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Navio de guerra Moskva afundou! Foram mísseis Neptune ucranianos?

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Possivel says:

    “Podem destruir alvos de até cinco toneladas…” . Aqui há engano na tradução: querem dizer que o alvo tem de ter minimo de 5 toneladas ou até 5000 ton? É que o cruzador destruído, tem muito mais que 5 toneladas…

    • Pedro Pinto says:

      Tradução de quê? O cruzador destruído levou com 2 mísseis e afundou (aparentamente).

      • Blackbit says:

        Ninguém poe em causa o facto do afundamento somente a frase que afirma “podem destruir alvos de até cinco toneladas”, isso não faz muito sentido para esse míssil.
        Boa Páscoa

        • Castro says:

          a frase faz sentido quando se tem em conta apenas o poder do missil e não a eventualidade dum missil acertar no sítio certo do navio que leva a uma reacção em cadeia de explosões.

          • Samuel MGor says:

            Faz muito sentido!!
            Exemplo:
            Um míssil acerta em cheio na caldeira de lava em yellowstone, isto leva a uma cadeia de reações que acaba com os EUA e leva a redução da população terrestre (humanos e outros animais) em 95%.

            Portanto bastava um no sitio certo para afundar o navio.

          • Memória says:

            A frase faz sentido, sobretudo para quem conhece o afundamento do H.M.S. Hood no encontro com o Bismark.

            Video:
            Destruction of the Hood from Sink the Bismarck
            https://www.youtube.com/watch?v=J93GPUh-ta0

    • Castro says:

      O navio foi destruído porque o missil terá conseguido acertar numa zona do navio na proximidade de munições do próprio navio. Em termos práticos o que acabou por destruir o navio foram as explosões internas e não o estrago directo causado pelo missil.

      • Vítor M. says:

        Exato, mas estão ainda a chegar novidades. Pois faltam responder algumas questões. Mais novidades em breve… a coisa está muito quente!!!

      • Patati says:

        Os mísseis podem ter um grande poder destrutivo.
        Neste vídeo (que tem sido apresentado como a destruição do Moskva) um míssil da Noruega explode um dos seus navios, fora de serviço.
        https://www.moneycontrol.com/news/trends/current-affairs-trends/viral-video-claims-to-show-ukraine-missile-blowing-up-russian-warship-heres-the-fact-check-8365751.html
        Um cigarro é que não foi.

        • Castro says:

          Ninguém aqui disse que o míssil não tem poder destrutivo, o que se fala é sobre a capacidade de destruir um navio de guerra deste tamanho. A ideia subjacente é que para navios maiores seria necessário maior poder destrutivo para destruir o navio.

          • Patati says:

            A questão nem é tanto da blindagem, é mais a capacidade do navio de se defender de mísseis, que se diz que tinha e não funcionou.
            O que interessa é que foi para o car*lho e não faz mal a mais ninguém. Como a Turquia está a proibir a passagem de navios de guerra russos (a Ucrânia não tem) não vai ser substituído.

          • Castro says:

            Patati, não falam no nível de blindagem ou defesas como métrica, falam no tamanho do navio.

          • Patati says:

            O Moskva tinha 13 mil toneladas. O post (corrigido) diz que cada míssil Neptuno se destina a atacar navios de 5 mil toneladas. Foram 2 mísseis. Fizeram um rombo. O navio não afundou logo, foi entrando água. Também não é de excluir que a explosão dos mísseis fizesse detonar explosivos armazenados no navio. O que interessa é que foi ao fundo. Ao que se diz o navio transportava duas ogivas nucleares, tem que ser monitorizado se há fuga radioativa.

    • Filipe says:

      Toneladas de deslocamento não significa o peso do navio. Significa que o mesmo volume em água da parte do navio que está submersa pesa 5000 toneladas, mas o peso do navio será muito superior.

      • Castro says:

        Significa sim o peso dum navio – embora neste caso seja um peso de referência para um navio e não o peso real com carga. Basta perceber o princípio de arquimedes, o volume de água deslocado tem que ser equivalente ao peso de todo o navio.

