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Utilizadores simulam roubo do smartphone para receber do seguro


Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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27 Respostas

  1. User Pplware says:

    Quando pedem 50€ de seguro anual por um smartphone de 200 está tudo dito.

  2. Str says:

    Ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão ehehehehehe

  3. Dav says:

    As seguradoras são os maiores ladrões que existem por aí. Basta lerem notícias sobre os grandes lucros….

    • Realista says:

      O que e que tem a ver lucro com roubo?

    • Nuno Correia says:

      Quais noticias? Aquelas que dão conta dos milhões de Euros em prejuízo? Aquelas que dão conta de companhias saírem de Portugal por o accionista se fartar de enterrar dinheiro e ter prejuízo durante anos seguintes. As companhias são empresas e como empresas que são têm que ter lucros

      • Pedro C. says:

        Caro Nuno Correia, há casos e casos… E a verdade é que muitas vezes o consumidor é levado a aderir a um seguro aquando da compra de um bem e na altura de o activar existem sempre mil e uma situações para o impedir de o fazer.
        Já nem vou falar no ramo dos seguros automóvel porque aí então não há ponta por onde se pegue.
        E… a sermos justos, o mercado dos seguros é sobretudo muito pouco justo para o consumidor. Ora vejamos… O consumidor paga um valor anual para ter o seguro, por exemplo 200 euros pelo seguro automóvel. Pode passar uma vida sem ter que o ativar, ou seja, passa uma vida a pagar 200 euros por ano por um serviço que nunca usou e por um serviço que, ao não ser usado, não causa prejuízo à seguradora.
        No entanto, basta ter um azar e ter que usar o seguro uma vez, para ver o valor do mesmo subir em flecha… justo?! Não me parece…
        E que tal, se ao terminar o seguro com a seguradora X, o cliente que nunca activou o seguro tivesse direito a uma compensação/ devolução de parte do montante que pagou durante anos?! Não seria mais justo?! Se calhar….

        Mas acho graça que se defendam as seguradoras só porque sim… basta ver que as há aos molhos, para todos os gostos e feitios e para todos os valores se fosse um mercado com tanto milhão de prejuízo quer-me parecer que o cenário seria diferente…

        • Ricardo says:

          Que nunca tenhas de usar o seguro a sério…

          • Luis says:

            Que os seguros não são flor que se cheire a gente já sabe. Mas também repare no exemplo que deu 200€ por ano, durante 10 anos da 2000€ um simples acidente sem feridos nem mortos pode custar mais q isso, desde conserto propriamente dito ao perito a carro alugado… Claro q o verdadeiro lucro da seguradora não é os 2000€ que o amigo paga em 10 anos – os acidentes que reportou, mas sim os investimentos que fazem com esses 200€… Contudo onde eu trabalho vendemos seguros de equipamentos, telemóveis, portáteis etc e posso afirmar que a taxa de casos que eles não colocam problemas é elevadíssima… Pois o seguro equipamento não é comparável a um automóvel, quando muito séria comparável a um danos próprios sem franquia. Agora claro já tive casos do cliente que diz a seguradora q deixou o telemóvel na esplanads do café quando lá voltou não estava lá!!!!! Isso não é roubo “lol”

          • DERA says:

            Explica pf.

        • DERA says:

          O conteúdo do teu comentário é típico de quem não sabe do que fala nem quer saber. Há uma palavra para isso mas não é muito bonita. Um seguro antes de ser um serviço, como lhe chamas, é outra coisa muito diferente. O princípio é que todos pagam para que a companhia pague quando tu, ou outro, faz m…. e se nunca fazes m…., quando tens um azar e acontece fazeres m…., não sobe em flecha como dizes porque, justamente, te portaste bem durante muito tempo. E tirando o seguro do carro não és obrigado a comprar seguro nenhum. Portanto, se não gostas não compres nem desdenhes.

    • DERA says:

      Deve ser muito bom ser uma pessoa bem formada e informada e que nunca diz disparates. Deve mesmo.

  4. Mário says:

    Sendo a imagem de um iPhone, demonstra que os utilizadores de Apple simulam roubos para lhes devolverem os €€€ e poderem comprar um telemóvel a sério LOL

    • Ricardo says:

      Utilizadores a sério de iPhone não precisam disso…
      Quem pode pode….

