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Portugal: PCs em escolas Públicas são cada vez menos e mais velhos


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. Spoky says:

    Isso é verdade, embora exista algumas escolas publicas com alguns recentes, a maioria e a maior parte deles são todos velhos em termos de hardware, por exemplo há escolas profissionais onde há cursos de design 3d cujo os computadores mal se aguentam com Photoshop, AutoCAD, Premier, Coral, Cinema 4D etc..

    Não me venham com conversas de que na vossa escola, tem computadores recentes tal como disse ISSO É uma minoria, uma pequena percentagem. Na maioria das escolas publicas os computadores tem Windows XP, Windows Vista ou nos melhores dos casos Windows 7 porem com um hardware antigo e com menos de 4GB…

    Fazer multi tasking é quase impossível e eu que o diga! Alem de bloquearem frequentemente ainda usam a porcaria da marca INSYS, os computadores deles para as escolas publicas (parcerias ou protocolos) são maus, as entradas de USB é de rir, são tão mal feitas! E por vezes até se nota falhas nas caixa e nos encaixes de USB, entradas de audio e internet etc..

    Mas é normal, não há dinheiro para tudo. No entanto não deixa de ser algo que devia melhorar pelo menos um pouco. A mim pouco me preocupa isto tipo de coisas.

    Mas quem esta num curso profissional de design e que tenha a haver com tecnologia isso sim deveriam estar preocupados LOL, e sim já vi várias escolas profissionais com computadores muito antigo (o meu por exemplo é o Windows Vista ou Windows 7).

  2. Pedro Rodrigues says:

    Só não percebo pq não investiram em tecnologia thin ou zero client.

    • Marco says:

      porque para isso precisas de ter um bom servidor, pagar licenças, e se estivermos a falar da MS, é um 100 nr de licenças pra servidor.

      • Pedro Rodrigues says:

        E qual o problema mesmo?os contratos feitos c empresas, nunca compram pcs já novos, somando a isso é preferível pagar pela lata e daqui a 2 anos está cm o mesmo problema? O investimento inicial é maior, mas paga se ao longo do tempo

        • Marco says:

          O problema é que as escolas NÃO TEM orçamento para andarem a pagar licenças todos os anos. Ou pagas licenças de software, ou pagas a luz, ou a água, ou pequenas obras, ou a limpeza, ou outras coisas que são precisas na escola. Deves pensar que o dinheiro das escolas cai do céu, se não há dinheiro para pagar o aquecimento em muitas escolas, vai haver dinheiro para PC/Servidores e software.

          Tirando poucos cursos profissionais a maior parte do que se faz nas escolas, vai la com o belo do core 2 duo e com 8 gb de ram. Os recursos das escolas tem de ser pensados com cabeça, não é fazer como já fizeram que foi despejar pc’s nas escolas, qd muitos quadros eléctricos não aguentavam e depois foi ver encher as arrecadações com PC’s. Sim podemos instala this clients, mas se calhar ai o melhor era colocar linux por causa das licenças, noutros sitio colocar pc’s com windows por causa de certas aplicações.

          Porra gente, já chega de pensar nas coisas com os pés, temos de pensar a longo prazo e como gastar o mínimo possível, são os nosso impostos que pagam isto tudo. Gasolina cara, IRS alto, impostos indirectos a aumentar, IVA a 23, mais uma divida para pagar e que está a crescer.

          • Pedro Rodrigues says:

            Vê se que não sabes como funciona o licenciamento da Microsoft por user concurrent.
            Numa coisa concordo. É que quem pôs lá os ditos pcs é que não pensou estrategicamente para o futuro, e por isso, é sim um mal que vem de trás. Qd lá colocaram os pcs havia dinheiro. Agora que não há, choram por novos.
            A estratégia a longo prazo é exatamente a que falei..

          • Marco says:

            Qd la os colocaram NÃO havia dinheiro, fazia-se de conta que havia dinheiro. Qt ao licenciamento MS já não é a minha guerra.

  3. censo says:

    Mas que interesse tem o governo nisto ? Só se quer formar gente para cumprir requisitos de escolaridade. O que se pretende é manter a politica de baixo salário, logo o povo não pode ter muita aptidão. Educação, justiça, saúde, são vergonhas nacionais.

