Pedrógão Grande: SIRESP falhou durante 14 horas e meia


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45 Respostas

  1. André says:

    O SIRESP…é muito triste
    Foram gastos milhões nesta treta para falhar nos momentos mais críticos
    Mal das famílias que perderam os seus entes queridos devido a esta treta

    • lmx says:

      Tão mal ou pior, foi aparecerem uma almas a dizer que no meio de tanta arvore quimada..milhões…
      Tinham identificado a arvore onde tinha caido o Raio do trovão responsavel pelo incendio…nessa altura, percebi que algo de errado se passava..
      Depois acabamos todos por saber que o incendio já lavrava ha 2 horas antes da trovoada…pronto tinha-se confimado.

  2. R. Amor says:

    sinceramente com tanta polémica em torno dos números 760 .. faltou uma nota a dizer (chamada de valor acrescentado onde o estado cobre IVA sobre os donativos para causas sociais e solidárias).

    • Ricardo says:

      A AT já veio informar que o IVA dessas chamadas irá ser posteriormente canalizado para as vítimas.

      Neste caso a ajuda não é de 0.60, mas sim de 0.72

    • sómaisum says:

      Não acho isso relevante honestamente…. Compras água, bolachas, barrigas energéticas, a roupa que vais dar (que alguém a comprou), tudo isso pagou o IVA e ainda uma % para quem as vendeu, e fazem “furor” os 760..?
      Querem ser solidários sejam, escusam de arranjar desculpas ou deitar achas a fogueira…

  3. José Rodrigues says:

    Atenção, foi revelado que segundo o contrato de prestação de serviço do SIRESP, este PODE INCUMPRIR EM CASOS DE GUERRA, EPIDEMIAS, RAIOS, CICLONES E OUTRAS CATÁSTROFES.
    Ou seja, compraram um sistema que praticamente faz o mesmo que um telemovel banal.

    Não evoluam para um sistema de emergência por satélite que não é preciso…

    • Carlos says:

      Um sistema de mais de 500 torres com backup via satelite deve custar uma pequena fortuna e mesmo assim pode não cumprir se a propria torre arder ou se o nivel de fumos no ar for muito elevado.
      A solução passa por saber o que fazer quando as comunicações falham e ter procedimentos claros para todos sobre a forma de agir numa situação dessas.

    • jAugusto says:

      Tirar gatinhos nas arvores, está incluido?

    • int3 says:

      Só te vou dar um exemplo.
      Na noite de são joão os telemóveis não funcionam. Ponto final. A rede fica completamente inoperável.
      A rede SIRESP, visto que é usado uma rede totalmente separada da rede móvel, continua a funcionar na plena tranquilidade.

      Um telemóvel via satélite custa em média 1500€ cada um, e cada chamada custa à volta de 3€/minuto.

  4. Bruno says:

    É pena que tenha falhado… Mas gosto muito deste sistema, nao o siresp propriamente dito mas um sistema semelhante com um funcionamento identico, em que atualmente se usa principalmente os Motorola MTP850(s) Como terminal portátil. Além do que já foi descrito na noticia permite ainda fazer chamadas privadas entre dois radios, mensagens (estilo SMS)… E certamente existem muitas mais funcionalidades mas como sou apenas utilizador não tenho conhecimento delas.
    Resumindo o sistema é bom, utiliza sinal digital logo a qualidade nada recepção é superior (desde que exista cobertura claro), o único problema é que manter um sistema destes a nível nacional é complicado e dispendioso… Pois têm que existir antenas espalhadas pelo país (à semelhança das redes de telemóveis), e claro, quando uma dessas antenas falha cria-se imediatamente uma zona sem cobertura. Aqui o que eu acho que está mal é a existência de apenas 2 postos móveis… A meu ver deveriam ser bastantes mais, no mínimo um por distrito.

    • Nuno Santos says:

      Então para isso mais valia comprar telemóveis normais. Ficava bem mais barato e criava-se um grupo do whatsapp para isso e estava feito

    • Carlos says:

      No meio de todos estes comentários sempre aparecem umas boas ideias.
      É oblio que o que está a faltar são mais postos moveis que possam ser colocados em funcionamento em tempo util e que se desloquem para as zonas proximas dos incendios mesmo antes do SIRESP falhar.
      Não esquecer que todas as forças de segurança e bombeiros dispõem de telefones via satélite que podem e certamente foram usados…

      • Joao ptt says:

        Bombeiros terem telefone via satélite? Nunca vi, e nem sequer ouvi falar de tal! Tem é rádios analógicos! Os quais muitos só mantiveram por pressão de alguns especialistas em telecomunicações que os avisaram dos diversos problemas do SIRESP e das redes de telecomunicação móvel existentes… porque muitos bombeiros já estavam numa de abandonar os sistema analógicos por completo.

