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Portugal vai ter um novo cartão do cidadão que chega já durante 2023

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. André R. says:

    Será este CC comum a todos os membros da União Europeia como já se falou aqui á uns tempos?

    • Keyboardcat says:

      Tem que ser, todos os membros tiveram que emitir cartões de identidade de acordo com as novas normas a partir de Agosto de 2021.

      Portugal, Bulgária e Grécia (os grandes países da EU) são os únicos que ainda não o fizeram.

  2. O que sera, sera says:

    Design mais apelativo? Entao agora e importante o design tambem xD
    Se calhar com isto mais gente andara com o CC na carteira

  3. Ivan Martim says:

    Mais quanto pelo novo cartão, 10€? 20€? 30€?

  4. Nuno Fernandes says:

    Não vejo como um cartão contacless seja mais seguro que o actual que precisa de leitor mas ..

    • Pedro H. says:

      +1
      É porque existe uma cabala da indústria das carteiras forradas com alumínio para forçar os portugueses a andar com os cartões contactless dentro de uma. ( joking ) xD

    • Joao Ptt says:

      Eles estão a brincar, é muito menos seguro.
      Ninguém vai acreditar mesmo que um cartão que pode ser lido à distância via contactless é mais seguro pois não? Não faz qualquer sentido, porque não tem qualquer sentido. É só mentira.

      Poderiam minimizar o problema de segurança introduzido pelo contactless, colocando um botão físico para cortar o circuito da antena, mas isso seria pedir muito. Espero que dê para desactivar o contactless no próprio cartão via aplicação Autenticação.Gov, mas estou pouco optimista. Já vi esta funcionalidade de desactivar contacless nas chaves de segurança FIDO2 NFC na Yubico, mas duvido que o Estado Português implemente tal no cartão de cidadão.

      • B@rão Vermelho says:

        Também achei o mesmo, a não ser que seja preciso o dedo para validar contacless, se for assim acho que seja mais seguro, assim como assim quase ninguém altera o código da assinatura e depois não se lembram ou andam com o pini na carteira

        • Joao Ptt says:

          Já viu algum contacless num cartão que precise de impressão digital para funcionar? Eu não. Se é possível, acredito que sim, se o vão implementar no cartão de cidadão quase de certeza que não.

          O contacless é só mais uma maneira de facilitar o acesso à informação, se for como nos cartões de crédito não vai dar para desactivar o contacless no próprio cartão… e se nos cartões de crédito pode dizer ao banco para recusar operações efectuadas por contactless, no cartão de cidadão quando obtém os dados directamente do cartão já será tarde demais para fazer alguma coisa.

          Quem não tiver aquelas carteiras ou bolsas que cortam os sinais NFC, provavelmente irá ter as informações furtadas e nunca irá saber até algum dia aparecer a polícia em casa, ou vir o seu nome na lista negra do Banco de Portugal ou coisa do género.

          • B@rão Vermelho says:

            No meu banco quando passo compras pela 1º vez numa loja tenho de obrigatoriamente colocar o pin, acho que com o CC deveria ser igual. se não como é mais seguro?

          • K says:

            E depois os Srs Agentes na estrada não vão estar dotados de aparelhos que leiam os cartões, como o id.gov que é legal mas só se o Sr. Agente tiver aparelho para ler uma merda dum código QR. Se não diz te que não tem e levas uma multa na mesma, mesmo apresentando a versão digital do documento.

            M3I/&a de país.

    • David Guerreiro says:

      A segurança não deve ser por ser contactless, mas sim devido a encriptação do chip.

      • Naodouonome says:

        Exaxtamente

      • Joao Ptt says:

        Encriptação do CHIP não resulta porque os leitores têm de ser capazes de decifrar a informação.

        Só consigo conceber algo do género: para acederem à informação terem de colocar um PIN para autorizar o cartão a enviar a informação solicitada, e por exemplo ao fim de 3 PIN errados bloquear o acesso por contacless e tiver de desbloquear pela aplicação via ligação física ao CHIP. Só assim existiria o mínimo de segurança no acesso à informação, ao mesmo tempo que mantinham a conveniência.

    • Keyboardcat says:

      Não é um problema nos restantes países, mas agora Portugal é uma exceção? Já ouviste falar em passaportes electrónicos? Esses também são contactless. Ninguém apresentou falhas graves na sua segurança, depois de décadas em circulação. Mas tu agora vens inventar um problema?

