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Portugal: Fraude nos estágios realizados através do IEFP


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. Tesla Lover says:

    *691 euros brutos

  2. Rui says:

    Só agora descobriram??? isso é uma prática recorrente desde que o subsídio é atribuído. O que IEFP sabem disso à muitos anos e fazem ouvidos moucas. O que conta são as estatísticas. Sempre foi….

  3. Alvega says:

    Tenho conhecimento de um caso real com uma jovem arquitecta filha de um colega meu.
    A necessidade a tudo obriga, e nao me refiro ás empresas, mas sim sim aos estagiários
    As leis protegem como sempre protegeram os mais fortes, e se isto acontece é porque aprovem a alguém, como aos estagiários nao é por certo…..
    Vai dai, quem estava a governar quando foi aprovada a actual legislação ?
    Ou sais do Pais ou sujeitas-te, basicamente é isso que foi dito e apresentado na altura, o que interessa é parecer…a imagem que passa para o publico é fundamental, a realidade é muitas vezes sombria a menos que tenhas uma boa reforma ou um TACHO chorudo num qualquer organismo PUBLICO.
    Pois eu aconselho TODOS os jovens e nao só (quem tiver (hipótese) a EMIGRAR, nao será fácil a principio (calculo eu) mas vao fazer sacrifícios para algo que vao obter a médio longo prazo, ficando neste pais somente vao ser ROUBADOS cada vez mais, seja por impostos, multas, confisco, leis abusivas, percas de direitos, reformas inexistentes ou ridículas,etc. e tal.
    Eu conheço poucos paises (meia duzia) mas todos os que conheço sao MUITO MELHORES QUE ESTE.
    Ainda a cerca de um mes tirei uma formação em que um dos dias um dos palestrantes ,pessoa muito viajada e vivida (conhece mais de uma centena de países),
    resumia assim o estado de coisas actual no pais:
    “Este Pais dos que conheço é dos piores se nao o piore, mas todos nós apesar de o saber-mos, temos um azar dos diabos, é que nascemos cá….e o coração fala mais alto.”

    • me and me says:

      ja vi muita gente “mais velha” a aconselhar jovens a sair do pais por causa do que dizes…

    • PMS says:

      não há dúvida…
      – vivemos no país dos estágios não renumerados,
      – o país das horas extra não-renumeradas (o “hoje podes ficar até mais tarde?”),
      – o país onde as “horas de trabalho” são mais importantes que a qualidade do resultado final,
      – o país onde “concurso público” significa “familiar do entrevistador”,
      – o país onde empresas têm capacidade para ter mais funcionários, mas prefere ter metade dos necessários e sobrecarregá-los até não aguentarem mais,
      – o país em que mais de 90% da população ou é classe alta ou classe baixa, sendo a classe média raríssima..

      • A triste sociedade que se enraizou em Portugal says:

        Não podia ter sido mais bem resumido! É verdade, vendem-nos desde novos aquela retórica do “estuda para teres uma boa profissão e não seres explorado e passares mal, para poderes ter uma boa vida com qualidade”…a verdade é que vendem o conto do vigário, onde depois de crescidos vemos a realidade nua e crua, onde é normal que haja uns poucos bem sucedidos mas a maioria está de rastos a ser explorada, não importa se és bom ou te esforças-te, porque há-de sempre haver alguém com uma cunha maior e com CV menor que te tira a lugar…posso dar “n” exemplos…ou és explorado ou tens de ir para fora. As empresas mesmo aquelas que facturam aos milhões usam e abusam destes estágios, e depois usam a desculpa da crise para justificarem os salários miseráveis que pagam ao comum do trabalhador mas depois vais ver quanto ganham os directores e afins e vês que há algo que não bate certo. É o país que temos e que nos apresentaram, podes estudar mas empregos dignos esquece, porque para isso ou se emigra ou então estamos entregues a esta pseudo-democracia que tenta fazer-se de grande mas que só rasteja e deixa um cheiro que mal se pode…é ver a que situação deixaram chegar o nosso belo país que tinha e tem tudo para ser dos melhores para se viver, mas não há vontade das elites nem de quem manda nisto…Boa sorte a todos o que procuram uma vida melhor e lutam todos os dias por um futuro melhor, a vocês e só a vocês desejo-vos o melhor.

