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Pentágono pondera suspender Espanha da NATO, dizem fontes

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. OraBolas says:

    A alucinação de um está a contagiar os outros. É como a peste

  2. Analista says:

    Boa sorte!, espanha tem um satelite militar com encriptação quantica e à prova de bomba nuclear na alta atmosfera. Estam muito à frente!, tem 2 toneladas! Não precisa da Nato.

  3. Realista says:

    O ataque ao Irão não foi no âmbito da NATO, nem os EUA deram cavaco a ninguém antes de o fazer.
    A NATO existe com um propósito definido, e esse propósito não é estar às ordens dos EUA.

    Isto por mais que não goste e não concorde com as políticas e posicionamento de Pedro Sánchez.

    • B@rão Vermelho says:

      Desculpa lá, quando dizes “Isto por mais que não goste e não concorde com as políticas e posicionamento de Pedro Sánchez”, esta a falar a serio ou querias ter dito que não concordam com a maioria das propostas?
      Eu que sou um leigo nisto não me revezo em quase nada do Chega mas há medidas que até concordo, poucas, muito poucas mas concordo, e dou um exemplo, não sou nada contra a imigração nem compreendo como é que algum Português pode ser, mas concordo que, alguém que cometa crimes seja automaticamente expulso do país.

      De resto concordo contigo, esta administração dos EUA querem a NATO para serem os guarda costas quando dá jeito.

      PS, espero que compreendas que estamos a conversar e não encares isto como um ataque pessoal.

      • Realista says:

        Pedro Sánchez está agarrado ao poder. Está rodeado no governo de gente envolvida em processos atrás de processos de corrupção. Até a sua própria mulher está envolvida em processos com a justiça. É incrível o que se está a passar em Espanha. Está a ser governada por duodécimos há anos. Para conseguir fazer qualquer coisa, Pedro Sánchez tem feito acordos e cedências atrás de cedências aos partidos de esquerda Sumar, Izquierda Unida, Comunes e Más Madrid. Está literalmente nas mãos deles. Mesmo a baixa recente do IVA dos combustíveis, é sabido que foi feita devido à pressão dos partidos de esquerda (Sumar) uma vez que Pedro Sánchez achava que era demasiado cedo para este tipo de medidas porque não se sabia quanto tempo o conflito como Irão iria durar. E foi demasiado cedo. Mas cedeu. Assim como já cedeu noutras questões fulcrais e vai continuar a ceder. O povo espanhol não elegeu os partidos de esquerda para governar, mas na realidade são estes que o estão a fazer através do proxis Pedro Sánchez. Num outro país qualquer decente já se teria demitido para dar oportunidade ao povo de escolher o que realmente quer, mas este personagem persiste e não larga a cadeira nem por nada.

    • Yuri Bezmenov - Primeira Fase says:

      Quem paga a banda escolhe a musica.

      • Realista says:

        As músicas que podem ou não ser tocadas estão previamente escolhidas no Tratado do Atlântico Norte. E quer gostemos, quer não, a Espanha não desrespeitou nenhuma das regras que ditam que músicas podem ou não ser tocadas.
        Se quem paga a banda já não gostar das mesmas, que negoceie outras. Se os outros membros da banda mesmo assim não quiserem, então que saia.

        • AlexS says:

          E quer gostemos, quer não, a Espanha não desrespeitou nenhuma das regras que ditam que músicas podem ou não ser tocadas.

          Claro que desrespeitou, para começar logo o orçamento da defesa.

    • David Guerreiro says:

      Aliás, a NATO é uma aliança defensiva, e não ofensiva.

      • Grunho says:

        Dito por eles é igual. Até podem dizer que é uma instituição de beneficência como as irmazinhas da caridade.

      • Ivo says:

        Pois, ‘aliança defensiva’. Claro. E eu sou o Pai Natal.
        A verdade é que, ultimamente, a NATO parece ter descoberto um talento inesperado para se esticar — e não propriamente de forma defensiva — em todas as direções possíveis. De tão ‘defensiva’ que era, acabou a comportar‑se como uma aliança ofensiva trans‑Atlântica, trans‑Pacífica, trans‑Índica e, já agora, trans‑Oceânica, sempre muito ocupada a aparecer em sítios onde supostamente não ia estar.