      Os documentos só podem ser lidos perante a apresentação de um código de acesso (CAN), ou de um código calculado através dos dados que contam na MRZ. Não é só encostar um leitor NFC e está feito.

  5. Keyboardcat says:

    Dois anos de atraso como sempre.

    De acordo com o regulamento 2019/1157 da EU, todos os cartões emitidos depois de 2 de Agosto de 2021 que não respeitem as normas mínimas, deixam de ser válidos em 10 anos (2 de agosto de 2031).
    Ou seja, todos os cartões de cidadão emitidos neste ultimo ano tem uma validade legal mais curta do que a validade que está escrita no documento.

  6. WhiskasSaquetas says:

    Poderiam agregar a carta de condução ao cartão de cidadão. Nos EUA o ID é a carta de condução também.

    • André R. says:

      Poderíamos era deixar de ser um conjunto de 3 ou 4 números. Um número único daria para todos os serviços. Temos o número do cidadão, NIF, SNS… etc…
      Em todos os serviços o número deveria ser único, o do cidadão…

      • Joao Ptt says:

        É uma exigência constitucional, acho que o princípio é evitar que a pessoa seja tratada como um número, por um lado, e por outro tentar evitar a agregação da informação toda em uma só base de dados, mantendo o princípio da separação de dados para aumentar a privacidade e segurança dos dados pela sua separação/ não concentração em um só lugar.

        O princípio faz sentido, embora compreenda que você e muitos outros possam preferir a conveniência de ter tudo em um só ponto, e com a tecnologia actual é possível concentrar tudo em um só local mantendo alguma privacidade e segurança, assim o queiram… embora tivessem de alterar um pouco o cartão de cidadão para que a separação possa ser mantida de forma tal que mesmo quem gira o sistema de unificação não possa ter acesso fácil aos dados em larga escala (ex.: em caso de intrusão o acesso estar limitado aquilo que está a ser solicitado naquele momento em tempo real).

        • GM says:

          Portanto, assim é tratada com 4 ou mais números…:
          – CC, NIF, NISS, Nº Utente SNS

          • Joao Ptt says:

            Ou por mais números até, mas não é o número tal para todos os serviços, porque cada serviço, teoricamente, atribuí o seu número próprio.
            Pelo menos teoricamente compartimenta um pouco a informação entre serviços, ajudando a aumentar um pouco a privacidade.
            Na realidade até ajuda um pouco a aumentar a segurança.

      • Naodouonome says:

        Tal como disse o João isso ia criar um grande problema de dados e segurança dos mesmos, era super fácil alguem fazer se passar por outra ( tal como acontece nos EUA).

        • Joao Ptt says:

          Exacto, nos EUA eles não têm um “cartão de cidadão” com certificado de autenticação, e então eles têm um problema sério de como identificar as pessoas, e a maior parte das instituições e empresas utiliza o número de segurança social como identificador único da pessoa, apesar de não ter sido concebido para esse efeito. Saber o número de segurança social prova que você é quem diz ser? Claro que não, mas e convencer aquela gente disso? Existia um problema e eles arranjaram uma solução, não ser seguro não vem ao caso.

          Mesmo que criassem um cartão de cidadão único federal colocava-se o problema de falsificarem as identidades, mas pelo menos seria algo mais controlável (pelas fotos anteriores no sistema informático, impressão digital, íris dos olhos, etc.), assim sem uma forma de identificação forte e claramente para esse objectivo é uma complicação enorme.
          Sem falar que um cartão de cidadão único federal é praticamente impossível já que os Estados jamais permitiriam tal coisa… porque iriam ver isso como mais um passo para acabar com a independência de cada Estado e tal… facilitar a vida às pessoas é que não… é pedir muito.

    • David Guerreiro says:

      Os EUA não são exemplo para ninguém. Lá a matrícula do carro não está associada ao carro, mas ao proprietário. Se vendes o carro, tens de arrancar as placas de matrícula porque são tuas, e o novo dono tem de colocar as dele.

    • Keyboardcat says:

      Não, os Estados Unidos são um país retrógrado em que não existe documento de identificação.

      Sendo a carta de condução um documento usado como improviso para esse fim.

      Um país cujo voto é apenas validado apenas por assinaturas, visto não haver documento legal de identificação. O mesmo acontece para pagar num supermercado, em que assinas um talão em vez de teres um PIN pessoal no cartão. Não admira que exista tanta fraude de pagamentos.

