magia. A comunicação tem que ser feita de alguma maneira, tem que existir uma infraestrutura. Se o desastre destrói, ficam sem esse sistema. Então passam ao analógico. A PC devia de estabelecer algumas frequências fixas VHF (para maior alcance) ou até mesmo HF.

          • nop90 says:

            Então concordas que VHF ou mesmo HF é uma boa solução, certo?
            Então optamos por um digital caríssimo só para que os radio-amadores e curiosos não pudessem escutar as conversas?
            É que pela interoperabilidade também não vale a pena pegar, tenho relatos de bombeiros que não têm acesso a falar com outras entidades por questões burocráticas e nunca mais são resolvidas.
            No analógico, com dezenas de defeitos e problemas o pior que acontece é degradar o sinal, no digital não tens essa possibilidade.
            Não vamos muito longe, a implementação da TDT também foi a bela porcaria que foi, certo? Em analógico quantas casas tinham falhas constantes de sinal?
            Atenção que não estou a dizer que digital é mau e antigamente é que era bom, pelo contrário, temos de evoluir, mas porra, quantos países não usam TETRA e P25 bem implementados? Com coberturas decentes, com alternativas em casos graves, até com recursos aos rádio-amadores certificados pelas próprias instituições responsáveis.
            Cá? deixaram-nos de fora… Até complicam cada vez mais a vida a quem quer certificar-se chegando ao cúmulo de ser mais fácil tirar a licença em Espanha para poder operar em Portugal.
            Se desligares por completo 3 ou 4 repetidores de rádio-amadores a comunicação continua, neste sistema não, como bem disseste por funcionar ao estilo GSM. Ao menos os rádios permitem comunicar em modo mesh/ponto a ponto? pois…
            E nem vamos falar do sistema de baterias, ou da comunicação entre bases feita por cobre, o belo do sistema robusto e fiável, cof cof.
            Nestas situações mais graves até a porcaria de um Baofeng com 1W desenrascava melhor que o SIRESP…
            Volto a referir, não sou contra a evolução dos sistemas mas façam-no com base em estudos e exemplos não para dar dinheiro aos amigos do costume.

          • João Simões says:

            Ó chico, se o fogo destrói as antenas de comunicação do SIRESP então é porque estão mal localizadas ou não é feita manutenção (limpeza circundante do local), PONTO! Bla bla bla wiskas saquetas… um sistema bom é aquele que está estudado para não falhar, é um sistema que tem mais do que uma redundância para funcionar! Se falha numa situação em que há vidas humanas em causa, então esse sistema não presta.

          • int3 says:

            @nop90
            também sou radio-amador e percebo perfeitamente o que dizes. quando o SIRESP não funcionava porquê é que ninguém passou a usar VHF que é o normal? Aqueles motorolas que os bombeiros usavam antigamente, nem sei quanta potência era, mas que seja 10W quantos Kms de cobertura tinham, dependendo das condições atmosféricas como é óbvio? Os que dão para se ligar por TETRA não têm fallback para analógico? Se só andam com um digital no bolso é uma coisa. Deviam andar com algo que desse para os dois.
            Não quero, nem vou criticar o SIRESP porque é até bem desenhado. O problema é que ou é como o João disse, mal posicionamento das antenas que levou à sua destruição, ou é por falta de conhecimento, ou o que seja.
            Olha eu não sei. Só sei que nenhum sistema é 100% fiável. Nem mesmo em modo analógico seja modular em que qualquer coisa. E não acredito que este acontecimento se deu devido ao SIRESP.
            O SIRESP funciona, e tem vindo a funcionar. A última vez que não faz o trabalho foi no ultimo verão em que o sistema em si crashou. Este caso não.

          • José Rodrigues says:

            Noutros países usam satelite…

      • Cortano says:

        onde foste buscar esses 99,99%? Ao que parece todos os anos falha e já morreram bombeiros por causa disso.

      • Contractor says:

        Desculpe este sistema como está é um fiasco….
        Em rua aberta ou em edifícios tem muitas falhas… e não falo no interior do país… falo no litoral..