        Mas pronto, se disserem que continua tudo igual, quem somos nós para estragar a narrativa.

        • Mr. Y says:

          Será? Dá um caso que tenha havido uma invasão em nome da NATO na sua história.

          • Ivo says:

            Se a tua definição de ‘invasão’ exige botas no terreno com bandeira da NATO, então não, nunca aconteceu. Se a tua definição inclui bombardear países soberanos sem terem atacado nenhum membro da aliança, então já tens Kosovo e Líbia. Depende da semântica que te der mais jeito.

          • PorcoDoPunjab says:

            Mr Y, tem andado muito distraído.
            Vá dizer essas barbaridades aos Sérvios e aos Líbios.
            A não ser que tanto uns como outros tenham atacado algum membro da NATO, mas pelo que sei, tal não aconteceu…

            Já sei, é defensiva, mas sempre ouvi dizer que a melhor defesa é o ataque.
            Portanto, vamos atacar antes que eles nos ataquem.
            Se não têm intenção de nos atacar, tivessem. Nós vamos atacar para nos defendermos dos ataques deles que não aconteceram.
            Não sei se perceberam o raciocínio… Isto de alta estratégia militar é complicado.

    • MLopes says:

      @realista, exatamente isso.
      estes palôncios esquecem-se do que está escrito no tratado no qual assenta a nato e no caráter defensivo da aliança.
      indo mais longe do que tu, muito honestamente deviam ser os outros membros em bloco a excluírem os eua da nato

      • Eu says:

        O maior erro é que a NATO está firmada no pressuposto de ter sempre os EUA no grupo!
        Por isso, nunca haveria forma de os excluir.
        E, pelos estatutos nem dá para expulsar ninguém!
        Cada país pode pedir para sair, mas os outros não podem expulsar.
        E, os EUA nem podem sair, porque pelos próprios estatutos não está previsto.
        Pois, qualquer país que queira sair tem de comunicar a intenção aos EUA.
        Ou seja, os EUA iam pedir a eles próprios para sair e a partir daí já não havia forma de sair!
        Nesse caso, a NATO exterminava-se automaticamente por falta de definição dos estatutos.
        E, todo este rol de situações dos EUA com a NATO, deve-se ao Trump que esta a obedecer ao “amigo” Putin, que tem os ficheiros Epstein nas suas mãos!

  4. Grunho says:

    A NATO é os imperialistas, o resto é lacaios. Sorte dos espanhóis, que deixam de pagar para ser lacaios.

  5. nhecos says:

    Nenhum país da NATO pode unilateralmente suspender outro país da NATO. No máximo o que Trump pode fazer é diminuir a cooperação em operações no âmbito da NATO, mas isso não afetaria apenas a Espanha mas também todos os outros membros. Se houver alguma tentativa de punir alguém será através de coisas como a colocação de empecilhos em contratos militares ou sanções económicas.

    • Grunho says:

      Se for os imperialistas podem mesmo, podem suspender os outros todos. Depois fica uma Nato nova, igual à que existia, mas sem os imperialistas. O que se pode é discutir se esses países ficam mais ou menos protegidos que antes. Para mim, pior não ficam de certeza.

  6. Vasco S. says:

    lol, se China atacar Espanha, se não for NATO, o que faz Espanha. ?? Pensas o que dizes,

    • B@rão Vermelho says:

      A China há décadas que não entra em guerra, pode também ser um tigre de papel, quer queiramos quer não, os EUA são a potencia militar que são porque além de investir forte e feio também “faz” muita guerra, é contar os últimos grandes conflitos e ver que lá esteve.

      Isto faz lembrar com as devidas distâncias as competições desportivas, na pré-época são todos muito fortes, depois em competição ficam em último.

      • AlexS says:

        “A China há décadas que não entra em guerra”

        Deves estar a gozar, os conflitos com as Filipinas, o cão de fila da Coreia do Norte a atacar a Coreia do Sul, os conflitos com a India – ultimo em 2022, para não falar do Tibete.

        • Ivo says:

          Convém separar o trigo do joio para não confundirmos tensões diplomáticas com experiência bélica real.