      • lmx says:

        pois…

        quando vez licenciados a lhes ser oferecido 575€ de salário.. acho que isto diz muito!!
        estes esquemas há muito que são conhecidos por toda a gente..
        E vem agora o basofias pá televisão dizer que não é grave…ora bem mais de 1/3 dos responsáveis são corruptos, isto no estado, e gravissimo!!
        quando olhamos para o número de mais d 1/3 e do pior… é o artista desdramatiza…
        ora isto não seria grave numa agência de crime organizado!!

        Agora numa entidade onde é suposto ser a mais idónea possível mais de 1/3 andar nestes esquemas e gravissimo!!

        I am ser que o basofias, considere o iefp uma agência de crime, aí mais de 1/3 ou seja mais de 100 pessoas metidas nisto não é grave, porque nesse caso é tratando se de uma agência de crime… é essa a actividade da mesma…

        meu deus é pensava eu que já nada me surpreendia, depois do arresto que o país levou nos últimos anos…

  4. Paulo says:

    O pessoal do IEFP são uns lorpas, infelizmente já tive de me dirigir ao IEFP e o pessoal que lá trabalha mostra sempre má cara e não sabe de nada, é um autentico pesadelo tratar qq assunto com esses funcionários.

  5. Pedro C. says:

    Isto acontece e vai continuar a acontecer porque este programa de estágios do IEFP é uma anedota pegada.
    Foi mal pensado, mal estruturado, mal desenhado, e mal aprovado. Onde é que já se viu empresas que recorrem ano após ano a estagiários do IEFP sem nunca contratarem nenhum deles? Não faria sentido haver uma “regra” que impedisse a empresa de ter outro estagiário do IEFP durante x tempo em caso de não ter contratado o anterior? Ou uma regra de que cada empresa só pode usufruir deste tipo de estagiário de x em x anos?
    É que a situação é muito engraçada… o trabalhador só pode realizar um estágio do IEFP, após realização do primeiro estágio fica inelegível para novo estágio, ou seja, se não for contratado volta ao sufoco da procura de trabalho. No entanto, as empresas, podem continuar a encher os bolsos com trabalhadores pagos com o dinheiro de todos nós… Podem contratar estagiários atrás de estagiários que praticamente lhes ficam de borla… Onde pára a justiça no meio deste processo?

    Para variar é mais uma medida que visa encher os bolsos de quem já tem muito mas que é apresentada como a salvação do pobre que não tem trabalho… enfim…

    • int3 says:

      Colega, meu primeiro emprego foi o estágio profissional e eu renovei 6 meses. está acabar o contrato e vou, tudo aponta que sim, renovar novamente mas talvez 1 ano.
      em 6 meses o estado já deve ter recuperado o dinheiro investido em mim para criação de emprego….

      • Pedro C. says:

        int3, a vida não é feita de exceções. O seu caso é claramente uma exceção e fico feliz por si que assim seja. No entanto, estamos a falar de estágios ao abrigo do programa de estágios do IEFP, não me parece que seja o seu caso uma vez que fala num estágio profissional de 6 meses e agora de mais um ano…
        No entanto, mesmo que assim seja, na maioria dos casos, as empresas acabam por não contratar o estagiário, colocando logo de seguida novo anúncio para a contratação de um novo e novamente ao abrigo dos estágios IEFP.
        Ou seja, a empresa lucra com o trabalho que o estagiário faz, mas só lhe paga uma pequena parte do salário, parece-lhe justo?! Sabe de onde vem o resto do dinheiro não sabe? Pois…
        Estes estágios do IEFP não são nada mais, nada menos que uma maneira de “reduzir” a taxa de desemprego no pais de forma rápida mas não eficaz…

    • Marco says:

      Concordo, conheço empresas que a maioria da sua força de trabalho é composta por estagiários, depois é só esperar pelo IEFP para renovar os empregados

    • L says:

      O mesmo acontece com o programa Estagiar, estou de momento a acabar o meu e os restantes do trabalhadores todos dizem o mesmo, que a empresa apenas contrata estagiário atrás de estagiário e nunca emprega nenhum.