    • Danny says:

      infelizmente tenho de concordar com essas palavras! o que interessa é cumprir a escolaridade, o resto de nada vale. Depois vemos o pessoal a sair de Portugal por alguma razão…

    • Cortano says:

      Nem isso resulta!
      Já propus à escola dos meus filhos em comprar tablets, equipados com software especifico para educação, e a escola recusou porque os professores não sabem usar ou não querem.

  4. Falcão Azul says:

    O Estado que oriente mais Magalhães” para os alunos. 🙂

  5. Mateus says:

    TODOS os PC de escolas públicas deviam ter Linux e um hardware modesto. O único necessário é Office, jogos web, uns programas simples e YouTube. Para tal um Dual core antigo, 1 GB RAM e um HDD SATA chegam e sobram. O resto é para dar dinheiro às empresas.

    • Joao Santos says:

      Sou professor do ensino público. Concordo.

    • Jorge Ribeiro says:

      Isto é, de certo, a coisa mais ridícula que já li.
      O Dual core antigo? 1 gb de ram??
      Um computador que possua office, como 365 como escolar etc, programas de ensino, etc precisa de no mínimo 4gb, uma folha de excel puxa cerca de 1gb de ram, o sistema operativo outro 1gb ou mais.
      Em aulas de programação é necessário, obrigatóriamente, computadores com pelo menos 4gb de ram e um processador jeitoso para que os programas, como C++/Sharp, Python, Eclipse entre outros, não bloqueiem enquanto os alunos estão aprender e a programar.
      Falo por experiência própria!! Muitas vezes os computadores iam a baixo tendo 2gb ou bloqueavam por completo por não aguentarem os softwares neles instalados, sem contar com a lentidão! Muitas vezes era um terço na aula a ligar os computadores, enquanto ligavam estávamos a escrever código à mão!
      Por isso tal comentário só mostra a realidade das pessoas que estão a frente disto tudo e que não dão qualquer valor à próxima geração!
      Mas claro! TER DINHEIRO PARA VIAGENS, HOTÉIS, JANTARES DE LUXO ETC JÁ É UM BEM MAIS QUE ESSENCIAL! Mas para as escolas os orçamentos são mínimos e quais 0.
      Fica mas é calado que não percebes nada disto.

      Post Scriptum:
      Maioria destes pcs que me refiro, estavam com Fedora 😉

      • Marco says:

        sim os pcs deveriam ter 4gb para trabalhares comodamente. Mas tiravas o fedora colocavas uma disto + leve, trocavas o Eclipse por outro(s) IDE/editor de texto tipo vs code e os 2gb iam dando para os gastos. Os vossos projectos n são muito complexos para teres de usar no minimo 4gb. se estavas a usar linux nada como lxde/lxqt ou xfce, vs code, o que fazias no office 365 poderias fazer no browser e era menos um office a carregar o sistema.

      • Mateus says:

        Jorge Ribeiro, daqui a pouco vão dizer que para programar precisa de um i7 e W10 … está muito mal habituado. Mude para Linux atual e deixa de precisar de RAM e cpu para anti vírus e afins e consegue programar muito bem com pouco; quer fazer de país rico sempre com o que há de melhor? Com o meu dinheiro não. Ou quer fazer o resto dos portugueses acreditar que os miúdos até o secundário precisam de fazer grandes programas avançados? Lol vão ser todos programadores…

    • Daniel says:

      1GB de RAM ? DDR2 já agora ? minha nossa…

    • Paulo Baptista says:

      Se o objetivo é angariar alunos para o ensino privado, concordo. Caso contrário, é a maior aberração que li desde que sou professor. Mandar bitaites é muito fácil. Neste país toda a gente tem soluções rápidas e eficazes.

      • Mateus says:

        O que quer dizer é que todos querem brinquedos novos pagos com o dinheiro dos contribuintes ainda que não sirva para nada na prática. Se não concorda está no seu direito.

    • Cortano says:

      Não fazes a mais pequena ideia das necessidades tecnologicas das escolas…. JEEEZ! Que idiotice.

