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Portugal: Também os boletins de vacinas vão ser digitais

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Maria Inês Coelho


  1. juq says:

    já não era sem tempo

  2. Block says:

    Receber vacinas de forma digital é que era 🙂

  3. Nuno Almeida says:

    Finalmente, pode ser que o meu boletim de vacinas ainda se aguente até passar para digital 😛

  4. Iurie Solomon says:

    eu penso k os medicos ja podem consultar os vacinas dos utentes atraves dos computadores deles de trabalho. eu uma vez fui ao medico e me esqueci do boletim de vacinas e o medico viu as minhas vacinas atraves do pc de trabalho dele

  5. Bruno says:

    no artigo menciona as vantagens mas não menciona as desvantagens, eu percebo mas é bom relembrar as pessoas que existe desvantagens.

    • André says:

      Ahahah!
      “não menciona as desvantagens (…) é bom relembrar (…) que existe desvantagens”
      Agora dizer quais são é que ’tá quieto…

    • juq says:

      fica em aberto ( ele deve estar a tentar arranjar uma ou duas desvantagens, mas está dificil )

      • Bruno says:

        claro que existe desvantagens, há pessoas que decidem não tomar algumas vacinas porque não está comprovado a sua eficiência antes pelo contrário, com este novo método vai ser mais fácil “obrigar” alguns pacientes nomeadamente aqueles com menos recursos a tomarem as vacinas caso contrário é negada a assistência médica nos serviços públicos.

  6. Alvega says:

    “o utente poderá passar a ser vacinado em qualquer centro de saúde do país”, nao posso estar mais do que CONTENTE, mas desolado por neste pais , medidas simples e lógicas, levarem anos a ser implementadas

    “Também os resultados dos exames passarão a ser eletrónicos”
    ” é necessário que o software disponível nos computadores do SNS tenha também a sua própria evolução “, e nao se esqueçam de ACTUALIZAR também a INTERAFCE (cadeira-teclado), pois algumas de tao antigas, somente falam de (Gajas, Caça, e Futebol), já nem sabem o que é ser Médico.

    Ps: mas quanto a medicamentos…estao sempre “actualizados”, pois a propaganda médica vai lhes dando uns “regalos” que a isso incentivam, e muitoooooo.

    • Pedro H. says:

      +1
      Quanto aos “regalos” era muito fácil de resolver. O utente tinha ao dispor na plataforma electronica um conjunto de 2-3 medicamentos para as condições que o utente já apresentou, considerando o melhor preço/eficácia no utente. Assim, se a condição voltar a aparecer o utente e o médico já sabe o que foi tomado e quem o receitou… Acaba-se logo a mama… Se houver asneira na medicação esse médico terá de ser chamado à responsabilidade.

  7. Henry says:

    E alguém me perguntou se concordo que o meu boletim esteja acessível a qualquer médico?? Isto é mais Big Brother e mais controle sobre mais um aspecto da vida das pessoas…

    • Pedro H. says:

      @Henry a última vez que consultei o Portal do SNS, tinham lá opções a dizer se consentia ou não que os profissionais de saúde ( não médicos ) podiam ter acesso aos meus dados. Agora se estão a ser respeitadas ou não essas permissões…

    • PeFerreira98 says:

      Já estou a ver os médicos na sala de reuniões… ‘Olha este que não tomou a vacina do tétano ‘ Hahaha olha este que tomou penicilina, deve ter doído…’
      Sério? O problema dos teus dados não são os médicos que os acedem… São aqueles que acedem sem permissão (hackers)… E mesmo esses só trazem problemas caso tenham algo contra ti. Porque não há muito que possam fazer com um boletim de vacinas…

      • André says:

        Seguindo essa lógica também podem comentar “olha este tem um peso de (…), olha aquele que tem diabetes e foi ali à máquina comprar doces, olha o outro que tem HIV (indo para casos mais extremos”.

    • juq says:

      estás com medo do quê? que vejam que te falta a vacina do tetano?… less paranoia please…

  8. Micael54 says:

    Mas como sempre em Portugal tecnologia começa assim… “Atualmente e em fase de experiência, este tipo de registo digital já está a ser aplicado em cerca de cem mil utentes do litoral alentejano.” Devagarinho.

    • André says:

      Mas ainda bem que é assim! Pensa que se houvesse algum erro que não tivesse sido detetado na primeira fase de testes internos, pelo menos não atingiria toda a população. Estas coisas devem ser implementadas gradualmente.

  9. Joaquim Sobreiro says:

    Quero ser completamente livre de escolher as vacinas que desejo tomar. A lei por enquanto só obriga a 2 delas. Uma é a referida do tétano. Que um serviço que se apresenta para melhorar a informação não se torne numa perseguição. Ter conhecimento do que representa uma vacina na alteração do sistema imunitário é um dever do cidadão e deveria ser uma das funções do SNS fornecer essa informação. Que a vacinação obrigatória não seja mais uma fonte de receitas da industria que com os medicamentos já é a 3ª causa de mortes dos países com mais alto poder de compra.

    • Gordon says:

      está a colocar em causa a
      utilidade das vacinas?

      • Joaquim Sobreiro says:

        Primeiro estou a defender a liberdade de decisão. Liberdade de vacinação. A informação mais elementar passa por ler os folhetos dos químicos que se administram. Todos os folhetos informam dos efeitos secundários que a medicina oficializada já reconhece. Não existindo explicação oficial para as doenças raras. Reconhecendo que são falhas do sistema imunitário. O ser humano já existe há muitos milénios e não se extinguiu porque há um século se começaram a utilizar vacinas a uma geração cobaia. Informação científica existe só que nem toda abona a favor das decisões oficiais.

  10. Luis says:

    É preciso é q o sistema informático funcione…..Antes de tudo o resto

    • André says:

      É mais difícil falhar o sistema informático do que o boletim de vacinas durar-te uma vida inteira.

      • PeFerreira98 says:

        Huh não, não é assim difícil…
        A nível de BD não sei mas a nível de fiabilidade de conexão, o sistema está mesmo mal estruturado.
        Por exemplo, se houver uma falha de conexão com a cloud o sistema estagna por completo sem possibilidade de modificação de dados em offline mode. Isto num hospital concorrido é mesmo sério… E já aconteceu várias vezes

        • André says:

          Por isso é que deve existir redundância dos dados.

          • PeFerreira98 says:

            Não vais meter uma copia BD completa em cada serviço hospitalar…
            O que devia ser feito era mesmo um offline Log que ia sincronizar aquando o estabelecimento da conexão.
            Mas esses problemas eles não estão muito interessados em resolver (envolve custo).

          • André says:

            @PeFerreira98
            Provavelmente não sabes como funcionam os softwares que estão atualmente nos hospitais. Existe um serviço central (RNU – Registo Nacional de Utentes) em que são guardados alguns dos teus dados clínicos e pessoais. Sempre que o software acede ao teu processo clínico é feita uma sincronização com o RNU.
            Se o teu boletim de vacinas estiver no RNU, qualquer software (desde que certificado pela SPMS) pode ir buscar lá os teus dados.

  11. Jose Medeiros says:

    boa tarde. Levei a vacina contra a febre amarela ha 5 anos. Não tenho a caderneta comigo. Sabem me informar se existe algum site onde eu possa verificar e imprimir um comprovante? MUito obrigado

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