Quantcast
PplWare Mobile

Office 365 gratuito para a Educação em Portugal

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Luis Da Costa says:

    Eu compreendo que isto seja promoção dos serviços da Microsoft, e nesse aspecto não tenho nenhuma queixa no geral.

    No entanto, (pensamento pessoalmente unicamente), acho que seria interessante que as escolas, optassem de elas próprias por ofertas grátis (como estas) de forma a não obrigar os alunos por vezes a pagarem licenças (nós sabemos que raros o fazem mas mesmo assim), para serviços que só irão utilizar durante as aulas.

    E em termos de serviços grátis online (continuando no meu pensamento pessoal), mesmo esta oferta sendo bastante atractiva, eu penso que quem toma estas decisões nos estabelecimentos de ensino público, deveria optar por uma solução como o Google Docs (Actual Google Drive), e isto pela simples razão que este ultimo disponibiliza diversos formatos de ficheiros para exportar e importar, e (ao meu ver) está bastante mais completo do que o Office 365.

    Eu pessoalmente, que não utilizo Windows mas sim Gnu/Linux diariamente, tenho imensos problemas com os documentos que os professores partilham (e estamos a falar a nível de faculdade e não de secundário), o facto de começarmos a usar Google Docs já ajudou visto que cada um pode exportar no formato desejado, se de um dia para o outro, tomarem a decisão de utilizar este Sistema, tal trabalho poderá se tornar complicado para alunos como eu qeu não têm, nem querem ou podem, utilizar uma solução de leitura de formatos Microsoft office (ppt(x), doc(x) etc..)..

    E sim eu sei que é possível ler e escrever esses mesmos ficheiros no Office 365, mas estou a falar de uma solução grátis e principalmente offline para leitura, como devem imaginar, nem sempre podemos estar ligados a Internet para ler um simples documento dado durante as aulas.

    Mais uma vez isto não passa de um pensamento pessoal que gostaria de partilhar.

    Cumprimentos,
    Luis Da Costa

  2. Nelson says:

    É assim que a Microsoft vai travar o inevitável, que é a adopção de software livre, com standards 100% abertos, como o Libre?

    • Espero que não…

      É uma óbvia tentativa de o fazer… E, mais uma vez, lá temos os governos – através dos seus departamentos educacionais – a servir os interesses das grandes multinacionais. (E não o dos cidadãos…)

      Espero que as pessoas não sejam estúpidas ao ponto de gravar tudo em “.doc”…

      Visto que o problema não é só o ter de pagar ou não por uma suite destas, para poder utilizá-la em casa. (Pois não estou a ver uma pessoa a deslocar-se à sua escola, de cada vez que quer abrir e editar um ficheiro “.doc”…) O problema é também o ser obrigado a usar um programa proprietário (e de código-fonte fechado), para poder abrir e editar um certo ficheiro, e estar, assim, dependente e sob o controlo da companhia que fez o programa em causa.

    • Passem ao lado desta nova medida… 🙂

      Peçam aos vossos professores, ou outros responsáveis pelos computadores, para ocupar apenas mais alguns megabytes nos discos, instalem também o LibreOffice e utilizem antes este e os seus formatos livres. 😉 eheh

    • kekes says:

      Odio o libre tive que instalar o Windows só para poder voltar a usar o Office pois o Libreoffice é um PAIN IN THE ASS gigante.
      Nunca guarda como deve ser, abre sempre de modo diferente, mesmo usandos os seus formatos standard. Ao menos isso nao me passa no Office da MS, e muito mais estavel que qualquer outra suite. Sinto dizerlo mas é um facto.

      • Luis Da Costa says:

        Tem de entender que a principal crítica feita não é relativamente ao Microsoft Office, que em si, é um excelente programa. A crítica feita é ao seu formato fechado e não Standard e a sua utilização nos sectores de educação principalmente.

        O Office em si desde a versão 2007 (com um update) e desde a versão 2010 (por natureza), suporta em leitura e escrita os formatos abertos da OpenDocument Foundation.

        E eu não me importo que a Microsoft venda e faça tudo para vender o seu Office, (por mais que eu não aceite, num mundo onde os negócios passam antes de tudo, tudo é bom para ganhar dinheiro), o que me chateia é existe um Standard para os documentos, e empresas como a Microsoft fazerem campanhas promocionais contra esses mesmos Standards, dizendo depois que são a favor então que não é verdade.

        Eu posso-lhe dar um exemplo muito rápido e verídico.

        Eu estive a viver em França durante 8 anos (tenho hoje em dia 20 anos), e estava numa escola que já tinha computadores velhotes onde o Office 2003 rodava muito lentamente, então um dia eu propus aos professores, eu próprio passar lá dias inteiros, só a instalar e configurar o OpenOffice com o Ubuntu, desta forma eles iriam ter máquinas mais rápidas e seguras sem pagar mais nada.