  6. Leo says:

    Ou deviam leiloar os computadores antigos para investir em novos 🙂

  7. Joao Ptt says:

    De qualquer forma o que interessa não ensinam às crianças e adolescentes na escola, por isso é que isto está no estado que está.

  8. poiou says:

    Quem é que aposta que salvo algumas exceções, os pcs são daqueles que se punham nas escolhas modernizadas pela parque escolar??

  9. Ivan Moreira says:

    Acho ridiculo isto, como ja foi referido ha cursos profissionais onde se trabalho com muito desenho digital e muita renderização, o meu irmao encontra-se num curso desses e ja o disse mais que uma vez aqui, nao ha pcs que aguentem estes cursos pelo menos nas escolas aqui na minha zona, os alunos sao obrigados a levar um portatil de casa que possuam uma grafica dedicada e algo melhor que um core duo de a 10 anos para puder rodar pelo menos os programa das Adobe (photoshop, illustrator, premier). quem nao tem possibilidades de comprar ou levar um pc de casa ve-se forcado a usar uma coisa que demora horas a fazer um projeto que poderia ficar feito em meia hora.
    para nao falar que nao ha licensas e tudo “sacado” da net com um crack ou um ativador e passado aos alunos ao inicio do ano.
    Mas eu percebo que as escolas possuem mais despesas e que o investimento em pcs e uma coisa secundaria, eu por exemplo andei na mesma escola e nunca senti isso dos pcs pois andei num curso dito normal “CT” onde e mais teorico e sao aulas mais normais…mas acho uma vergonha como sao tratados os alunos ca em portgual eu senti uma diferenca enorme do secundario para a universidade em termos de equipamento e condicoes na partes pratica mas isso a culpa e de quem manda

    • Carlos Fernandes says:

      …levar o pc de casa é mais viavel..relativamete às licenças deveram as escolas garantir para os alunos …como já acontece com office e spss nas universidades

      • Marco says:

        tirando o spss, o licenciamento MS nas universidades, é uma forma da MS garantir que os alunos quando saem da universidades usam software MS, e com isso levam o mesmo para o mercado de trabalho.

        • Cortano says:

          O mercado de trabalho já usa MS Office há muitos anos e não é por causa dos estudantes.

          • Marco says:

            então retira os produtos ms da universidades e depois vais ver as consultoras a queixarem-se que n arranjam programadores juniores em .net.
            A MS n dá licenças às universidades so porque sim.

  10. Pereira says:

    O problema é que na altura ninguém pensou, podiam ter colocado pelo menos um i5 com boa memoria e boas gráficas e ssd’s , no máximo mudavam as 3 ultimas coisas pouco a pouco.

    Mas nao “bora poupar mais uns trocos e meter um core 2 duo”

    abraço

    • Marco says:

      estamos a falar de 2008/2009, em 2008/2009 acho q ainda não haviam core i5, saiu em novembro de 2008 uns core i7 e ssd’s naquela altura? Para a próxima faz os trabalho de casa.

      https://www.educare.pt/noticias/noticia/ver/?id=12840&langid=1

      Mas se quiseres em falar em dinheiro mal gasto na mesma altura podemos falar na instalação das redes wifi/cisco do ministério, isso daria uma bela conversa, que não posso revelar aqui. Se houver alguém que se queira chegar à frente…

    • Daniel says:

      graficas? para ?

    • Mateus says:

      Pereira, os miúdos vão jogar ? SSD? Precisam de leituras de 500 mb/s?

      Aqui falam pontualmente de cursos específicos com AutoCad e afins e generalizam como se o resto dos 99.9% precisasse de algo assim…

      E que tal PC com APU AMD? Linux? esquece. Aqui anda tudo cego, querem i9, gráficas dedicadas e 16 GB para os meninos brincarem… como se nas escolas generalistas alguma criança fosse ou devesse mexer num Photoshop ou AutoCad. Para??? Papel e lápis u para desenvolver as capacidades, fora isso há software livre “Krita” por exemplo que precisa de muito menos hardware.

      Mas não, tem que ser altas máquinas com último Windows e licenças da adobe e já agora porque não adobe premiere?..