          Conflitos de Fronteira vs. Guerra: O que aconteceu com a Índia em 2022 ou as tensões no Mar do Sul da China com as Filipinas são incidentes localizados (sem armas de fogo, como no caso da Índia). Isso demonstra agressividade política, mas não dá ‘rodagem’ militar a um exército.

          A questão do Tibete: A anexação/conflito no Tibete ocorreu nos anos 50. Usar isso como exemplo de ‘experiência atual’ é o mesmo que dizer que Portugal tem experiência de guerra porque lutou na Restauração.

          Coreia do Norte: A China usa a Coreia do Norte como um tampão estratégico, mas não há soldados chineses em combate ativo na península coreana desde os anos 50.

          O ponto do B@rão Vermelho mantém-se: a última vez que a China esteve numa guerra de larga escala foi contra o Vietname em 1979 (onde, aliás, não teve o desempenho esperado). Comparar isso com os EUA, que mantêm tropas em teatros de operações ativos (Iraque, Afeganistão, Síria e Irão) ininterruptamente há décadas, é a diferença entre teoria e prática. Ter armas modernas é uma coisa; ter logística e oficiais com experiência de comando sob fogo real é outra completamente diferente.

    • Night Ninja says:

      Vasco, antes de falares em ataques da China à Espanha, talvez ajude dar uma olhadela a um mapa. A China não fica exatamente ao lado de Badajoz, por muito que isso facilitasse a tua teoria. Projetar força militar a milhares de quilómetros exige bases, logística, rotas seguras e, acima de tudo, um motivo plausível.

      Aliás, tens a certeza de onde fica a China no mapa? Pequena dica: não é vizinha da Galiza, embora às vezes pareça que estás a trabalhar com uma geografia paralela.

      Quanto ao histórico de agressões, basta olhar para os últimos 40 anos para perceber que há países com um registo muito mais extenso de intervenções militares pelo mundo — e não, não estamos a falar da China. Vários analistas e observadores internacionais têm apontado que um dos membros mais influentes da NATO tem desempenhado um papel central na orientação estratégica da aliança, incluindo operações ofensivas. Há também quem argumente que decisões recentes refletem alinhamentos políticos complexos entre esse país e Israel, influenciando prioridades geopolíticas dentro da organização.

      • contraditorio says:

        Bom … não me parece que, no que respeita à China se deva pensar em guerras de tiros 🙂 Parece-me mais acertado pensar numa guerra comercial, industrial, eletrónica que … pode ser muito mais eficaz que os tiros e …. parece que não faltam exemplos 🙂

        • Night Ninja says:

          Ninguém está a negar que a China aposta sobretudo em guerra económica, tecnológica e industrial — isso é evidente e já acontece há anos. Mas isso não tem absolutamente nada a ver com o ponto inicial da conversa.

          O Vasco falou de um cenário de ataque militar da China à Espanha. Eu respondi dentro desse cenário. Tu agora estás a puxar o tema para guerras comerciais, que são outra categoria completamente diferente e que não envolvem a NATO de forma alguma.

          Se estivermos a falar de pressão económica, tecnológica ou industrial, então nem é preciso inventar cenários militares. A própria União Europeia já tem mecanismos próprios para lidar com isso: tarifas, medidas anti‑dumping, controlo de investimentos estratégicos, proteção de setores críticos, etc. Espanha, como qualquer Estado‑membro, está automaticamente coberta por esse enquadramento.

          Portanto, não vale a pena misturar assuntos.
          O tópico era um ataque militar hipotético — e aí sim, faz sentido falar de NATO, geografia, logística e realismo estratégico.
          Se mudamos para guerra económica, então estamos noutro campo completamente diferente, onde a UE é o ator principal e não a NATO.

    • PorcoDoPunjab says:

      Vasco S, e logo a Espanha.
      Se há país europeu que tem excelentes relações com a China é Espanha.

      E para que raio ia a China atacar a Espanha ou outro país Europeu?
      Só delírios…

      A China não precisa de nada para ver a europa a desmoronar, só precisa de estar lá ao longe a bater palmas, tal como os Russos.

  7. Eng Joao says:

    Portugal e espanha precisam da nato para que?? Ninguem nos ataca e a Russia esta longe!

    • Morty says:

      Exato. O único pais que pode atacar alguém e a Rússia, não existe mais países no mundo tirando Portugal Espanha e Rússia lool.

