Novo responsável de hardware da Apple diz que usar película no iPhone lhe dá “arrepios”
Em declarações recentes, o novo responsável pela engenharia de hardware da Apple, Tom Marieb, partilhou ficar arrepiado com um hábito altamente comum entre os utilizadores do iPhone.

Conforme citado pela TechRadar, Tom Marieb, nomeado vice-presidente de engenharia de hardware da Apple, cargo anteriormente ocupado por John Ternus, atual diretor-executivo da empresa, não gosta de um hábito muito comum entre os utilizadores de iPhone.
Pessoalmente, quando vejo alguém a colocar uma película no ecrã do iPhone, isso dá-me arrepios, porque trabalhamos muito para criar ecrãs frontais bonitos.
A afirmação, vinda de quem lidera agora a engenharia de hardware da Apple, reflete a confiança que a empresa deposita no seu mais recente material de proteção de ecrã, presente na atual geração de dispositivos.
O Ceramic Shield 2 foi apresentado com a família iPhone 17 e equipa também o iPhone 18 Pro, além de proteger o ecrã exterior do novo iPhone Duo, o primeiro smartphone dobrável da marca.
Segundo Marieb, o objetivo da Apple não passou apenas por tornar o vidro mais resistente a riscos, mas também por garantir que essa resistência se mantém ao longo do tempo de utilização do dispositivo, um equilíbrio que tende a ser difícil de alcançar na maioria dos materiais, uma vez que reforçar uma característica normalmente compromete a outra.

Uma resistência a riscos triplicada, segundo a Apple
De acordo com a empresa, o Ceramic Shield 2 oferece o triplo da resistência a riscos face à geração anterior. Ou seja, se o vidro é suficientemente resistente, os utilizadores não deveriam sentir necessidade de o cobrir com uma película adicional, sacrificando a estética do painel frontal que a Apple procura valorizar.
Ainda assim, a reação da comunidade sugere que a necessidade de uma película não se deve necessariamente à (in)eficácia do Ceramic Shield 2. Para muitos, este acessório funciona como um seguro, pois substituir uma película barata é mais acessível do que assumir o custo de uma reparação de ecrã fora da garantia, independentemente da resistência a riscos do vidro original.
Existem ainda outros utilizadores que recorrem a películas por motivos que nada têm que ver com riscos, como a privacidade visual ou a redução de reflexos.


