        A protecção civil, até podem ter para lá uns telefones via satélite… mas duvido que funcionem, aquilo é preciso pagar mensalidades… e é preciso que vão testando para terem a certeza que o equipamento funciona de forma a corrigir problemas imediatamente (sejam eles quais forem)… se os telefones normais e o siresp funcionarem, duvido que se lembrem sequer que existem telefones satélite, mas pode ser que esteja enganado.

  5. dimitrieq says:

    Se os nossos Bombeiros tivessem mais formação em sistemas rádio, provavelmente saberiam, que mesmo com a falha da rede de acesso do Siresp, poderiam utilizar um dos rádios de um carro como repetidor, e através desse, repetir para os restantes que estavam na zona.

    • José Gomes says:

      Como?

    • Carlos Correia says:

      Antigamente tinham. Quando lhes calhava pela porta um ex-soldado que tivesse tido a especialidade de “transmissões” era uma alegria! Hoje as formações são tantas e diversificadas, que a maior parte do voluntariado, repito voluntariado, pouco se interessa por elas a não ser aquelas que se adaptam mais às suas características e gostos. Então para os mais antigos, ufa…venha a mangueira!…

    • Fire says:

      Pois, mas só os SIRESP móveis dos veículos de comando é que podem passar a repetidor. Os dos restantes veículos (combate/apoio) não estão preparados/configurados para tal.

  6. José Carlos Lopes says:

    Há um ano, no Sardoal, foram 17 horas de inoperacionalidade. Pelos vistos não se aprende nada com os incêndios anteriores.
    Vale a pena perder uns minutos e ver a entrevista que o Presidente da Câmara do Sardoal deu à SIC Notícias.

    http://sicnoticias.sapo.pt/especiais/tragedia-em-pedrogao-grande/2017-06-21-Autarca-de-Sardoal-lembra-desespero-em-incendio-de-2016-devido-a-falha-do-SIRESP

  7. joao says:

    A proteção civil disse que a rede esteve sempre operacional mas que tinha umas falhas momentâneas. Ao que parece foi o que se ve sempre a mesma miséria neste país de falsos.

    • Joao ptt says:

      A rede só falhou momentaneamente, nos momentos em que o pessoal que estava em zonas onde as antenas não funcionavam tentavam utilizar o sistema, só nesses momentos é que não funcionava, de resto estava sempre a funcionar :p Digamos que eram falhas “momentâneas”.

  8. Ricardo says:

    Se puderem coloquem também na notícia em que condições o siresp pode falhar, por favor.

    São engraçadas as condições…

  9. Gekko says:

    Todas as antenas de Telecomunicações apanhadas pelo fogo arderam. Não há antenas 100% resistentes a um incendio destes.

    Para isso é que devem servir as carrinhas, agora só ter duas para o pais inteiro ….

  10. André Soares says:

    Antes de mais é de lamentar o que aconteceu. Ponto.
    Depois não se dever falar assim porque foram as circunstâncias infelizes do momento. Como qualquer sistema tem limites. A falta de comunicação foi das piores coisas que podia ter acontecido mas em momentos de aflição não há bom juízo.
    Mesmo assim deve prevalecer a coragem e determinação dos bombeiros e protecção civil no socorro.
    E não se deve esquecer que como a fénix do fogo renasce vida e deve-se preserve-la.
    Espero ainda assim que num futuro (espero que seja curto) a sociedade haja de forma coerente e responda aos desafios que estão para vir. E só mais uma nota é de lamentar que as pessoas que agora se fazem passar por assistentes de socorro só para roubarem as que dizem auxiliar.
    André Soares
    P.S.: comentários depreciativos da minha mensagem “por favor calem-se”.

  11. censo says:

    E há quantos anos andam os sucessivos governos a falhar com a política de florestas??

  12. Rui says:

    A realidade é esta, este sistema funciona sem problemas nos grandes centros urbanos, nos montes que é onde lavram os incêndios a cobertura é medíocre ou completamente inexistente. Se querem fazer a experiência, vão passear para os montes e vejam lá a cobertura de rede do telemóvel em 2G (já nem falo em 3G ou 4G!!!!!).
    Se os políticos fossem um bocado mais inteligentes, aproveitavam a oferta de subsídios que disponibilizou a UE devido a estes incêndios e investíamos em conjunta com a ESA num satélite geoestacionário só nosso e estava o problema da cobertura resolvido!

    • lmx says:

      O melhor era mesmo uns submarinos Rui,
      O que achas, assim também patrulavamos os peixes…sendo que perto dos 140% de defice era mesmo bom..
      Qum sabe comprar mais umas frotas de BMWs para aos boys do costume?
      Ha que curtir com estilo, concordo…tem que ser caro!

      • Rui says:

        Olha, se a Marinha não destacasse 2 homens para as selvagens bem podias dizer adeus às ilhas que os espanhóis estão de olho nelas. Aliás é esse o conflito que existe para alargar a plataforma marítima. E diz-me lá se é com 1 bote de borracha que defendes as ilhas!!!!! Ou como pensas fazer para salvar alguém que esteja no alto mar. Que morram afogados, não é verdade? Já que o INEM não chega lá!!!!!!

