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Radares de Velocidade: Apanhados mais de mil aceleras por dia

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. mamba says:

    Apertar com eles. Com a mania que são GT’s..

    • TSSRK says:

      não vão ser os radares que vão acabar com acidentes ou acabar com os aceleras

      • mamba says:

        claro. Acabar com os aceleras era tirar-lhes a carta. Mas isso não se pode fazer..

        • Miguel says:

          Tá visto que não conduzes, não sou de Lisboa, mas fui lá de férias e aquilo é um terror… radares em todo o lado, mudanças de velocidade constantes.
          Uma pessoa tem de andar super atenta a todas as mudanças de velocidade que por vezes são abruptas e podem causar acidentes.
          Um stress completo conduzir em Lisboa e não sou de acelerar, o meu carro nem dá para isso, mas Lisboa é mesmo a pedir multas, até a avózinha está em perigo.

          • mamba says:

            Conduzo e sou de LX sim.
            não concordo nem deixo de concordar com limites ou mudanças de velocidade ou seja o que for. Nem sequer falei disso.
            O que disse é que se tirares a carta aos aceleras, eles deixam de existir nas estradas. Estou errado? É um facto.

          • Grunho says:

            O normal de Lisboa é zero kms/hora, parado a ver alegremente o ordenado a fugir pelo tubo de escape. E a solução é encostar o carro e ir de bici. Poupa em transporte, em ginásio e em tempo.

        • Mr. Y says:

          Não se pode tirar a carta? Claro que se pode.
          Ou achas que ficar 2 anos sem poder conduzir não é suficiente?

      • Louro says:

        Se aumentarem as multas e comecarem a tirar cartas de conducao para sempre em caso de serem re-incidentes, vais ver que reduzem para quase nada.

  2. E---lectrão says:

    é uma caça “louca” à multa … para já, este ano recebi dois “cheques”, sendo que depois das “correcções”, um marcava 51 km/h e o outro 53 km/h, quando, em ambas as situações, o limite máximo estava fixado em 50 km/h 🙁

    • ri says:

      51 km/h > 50 km/h

      • KeyboardWarrior says:

        Se o limite era 50 Km/h, e tu ias a 51 e 53 km/h, estavas em excesso. Espero que tenhas aprendido a lição.

        • Jane Doe says:

          Qual é a lição, ao certo? Que vale mais ir com os olhos no velocímetro do que na estrada?

          • Louro says:

            Com os descontos a velocidade de velocimetro que ele ia, deveria de andar os 60/65km/h, foi uma boa multa.
            Se nao és capaz de controlar a velocidade a que circulas é porque nao estás em controlo do veiculo, portanto és um perigo na estrada 😉

            Apesar de que tenho muitas dúvidas que a história seja verdadeira.

          • Miguel says:

            Esquece isso, essa gente não conduz carro ou nunca foi a Lisboa.
            Os radares em Lisboa são completamente absurdos

          • Jane Doe says:

            Com os descontos ia a 54-55 km/h… Gostava de te ver a conduzir e, sem olhar para o velocímetro, saber se vais a 49 ou 55… Tens sequer carta? É que é fácil saber a velocidade que vais se fores a olhar para o velocímetro enquanto o condutor (que não és tu) vai a olhar para a estrada, isso sim.

        • E---lectrão says:

          é só moralistas com telhados de vidro 😛

      • Col says:

        Sim é superior mas por uma margem mínima e não colhe aqui o argumento de que o risco de acidente a 51 km/h é substancialmente superior a 50 km/h

        Sem estabelecer isto como regra está multa não tem qq valor pedagógico … até as finanças descartam a cobrança de valores abaixo de certo montante

    • Jane Doe says:

      És um verdadeiro assassino na estrada 😀
      Tolerância zero, lucro máximo!

    • Louro says:

      Parece que nao aprendeste da primeira vez.

      • E---lectrão says:

        e continuo sem aprender porque estas coimas não têm qualquer efeito pedagógico, apenas são uma fonte de receita para o estado … ambos os “excessos” foram à entrada de povoações isoladas e já me encontrava em desaceleração (sim, podia ter travado mas optei por deixar o automóvel ir sozinho) mas o “equipamento” estava escondido à espera de facturar 🙁

    • Lulu says:

      Isso até é ridículo mandarem uma multa dessas Ao menos mandavam isso com uma velocidade minimamente decente.

  3. nuno says:

    Podiam informar sobre os novos radares no Porto.