      E não vamos falar no social security number. Número que tem que ser mantido privado, e se te roubarem esse número facilmente se apoderam da tua identidade.

      Se é para copiar, então que sejam boas ideias. Identificação nos Estados Unidos está presa no século passado.

  7. costathepigy says:

    30€ euros ou mais temos de seguir em tudo a desuniao europeia

  8. Fernando Jorge says:

    Não entendo como se pode dizer que com estes cartões deixam de ser necessários leitores!??!
    Continuam a ser necessários… podem é ser leitores contactless!

    Era também útil saber se os contactos no cartão continuam a existir.
    Se deixarem de existir, ou seja, se os cartões passarem a ser completamente contactless, quer dizer que todos os leitores utilizados até agora deixam de ter utilidade. (ou pelo menos será muito pouca)

    • David Guerreiro says:

      Deve ter as 2 tecnologias.

    • Joao Ptt says:

      Deverá ser como nos cartões bancários, só tem mais formas de aceder à informação! Nos cartões bancários primeiro era só a banda magnética, depois acrescentaram o chip, e depois acrescentaram o contacless… note que agora tem 3 maneiras de aceder à informação. Na realidade 4 já que o número e o nome (normalmente) está impresso no próprio cartão.

      No cartão de cidadão passou da informação visual para a informação visual, óptica e CHIP, e agora devem acrescentar o contactless mantendo tudo o resto.

      Os leitores actuais devem continuar a ter acesso à mesma informação que antes, mas quem tiver leitor sem fios passa a ter também acesso à informação. Se é inseguro? É, mas isso não interessa ao Estado, só a conveniência.

      • Keyboardcat says:

        Vais dizer que agora todos os passaportes electrónicos são inseguros? Deves ser o mais esperto da tua aldeia.

        E para leres o cartão, basta usares uma aplicação no teu smartphone. Chama-se ReadID, procura na App Store ou equivalente. Não precisas de leitores específicos.

        É de referir que todos os cartões emitidos nos restantes países europeus já suportam tal funcionalidade. Visto isto ser uma normal europeia introduzida em 2019. Se calhar tens que avisar os outros países que os seus cartões e passaportes são inseguros.

        O cartão de cidadão português é mais seguro, um pedaço de plástico que não pode ser lido e validado em nenhum outro país devido a usar um formato proprietário. Impossível de falsificar de acordo com a tua lógica da batata.

        • Joao Ptt says:

          A questão aqui é: se puderem ler os dados pessoais do cartão de cidadão sem por exemplo requerer um PIN, qualquer um pode ir para um shopping, estação de metro, estação de comboios, e outros locais movimentados com um leitor e uma antena de ganho e capturar os dados pessoais todos das pessoas, que depois pode utilizar em todo o tipo de esquemas, como abrir créditos, abrir contas bancárias, pedir cartões de crédito com os dados pessoais da pessoa, etc. eventualmente com alguém conivente a aceitar os documentos e a dizer que foi mesmo a pessoa.

          E sim, os passaportes com contacless não são seguros no sentido de manter os dados privados, é por isso que se vendem bolsas para bloquear o contacless de passaportes.
          Os restantes países têm outras prioridades como conveniência e facilitar espionagem à distância (já que dá para ler os dados à distância).

    • Keyboardcat says:

      Já ouviste falar em smartphones?

      • Fernando Jorge says:

        Não nunca ouvi falar…

        Deves querer dizer que com um telemóvel com NFC se consegue fazer um LEITOR sem contacto… mas nem não percebo nada disso.

  9. Figueiredo says:

    Depois é só usar o equipamento certo para capturar os dados do Cartão de Cidadão através do sistema sem contacto («contactless» em Inglês).

    Falam em segurança, mas as empresas privadas em Portugal continuam a fotocopiar o Bilhete de Identidade/Cartão de Cidadão.

  10. Pipoca says:

    contactless, bora para o metro roubar umas identidades.

    • Joao Ptt says:

      Aproveitar e furtar também os cartões de débito e de crédito que há muitos anos têm contactless.
      Se é ilegal? Claro, mas isso nunca impediu ninguém.
      É como alguém a quem o seguro do automóvel tinha expirado, mas quando foi para o carro e meteu a chave e rodou o automóvel milagrosamente ligou e pode conduzi-lo, mesmo tendo o seguro automóvel expirado. Eu sei, é incrível, como pode um automóvel circular sem seguro válido, mas ele continua a funcionar mesmo sem o seguro válido. Com o contactless é igual, não é por ser ilegal aceder aos dados sem permissão do proprietário que as pessoas deixarão de o fazer se o quiserem fazer.