  11. Luis says:

    Já para não dizer que os professores têm de comprar os seus próprios PCs para trabalhar.

    • Mateus says:

      Sim como na maioria dos países desenvolvidos. Eu também tive que comprar o meu PC, a minha empresa (e a maioria) não dá laptops, nem discos externos; os médicos também não recebem estetoscópio nem um amigo meu arquiteto recebeu qualquer hardware da empresa onde trabalha.

      Este sector quer tudo..

      • Toni da Adega says:

        Não sei por onde trabalhaste, mas a grande maioria das empresas (para não dizer todas), caso seja preciso para trabalhar dão computador aos funcionários.

        A minha mulher é professora em Inglaterra e em todas as escolas sempre teve portátil (+ iPad em algumas delas)

      • Cortano says:

        tu trabalhas onde?! Era só o que faltava eu ter de comprar as minhas ferramentas para trabalhar para os outros!! Isso é ridículo.

  12. JFC123 says:

    Yepp posso confirmar.. nas minhas duas escolas anteriores os PCs eram tds velhos sem teclas no teclado e alguns ate com virus e jogos instalados.. era uma festa

    • Marco says:

      sem teclas porque alegadamente alguns alunos bem comportados as levaram para casa para tomarem conta delas. Teclados sem teclas, ratos sem bolas. Se vcs alunos não tratam bem o material, se não respeitam o material querem ter bom material?

  13. TiagoC says:

    E nos nossos hospitais passa-se o mesmo. É uma vergonha!!!!! Computadores com windows XP e velhos que muitas vezes não permitem o correto funcionamento dos programas ligados às áreas da saúde.

  14. ZarkBit says:

    Hmm de certa forma concordo, mas….. há sempre um mas, estudei na Secundária de Fonseca Benevides à noite, Electrónica Automação e Computadores, a escola em sí em termos de equipamentos, tal como refere este título, eram todos velhos, e muitas das salas nem computadores tinham, absurdo ao ponto de eu e os meus colegas andarem a re-aproveitarem as carcaças doutros PCs para montar torres com as quais outras turmas pudessem trabalhar.

    Já a nível da electrónica, nós é que andavamos a comprar os materiais, porque supostamente, a escola não tinha, até que descobrimos que afinal a escola tinha, e provavelmente ainda tem, um armazem carregado de material electrónico, quando tentámos saber o porquê de não termos acceso àquele material, a resposta foi simples, porque os alunos não utilizavam o material para aprender, mas sim para o estragar…. e sinceramente com a me*** que vi dos alunos do ensino diurno, que até biqueiros davam nas portas das salas, acho sinceramente que nem vale a pena as escolas investirem, é um realidade triste porque aqueles que querem realmente aprender acabam por sofrer as consequências dos actos de outros…

    • Marco says:

      os alunos de dia deveriam ler este ultimo parágrafo. Pena é que n tenhas tido um director de curso como deve de ser, porque se tivesses a tua turma teria usado o material da escola.

  15. valeri says:

    Calma pessoal… Os constantes (des)Governantes dos ultimos 45 anos têm enchido (e bem) os bolsos á conta dos otários.
    Enquanto a malta andar a fazer posts no Facebook e não seguir o exemplo dos Franceses ou Alemães tá tudo bom para a corja que vive ás custas dos impostos… Vejam lá que até serve para pagar pensões vitalicias e subvenções a chulos.
    Vamos lá pessoal… partilhar esta mensagem num post do Facebook e ter 3 milhões de likes e continuar a olhar e assobiar para o lado.

  16. archman says:

    eu na universidade smp trab com windows xp , fedora e o ubuntu não havia cá win 7 , 8 ou 10… isto há uns 3 anos…

  17. B@rão Vermelho says:

    Relembrar que atualmente as câmaras Municipais são responsável pelas escolas primárias e secundárias.
    Há uma maior liberdade tanto para estes gastos como para-a contratação de pessoal, quanto ao pessoal é uma nova forma de contratar amigos, entraram como assistentes operacionais e não chegaram a por os pés nas escolas, posso dizer que no último concurso feito no meu conselho a grande maioria eram licenciados.