  4. Jane Doe says:

    “Os radares de velocidade têm como principal objetivo, segundo as autoridades, a prevenção rodoviária.” … “nos primeiros seis meses deste ano houve 1.038 infrações por excesso de velocidade por dia”… “subida de 20% e 44% em relação ao período homólogo de 2021 e 2019”

    Não haja dúvida que os radares estão a cumprir o seu “principal objetivo”… Lol!

    Ou será que o “principal objetivo” são os 130 milhões de euros (!!!) em multas de trânsito? Ou seja, um aumento de 38% em relação ao ano passado?

  5. Nem tanto ao Mar says:

    Se o controlo da velocidade é absolutamente necessário num país de “pés-pesados”, também é verdade que alguns limites de velocidade em zonas de boas estradas, boa visibilidade, e tendo os automóveis atuais os sistemas de segurança que têm, parecem ter outra intenção que não a segurança rodoviária.

  6. Alex says:

    Concordo com os radares a 100%. Ajudam a prevenir que hajam mais acidentes por excesso de velocidade.
    No entanto gostaria que ANSR desse a oportunidade das pessoas corrigirem o seu comportamento.
    Deixo aqui o exemplo: 5 multas que chegaram entre Agosto de 2021 e e Junho de 2022. Todas as multas ocorreram em 2020.
    Se as multas chegassem no espaço de um mês daria oportunidade de o comportamento ser corrigido.
    Neste caso específico não me refiro a velocidades de 200kms hora mas sim multas leves.

  7. rui says:

    Pplware, acho que seria mais correto o termo “transgressores” do que “aceleras”. Isto claramente virou uma fonte de receita para o estado, daí o aumento da caça à multa e nem toda a gente que é multada são aceleras(obviamente que há muitos que merecem ser multados)

    • KeyboardWarrior says:

      Só é multado que acelera, daí o termo “aceleras” ser o termo correto.

      • Miguel says:

        Nem por isso, existem zonas de radar que nem precisas acelerar… Só para veres o quão estúpido é…

        • KeyboardWarrior says:

          E quais são as zonas? É que nunca apanhei multa nenhuma.

          • Rui Fernandes says:

            O excelentíssimo, que escolheu um nick bem a propósito, não tem outra intenção que não a de trollar outros comentadores no fórum,
            Já se percebeu que de condutor não tem nada e de inteligência, tem ainda menos.
            Se não vivesse enfiado no seu quarto, no pequeno T2 dos paizinhos, a fazer guerras atrás do teclado, saberia que há muitos locais em que basta deixar o carro desengatado, para que este ultrapasse a velocidade permitida no local. Note, por favor, que um carro desengatado, em roda livre, não está a ser acelerado de forma criminosa!

        • Lulu says:

          Não só não precisas de acelerar, tens é que travar e bem

  8. compro essa também says:

    Digam lá mais umas vezes que é caça à multa ! …

    Mas a ANSR deixa a desejar …

    Estacionamento pago colado a passadeiras … e o Art. 49 do CE ?

    Trotinetes, bicicletas e outros eléctricos juntos na circulação, uns simplesmente não sabem as regras e outros nem querem saber nem regras nem de ninguém…

    O que se pode pensar ? …

    …que a ANSR tem estado bem ?

    Enfim …

  9. Mr. Y says:

    Para se tirar dúvidas se é realmente caça à multa deveria estar disponível uma lista das multas, de forma transparente e anónima, a indicar a velocidade a que se ia e a velocidade máxima no local.

    • Jane Doe says:

      Antes disso, deviam indicar os critérios para a localização dos radares. São os locais com mais sinistralidade, ou são os locais onde há mais transgressões porque os limites estão desajustados?

      • Louro says:

        Os critérios de localizacao dos radares sao irrelevantes, seja onde for que tenham sido colocados, é um facto que só é apanhado quem for acima dos limites de velocidade.

        • Miguel says:

          O local do radar é da máxima importância, pois há zonas que não há perigo para outros ao exceder velocidade.
          No entanto perto de escolas (por exemplo) seria uma boa localização para notificar as pessoas dos perigos do local.

        • Jane Doe says:

          Lê a primeira frase do artigo: “Os radares de velocidade têm como principal objetivo, segundo as autoridades, a prevenção rodoviária”
          Agora lê o que tu escreveste… Já percebeste o absurdo das tuas palavras/ideias?
          Os radares são para prevenção de acidentes, não lucro fácil.

  10. Carlos says:

    Acho muito bem!
    Só acho que ANSR peca por fiscalizar pouco. Justificado pela segurança deveriam reforçar a fiscalização:
    – circulação na via do meio/esquerda sem ir a ultrapassar;
    – cumprimento das regras gerais do CE, nomeadamente, cedência de passagem em passadeiras e semáforos, quer seja um condutor de automóvel, moto, bicicleta ou trotineta;
    – cumprimento de velocidade máxima em ciclovias (SIM com as bicicleta eletricas, muitas são “deslimitadas” e passam em velocidade excessiva por outras!!!)