    • AlexS says:

      O típico pensamento tuga que não passa do bairro, sem imaginação . .
      Para começar a Espanha será sempre uma ameaça potencial pela geografia.

      È muito bom para Portugal e o seu futuro este conflito EUA – Espanha. Há qq m. e temos um potencial aliado.

  8. Max says:

    Até a Reuters escreve artigos apressados. Escreveu no artigo que serve de fonte ao post: “O funcionário [dos EUA que falou do mail à Reuters] não revelou como os Estados Unidos poderiam prosseguir com a suspensão da Espanha da aliança, e a Reuters não pôde determinar imediatamente se havia um mecanismo existente na OTAN para fazê-lo.”
    Pois – não há. Pelo artigo 43º do Tratado da NATO, como as decisões são tomadas por unanimidade, para “suspender” a Espanha a própria Espanha tinha de votar a favor da sua suspensão.
    É mais uma bravata de Trump, que uma vezes ameaça que vai sair da NATO e noutras quer fazer parecer que manda na organização, que sem os EUA a NATO é um “tigre de papel”. No artigo a Reuters não esclareceu uma coisa elementar, mas tem vários exemplos do estilo vingativo de Trump, por exemplo:
    “O memorando também inclui uma opção para considerar reavaliar o apoio diplomático dos EUA para “possessões imperiais” europeias de longa data, como as Ilhas Malvinas perto da Argentina.
    O site do Departamento de Estado afirma que as ilhas são administradas pelo Reino Unido, mas ainda são reivindicadas pela Argentina, cujo presidente libertário Javier Milei é um aliado de Trump.
    A Grã-Bretanha e a Argentina travaram uma breve guerra em 1982 sobre as ilhas depois que a Argentina fez uma tentativa fracassada para tomá-las. Cerca de 650 soldados argentinos e 255 soldados britânicos morreram antes da rendição da Argentina.
    Trump insultou repetidamente o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, chamando-lhe cobarde por causa de sua falta de vontade de se juntar à guerra dos EUA com o Irão, dizendo que ele era “Não Winston Churchill” e descrevendo os porta-aviões da Grã-Bretanha como “brinquedos”.”

  9. PoPeY says:

    Neste aspecto, faz sentido e não faz sentido. Não sei e conto com a vossa ajuda/opinião para me ajudar a compreender (sem filiação politica).

    Pelo que entendo a NATO é basicamente a Europa estar debaixo do guarda chuva dos EUA. Em tempos vi uma reunião do Trump com alguem importante Alemão em que disse o seguinte “A Alemanha está a pedir proteção, porque estão com medo que a Russia vos ataque? Então mas voces financiam a Russia atraves da compra de gás! Deviam rever isso.” Isto é verdade ou é somente meia verdade?

    SObre a ucrania, a europa permitiu que a Russia entrasse na Ucrania sem qualquer apoio para o evitar. Depois disso acontecer, começaram com medidas inuteis porque continuam a financiar a Russia. A ideia que tenho é que estão a ser os EUA a ajudar a Ucrania, ate mesmo antes da guerra o primeiro alerta publico veio dos EUA derivado das movimentações suspeitas da Russia junto a fronteira.
    Mesmo que eu queira duvidar disto, verdade o é que o Trump tem reunido com Putin ao contrario das instituições Europeias.

    A nivel de sansões, creio que compreendo o Trump, enviar qualquer coisa para os EUA é mais barato do que receber qualquer coisa la. Ao mesmo tempo que a Europa permite que recebamos mercadoria da china praticamente como se fosse loja nacional. Porque raio isto acontece? Porque não existe um acordo com os EUA como existe com a China? Porque prejudicamos tanto o comercio dos EUA visto que ate fazemos parte da Nato?

    A Europa fala que os EUA são maus… Mas nao falam na mesma medida daquilo que o Irão faz, nomeadamente aos seus proprios cidadãos. Basta verificar que os proprios cidadãos do Irão e paises perifericos estão com os EUA. É comum ver manifestações de Iranianos espalhados pelo mundo a agradecer o que os EUA estão a fazer. Porque motivo, continuamos a passar paninhos quentes no Irão e a condicionar os EUA?