  18. Paulo Baptista says:

    É um excelente artigo. A realidade da informática nas escolas está ao nível do anedótico. A Internet é é uma espécie de bem escasso. Mais escasso do que a água no deserto, em demasiadas escolas. Os computadores, na melhor das hipóteses são do tempo do Sócrates e do Plano Tecnológico. Gasta-se dinheiro sem sustentação. Nunca foi previsto um orçamento cíclico para a substituição dos computadores. Nos bancos ou na AR, troca-se de computador de 3 ou de 4 em 4 anos. Há instituições que o fazem de 2 em 2. Genericamente, nos serviços públicos, os computadores resistem mais de dez anos. O Windows XP ainda é a norma em muitas escolas, sendo o Windows 7 o mais comum. Isto não é uma opinião. É a realidade que conheço e onde trabalho. É uma vergonha. Este artigo revela apenas uma parte do problema. A realidade ultrapassa a imaginação.

    • Marco says:

      Paulo a internet é escassa, mas pensaste porquê? Voltando ao tempo do socrates, disseram que as escolas iam ter n sei qts megas/gigas de internet, n disseram é que era partilhada por todas as escolas. Depois nas escolas n tens so os pc das salas ligada a esta internet, tens mt mais, é como meter o rossio na betesga, n dá. Se tiver 100Mb tens 100/n.
      O problema é vosso, porque n fazem greve por falta de condições de trabalho, e n o fazem porquê?
      Na AR troca-se porque tem orçamento próprio, porque os srs deputados trabalham la, se trabalhassem numa escola as escolas teriam td do bom.

  19. Rui says:

    É perfeitamente normal na função pública. Equipamentos e edifícios não são prioridade, não dão votos e não têem sindicatos a reivindicar mais e mais!
    E mesmo equipamentos que chegam às Escolas, são muitas das vezes deixados a apodrecer até que alguém se preocupe a desempacotar a tralha que chega às Escolas! E diga-se de passagem, que os professores, quer se apliquem muito, quer não façam absolutamente nada, ganham exactamente o mesmo e sobem o mesmo na carreira automática dos professores!!!!!

  20. Sujeito says:

    “Dados preocupantes”

    Por que raio é isto preocupante? Há muitas coisas bem mais preocupantes, esta nem chega a ser um problema.

  21. Manuel Pedr says:

    Para qualquer empresa desde não seja um pc especifico (ex: modelação 3d), o barato (mais barato) é que conta…, e para mim isso de ter mais de 3 anos é “relativo”, posso ter um pc com 10 é fazer nele tudo ou melhor que um pc com apenas um ano.

    pc com mais de 10 anos
    motherbord lga755
    proc. E6000 ou Q6000
    8 Gb de ram ddr2 800
    disco 500 gigas
    gráfica gtx 950 para h265 codec decoder (lav)

    pc novo
    motherbord lga 1511
    Proc. G4400 ou G4560
    8 Gb de ram ddr4 2133
    500 gigas de disco
    Gráfica onboard
    Preço estimado em 350€ a este preço o numero de pc’s que se quer (ex 5 nunca gastara menos de 2000€)

    Mesmo assim dou vantagem ao pc com 10 anos… por isso, pc’s com mais de 3 é relativo.

    Note: Se a sua empresa tem pc’s com mais de 3 ou mesmo 10 anos, contacte-me que eu arranjo todos e ficam a trabalhar “melhor que novos… gasta apenas o custo da limpeza.

  22. John says:

    Quando eu, e muitos andaram na escola não havia PCs e não foi por isso que se deixou de aprender.
    Por outro lado, quantos desses miudos não iriam usar o PC como distração?, ás vezes até o mspaint é melhor do que estar a prestar atenção á aula.
    Quando se chega ao ensino superior a grande maioria tem portatil.

  23. poiou says:

    Será que não valia a pena haver um sysadmin por agrupamento?
    Isso de os PCs das universidades serem melhores, depende, há 3 anos os PCs da sala de redes mal aguentavam o packet tracer 6.1.
    Penso que o problema é que a UE não dá fundos para a manutenção, apenas por ara a compra.

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