    • Vasco says:

      E não utilização atempada dos piscas, etc, etc. Acho muito bem que os “special ones” sejam entalados. Neste país é um fartar de violações à lei. Por exemplo, só em incumprimentos da lei do ruído o estado poderia fazer um dinheirão e ganhar muito mais do que com as multas por excesso de velocidade. Bastava que a polícia actuasse e levantasse o respectivo auto.

  11. MarioVB says:

    E foi assim que o António Costa foi buscar 120€ para dar 125€ em Outubro.

  12. Pmg says:

    Seria interessante saber a % daqueles a velocidade minima

  13. RLopes says:

    Num país de condução criminosa diariamente e um governo sanguessuga… Só poderia dar nisto lol

  14. Vasco says:

    Só é multado quem tem atenção à sinalização, ou propositadamente a ignora. É mais do que tudo, conduzir é um acto que obriga a ter atenção permanente. Se algumas pessoas vão a pensar na morte da bezerra ou a olhar para ecrãs em vez de prestar atenção à sinalização e consequentemente circular abaixo da velocidade máxima pernitida, por precaução, então à culpa delas. Se vão concentradas na música que vão a ouvir, a culpa é delas. Se não conseguem resistir à tentação de acelerar numa estrada só porque ela está mais vazia, à culpa é delas. Os carros não têm culpa das insuficiências de personalidade de muita gente enão aceleram sozinhos. É cumprir (palavra estranha em Portugal).

    • Vasco says:

      *quem não tem

    • Jane Doe says:

      “atenção permanente” à estrada e arredores ou ao velocímetro? Portanto, o que importa é o excesso de velocidade e não a velocidade excessiva, é isso? É mais perigoso circular numa via de 3 faixas, vazia, a 55 do que circular a 50 numa zona residencial com caros estacionados de ambos os lados, é isso?

      • Vasco says:

        Uma coisa não justifica a outra e a única relação consiste no facto de que se for em velocidade excessiva em termos de segurança rodoviária também estará muito provavelmente a incorrer em excesso de velocidade face à sinalização ou limites implícitos de uma determinada via. Dentro das localidades já existe a limitação de 30 Km/h que permite parar em completa segurança se o piso estiver seco, para lhe dar um exemplo. Contudo, se a sua experiência lhe disser que vai mais segura a 20 km/h naquelas circunstâncias específicas, assim deverá proceder. O que não pode é exceder a normativa legal que lhe impõe um determinado limite. Olhe que os carros não aceleram sozinhos, e se acha que tem de ir constantemente a olhar para O velocímetro par controlar a velocidade, O melhor será circular, se necessário, uns bons 10 ou 15 km/h abaixo do limite, para deixar uma boa margem de cagaço. Eu nunca fui multado e sou apenas um simples condutor sofrível em estradas que não são minha propriedade… A lei impõe-se e existem locais próprios para a alterar. As nossas percepções são sempre de índole subjectiva mas a lei, neste tipo de regulamentos, é bem explícita.

        • Vasco says:

          O mesmo vale para quem circula nas faixas do meio, não põe pisca, anda abaixo da velocidade mínima em auto-estradas sem motivos de força maior, etc.

        • Jane Doe says:

          Está mesmo a sugerir que as pessoas circulem a 35-40 nas cidades?! A sério?! Consegue imaginar os engarrafamentos nas grandes cidades? Os limites de velocidade são cegos, e essa é a questão, esteja chuva, esteja sol, esteja muito ou pouco trânsito, o limite é sempre o mesmo (em Portugal), mas as autoridades não são, estas deviam ter isso em atenção, mas não têm. E é preciso ser intelectualmente desonesto para sugerir que ultrapassar os 50 é sempre velocidade excessiva. A mesma percepção que 50 é demasiado para as condições e portanto devo circular a 30, é a mesma que me diz que circular numa via de 3 faixas, vazia a 70 não é perigoso.
          É claro que a lei existe e é igual para todos porque nem todos têm essa percepção, nem todos têm capacidade intelectual para avaliar isso, portanto preferem que alguém lhes imponha limites, ainda que desajustados (precisamente por serem cegos).
          So para terminar, poucas são as zonas residenciais onde o limite é 30, e menos ainda as zonas residenciais onde são colocados radares, portanto, vamos continuar a castigar quem vai a 55 em quase-autoestradas, porque podem atropelar alguma mosca, enquanto os “pilotos” andam a 90 nas zonas residenciais até atropelarem alguém.

