Quantcast
PplWare Mobile

Portagens: Portal de pagamentos deverá ser suspenso?

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Rui says:

    Tinha de ser. De um advogado, claro que tinha de vir complicar o que é simples. Claro que era muito melhor ter de contratar um advogado sempre que queremos pagar as portagens! 🙂
    Privacidade? Mas não se trata de passagens em lugares publicos? Onde eu posso estar o tempo que quiser a ver quem passa? Uma coisa é um portal que regista o que faço em casa; outra é no espaço público, à vista de quem está. ..

    • MiguelDias says:

      Simples é acabar com a treta da scut.

    • Xnelox says:

      Tal como devia de haver um portal publico que colocando o contribuinte de uma pessoa, desse uma listagem de artigos comprados por esta, os locais onde abastece ou estaciona, tudo o que foi registado com contribuinte… Pela tua ordem de ideia, o que é feito fora de casa tem de ser público…

      • Ismael Guimarães says:

        Xnelox estava aqui a pensar e tive uma ideia para uma APP no Android. Imagina que eu até poderia não registar o que compro mas sim o que como e partilhá-lo com terceiros online.

        Para isso teria que haver uma base de dados online dos códigos de barra identificativos dos produtos. Assim que eu adicionasse um novo código de barras à minha APP, este identificaria o produto e eu adicionaria a quantidade consumida, exata ou aproximada, identificando a data e hora do seu consumo.

        Assim poderíamos ter um histórico da nossa alimentação em termos de consumo de nutrientes e essas coisas. Seria, com certeza, uma excelente ajuda para médicos e nutricionistas.

    • Xico Fininho says:

      Se tivesses alguma ex mulher stalker ou outra pessoa do género, mudarias de opinião.

      Concordo que como estava era bem simples, mas também entendo o ponto de vista dos advogados.

  2. Luis says:

    Sendo assim a aplicação do CTT também deve ser suspensa, pois também dá para pedir os valores em dívida pela matricula sem qualquer validação.

    • Zeca says:

      Ora bem! Aconteceu me alugar carro e após as férias e já na minha casa continuar a receber na matrícula do carro avisos de valores a pagar! Questiono os CTT e, para saberem que a viatura já não está nas minhas mãos pedem me cópias dos meus CC e NIF e do contrato de aluguer?!?! Então não foi a própria ministra a dizer que era proibido fotocopiar CC? E porque não possibilitam os CTT uma pesquisa por data, a par da matrícula? Muito fracas estas apps, muito mal pensadas 🙁

      • Bruno says:

        Com o contrato do aluguer, nos correios, é possível filtrar as datas. Vêm que foi alugado de X a X, fora disso pertence a outro cliente… na minha opinião é sempre melhor alugar o dispositivo na companhia para evitar estas situações e não vai ser por mais 1,85€ que vamos ficar mais pobres ou mais ricos. É precisamente o meu ramo e aconselho a todos os meus clientes a levarem o dispositivo e caso não tenham reparado, nos correios, pagam uma taxa administrativa sobre o próprio valor da scut em questão.
        Ir aos correios a única coisa precisa é mesmo a matricula da viatura, o contrato é só para reforçar as datas em que tivemos com o veiculo. podem-se tirar cópias desde que se risquem as mesmas em frente ao cliente, normalmente fazemos um “X” grande sobre toda a copia de forma a inutiliza-la. O objetivo é ficar com o NIF do cliente pois nas rent-a-car’s existe de tudo, desde roubos de peças, falcatruas ate mesmo a roubo da viatura completa.

      • José Moreira says:

        Erro da agência! Quando alugaste o carro, devias ter sido elucidado de que, ao efectuar o pagamento da portagem, devias informar o funcionário dos CTT de que se tratava de um veículo de aluguer, e que só querias pagar a portagem do dia X.

  3. sdsdsd says:

    Vou deixar aqui uma pergunta, que se eu soubesse a resposta já me poderia ter dado jeito no passado: Se eu estiver interessado em comprar um carro e antes de o comporar saber o historial da viatura, como é que o posso fazer? Como por exemplo, anteriores proprietários, serviços de revisão, multas, etc.

    • Ismael Guimarães says:

      Não há em Portugal nenhum site que centralize esse tipo de informação. Em Portugal não é obrigatório o registo numa base de dados das intervenções técnicas em veículos automóveis, nem registo de sinistros e essas coisas.

      É, como eu dizia, para mim, quando se pensa demasiado em privacidade, deixa de se poder evoluir tecnologicamente.

  4. Ismael Guimarães says:

    O que eu acho errado é que as pessoas por cá pensem que as viaturas têm que ter o mesmo direito de privacidade que pessoas. Podem verificar o percurso de uma determinada viatura (claro que não) o que podem verificar é se ela lá passou.

    Assim não está a expor a privacidade de ninguém, muito pelo contrário. Alguém que vai pesquisar uma matrícula faz-lo pois conhece a viatura. Poderá saber ou não quem seria o seu condutor.