  17. Asdrubal says:

    Realmente, o que noto, é que alguma coisa falhou naquela estrada onde 47 pessoas ficaram encurraladas e foram deixadas para trás. Um dos bombeiros que ajudou naquela estrada, ainda foi levado para o hospital, acabou por morrer no dia 19.

  18. joao says:

    Tratem de limpar a floresta e de plantar as árvores certas em vez da monocultura intensiva de eucalipto e é garantido um combate mais rápido com menos efeito pólvora

  19. Rui says:

    Com esse dinheiro, podíamos ponderar investir num satélite estacionário como fez o Brasil este ano!

    • int3 says:

      até dava para mandar alguns. 50 milhões por satélite +-.
      A ESA até fazia um desconto.

    • João Santos says:

      sim mas o satelite dava geito mas esta na hora de controlar os eucaliptos dá muito dinheiro é verdade quem me dera a mim ter um terreno com eles, ainda assim, o governo devia de pagar aos bombeiros como deve ser com formações roupas, carros, e salário aos donos dos terrenos um incentivo real onde o governo compensava quem limpava e rentabilizava a floresta. Claro que não era só pedir e toma lá o dinheiro, podia passar por equipas de proteção no terreno da floresta tipo guardas.

      • António says:

        É o próprio governo que não quer que os privados rentabilizem a floresta.
        A intenção é entregar essa rentabilização a corporações.
        Veja-se a energia eólica, no norte da europa qualquer proprietário que tenha um terreno e queira implementar um moinho de vento, pode o fazer, em Portugal essa exploração é entregue só a empresas.
        Porque será ?

    • lmx says:

      Boas Rui,
      Uns Satélites e quem sabe mais uns submarinos..

      Digamos mais uns 2 a 1,5 billiões…coisa barata…é isso…vamos torrar mais umas centenas de milhões, e assim chegamos ao epicentro do abismo.

      Boa!

      • António says:

        O sócrates foi para Paris, e deixou aos Portugueses uma divida de 78 mil milhões de euros para pagar.
        Caso ainda estivesse no poder, a esta hora já teríamos 4 ou 5 auto-estradas para o Porto, 3 aeroportos, Tgv (tecnologia dos anos 60) até á fronteira, não poderia ir para o centro da Europa por causa da bitola.
        Deixou ainda um País na miséria, falências, desemprego, desespero… mas tem um amigo que lhe paga as contas, eu tenho mesmo azar na vida, não tenho amigos desses.
        Mas se quiseres comparar 78 mil milhões de euros com o preço dos submarinos (que fazem falta), eu ficava-me pelos submarinos , dispensava os 78 mil milhões de euros.

  20. Joao ptt says:

    No passado antes da rede GSM digital existia a rede de comunicações móveis analógicas… tinha cobertura em tudo quanto era buraco!
    Por isso cobertura integral é possível.
    Agora se me dizem que é difícil cobrir tudo digitalmente aí tenho de concordar em especial se tiverem limitados nas faixas de frequências que podem utilizar, pois algumas são melhores que outras e precisariam de uma largura de banda muito maior para aquela gente toda!
    Idealmente o SIRESP deveria ser abandonado em favor de uma rede 4G ou similar, apenas com os níveis de autenticação e cifragem superior (já que aparentemente não querem permitir essa confidencialidade/ segurança das comunicações ao zé povinho) e com mais largura de banda (e comunicações para os centros de dados redundantes via fibra-óptica enterrada, links de micro-ondas, e satélite)… e claro montados em estruturas anti-sísmicas, resistentes a inundações, resistentes a ventos ciclónicos de mais de 300 km/h, resistentes aos incêndios, resistentes a descargas elétricas atmosféricas, resistente à sabotagem por mão humana, sistema redundante no mínimo cada cm2 do território coberto por 3 antenas e de preferência sempre por mais. Tudo isto é possível tecnicamente, mas tem de ser bem estudado, implementado e mantido… e custa muito dinheirinho.
    Mas morrerem pessoas por falta de coordenação e de comunicações também custa muito dinheirinho… e se forem as pessoas que ficam feridas ou mortas também certamente que teriam preferido que o estado tivesse feito tal investimento.