      Alguns alegam que aquilo só funciona a poucos centímetros mas há anos que especialistas provaram que isso é mentira, e é possível ler os cartões a vários metros de distância, estavam interessados em saber se era ou não possível porque os cartões de crédito vinham/ vêm todos com isso. Só não é divulgado em larga escala porque as empresas de cartão de crédito movem toda a sua influência e dinheiro para não permitir a divulgação dessa informação que vai contra os seus interesses de facilitar por todas as formas possíveis e imaginárias a utilização do seu serviço por parte do cliente final… mesmo que tal seja completamente inseguro. E o prejuízo? Quase sempre é o cliente ou ou comerciante a pagar o prejuízo por isso as empresas não têm qualquer incentivo para parar de o fazer, e mesmo que as empresas de crédito tivessem de pagar 100% das fraudes (isso jamais aconteceria) provavelmente ainda assim o fariam na mesma porque com mais gente a utilizar os cartões mais vezes provavelmente compensa na mesma.

    • Pintarolas says:

      Pipoquinha, e aprenderes qualquer coisa? Os cartões contactless não passam a vida a debitar informação sobre si próprios. Nem é possível requisitar essa informação de que fala.

      https://www.thalesgroup.com/en/markets/digital-identity-and-security/banking-payment/cards/contactless/how-it-works

      Agora, cenários reais onde a sua preocupação pode ser válida:

      1) No caso dos cartões bancários, é possível que o larápio carregue consigo um terminal de multibanco devidamente acreditado pela instituição bancária, e lhe cobre valores indevidos, encostando-o às suas calças sem que você se aperceba, mas aqui o prejuízo rondará sempre as poucas dezenas de euros. Pode sempre desativar o contactless ou até meter um plafond que depois de atingido, obrigue a introduzir o PIN

      2) Relativamente ao CC com contactless, vejo este cenário preocupante que lhe tirará o sono: você está no café à espera para pagar a conta, quando 8 jovens menores de idade pegam em si e enconstam-no à máquina do tabaco, para ativar a mesma com o contactless do CC, você fica assustadíssimo sem saber o que se passou e eles já lá vão longe com o marlboro no bolso.

      PS: O Joao Ptt precisa é de um bom chapéu de alumínio

  11. Yamahia says:

    Sempre a facturar.

  12. Algo says:

    “Secretário de Estado da Digitalização e Modernização Administrativa”
    Tá bem tá…

  13. GM says:

    O que deveria ser reduzido sem apelo nem agravo seria a emissão dos documentos, e não esperar tempos infindos para a sua emissão.

  14. secalharya says:

    Segurança AKA mais 10€ para emitir um cartão. Obrigado, povo.

  15. Samuel MGor says:

    Este cartão ainda vai problemas no futuro…

  16. Manel says:

    Novo cartão, já vai permitir usar Bitcoin! O futuro, livrem-se do dinheiro físico. Troquem que eu aceito!

  17. José says:

    Só vem com 3 anos de atraso, bem bom…

  18. Nuno says:

    Então como se faz para ler o cartão num compu tador (tenho de separar a palavra que o pplware não deixa escrever tudo junto) sem usar um leitor de cartões?

  19. Mike says:

    Será que é desta que o nosso CC será aceite na Alemanha como documento de identificação válido para, por exemplo, abrir uma conta bancária, receber correio registado ou mesmo activar um cartão SIM? Sim, é que para esses exemplos, um cidadão português precisa de um passaporte (mesmo que estes dois países sejam da UE!), por alegadamente o actual CC não corresponder aos padrões de segurança (que terá de ser igual ao superior ao actual CC alemão) exigidos pelos serviços na Alemanha… Um processo no SOLVIT português nada resolveu, assim como várias denúncias ao Embaixador de Portugal na Alemanha… Resta esperar se este novo CC vai mesmo resolver o problema…

    • Nuno says:

      Conta bancária podes abrir. Já o fiz há uns 3 ou 4 anos sem problemas…

      • Mike says:

        Sim, há 3 ou 4 anos era possível, mas o processo do Postident/Videoident mudou e eles apenas aceitam o passaporte como documento válido… ou seja, tudo que recorra ao processo de identificação via Postident/Videoident, não funciona com o actual CC português…

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