    Eu sou a favor da existência de uma rede social onde esses dados pudessem ser partilhados, caso as pessoas se conhecessem.

    O Facebook diz onde os seus amigos estão e ninguém fala em problema de privacidade. Noutras redes sociais sabemos onde estão determinadas pessoas num determinado momento. Que mal tem saber quando se passou por uma estrada?

    Quem não conhece a viatura, não tem necessidade de pesquisar aquela viatura.

    Privacidade a mais evita a evolução tecnológica.

    • celso says:

      O que??? Aceder as compras que fazes, nos locais que costumas ir, os sitios por onde passas, os cartoes de descontos que usas, tudo isso “ensina” as empresas a vender mais levando a que compres coisas que por vezes nao precisas. Para eles, nos nao passamos de consumidores. Nada mais! Por isso é que eu dou prioridade á minha privacidade! Privacidade a mais evita a evolução nao é?

    • P says:

      Claro que sim, porque é muito complicado fazer um script que percorra todas as matriculas AA-00-00, 00-00-AA, e 00-AA-00 e compile os dados, mas isso é tudo legal, porque nem dá para tirar informação daí, não é?

      Acho que associar as passagens em portagens a uma pessoa, não é assim tão difícil, e a mim, parece-me uma invasão de privacidade.

    • Joao says:

      Eu, tenho um carro e não quero que ninguém saiba onde este passou. Isso é um direito meu e a evolução tecnológica não devia nunca ser feita à custa da privacidade das pessoas. Para isso já basta a Google.

  5. Observador says:

    depois de algum tempo observando sua viatura, consigo saber quando estas ou não em casa.
    observando sua viatura posso intercepta-lo no meio do caminho.
    observando sua viatura posso saber aquilo que não poes no facebook.
    quer mais exemplos?

  6. vguerr says:

    Tem de haver uma forma simples de o próprio poder consultar esses dados sem que os mesmo possam ser consultados livremente por terceiros… é assim tão difícil? Se as pessoas se registam nas finanças e acedem aos seus dados de forma privada então deve existir uma forma de se fazer algo idêntico em relação às portagens que devem permitir a consulta ao próprio desses dados de forma simples mas sem que isso seja visível a qualquer um.

  7. andre silva says:

    Tinham que vir complicar estes assuntos… então para isso, eu neste site: http://www.asf.com.pt/NR/exeres/019EEB91-E357-4A7C-8BD2-B62293701692.htm , ao colocar a matricula de um determinado carro, fico a saber o seu nº de apolice e a data em que a mesma se iniciou, é uma invasão de privacidade? enfim.

  8. tiago says:

    E melhorarem a segurança do site, não? Tanto drama…

  9. Miguel Batista says:

    Se quiserem saber o número do quadro, também é possivel, quase não existem segredos…
    http://www.automovelonline.mj.pt/AutoOnline/pedidoCertidaoOnline1.jsp

  10. Paulo Arcos says:

    Tenho 48 anos e a minha alma esta parva com tanta obscenidade mental de alguns comentários, como num artigo anterior com um tema diferente em se diz “Quem não deve não Teme”. Penso que o problema de algumas pessoas é falta de experiência de vida. Privacidade é privacidade, liberdade é liberdade, senão qualquer dia também terá que ser obrigatário saberem quantas vezes mudo de cuecas por semana. Por favor cresçam mentalmente, senão não sabem o que vós espera no futuro se permitirem este tipo de ideologias.
    Olhem para historia a nível mundial, para não caírem nos mesmos erros. E para um bom inteligente meia palavra basta se que me faço entender.

  11. nephrops says:

    @sdsdsd e @Ismael Guimarães >> resposta às questões, existem sim:
    a) histórico contra-ordacional – não é pública e nunca será pública por parte da autoridades policiais (contra-ordenações, e.g. ANSR);
    b) anteriores proprietários – a informação não é pública e só diz respeito ao IMTT, Finanças e companhias de seguros (e.g. seguro de responsabilidade civil obrigatório por lei);
    c) serviços de revisão – só as marcas os possuem e não partilham informação relevante, a não ser em caso de recolha obrigatória;
    d) registo de sinistros – mais uma vez, existem e não é pública.

    @andre silva >> a informação que a ASF faculta é para em caso de acidente poderes saber o seguro do terceiro ou terceiros envolvidos na altura. Essa sim, de conhecimento público (e.g. dístico da carta verde é obrigatório por lei estar no pára-brisas do veículo)

  12. Ze says:

    Não conhecia nada disto, consultei pela minha matrícula e pelos vistos isto para quem tem via verde não devolver qualquer valor, já estou mais descansado, caso contrário ia avançar com um processo. É inconcebível algo desta natureza em 2016.. Já o seria há 5/6, quanto mais agora, parece que vivemos numa república das bananas.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.