    Do resto, da prevenção, é sempre a mesma conversa, e não vai dar em nada porque é tudo uma cambada de preguiçosos que não querem exigir ao estado que por exemplo crie o Corpo Nacional de Guardas Florestais com todos os meios humanos e técnicos para durante as alturas calmas fazer a limpeza e preparação dos terrenos e acessos e durante as alturas mais perigosas a vigilância e combate a incêndios… por tanto elementos dedicados à floresta 24h/7d/365d.
    Quando existiam no passado, sempre que passava por matas nacionais passava sempre por pelo menos uma das viaturas dos guardas florestais que lá fazia vigilância, e os incêndios eram zero ou perto disso, hoje em dia GNR que é que tem a atribuição nem vê-la! Aliás a GNR nem para o dia a dia tem pessoal suficiente para todas as ocorrências quanto mais para andar a vigiar mato.

    E não pensem que é só conversa, pedi o ano passado em Agosto de 2016 ao parlamento português para recriarem o Corpo Nacional da Guarda Florestal, o que fez toda aquela gente? Exacto: nadinha! E como nada fazem, os resultados não poderiam ser diferentes do desastre que aconteceu e continuará a acontecer até que deixe de existir condições para incêndios… ou área para arder.

  21. Mário says:

    O Exército com muito menos que esses 270 milhões de euros levantava um batalhão de comunicações totalmente móvel e independente baseado em Feixes Hertzianos, pontos de acesso rádio, com pessoal equipado tipo man-pack que dariam conta do recado em Comando e Controlo.
    Um fogo deve ser considerado como uma batalha, se ele se move para um lado a rede de Comando e Controlo acompanha esse movimento em suporte de comunicações. Sendo completamente autónomo porque o mesmo é acompanhado de geradores. O problema é que isso não rende milhões aos privados…

  22. Um gajo das comunicações says:

    Desde que lançaram o SIRESP que se viu as diversas falhas deste sistema. Este sistema em caso de fogos, sismos, catástrofes não funciona, pois deriva de diversos factores, enquanto que se for um sistema analógico, como o antigo sistema ROB, até com um simples painel solar e dois rádios, se consegue assegurar “rede” numa grande área. Pensem nisso. Gastar tanto dinheiro dos contribuintes numa rede quedá raia? Eles que invistam o dinheiro em coisa melhores.

  23. devaxtator says:

    bem segundo consegui apurar o siresp é basicamente uma meo ou vodafone baseado em tecnologia motorola https://www.motorolasolutions.com/en_xu.html com 502 torres de comunicações.
    mas o problema é se 2 ou 3 vao abaixo com o fogo ou terramoto o sistema nessa area puff..
    nao tem nenhum backup…
    bem se é um sistema critico nao tem backup? nem por gsm? nem por via satelite?
    este sistema foi adiquirido em 2010… bem tirem elacoes que quiserem eu ja percebi o que se passou

  24. Pouco conhecedor says:

    As pessoas falam tanto sem ter conhecimento da tecnologia……
    Os antigos sistemas de comunicação utilizados eram muito obsoletos e muito fáceis de violar. O sistema SIRESP veio uniformizar as comunicações de TODAS as forças (com respectiva hierarquia) e tornar as comunicações quase invioláveis.
    Uma antena TETRA, por si só, consegue manter as comunicações que acontecem na sua zona de cobertura (e não é pouca, visto a potencia e a frequência a que trabalha), sem ter que estar interligada ao restante sistema. Mas se a antena arder……. Uma árvore quando arde (e morre), não podem exigir que ela continue a fazer fotossíntese.
    Quando acontece uma catástrofe desta natureza e é necessário reforçar a cobertura de rede, existem antenas moveis que são estrategicamente instaladas. O SIRESP também tém.
    Penso que a prevenção das nossas matas e a respectiva vigilância das mesmas (investimento em equipas florestais) é que devia de estar em discussão.
    Agora as negociatas…. essas existem em todos os partidos.