      • Rui says:

        É que Portugal tem tantos meios, mas tantos que até deixa a população morrer pelo fogo! Mas o que vale é que salvamos os bancos todos, que tanto nos têem dado!!!!!

  13. Santos says:

    Porque arderam as antenas?
    Não deveria existir uma área limpa de material combustível por forma garantir a segurança física dessas instalações?
    Milhões investidos no sistema e bem, com certeza mas temo que mais uma vez, é efetuada uma gestão irresponsável na área da manutenção e conservação do investimento.

    • Pedro says:

      Se existe relativamente às casas, claro que tb deveria existir para as antenas.
      O problema nesse caso talvez fosse a autonomia elétrica, mas com um pouco de eng. tudo se resolve.

  14. Alberto Caeiro says:

    Mas a PC não tem uma rede própria (analógica).
    Mas os bombeiros não declinaram a participação no “siresp”.
    Não entendo, falta alguma informação ou estão a manipular !!!!!!

    Se estiverem interessados em consultar informação sobre a REDE ROB da PC é só googlar e ver o PDF.

  15. Analog says:

    Com um sistema analógico como backup de certeza que tinha havido comunicação.. se ha quem faça comunicação com outros continentes .. O tetra (digital e encriptado) pode ser MT bom para as forças de segurança , mas isso como já foi referido ,funciona bem é nos meios urbanos.

  16. Jorge M Novais says:

    Como raios as antenas arderam? Estavam rodeadas de árvores? Ou foram atingidas pelos supostos “trovões secos” que a proteção civil inventou? Não deveriam essas antenas estarem colocadas em pisos totalmente limpos de árvores e vegetação? E já agora, os principais culpados desta tragédia foram os governos PSD/PS que não investiram em mais equipamentos e infra estruturas para os bombeiros. Até o Cavaco silva, na altura em que foi primeiro ministro à uns bons anos atrás, é culpado porque mandou plantar milhares de eucaliptos!

    Ora toda a gente sabe que o eucalipto arde que é uma coisa doida. Já viram a notícia que uma quinta em Figueiró dos Vinhos foi salva do fogo, porque estava justamente rodeada por castanheiros, carvalhos, sabugueiros e oliveiras? Porque não se plantaram mais dessas árvores? Existem muitos interesses escondidos…

    Os políticos são criminosos, culpados das mortes de 64 cidadãos, 3 empresas destruídas, 200 pessoas desempregadas, dezenas de casas destruídas e muitos animais e hectares de floresta dizimados. Desculpem o “algum off topic”…

  17. nop90 says:

    🙂
    Um sistema de comunicações de emergência é suposto funcionar em emergências. Como bem funcionavam os VHF que permitiam ligação tipo mesh e ponto-a-ponto sem ter custos acrescidos por isso.
    O SIRESP é das maiores anedotas a nível nacional. A tecnologia é boa, TETRA e P25 funcionam bem quando é BEM implementado. Por cá, é só negociatas.
    Acho mais piada ainda aos defensores do SIRESP que dizem que ninguém tem culpa se a antena ardeu. Ai não? Ai isso não é uma possibilidade quando há incêndios? Não é costume arderem infraestruturas? Não é para isso que precisamos de um sistema de emergência? que FUNCIONE em emergências?
    Custa-me a crer que nenhum engenheiro de telecomunicações tenha referido este ponto aos responsáveis, mas os Euros falam mais alto e calam muitas bocas não é ?
    🙂

  18. joaq says:

    Um ministro recusou outro “siresp” que custava 600 milhões dizendo que era caro e então comprou este que custou 500 milhões. Muito mais barato!. A piada é que ambos os sistemas não valiam 100 milhões. E agora viu-se… Mas pode-se argumentar que é o mercado a funcionar, ok?
    Resta saber quem fez a negociata e já agora investigar a fundo. Que a consciência destas pessoas lhes pese bem até ao seu fim…

  19. Carlos says:

    Um sistema analógico deveria continuar a ser usado, para emergências não Falha! Os aviões usam uma simples frequência Vhf e não falha, claro que não estamos a falar de segurança de comunicações mas sim fiabilidade.
    Alguém se lembra dos 3 Dukes e daqueles fantásticos CB?

  20. Rodrigo says:

    Um sistema que foi criado para encher os bolsos a muitos políticos. O sistema desde o início foi desenvolvido para não funcionar. Rádios que funcionam em larguras de banda diferentes. Bases móveis que não têm capacidade para gerir todo o tráfego de comunicações. Uma cesta de ovos de ouro para muitos.

  21. qasdf says:

    ““trovões secos” que a proteção civil inventou? ”

    Houve trovoada seca em Lisboa, no mesmo dia, pelas 20h e tal, mais coisa menos coisa. Eu vi o fenómeno em directo. Céu todo negro, relâmpagos poderosos, temperaturas a rondarem os 40º graus. Houve também depois da trovoada uns ventos fortíssimos durante cerca de quinzena de minutos, mais coisa menos coisa, por volta das 22h.

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