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Rede Social Orkut encerra no dia 30 de Setembro deste ano


Editora no Pplware e psicóloga de profissão. Desde cedo que a tecnologia é uma paixão, interessando-se em particular com o impacto que esta tem na nossa vida e nos comportamentos que as pessoas adotam nas redes sociais.

Destaques PPLWARE

  1. Scheldon says:

    Vão fechar o orkut mas aquele lixo do G+ não? Aff, parece que esses cornos do Google só querem ferrar o usuário.

    Não me importo tanto com o fim do orkut, todo serviço da internet um dia acaba, o que me deixa louco é que simplesmente não existe outro sistema de forum + social, e olha que não estou nem pedindo pra ser a altura.

  2. Carlos says:

    Previsível, e até pensava que já tinha fechado há muito tempo.

    É pena, porque o sistema de comunidades funcionava bem, principalmente quando passou a ser possível nomear moderadores, e nunca foi reproduzida por nenhum outro site do género.

    • El Lentinho says:

      O Google + tem exatamente esse sistema de comunidades.

      • Carlos says:

        Não sei, as únicas 2 coisas que fiz acerca do Google+ foi apagar a conta que os senhores da Google acharam por bem criar em meu nome (e junto com ela a do YouTube, mas acho que ninguém sente falta dos vídeos dos Operários do Natal) e marcar os e-mails de lá, que nunca pedi para receber, como spam.

        É que a conta que eu tinha, e tenho, no Orkut (e das mais antigas, eu até tenho a medalha de Early User lá) criei-a eu porque quis.

        Além disso, o Google+ ainda existe? É que ninguém da Google falou nele durante o I/O…

  3. Blasterjack says:

    G+ caríssimos brazukas, G+.

  4. Freitas says:

    Sinceramente não entendo a pancada dos brasileiros em querer sempre utilizar coisas ao lado. Parece que são do contra.
    Antes do Facebook já existia o Hi5 que era onde todos os redosocialistas (excepto os brasileiros em geral) utilizavam.
    Com a chegada do facebook, houve uma transferência em massa para o mesmo, mais uma vez sem os brasukas.
    Outra coisa estranha é o medo pela lingua inglesa. Porquê meus amigos, porquê?

    São demasiado patriotas, é o que é.

    • Wedson Medeiros says:

      Bom, como brasileiro e sinceramente falando eu gostava do Orkut. O nível de interação e a riqueza de informações em muitas comunidades. Lá se encontrava tudo, desde compartilhamento de trabalhos acadêmicos, até fóruns de tecnologia bastante interessantes. O Facebook já até tem o mesmo, mas eu prefiro o Orkut. É pura questão de preferência e, quanto a isso, não há certos ou errados.

      O Orkut foi bastante utilizado pela comunidade brasileira, norte-americana e indiana. Por um tempo, inclusive, houve uma disputa entre fan-boys do Orkut nos Estados Unidos e no Brasil para ver qual país teria maior número de usuários.

      Em relação a indicação de que ela é “utilizada sobretudo pela comunidade brasileira” (na matéria acima), afirmo 100% que não mais. Já foi. A grande massa de usuários do Brasil já migrou para o Facebook e G+, especialmente o primeiro. As contas do Orkut da maioria dos brasileiros, apesar de existirem ainda, estão abandonadas. No dia dos Dia dos Fiéis Defuntos (Dia dos Mortos, aka apenas Finados), existe uma brincadeira online já há dois anos de “Visite seu perfil no Orkut” ou apenas “visite o Orkut”.

      Como acadêmico, posso afirmar que não existe medo pela língua inglesa no nosso povo. Ou melhor dizendo, não é questão de medo. Simplesmente, as pessoas são fruto de sistemas culturais, políticos e econômicos. Por anos e anos não existia estímulo para que as pessoas no Brasil se aperfeiçoassem em um segundo idioma. Tudo ao gosto e doutrinamento dos 21 anos da ditadura militar brasileira, a qual estagnou as políticas de educação que afloravam no começo dos anos da década de 1960 no nosso país. O lema era que “pobre não precisa estudar, apenas trabalhar”. Mas esse vergonhoso período em nossa história já findou e estamos em outros tempos, com um novo perfil de sociedade em ascensão, com novos problemas, novas conquistas e novos desafios. Contudo, vejo positivamente que existe uma popularização do mercado de escolas de idiomas por estas bandas. Uma das tendências populares entre os jovens brasileiros é aprender inglês (primeira opção) ou espanhol (segunda opção) e isto tem se refletido nos investimentos da classe C (ver matéria também aqui: http://fe.gd/UB5)

      Claro, com um país de dimensões continentais e mais de 200 milhões de habitantes, há de se convir que vamos ter um contingente de pessoas online a fazer tudo. Neste universo estarão, infelizmente, aqueles mais extremistas e ultra-nacionalistas.

      Sem mais, deixo meus cordiais cumprimentos.

      • okapi says:

        “… Tudo ao gosto e doutrinamento dos 21 anos da ditadura militar brasileira, a qual estagnou as políticas de educação que afloravam no começo dos anos da década de 1960 no nosso país. O lema era que “pobre não precisa estudar, apenas trabalhar… ” .

        e pelos visto ainda existe alguém que acha que deve de ser assim a começar pelo Ex-Presidente Lula da Silva e companhia. bit.ly/1lhhBKT

      • F.C says:

        Foi um prazer ler a sua resposta!

      • Freitas says:

        Caro Wedson,

        gostei muito da sua resposta.

        Confesso que até fiquei embaraçado, inclusivé que me deixou com alguma vergonha do comentário a que respondeu.

        Espero que existam mais pessoas como o Wedson.

        Um bem haja.

      • Jonny says:

        Caro Sr Wedson Medeiros, eu, como português, apenas posso registar que a sua resposta esteve ao melhor nível, sendo esclarecida, educada, elevada. Considerando o baixo nível do Sr Freitas, e o seu nível de educação, peço-lhe que considere que a esmagadora maioria (mesmo esmagadora) dos Portugueses não pensa, de todo, como o Sr Freitas. Também nós temos 40 anos de efetiva liberdade, com os constrangimentos culturais e educacionais daí adjacentes. Sempre defendi que a intolerância e o preconceito são resultados de ignorância e de falta de formação e conhecimento. É bom saber que se pensa bem em Português, e que em Português nos conseguimos elevar e entender em conjunto. Um bem haja! 🙂

    • Neopunk says:

      Caro Freitas,

      as novas gerações pensam o mesmo da sua escolha, isto é, não compreendem o que o faz ligar a uma rede como o Facebook. Para eles o Facebook é uma rede de “velhos”, snooping parental, pouca liberdade de expressão e mera montra de vaidade e afirmação social.

      Não existe um certo ou errado na escolha da rede social, nem maior ou menor grau de inteligência na escolha, o factor demográfico de cada rede está ligado ao interesse e educação geracional, ramificação de ligação social e requisitos de fencing cultural ou geográfico.

  5. Só um gajo says:

    Então agora como é que te vou deletar e excluir do meu orkt? já nem te posso bloquear no MSN.
    É um dia triste…

    https://www.youtube.com/watch?v=FBjUH8nT2pg

  6. Dave says:

    2014: Vão fechar o orkut, vão descontinuar o quick office…
    2013: adeus ao google reader, google checkout….

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