    • nop90 says:

      A tecnologia é boa, a implementação dela é que falhou redondamente.
      Quantos casos tens lá fora de falhar o TETRA ou o P25?
      Quantos lá fora é que têm baterias que não duram mais que um dia?
      Quantos lá fora é que ignoram zonas críticas?
      Que alternativas temos cá nós ao digital? E nos outros países? ah… pois é…

  25. Paulo Seichinha says:

    Embora não sendo um especialista na matéria, o que percebo é que o SIRESP é baseado no sistema TETRA de transmissão rádio e sistemas digitais de duas vias mas encriptado invés de acesso aberto. Creio que este é o principal objectivo da criação do SIRESP, a encriptação do sistema de modo a garantir a sustentabilidade das comunicações entre as autoridades sem correr o risco de excesso de tráfego ou intromissões.
    Pelo que percebo este sistema funciona através de transmissão terrestre, por antenas que estão instaladas ao longo do país de modo a cobrir a totalidade do território nacional. Existem algumas unidades móveis que servem para garantir esta cobertura em certas zonas menos abrangidas.
    A julgar pela declarações dos responsáveis, o SIRESP não foi abaixo mas sim a zona afectada não teve cobertura devido à destruição de antenas locais. Obviamente sem antenas não há transmissão neste sistema. No entanto, perante numa necessidade imperial de garantir as comunicações das autoridades em qualquer local ou altura, penso que se deveria pensar ter outro sistema redundante que também pudesse assegurar a cobertura do território nacional. Se um falha, o outro deverá funcionar. Mal seria se ambos falhassem em simultâneo…

  26. VC says:

    O que aconteceu é muito simples de explicar… desde o momento que tens um sistema dependente de antenas GPRS, em catástrofes naturais podes ficar afetado a nível de comunicações… agora se o sistema tiver adaptado a um sistema satélite, aí já poderás evitas alguns problemas verificados neste cenário.

  27. Peb says:

    Desculpem lá.. um sistema de emergência ter por base estruturas de fibra? Isto é o país dos chico-espertos.. quanto muito mantinham a rede vhf de todas as entidades e não, um equipamento vhf não custa milhares.. nem a sua manutenção, comparando com o siresp. lamentável que ninguém se lembre que os radioamadores também podiam marcar presença no teatro de operações como suporte nas comunicações. Atrevo-me a dizer que, hoje em dia, os radioamadores teriam um importante papel no que toca a apoio nas comunicações em caso de catástrofe. Mas o que interessa é as negociatas…

  28. Arlindo Pereira says:

    Vamos ser práticos a única coisa que falhou foi não haver pára raios nas matas.

    • João Simões says:

      Boa Arlindo, grande ideia… eu trabalho numa empresa que monta pará raios. Quando é que sai o concurso público?

    • António says:

      Sempre achei muito estranho a PJ vir logo anunciar que descobriram a origem do fogo, e foi um raio, e já encontramos a árvore atingida etc., uma rapidez e eficácia muito estranha, passado 1 dia já vem dizer que se calar a origem do fogo não foi um raio… Raios e coriscos, alguém neste País sabe o que anda a fazer ?
      E anda o povo a pagar os ordenados desta gente incompetente.
      Sim que eles trabalham para o povo.

  29. António says:

    Quando a rede de telemóveis funciona, e o siresp falha, alguma coisa está muito mal.
    Mais valia comprarem uns milhares de telemóveis e os distribuírem as policias, bombeiros e afins, sempre ficava mais barato ao povo. Sim que quem paga somos todos nós.

  30. Bluboo says:

    Segundo o contracto o SIRESP pode falhar…

    17.2 Constituem, nomeadamente, casos de força maior actos de guerra ou subversão,
    hostilidades ou invasâo, rebeliâo, terrorismo ou epidemias, raios, explosões graves
    inundaç6es, ciclones, tremores de terra e outros cataclismos naturais que
    directamente afectem as actividades objecto do contracto.
    A ocorrência de um caso de força maior terà por efeito exonerar e Operadora de
    responsabilidade pole não cumprimento pontual das obrigações