        • Filipe says:

          Só vi a tua resposta agora porque estive estes dias no mar. Deixa-me dizer-te que estás enganado e até te dou um exemplo: Imagina um navio de 1000 toneladas pesado em estaleiro, em água doce tem um deslocamento e em água salgada terá outro deslocamento sendo o seu peso sempre o mesmo. Não me dei ao trabalho de ir aos meus documentos do tempo de escola, mas se quiseres posso procurar as fórmulas e até te dou exemplos práticos. Fiz muitas contas destas no meu tempo de escola.

  2. Leitor assíduo says:

    Como se costuma dizer, foi mesmo na mosca.
    Neste caso no moskva…
    Boa Páscoa a todos.

  3. Patati says:

    “Navio de guerra russo, vão-se f****”
    Curiosamente os serviços postais ucranianos tinham lançado, esta semana, um selo com um soldado a mostrar-lhe o dedo do meio.
    https: //www.tsf.pt/mundo/gesto-de-soldado-da-ilha-de-zmiinii-e-oficialmente-um-selo-ucraniano-14771988.html

    Que os russos deem meia a volta para comemorar a Páscoa em paz, em casa.

    • Patati says:

      A Páscoa ortodoxa é a 24 de abril, ainda vão a tempo. Senão, até ao Natal (a 7 de janeiro) ainda vão morrer uns milhares.

    • David Guerreiro says:

      Falando em correios, ainda há aquela cena dos soldados russos irem a uma estação de correios para enviar coisas roubadas para a Rússia

    • Memória says:

      Não foi mesmo essa história (e mais a história do “fantasma de Kiev”) que eu já expliquei que eram 100% “Fake News”?

      Certas pessoas, e por vezes países inteiros são teimosas.

  4. Pedro Pinto says:

    Não, é conhecia por todo o mundo e ainda não existe toda a informação. Continuará a ser notícia nos próximos tempos.

  5. Rui Carriço says:

    Não foi afundado, é nazificação, o Navio foi promovido a submarino.

    • Vítor M. says:

      Dizem que Putin ficou putinho da vida. Isto está a aquecer! A Rússia parece desnorteada… meio perdida e cada vez mais isolada.

      • Jotas says:

        Sim. Espero é que o sistema nuclear russo tenha contrapesos e não dependa apenas, e só, da decisão de um Putin desnorteado. No EUA existe isso… espero que na Rússia também.

        • Vítor M. says:

          Pois, sabes que esta guerra só não terminou porque Putin abana a bandeira do nuclear, caso contrário os aliados já o tinham deixado de rastos. No entanto, esta escalada de ataques da Ucrânia está a deixar os russos mais desorientados e Putin começa a não ter nada para mostrar aos seus pares de vitorioso. Ele tem de levar para casa uma vitória, ou o seu futuro na Rússia fica ameaçado. Há quem fale já no fim do putismo e isso pode significar o fim dele, quer politicamente falando, quer noutros níveis. Isso é perigoso.

          Contudo, o botão não depende só dele, até porque o medo do mundo é também o medo dos que o rodeiam. Ele não sei se tem medo, se é racional ao ponto de ter medo ou receios, para além das suas ambições de autocrata, déspota e de tirano. Contudo, os que o rodeiam, que já estão a mostrar fragilidades, temem pela sua vida e pela vida das suas famílias.

          No entanto, e apesar de todos estarmos a pagar esta guerra, uns com a vida e outros com a carteira, Putin nunca previu que a Europa se unisse, que começasse a trabalhar num sistema de total independência dos produtos da Rússia e que a própria NATO ganhasse uma segunda ou terceira vida. Aliás, A Finlândia e a Suécia se decidirem juntar-se à NATO, pode mesmo ser um duro golpe para Putin, que apenas empurrou esses dois países ditos neutros para os braços da aliança atlântica. O que agrava consideravelmente a raiva de Putin e a sua derrota como estratega.