    Atenção que este post não tem qualquer filiação politica, é a minha opinião juntamente com algumas questões que não compreendo. Tudo o que escrevi aqui são factos facilmente validados. Se alguem me poder esclarecer melhor num debate saudavel, sem insultos ou associar-me a partidos politicos será optimo.

    • Rui says:

      A Europa não ajudou mais a Ucrânia porque os EUA não queriam e porque são/somos cobardolas, espero que mudem em condições.
      Quanto a fazer negócios com os EUA, não é fácil com o Alucinado que não tem Palavra.

      • PoPeY says:

        Obrigado pela comentario Rui,

        No entanto fico ainda mais confuso, então somos cobardolas para defender a Ucrania, mas depois ja somos muitos bravos em bater de frente com os EUA para não usarem as bases militares europeias? Algo está errado aqui, não podemos ter “medo” dos EUA no que toca à Ucrania, mas depois sermos bravos no que toca ao Irão.

        Sobre as importações provenientes dos EUA, sempre assim o foram, não é novidade da governação Trump. Desde que me lembro, que mandar vir coisas da China sempre tiveram menos taxas e burocracias alfandegarias do que mandar vir dos EUA. Hoje então é uma festa com a TEMU e Shein.

      • AlexS says:

        “A Europa não ajudou mais a Ucrânia porque os EUA não queriam”

        Não sabe do que fala. A ajuda Europeia á Ucrania esteve sempre dependente da reação Russa. Por isso no inicio os Ucranianos não podiam atacar a Russia, só as forças russas na Ucrânia ocupada, isso foi progressivamente sendo derrubado. Julgo que os Alemães por razões historicas ainda não permitem que as suas armas o façam.

    • Max says:

      Depois de gasto o dinheiro que Biden tinha deixado para a ajuda à Ucrânia, com Trump os EUA não ajudaram a nem com 1 dólar que fosse. Todo o material militar entregue pelos EUA – é pago pelos europeus. E os países europeus têm fornecido à Ucrânia muito material militar e outro e ajuda financeira.

  10. KidsGraça says:

    Os Estados Unidos deviam era sair da NATO.

  11. To Canelas says:

    Deviam suspender todos os países da Nato e depois acabar com ela.

  12. Guilherme says:

    Ele não pode fazer nada todos tem que estar de acordo.

    Nisto estou com o Toy.
    https ://streamain.com/en/2qNyb0gIpGzVqCM/watch

  13. Rui says:

    Vou traduzir por miúdos o que se passa:

    O comerciante ameaça expulsar a Espanha da NATO porque é a única forma que ele conhece de negociar! No fundo quer arrastar a NATO para um conflito que ele próprio começou e não sabe como saír dele sem ser vergado de vergonha (que ele não tem);

    O espanhol, pôs-se em bicos de pés para tentar desviar as atenções da corrupção. Toda a gente à volta dele e até a esposa estão envolvidos em casos de corrupção!!!!!!

  14. Sail says:

    O estúpido-Mor quer suspender a Espanha de Nato o que significa que dos mais de 125 mil militares nenhum vai integrar missões da Nato mas também significa que Espanha deixa de ser fornecedor estrangeiro das forças armadas do EUA como colateral.

  15. Gringo Bandido says:

    Governa a tua pocilga de país trump e deixa o jardim do mundo a europa em paz.

  16. Yamahia says:

    Ninguém sai da NATO a não ser por vontade própria.

    • Max says:

      Nem sabem ler, os gajos.

    • AlexS says:

      Pára a cooperação e é como se tivesse saído.
      Ceuta e Melila atacadas por Marrocos e vamos ver como param as modas.

      Aliás a NATO já não existe pois a cultura Europeia de permanente adolescente ressentido só permite criticar e falar grosso com os EUA. Com mais ninguém a Europa se porta assim.

      O Hezbollah acabou de matar 2 soldados Franceses e viu alguma declaração?
      Nos jornais tugas fizeram os possíveis por esconder a notícia.

  17. Artilheiro says:

    Para o acéfalo do Trumpetas, quem não esta com ele, está contra ele.

  18. ahahah says:

    Acho muito bem.
    O Sánchez é amigo dos terroristas e até a mulher dele anda metida em cenas de corrupção.

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