    • qas says:

      Pode ser melhorado para evitar fraudes mas se for usado de forma correcta é útil.
      Eu fiz um estágio profissional pelo IEFP e acabei 8 anos na empresa onde estagiei. As condições salariais mais que duplicaram no final do estágio e foram sendo actualizadas de tempos a tempos e de acordo com os objectivos e a progressão.
      Foi uma experiência frutuosa e ninguém me pediu para partilhar o que recebi do IEFP.

    • lmx says:

      pois disses te tudo!!
      Os patrões exigiram, e foi implementado um plano em que os recursos são praticamente oferecidos a preço zero… chamada carne para canhao!!

      Seria de esperar outra coisa da nossa governacao??
      A escravatura sempre foi algo muito desejado pelos esclavagistas!! e ou Portugal ganha juízo de vez e começa a sancionar está malta com penas de prisao pesadas, ou isto ainda fica pior pois da a ideia de imponidade perante a lei!!

      Aguardemos para ver..

  6. Zéi says:

    Que eu saiba isso já acontece pelo menos á 15 anos. Mas isto só acontece se o pessoal se deixar enganar, um bom não resolve muita coisa.

  7. João Maria says:

    Imaginem que seria uma empresa.. digamos tipo o grupo “Lena”…!!
    Com toda a certeza que o estado iria “obrigada a devolver todos os fundos, enfrentarão um processo crime e ficarão impedida de aceder a outros apoios”.
    Tenho a certeza absoluta que a justiça portuguesa iria contra essas empresas em prol de uns pobres desgraçados de uns estagiários!

  8. Luis Filipe says:

    Mas há algum serviço/entidade/empresa do estado que não seja corrupto??? eles andaram todos na mesma escola por isso cada tapete que se levante é mais um buraco, e assim se destrói um País.

  9. gigbola says:

    A soluçao maia facil para portugal, a curto prazo é vender o arquipelago dos Açores a China por 250.000.000.000 €, o Arquipelago da Madeira a India por 150.000.000.000 € e tentar fazer uma venda conjunta com Espanha das Ilhas Selvagens e Canarias a Russia por (tendo em conta que estao em boa parte na plataforma continental Africana, o valor podera ser muito, mas muito superior aos Acores)

    Pelo meio do negocio devem ser envolvidas as principais potencias mundiais afim de inflacionar o valor.

    Isto pode parecer uma barbaridade, mas havendo uma terceira guerra mundial podem ter a certeza que estes arquipelagos serao assaltados, com os Açores a cabeça

  10. João says:

    Estes estágios ao uma Hipocrisia!!! 691 € brutos e ainda pedem pessoas com experiência!!! Viva ao trabalho precário!!! Isto é praticamente pagar para trabalhar, é uma tristeza. Estes programas só servem para tirarem os desempregados das estatísticas e ajudar as empresas porque os trabalhadores são os menos ajudados no meio disto tudo!

  11. gigbola says:

    Quanto a isso do iefp, aqui na madeira nunca ouvi falar de tal assunto, mas eles sao uns incompetentes, tal e qual descrevem os dai

  12. Rui says:

    Há muitas situações, quer empresas que fartam-se de receber estagiários e não contratam ninguém! Neste caso a culpa é do IEFP.

    Mas sei também que normalmente uma empresa que tenha estagiários do IEFP, só recebe o dinheiro no fim do estágio. Conheço um caso que o dinheiro só foi pago quando terminou um estágio de 1 ano!!!! Isto à cerca de 15 anos atrás!!!!!

    Há de tudo e o estado também não fica bem na fotografia!

    • PMS says:

      Pois! Isso é mais um ponto em que demonstra que os estágios profissionais são ridiculos…

      Teoricamente isto é uma medida de apoio…que acaba por ser usada pelas grandes empresas que não precisavam de apoios para contratar colaboradores novos.
      Os estágios profissionais fazem muito sentido em empresas acabadas de criar, é um incentivo ao crescimento da empresa e ao colaborador…mas, o simples facto da empresa ter de pagar os ordenados do seu bolso e só depois receberem o reembolso, demonstra como não é este o público alvo! Nem todas as start-ups têm este dinheiro…

      Como sempre, leis mal feitas exploradas por aqueles que menos precisam e piores intenções têm..

