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Nas Escolas António Alves Amorim os alunos não podem usar telemóvel… e tudo melhorou!


Editora no Pplware e psicóloga de profissão. Desde cedo que a tecnologia é uma paixão, interessando-se em particular com o impacto que esta tem na nossa vida e nos comportamentos que as pessoas adotam nas redes sociais.

Destaques PPLWARE

  1. Vitor says:

    Eu,pessoalmente,concordo em absoluto e na minha opinião a parte mais benéfica dessa medida esta nas palavras da diretora quando diz que “A vantagem mais notória é verificar que os alunos se juntam mais em grupo, que conversam mais, que conhecem realmente as pessoas que os rodeiam. Ocupam-se com outras brincadeiras e reinventam outras. A socialização é um bem que se adquire e que nestas idades é fundamental até para a construção do seu próprio carácter..”! È precisamente o que penso e tenho pena (até “desgosto”) que a maioria dos pais não tenham “coragem” para impor algumas regras na utilização desses “aparelhos” na própria casa…

  2. Hugo Nobre says:

    A utilização do telemóvel na escola nunca me fez deixar de conviver com os colegas ou deixar à bola.
    Mas concordo com a proibição do mesmo na sala de aula.

  3. Sandra Alicia says:

    Continuo a achar isto uma estupidez, sou professora e uso diariamente os telemóveis e tablets na aula, deixo os alunos consultarem o que querem e bem entendem.
    Não é por isso que tiram más notas, pelo contrário, nas minhas turmas comigo é só 4 e 5 na pauta.
    Basta perguntarem aos meus alunos a matéria que sabem tudo na ponta da língua.

    Acho bem é haver limites para também socializarem, mas é algo que começa em casa e não nas escolas.
    Mais tarde ou mais cedo o ensino vai ter de se adaptar e dizer adeus aos livros e cadernos e olá aos telemóveis/tablets/pc’s.

    • Amilcar Alho says:

      “nas minhas turmas comigo é só 4 e 5 na pauta”
      “a matéria que sabem tudo na ponta da língua”
      E capacidade racional, têm?

    • ervilhoid says:

      Mas consulta pode ser feita por outros meios, o ponto importante é não haver telemoveis no recreio

    • Mónica Almeida says:

      Nesta escola também se usa o telemóvel e tablets para fins pedagógicos. E em cada ano letivo, há investimento na área tecnológica. A escola tem um papel fundamental na promoção das relações interpessoais, estas, são aquelas que os nossos alunos sejam “nota 5”. Obrigada pelo seu comentário.

  4. Vitor Reis says:

    Portugal dos pequeninos… No século XXI faz-se o oposto.
    https://www.euronews.com/2018/11/05/digital-technology-goes-back-to-school

  5. ervilhoid says:

    Ouvi a entrevista à directora e se me lembro no início desta medida havia até pais que eram contra, agora já apoiam na maioria a medida.

    Quanto aos alunos foi interessante ouvir que desde o momento em que os telemóveis foram proibidos, conheceram os colegas de turma, isso mesmo, de turma

  6. Nuno says:

    Um bem aja para a direcção da escola, esta medida faz pleno sentido, lamentavelmente são poucas as escolas que manifestam coragem para implementar estas medidas. Os telemóveis não são necessários no contexto escolar e na maior parte das vezes só trazem um afastamento social e problemas. Os pais não controlam a maior parte daquilo que as crianças fazem no telemóvel, muitos acabam por dar um telemóvel aos filhos com o único intuito de os manter ocupados enquanto dá o Benfica ou a novela. Bem sei que não é fácil criar um filho, mas esse é o papel dos pais, à escola compete desenvolver competências e transmitir conhecimentos.

    • Mónica Almeida says:

      Obrigada pelo comentário Nuno, mas é também na escola que se reforçam os laços de amizade e esta não se cria nas redes sociais, o contacto humano tem que prevalecer.
      Obrigada Nuno pelo comentário

  7. Marco says:

    Também existe um Colégio no Porto que faz o mesmo. Colégio Cedros

  8. Louro says:

    Só no meu tempo nao havia telemoveis nem computadores nas escolas e nem eu nem os meus colegas de turma morreram…

  9. José Orlando says:

    Os senhores usam o telemóvel enquanto estão a trabalhar? Se sim, façam o em frente ao vosso chefe a ver se o mesmo gosta. E se são chefes vejam como se comportam os vossos colaboradores depois.
    E no final do ano lá vão ao castigo justificar a descida de produtividade.