      Além de que já assisti a um passar-se com o telefone e parti-lo todo á minha frente… tinha uma semana. No dia a seguir tinha outro noutra cor diferente…

      P.S… Tenho Android…

  5. Maia says:

    “contactos”

  6. Realista says:

    – obrigando a um “esforço processual inútil”
    – “um balanceamento erróneo do dispositivo policial para locais onde efetivamente não são cometidos roubos”.

    Desde que não andem na caça à multa por mim tudo bem.

  7. Lucas says:

    Vergonha.O mais triste é que existem pessoas que acham que isto é normal.Se a esse criminosos que foram desmascarados lhes fosse apresentada a fatura das despesas da PSP para investigar os vigaristas talvez tivessem juizo.

  8. Mr.T says:

    “… mobilizados meios policiais no sentido de obter dados que permitissem conduzir à identificação dos suspeitos, bem como a de ativar a geolocalização do aparelho que teria sido roubado.”

    Eu gostava mesmo de ver o mesmo tipo de zelo e preocupação com aparelhos que são roubados, mas que nao tem seguro. Já me furtaram um telemovel do carro, fiz a participação, tanto na policia como nas respectivas operadoras, e apesar de eu ter sugerido a geolocalização como forma de tentar recuperar o aparelho, simplesmente ignoram o meu pedido (tanto policia como operadoras), com o argumento de que teria de ser um juiz a dar essa ordem para entao posteriormente caso o valor do aparelho o justificasse iniciarem esse processo.
    Resumindo, fiquei sem um telemovel novo (com menos de 1 mes) que me custou cerca de 400€.
    Agora pergunto eu, porque ha comportamento diferente quando é a seguradora a principal interessada em vez de um cidadão comum? Será que ha contrapartidas para a Policia (ou operadoras) por parte das seguradoras?
    Pois…

    • onurb82 says:

      Tanta asneira junta… Haja paciência, para o seu comentário!

      Explique-me qual o sentido do seu último paragrafo!?
      Ora tente lá perceber…
      – Quando uma autoridade judiciaria ordena que policias averigúem um crime de burla (penso ser este o caso) não devem fazer com afinco!?
      – Quando o senhor pede aos polícias que no momento em que sofreu o crime se estes o conseguem encontrar porque suspeita de alguém e está ao alcance deles através das revistas/buscas!?
      – Agora se não sabe o paradeiro do gadget e depois qualquer ação destes, depende de autorização judiciária e consequente rastreio das operadoras!?

      • Ricardo says:

        Quantos e quantos iam esquecer-se de onde tinham deixado o telefone e iam usar essa técnica só para lho encontrarem… ahhh afinal estava na casa da amante…

      • Luis says:

        Claro que a polícia deve fazer a investigação com afinco… Mas eu percebi o que o amigo quis dizer. Se você for a esquadra apresentar queixa o agente olha para si zangado pq lhe tirou o sossego, redige a queixa no sistema e ainda lhe cobra se quiser uma cópia do auto e não faz mais nada não investigam porra nenhuma. Se suspeitam que você está a mentir investigam no (e bem) com afinco. Mas deviam era fazer nas duas situacoes. Naqueles q há suspeita de estarem a enganar a seguradora bem como naqueles q de facto foram roubados

    • Luis says:

      Aí estou consigo, se em cima defendi a seguradoras pq de facto raramente recusam um sinistro, n deixa de ser verdade isto que diz. Que meios?? Reporta-se um furto nem aparecem!! Já aconteceu num grupo de amigos ao chegar ao carro ter sido assaltado e por leigos, “destruiram” meio carro para lá entrar. Resposta da PSP agora nao podemos ir aí, se o carro se desloca traga-o cá!!!!

  9. Katia says:

    Roubaram me o meu telemovel de trabalho em Portugal, um Samsung S8, antes do release, fix denuncia e a GNR nem mexeu uma palha.

  10. DERA says:

    Os seguros de equipamentos são justamente o tipo de produtos que as seguradoras se deviam abster de vender porque lhes dão mais má fama do aquela que já têm. O risco é tão grande e o nível de fraude tão elevado que as exclusões se tornam absurdas. Resultado: é bom para fraudulentos mas péssimo para clientes sério.

  11. d says:

    Os portugueses são profissionais em fazer isso.
    Não conseguem aguentar com o smartphone por 3 anos.

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