      • Rui says:

        Mas há aqui outro caso e as Ordens têem de ser chamadas à razão (Ordem dos Arquitectos e dos Psicólogos, as mais afectadas). Ao obrigarem os futuros profissionais a estagiarem, sem o qual não é possível terem a cédula profissional, e principalmente nestas 2 áreas em que acredito que trabalho não abunde (principalmente arquitectura), acredito que os potenciais candidatos até se ofereçam para trabalhar quase de borla!!!!

        • PMS says:

          Sem dúvida… Já vi isso acontecer na Engª Civil . Um colega meu que trabalhou numa empresa de graça e o pagamento da empresa era “permitir o estágio” para entrar na ordem dos engenheiros..

          É triste. Um país que desvaloriza totalmente o conhecimento.. e depois “surpreendem-se” com a emigração

  13. censo says:

    Portugal no seu melhor.

  14. Clara Castro says:

    É tão facil culpar os outros! É o IEFP, que não presta, é o país que não presta. Eu sou muita bom, mas á minha volta é só incompetentes!
    Mas alguém se queixou junto do IEFP? Ou junto do Ministério Público? Ah espera. Para isso tenho de levantar o cu do sofá e escrever qualquer coisa, e não sou lá muito bom a português. Só nos comentários de sites é que sou bom!!

    PS: não é que a minha opinião valha mais ou menos por isso, mas não trabalho nem tenho familia a trabalhar no IEFP.

    • L says:

      Se já estás a ler que o problema persiste à cerca de 10 anos ou mais, achas mesmo que ninguém fez queixa?!

      • Clara Castro says:

        Qual é a tua tese? O pessoal apresentou queixas e o Min. Publico arquivou porque estão nas mãos desses empresários sem escrúpulos? E o IEFP idem? Vá, ilumina-nos lá…

    • Me says:

      Clara Castro, não sei se terá cabimento o que vou dizer.
      Nós os Portugueses fomos (somos) um Povo acusado de nunca reclamar, até ao momento de passarmos a fazê-lo, como sempre, não sabemos balancear as coisas, no meu entender a maioria passou a reclamar sem razão. Vulgarizou-se e ninguém passou a ligar nada.
      Agora fazendo de conta que o que anteriormente disse, não disse. As pessoas reclamam sim e quando têm razão, mas pergunto-me eu. E para quê? Não há ninguém que as apoie. As pessoas não se podem auto financiar para levar as reclamações até ao fim, chega-se a um ponto em que dizemos alto lá é melhor ficar por aqui se não ainda fico a perder (em tudo, $ e dignidade).
      Por falar em dignidade e dentro do tópico, chamem os bois pelos nomes, ainda não vi ninguém aqui a apontar o dedo aos grandes empresários portugueses. H (h)omens cujas empresas cumprem a sua função social !!!! (não, não são nem têm de modo algum de ser a Santa Casa da Misericórdia), que motivam os seus trabalhadores !!!! Que lhes pagam o justo valor !!! (depois sobra menos), que como já se disse, querem estagiários com experiência, pasme-se !!! E por favor não falem só das classes altas, ou as chamadas profissões de elite. (Sou licenciado em gestão e contabilidade) E os outros caramba, e os outros?, esses nem sequer têm voz na sociedade.
      Resumindo o empresário português e as grandes multinacionais, são os senhores feudais dos tempos modernos. A economia de mercado, não funciona só com as classes altas.

      • JJ says:

        “E por favor não falem só das classes altas, ou as chamadas profissões de elite. (Sou licenciado em gestão e contabilidade) E os outros caramba, e os outros?, esses nem sequer têm voz na sociedade.”

        VERDADE!!!

        Os outros!? Os outros até podem saber fazer um determinado trabalho, mas se não é licenciado… fazem “X” no Curriculum…

        Caso pessoal:
        Eu realizava um trabalho numa empresa, que prestava serviços a outra (tipo em Portugal, empresas de trabalho temporário (semi permanente)). Quando abriu uma vaga, na empresa para a qual eu prestava o serviço, para fazer exactamente a mesma coisa que eu já estava a fazer e já conhecia, disseram que não era a pessoa certa porque não tinha “canudo”… Continuei na empresa de trabalho temporário a fazer a mesma coisa, por mais 4 anos, mas não era a pessoa adequada!
        Ainda hoje me pergunto, como fui capaz de realizar aquele trabalho durante quase 6 anos, sem ser licenciado.