    • Rui Fernandes says:

      Eu até estava “a ponto” de concordar consigo… estragou tudo com a referência politico-geográfica.
      Basta ter um bocadinho de conhecimento do que se passa lá fora ou de atenção para o que se passa cá dentro, agora que estamos outra vez cheios de turistas a passarinhar pelo nosso Portugal a fora, para se perceber que idiotas há-os em todas as latitudes!
      Os portugueses não são melhores nem piores condutores do que os espanhóis, os franceses, italianos, ingleses, suíços, alemães, ou lá o que sejam. São apenas portugueses, na sua terra.
      Existem questões socio-demográficas, economico-financeiras, até culturais, que explicam muita coisa… mas este não é o lugar indicado, nem o tempo, para tal discussão.
      Peço-lhe, apenas, um pouco de respeito por Portugal e pelos portugueses, sobretudo se for um daqueles casos de emigração compulsiva “Passos Coelhiana”.
      Quem ficou, continuou a trabalhar arduamente, contra ventos e marés, merecendo respeito.

  15. Infinity says:

    Isto só leva a que as pessoas estejam atentas ao velocimetro em vez da estrada o que por sua vez aumenta o risco de acidentes. É claro que os radares deveriam estar em zonas onde o proprio troço seja perigoso e não em rectas com boa visibilidade e pouco transito

    • Vasco says:

      Basta darem uma margem de menos 10 ou 15 km/h para baixo do limite que isso já não acontece. Como em tudo na vida, pisar o risco é por assim dizer… arriscado!

  16. Rui Fernandes says:

    Tudo isto não passa de um monumental embuste e, pelo que vejo, a maioria cai na esparrela.
    Não duvido que, fora das localidades, o excesso de velocidade seja a causa adequada de grande parte, se não da maioria, dos acidentes. Um condutor que segue a 120/130 numa nacional e se aproxima, em vertigem, da traseira de outro veículo que segue a uns míseros 80, vai ter tendência para ultrapassar a qualquer custo, sem atentar se a via e o trânsito proporcionam o espaço e tempo necessário a tal ultrapassagem que, infelizmente e demasiadas vezes acaba numa colisão frontal.
    Agora, dentro das cidades?!?! É uma falácia total. A grande maioria dos acidentes graves nas cidades resultam do desrespeito de regras básicas da condução, como sejam a prioridade, a proibição de determinadas manobras (inversão de marcha, marcha atrás, etc.), em determinados locais, desrespeito pela sinalização semafórica, etc., etc.
    Mesmo numa “2ª circular”, a maioria dos acidentes graves acontece por mera desatenção de uns quantos, em prejuízo de outros tantos, sem que esteja implicado um manifesto excesso de velocidade… um camião de 40Ton que segue a 60km/h (na maioria da extensão da 2ª Circular a velocidade permitida é de 80 km/h) cujo condutor segue mais preocupado com os posts no Insta ou no Face, ou vai a discutir com a namorada qualquer porcaria que não interessa a ninguém, não se apercebe que o trânsito parou todo à sua frente, facilmente limpa 7 ou 8 carros ligeiros à sua frente, porventura, matando ou ferindo gravemente outras tantas pessoas!!
    Agora digam-me, justifica limitar a velocidade na 2ª Circular a 30 km/h?!?!
    Eu diria que não, porque o mesmo camião, a 30, se não limpar 7 ou 8, arruína 3 ou 4!! A tragédia é igual.

    • Rui Fernandes says:

      Só para acrescentar que, deliberadamente, não considerei aqui os acidentes graves que resultam de atropelamentos nas passadeiras porque, pura e simplesmente, os radares, mormente, os de Lisboa, que aqui se discutem, não foram colocados em vias ou locais onde haja atravessamento pedonal.
      Não há travessia pedonal nos radares da 2ª Circular, ou da Marechal Gomes da Costa, ou da Infante D. Henrique, ou da Av. de Ceuta, ou de qualquer outra… o que existe, normalmente, é uma via com 2 ou 3 filas de trânsito, onde os assassinos automobilistas são presa fácil de uma câmara montada no alto de um poste… redução da sinistralidade? Nicles… nunca lá houve nenhuma!!
      Abro apenas uma exceção para os radares instalados no Pina Manique, ai sim, me parece que tiveram um efeito dissuasor positivo, porque era raro o dia em que não houvesse um espeta qualquer naquele benfazejo sítio.
      Ah e há mais, os radares colocados em avenidas de 2 ou 3 filas que, à força de tanto “martelarem” os condutores, “obrigam” ao desvio do trânsito por dentro dos bairros onde se circula alegre e despreocupadamente, por entre pilhas de carros estacionados de ambos os lados de ruas estreitas, por onde circulam peões que, de quando em vez, teimosamente tentam atravessar a rua ou brincam crianças que, desgraçadamente, correm atrás de uma bola!!
      Continuar atrás dos milhões das multas que vão bem… o povo, na sua cegueira, agradece!