  31. Carlos Almeida says:

    Boa tarde caros amigos

    Conforme a edição de hoje 21/10/17, do “Jornal de Negócios” da Cofina, versão do Correio da Manhã, para a classe media, a PT/Altice vai continuar a estender cabos de fibra óptica, nas zonas do Pinhal Interior, mas agora enterrados nas condutas das estradas.

    http://www.jornaldenegocios.pt/empresas//detalhe/incendios-alticept-vai-comecar-a-enterrar-cabos-de-comunicacao-no-pinhal-interior?ref=DET_NoticiasRecomendadas

    Citando o Negócios

    “A Altice/PT anunciou este sábado que vai começar a enterrar os cabos que suportam as suas redes de comunicações fixas e móveis na região do Pinhal Interior, a zona afectada pelos incêndios de há quatro meses.

    “Efectuámos um estudo durante algumas semanas largas porque existe alguma complexidade técnica para fazer esse enterramento. A zona do Pinhal Interior foi definida como prioritária e é nessa zona que vamos começar a promover o enterramento”, afirmou à Lusa Alexandre Fonseca, chefe do gabinete tecnológico da Altice.

    Os elementos de rede a enterrar suportam as diversas redes da Altice/PT, quer móveis, quer fixas, e em determinados traçados suportam também comunicações que pertencem à rede de emergência nacional.

    O responsável da empresa indicou à agência Lusa que a segurança dos cabos enterrados em condutas tende a ser maior do que as infraestruturas assentes em postes de traçado aéreo.

    Contudo, Alexandre Fonseca avisa que em algumas circunstâncias mesmo os cabos em condutas podem sofrer danos, quando por exemplo as temperaturas desencadeadas por um incêndio são muito elevadas.

    Mas agora pergunto eu e perguntará qualquer pessoa com bom censo, mesmo sem qualquer formação e experiência em telecomunicações:

    Se é o próprio Alexandre Fonseca, chefe do gabinete tecnológico da Altice, afirma que “mesmo os cabos em condutas podem sofrer danos, quando por exemplo as temperaturas desencadeadas por um incêndio são muito elevadas” e que os cabos de fibra óptica que serão enterrados “suportam também comunicações que pertencem à rede de emergência nacional”, como é que se percebe que a PT/Altice, vá voltar a usar apenas a fibra óptica para a interligação dos sites da Rede de emergência nacional/SIRESP ? Se a usarem para a rede interna, é com eles, pois se falharem as redes fixas e moveis e perderem clientes não se perde nada. Mas para a rede de emergência, vão voltar a fazer o mesmo “erro”, porque daqui a uns anos o Sistema de Emergência Radio vai voltar a falhar e ninguém da PT será responsabilizado, como desta vez também ainda não foi. Mesmo nos cabos de fibra óptica para enterrar e que têm dupla protecção metálica, protecção contra roedores, etc, etc, se o calor for muito a fibra derrete. Metam a fibra sim, porque lhes vai dar jeito, vão ficar com uma rede nova e quem vai pagar vai ser o SIRESP, isto é o contribuinte, mas coloquem também rotas redundantes com feixes hertzianos, para a Rede de Emergência.

    Mas não vão meter feixes, porque isso era reconhecer que era isso que deveriam ter feito logo de inicio e não fizeram.

    Quem deixar a PT/Altice voltar a dar este golpe, está a ser conivente com eles. Depois não voltem a dizer que o SIRESP falhou.

    Note-se que a Motorola, fabricante americano dos equipamentos das Estações Base /Torres, afirmou que a “tecnologia do SIRESP, respondeu como devia.”

    https://www.jn.pt/nacional/interior/motorola-diz-que-tecnologia-do-siresp-respondeu-como-devia-8785481.html

    O SIRESP é um sistema de tecnologia TETRA, implementada com eficiência em muitos países da Europa.

    As estações base têm que estar interligadas por rede IP redundante e isso foi o trabalho que a Portugal Telecom deveria ter feito como deveria ser e que não fez. Agora, se a deixarem, parece querer voltar a querer cometer o mesmo “erro”.

    “erro” – A PT/Altice não comete erros, faz cálculos aos lucros.

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