  15. luis says:

    Isto é para os jovens aprenderem o que é o mundo do trabalho.

    • João says:

      Sim, por isso é que a idade é até aos 35 anos!!!

    • Dunno says:

      E tu achas que isto e que e o correto ? Os jovens deviam estar preparados para ser burlados e explorados ?

    • Rui C. says:

      Sim os jovens deve saber dar valor ao trabalho.
      Sem sacrifício nunca irão dar valor a nada.
      Assim começam cedo a ver a realidade e perdem as ilusões rapidamente.
      Para chegar ao nível que estou hoje tive e tenho que trabalhar e apresentar resultados.
      Agora os meninos saiem das universidades de peito feito e acham que o dinheiro cai do céu. Mas não. 🙂

      Experiência de vida meus caros.

      • L says:

        Deixe-me adivinhar, anda na casa dos 30 e tais, 40 anos? Aposto que na altura em que consegui o seu primeiro emprego a escolaridade para tal nem se assemelha ao que é pedido hoje, fora a experiência que é pedida hoje em dia.

        E para mais acho de mau gosto virem para aqui dizer que os jovens é que não se esforçam, isso é desculpa para tudo para o pessoal mais velho hoje em dia.

        Estou actualmente a fazer estagiar T e nem fui renovado pelos restantes 9 meses e isto porquê? E porquê? Porque sabem que podem se candidatar de novo ao programa. Já os meus colegas de trabalho estão sempre a me elogiar pelo meu trabalho e a dizer que a empresa é sempre o mesmo e que lá não param estagiários.

        • Me says:

          Este comentário é para o Rui C.
          Fala de sacrifício para saber dar valor ao trabalho. Sim senhor que frase tão linda, e cheia de bons princípios.
          Então o Sr. Rui C., ainda não se apercebeu que a nível laboral vivemos numa Monarquia. Passa de pai para filho, para sobrinho, para primo etc.
          Em determinadas empresas e para não ser difícil notar, olhemos para as TV’S nacionais. Os actores, cineastas, jornalistas, funcionários e por aí fora, têm na grande maioria o mesmo apelido, o dos familiares fidalgos, para trabalhar em arte e afins diz-se que é preciso vocação, será? . Falar em sacrifício, esforçar-se na vida para quê, é preciso é nascer-se filho de um monarca (entenda-se). Exemplo, pessoa amiga, peço para meter uma cunha para o meu filho, diz que sim, passado uns dias diz que não é possível, passados uns dias está lá o sobrinho! (Claro que entre um outro a escolha é lógica). Mas não me venham falar em trabalhar com esforço e sacrifício para se obter algo neste mundo actual.

  16. ruca says:

    O IEFP tem culpa nesta matéria por permitir este tipo de vigarice e não ter fiscalização efetiva quando se trata de dinheiros públicos mas por outro lado que jovens são estes que aceitam devolver parte do seu salário? Podem simplesmente dizer que vão devolver mas depois não devolvem pq primeiro o estagiário recebe na conta e depois devolve. Ora nao tem obrigação alguma de devolver e se for dispensado terá um inquérito que tem de responder e o qual a empresa certamente não irá querer que esteja lá escrito por parte do estagiário que o mandaram embora pq não devolvia o salário…para além de autoridade competente precisamos de gente com tomates também. Pq uma empresa que faz isso a um estagiário é pq no final o vai contratar é pq vai..não entendo o que passa na cabeça desses estagiários. Ter currículo mas a palavra de conivência com a ilegalidade não deveria dar orgulho a ninguém.

  17. Jorge says:

    Deviam fechar o iefp
    É verdade que la uns dizem uma coisa e outros dizem outra e fraudes la???
    ui….
    Nos estágios quanto é que eles metem ao bolso???