          Aliás, ele sente-se tão impotente que ameaçou já estes países com a colocação de armamento nuclear no Báltico, às portas destas duas nações que são pacificadoras e até agora neutras, clientes da Rússia em metais, gás e petróleo, entre outras coisas.

          A verdade dos factos é que a UE foi fraca, egoísta, pouco unida, pouco defensora dos seus próprios princípios. Deixou-se apanhar pela barriga, pela ganância de cada um, individualmente, ter mais que o outro para ter dentro da própria UE um poder sobre os demais. A velha e gasta teoria de quem tem mais dinheiro manda, subjuga os pequenos, mais pobres, com menos acesso a recursos (petróleo e gás natural) e com mais dependências. A Alemanha quis ser esse poder, ser a locomotiva da Europa com o patrocínio da Rússia. Merkel, com uma ligação mais próxima de Putin, uma “confiança com desconfiança”, deu poder económico a Putin, ao mesmo tempo que erguia a bandeia da descarbonização.

          Putin, apenas untou as mãos certas, deu de barato com a certeza de criar dependências, sobretudo no núcleo da EU. Alemanha, Itália, Holanda, Hungria, França, Reino Unido, Polónia, etc… Apenas não pensou que estes países fossem revogar certas políticas que soldaram no passado. Mas calma, estamos apenas a ver sanções para fazer “as gordas nos jornais e abrir os telejornais”, porque onde dói mais, cortar gás e petróleo, isso ainda não aconteceu. Por isso Putin continua a ter dinheiro para gastar numa guerra sem sentido.

          Putin também perdeu outra batalha, o de afastar os EUA de alguns países. Afinal apenas aproximou os americanos de mercados outrora controlados pelo bom preço do material russo. Aliás, Biden até mandou uma delegação “bater nas costas” a Maduro, que já pondera fazer a devida vénia ao ameigo americano.

          Quem diz a Venezuela diz outros pequenos produtores de petróleo que poderão ajudar os EUA a isolar a Rússia, e servir o grande, rico e sedento mercado da Europa. Putin deixou que os EUA se aproximassem com uma esmola numa mão e a fatura na outra.

          Além disso, Putin fez reabilitar a indústria de armamento quer americana, quer europeia. Isso apenas vai trazer mais armas para as fronteiras próximas da Rússia, tudo o que Putin alegava ser um dos motivos desta guerra. A Polónia está muito mais equipada com armamento estratégico de defesa e ataque, a Roménia idem aspas, a Alemanha está a equipar-se mais que nunca, a França tirou o pó a muito armamento, Finlândia, Suíça. Suécia, e muitos outros lá pelo meio estão já a dedicar parte do seu orçamento para a compra de material bélico.

          O Japão, Coreia do Sul e outros países da Ásia estão também a equipar-se com armamento. E o armamento parado… envelhece.

          Portanto, o mundo vive num impasse muito perigoso.

          • Técnico Meo says:

            +11111111

          • Jotas says:

            Concordo com a análise Vítor. Estamos a caminhar para tempos bem mais incertos que pensei já não voltariam, pelo menos assim.

          • jorgeg says:

            tvi-cnn precisa de iluminados!

          • Bruno Mota says:

            As chaves de lançamento de mísseis intercontinentais com ogivas nucleares russas, estão repartidas por três indivíduos, e não podem ser utilizadas de forma independente. O presidente da federação, o ministro da defesa e o chefe do conselho de segurança nacional são os três indivíduos que estão constantemente na posse de cada uma dessas chaves. Onde escrevo chaves, leia-se códigos de lançamento.

          • Samuel MGor says:

            O Putin tem medo pois sabe que os EUA e Aliados têm todos os Misseis nucleares apontados à Rússia ou seja se lançar um leva logo com 10 em cima. Isto é Игра закончена (fim de jogo) para a Rússia.

          • Memória says:

            Caramba!

            Que bom que é ler toda a propaganda da NATO num só lugar . . .

            LOL

          • Vítor M. says:

            Eu percebo que não percebas, foi descrito com bastante simplicidade, com apelo sempre ao mundo livre, à democracia e não estás habituado a isso 😉 LOL

            Boa Páscoa.