    • Lulu says:

      Circular a 30 ou 50 km/h com qualquer veículo é completamente ridiculo e certamente mais perigoso do que vir a uma velocidade normal para a via. O problema como falaste é por ex esse da falta da distância de segurança…não é da velocidade em si.

    • Lulu says:

      De facto, muitas vezes, o problema é não acelerar o suficiente, para cumprir o limite de velocidade. Por ex numa zona de ceder passagem, meter-se à frente de alguém mais em cima do outro veículo, em vez de acelerar mais ai da trava

  17. Gusmão says:

    Os radares actuais com umas poucas excepções são única e exclusivamente para “encher” os cofres do estado…
    Nós, enquanto cidadãos temos sido levados à “náusea” com o excesso de velocidade como causa dos acidentes, no entanto o último estudo da sinistralidade rodoviária efectuado em Portugal é bastante claro e diz que não é o excesso de velocidade a maior causa de acidentes… Álcool e despistes são as duas primeiras causas!
    Verifico que nós, os Portugueses, maioritariamente andamos mais devagar e mesmo assim a sinistralidade teima em não baixar… os comportamentos, esses passaram a ser o de uma condução descontraída e com isso a vem falsa sensação de segurança o que leva a distracções…
    A condução é para ser feita em “modo” de total concentração, nunca como se estivéssemos sentados num sofá, distracções nem pensar (telemóvel, falar com o parceiro, brincar com o GPS do carro, cantarolar, etc…).
    Por norma quem conduz em modos mais apressados, tem para com a condução uma postura de maior concentração, eu por exemplo quando vou muito devagar, entro em relax e tenho a clara noção que fico susceptível a distracções e essas sim são perigosas.
    Quem fala que os condutores Portugueses são os ou dos piores, é porque não sabe o que se passa por alguns países desenvolvidos (não vale a pena sequer comentar dos outros países), não somos dos piores e os vídeos do Youtube provam isso.
    Para finalizar que o texto já vai longo, as regras da velocidade datam de há muito e muitos anos, tenho 50 e não me lembro de haver um limite diferente dos 120 nas auto-estradas e os carros da altura eram substancialmente diferentes dos de hoje, mas a velocidade mantem-se inalterada… devíamos todos reflectir sobre o porquê… e já agora, mais do que se tentar retirar pontos por via das multas, devia-se consultar o cadastro do condutor, esse sim na minha opinião muito importante.
    Haveria muito mais para dizer (escrever) mas fico-me por aqui, desabafos de um acelera convicto!

  18. JS says:

    Ainda hoje ouvi na TV que em multas foram uns Milhões
    Acho bem quem ande em excesso seja multado
    Mas também gostava de ver esses milhões e o IUC fossem investidos em estradas porque elas estão uma lastima
    escapando as grandes Cidades

  19. Lulu says:

    Na realidade não apanharam os aceleras…Apanharam um ou outro acelera de facto, mais um ou outro que vai a um velocidade normal ou lenta mas que passa o limite.

  20. Opiniões da treta says:

    É inacreditável o que eu leio em alguns comentários: como é possível chamar aceleras a condutores que excedem limite de velocidade em menos de 10%?!?! É obvio que são anti-carros e/ou fazem-se passar por condutores, mas nunca pegaram num carro!!!!!! Vão pregar para outra freguesia!!!!!
    Eu sou um acelera que conduzo um carro diesel de 1500Kg e faço médias de 4l/100km (quatro!) por depósito quando não há trânsito e 4,5l/100Km com trânsito!!!! Como é que consigo? É simples: ultrapasso muitos limites de velocidade porque o meu carro tem a máxima eficiência entre os 80Km/h e os 110Km/h em 6a velocidade!! Sim, sim sou um acelera, um maníaco, mas ecológico principalmente na minha carteira! Mas descansem que não ando a essas velocidades dentro das localidades!
    Radares=Receitas! Nunca prevenção e nunca fiscalização!
    Deviam fazer fiscalização à azelhice de muitos condutores que é o principal fator de acidentes! E pior é estar nas filas a ver a m€rd@ das redes sociais e arrancar o carro ao fim de 200m de distância do da frente!
    Resumindo: atualmente, mete-me nojo andar na estrada e aturar falsos tugas!

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