  18. iSad says:

    EMIGRAR sim. Custa nos primeiros meses mas depois de passar ganhar o dobro ou mesmo o triplo que em Portugal. Por acaso que tive a sorte de arranjar um bom emprego em que dão valor a quem é competente aqui no UK.
    São 4 anos que estou fora do país e não tenho a minima intenção de voltar. Alias não vejo nenhum sinal da mafia local mudar durante a minha geração.

  19. int3 says:

    Os tugas quando mama não se queixa. Quando acaba a mama já choram. Foi como os colégios. Acabou a mama vieram com tretas do “meu filho também escolhe” , “privados não é só para ricos”. não, não é só para ricos. E o luxo também não é para ricos pois não?

  20. Joao 2348 says:

    Também é engraçado quando os patrões despendem, tudo segundo as normas e com todas as provas, mas depois pressionam de todas as formas que é possível para que o trabalhador despedido lhes dê parte do dinheiro do despedimento por “baixo da mesa”… e o pior é que muitos dos despedidos vão na conversa e dão lhes mesmo o dinheiro!

    Com gente burra desta, não admira que estes empresários façam o que querem!

    E o mesmo para esses estagiários que dão parte do rendimento a que têm direito aos patrões… se estão a dar-lhes dinheiro é porque são BURROS.
    Antigamente o patrão arriscava-se a levar uma carga de porrada ou dos próprios ou do sindicato por se atrever a tal… mas isto hoje em dia é o paraíso dos burlões e dos xupistas. E tribunais é só para gente rica que os pobres não conseguem fazer face à despesa… é um tribunal para todos, mais ou menos…

  21. Ricardo gomes says:

    neste país tudo é possível é só mamoes!!! os ricos a serem mais ricos á custa dos que não têm!!!

  22. Ilidio says:

    Sou cliente de “reputado” e premiado banco electrónico que usa e abusa de estagiários. Sempre que vou à sucursal em lisboa há sempre caras novas, pouco sorridentes e que transparecem desgosto. O slogan é “simplifica”, só se for a vidas dos coitados que la ficam alguns meses e saem sempre. Deviam ter vergonha por se assumirem como um banco gratuito, pena é que essa fatura está a ser paga por alguém como os estagiários.

  23. AlexX says:

    Salve-se quem puder!

  24. JJ says:

    Mas o maior problema disto, nem é o de agora, é daqui a uns 15/20 anos…

    A maioria desses estagiários e outros da mesma geração, vão chegar aos 35/40 anos de idade se nenhum tipo mínimo de estabilidade na vida. Vão continuar a procura de trabalho… E o problema é que nessa altura, ainda vai haver menos empresas para onde ir trabalhar, visto que muitas irão fechar nos próximos anos.

    As empresas meteram na “cabeça” que um funcionário que entra agora, tem de saber o mesmo do que um que lá esta a mais de 20 anos. Como isso é impossível, porque a faculdade ou cursos, não ensina experiência de vida, as empresas não estavam a evoluir nos recursos humanos.

    O que vai acontecer quando os funcionários que tem 20/30/40 anos de experiência começarem a reformar-se? As empresas não tem ninguém capaz de os verdadeiramente substituir, e isso vai resultar com que as empresas comecem a definhar-se.

    A lógica laboral devia ser: um novo funcionário de 20 anos, vai aprender com o funcionário que tem 35/40 anos. Para que quando esse funcionário mais velho, tiver 60/65 (66) anos, se reformar, o que entrou na empresa com 20 anos, tem agora os 35/40 anos, e esta ao mesmo nível do que esse funcionário, e pronto para ensinar um novo que entre com 20 anos.

    Mas, actualmente eles querem que uma pessoa com 20/25 anos saiba tanto com o indevido que vai substituir que vai para a reforma. Esquecem-se é que esse indevido que vai para a reforma, trabalhou 40 anos nessa empresa com pratica e não com a teoria que se dá na escola!
    Parte-se do principiou que não é preciso pratica, basta aquilo que se aprendeu na escola, para fazer-te tudo o que é preciso.

    Todos os que estão aqui, tem a noção… que praticamente mais de metade daquilo que sabem sobre a vossa profissão, sabem-no não porque aprenderam na escola, mas pela experiência do trabalho diária que realizam.

    Infelizmente as empresas não querem admitir isso! Daqui a uns anos, vão colher essas escolhas que estão a fazer agora, e não vão ser boas.

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