          • Memória says:

            Boa Páscoa também. e para todos.

            Obrigado por me poupares muito trabalho 😉
            Mais tarde talvez eu apresente uma versão mais realista . . .

          • Vítor M. says:

            A tua realidade é sempre do contra 😉 e sempre com factos enviesados, de uma retórica… coiso! 🙂 deixa lá isso.

          • iDroid says:

            Boa análise, Vítor!

  6. punjab says:

    Menos um, agora e arrasar o resto! Estou mortinho por ver as novidades enviadas pelos americanos. Parece call of duty

    • Jotas says:

      Os russos não estão a gostar de perceber que o armamento ocidental está a causar grandes estragos nas “modernas” máquinas de guerra russas. E uma boa parte do armamento doado à Ucrânia pelos vistos nem é topo de gama. Talvez a excepção sejam apenas os mísseis anticarro.

  7. PorcoDoPunjab says:

    Eu espero bem que a Rússia não esteja desnorteada ou se sinta perdida, porque isso seria mau presságio.
    Eu não sou adivinho nem analista epidemologista e cientista investigador que percebe de vírus quando há vírus e guerra quando há guerra ou das duas ao mesmo tempo mas quer me parecer que se a Rússia se sentir perdida pode muito bem ter a tentação de resolver o problema de uma vez só, se é que me estão a perceber.

    Em relação ao afundamento do navio, das duas uma, ou a tripulação é incompetente ou então o equipamento não vale nada.
    Um navio daqueles tem sistemas de radar para detectar esses mísseis e os destruir antes de acertarem no barco.
    Não anda lá ninguém com binóculos a ver se os vê a chegar, é tudo pelos radares.
    Portanto, há aqui muita coisa por explicar.

    Atenciosamente, PorcoDoPunjab.
    Quase investigador especialista em Covid e especializado tb em guerra, mas só ao fim de semana e depois do almoço.

  8. Manuel Barros says:

    Porquê o ponto de interrogação no título? Alguma insinuação que o míssil não era ucraniano? Que os os ucranianos por si só não seriam capazes? Estranho…

  9. Manuel Barros says:

    Mas têm alguma informação que todos os outros meios de comunicação desconhecem? Ou é um mero palpite?

    • Vítor M. says:

      Não sabemos o que os outros sabem, sabemos que as forças ucranianas atingiram o principal navio de guerra da Rússia no Mar Negro com dois mísseis Neptune, fazendo com que ele afundasse, segundo confirmou um alto funcionário da defesa dos EUA.

  10. says:

    Muito pobres nas análises voces por aqui… pode ter sido mais uma mão cheia de situações diversas , desde ataque por submarino, até míssil hipersónico (psiiuu nao se pode dizer isto) que a ucrania não tinha em posse etc etc

  11. Profeta says:

    Nesta guerra passam a vida a promover este tipo de ataques. Ate parece que querem vender alguma coisa ao publico. E se isto for tudo encenado ? Tambem ha essa possibilidade. A comunicacao social ja mentiu no passado e pode continuar a mentir no presente. Depois do covid ja nao acredito em nada do que venha da comunicacao social.

    • Vítor M. says:

      E acreditas em quê e em quem?

      • Profeta says:

        Acredito apenas que esta e uma guerra combinada e que ambos os paises ficam a matar a torto e a direito sejam soldados ou inocentes, mas tudo para continuar com o seu proposito. A coisa mais absurda que nao me conseguem explicar e como e que ha “guerra” e ao mesmo tempo “negociacoes” isto nunca se viu em nenhuma guerra, mas esta e sempre especial de corrida, e como o virus covid especial de corrida. Enfim

  12. Técnico Meo says:

    I see a world full of Bots….bots everywhere 🙂

  13. Aludelas says:

    Os russos não deram importância a capacidade militar ucraniana de ser capaz de usar seus mísseis para atacar alvos navais russos. O resultado foi a perda do maior cruzador de batalha russo. Causando uma baixa na moral das forças russas no Teatro de Operações.

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