        E assim foi, ao fim de 1 mês iniciou-se o projecto, e no final desse mesmo mês os 1000 e quantos computadores já estavam todos a usar Ubuntu com OpenOffice, e os alunos, surpreendentemente, estavam-se a adaptar na perfeição, e até gostavam mais do OpenOffice do que do Office 2003.

        O mesmo acontecimento até chegou a fazer noticia no jornal regional, indicando que era a primeira escola da região a passar tudo para Sistema OpenSource.

        Até que, ao fim de uns bons 4 mêses, ao chegar à escola, reparei que os computadores tinham todos sido substituídos por máquinas muito mais recentes, com Windows XP e com Office 2003.

        Agora perguntam-me… mas o que aconteceu ? Simples, um representante da Microsoft ao ouvir daquilo (isto foi o que me contaram), tratou de fazer uma oferta de computadores novos, com a única condição que a escola tinha de se manter com Windows e com Office pelo o menos durante 5 anos.

        Escusado é de dizer que por esta altura eles ainda devem andar com as mesmas máquinas, e ainda devem estar com os mesmos problemas que tinham tido na altura que eu lá estava.

        E é isto que me enerva, pura e simplesmente, não o negócio todo por detrás do office, mas sim tudo o que é feito para bloquear a passagem a estes Standards abertos… e eu não vou continuar mais porque o texto já está demasiado grande xD Mas deu para entender.

        • Luís,

          A sua história é mesmo muito interessante (e inspiradora)… 🙂

          Um belo exemplo do quanto uma única pessoa, determinada e com princípios, pode fazer.

          Ahah. Você fez tremer a Microsoft! 😉

          Parabéns pelo seu acto! 🙂

          Se ainda não o fez, talvez queira partilhar também esta mesma história em sítios que se dediquem ao Software Livre.

          Certamente muitas mais pessoas terão muito interesse em ter conhecimento da mesma.

      • Problemas com ficheiros “.doc” também eu já tive no Libre/OpenOffice… Mas esses é mais-que-natural que aconteçam… Pois é um formato fechado, ou proprietário, com o qual só a Microsoft certamente saberá lidar correctamente e não tem interesse em deixar que outros o façam também… (Para obrigar as pessoas a fazer exactamente o que você descreve…)

        O LibreOffice não foi feito a pensar em formatos proprietários. E certamente não deverá ser essa a principal preocupação dos seus autores.

        O LibreOffice foi feito para lidar com formatos abertos. E, com esses, nunca tive qualquer problema, nem estou a ver algum, significante pelo menos, a ocorrer… Pois foi exacta e especificamente para lidar com estes mesmos formatos abertos que foi feita esta suite e/ou vice-versa. E qualquer problema que surja – num programa destes, que é utilizada por milhares, ou mesmo milhões, de pessoas e que se diferencia por ser de código-fonte aberto – rapidamente deverá ser resolvido por quem saiba programar na linguagem em causa.

  3. Zen says:

    Com esta é que me convenceram. Agora vou comprar um ChromeBook.

  4. Não compreendo como dão destaque a uma notícia destas quando Google Apps for Education já se encontra gratuito para as escolas há bastantes anos.
    Onde cada aluno e professor fica com 25GB de email, 5GB de Google Drive e 1GB de Picasa Web.
    Para além disso todos os documentos no Formato Google Docs não ocupa espaço.

    Se quiserem exemplos tem o Agrupamento de Escolas de Loureiro.
    aeloureiro.com

    • Viperz0r says:

      Portanto a google merece ser notícia e a microsoft não…
      São apresentadas as novidades de CADA empresa e não quem é o primeiro apresentar…

      Além disso o Office sempre deixou a milhas qualquer concorrente.

    • Sky says:

      “Não compreendo como dão destaque…”
      Eu não pertenço à equipa pplware mas já visito este site desde os primórdios e acho que estes Srs. têm mais é que dar destaque a todas as notícias senão como é que sabíamos as novidades? E o que interessa a uns pode não interessar a outros…

      Cumps.

  5. Carlos says:

    Neste 3 dias de novidades da google a microsoft deve estar sobre pressão e das grandes lol.

  6. Jorge Pinto says:

    Na empresa usamos o Google Apps onde partilhamos a agenda de trabalho, a faturação e os relatórios…e assim foi na faculdade…

    Já estive num, processo de registo, para uma Escola passar a usar o Google Apps for Education…simples e rápido…

    Pessoalmente, nada a apontar!

  7. jpmaroco says:

    As tantas o video de apresentação diz “Funicona perfeitamente (…)”… pera lá “Funicona”????
    Os putos hoje em dia escrevem mal, mas olha que a M$ ão fica atrás!….

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.