  10. Mónica Almeida says:

    Sim Louro, os tempos são outros, mas as relações humanas são muito mais importantes.
    Obrigada pelo comentário.

  11. Miguel says:

    Sou pai de 2 meninas com 11 anos.

    Fui eu que lhes dei um telemóvel, a cada uma, para que possam contactar o pai / mãe sempre que necessário. Eu quero que as minhas filhas comuniquem com os pais, sempre que acharem necessário. O uso que elas fazem ao telemóvel, eu consigo controlar. Sei que chamadas fazem, que chamadas recebem e os dados que utilizam. Quando eu começar a ver que elas estão a abusar em alguma coisa, eu cá estarei para revolver com elas.

    No dia em que um professor, director, funcionário ou quem que seja as obrigar a entregar o telemóvel, irei apresentar queixa nas autoridades por coação e roubo. Posso apresentar queixa todos os dias se necessário. O caso pode seguir até aos tribunais. Tenho capacidade para levar isto até às últimas consequências.

    Aposto que a diretora que teve esta ideia usa o telemóvel pessoal durante o dia, sem restrições.

    Há 2 anos uma das professoras das minhas miudas também queria recolher o telemóvel dos alunos da turma mas a ideia passou-lhe rápido e nunca a chegou a concretizar…

    Se um professor achar que as minhas miudas estão a abusar com o telemóvel, comunique-nos isso… as cadernetas escolares têm que servir para alguma coisa…

    • Nuno says:

      Meu caro senhor, permita-me dois reparos ao seu comentário, em primeiro lugar é utópico pensar que pode controlar aquilo que as suas filhas fazem no telemóvel. Qualquer criança de dez anos aprende com facilidade a limpar um registo de pesquisa do navegador, do YouTube, a abrir uma janela de navegação anónima ou até a esconder aplicações. Em segundo lugar não conhece o funcionamento interno de um agrupamento. Se uma direção decidir proibir a utilização dos telemóveis no regulamento interno, bem pode vociferar e fazer queixa às mais altas instâncias que de nada adiantará.

      • Miguel says:

        Eu ensinei às minhas filhas que a internet não é um mar de rosas… elas podem ver o que quiserem… navegarem onde quiserem… estarei cá para as defender sempre que possível, mas não as posso colocar numa redoma de vidro. Eu próprio tive que aprender com os meus erros … não ando a criar “florzinhas de estufa”… Mas como as contas registadas nos telemóveis são minhas, eu tenho acesso às pesquisas que fazem, a partir do meu computador de casa e até às aplicações que instalam…

        Em relação ao regulamento interno, é tudo uma questão de desconstruir o “português técnico” dos regulamentos e ser convincente perante um juiz…

        A lei é só uma… o advogado de defesa interpreta a lei de uma maneira… o advogado de acusação interpreta a mesma lei de outra maneira… e o juiz ainda pode interpretar a lei de forma diferente das anteriores…

    • Mónica Almeida says:

      Miguel, aconselho a leitura da Lei 51, artigo 10, alínea r). Antes de fazer apostas sobre a utilização que a Diretora dá ao telemóvel, deveria primeiro conhecer a sua maneira de estar e de ser. Os alunos desta escola sempre que necessitam de contactar os seus EE, ligam do telefone da escola sem que lhes seja cobrada a chamada e os EE, podem também os contactar desta forma.
      Agora Miguel, para refletirmos todos, que é uma realidade em muitas escolas do nosso pais: está uma turma no balneário, espaço esse, como sabe interdito a profs ou funcionários, os miúdos até fazem filmes e enviam para as redes sociais, o que fazemos?
      Obrigada pelo seu comentário.

      • Miguel says:

        Sra Dra

        As escolas queixam-se com falta de pessoal auxiliar … eu tento contactar uma das minhas filhas no horário de intervalo e vai uma funcionária percorrer o recreio de uma ponta à outra à procura da criança? Eu não tenho tempo para estar à espera que uma auxiliar percorra a escola de uma ponta à outra à procura de uma criança… eu sei as horas de intervalo, contacto a essas horas e ponto final… e as minhas filhas, se precisarem de contactar comigo ou com a mãe, usam o intervalo para o fazer e depois vão brincar no resto do tempo.

        Em relação à Lei 51

        “r) Não utilizar quaisquer equipamentos tecnológicos, designadamente, telemóveis, equipamentos, programas ou aplicações informáticas, nos locais onde decorram aulas ou outras atividades formativas ou reuniões de órgãos ou estruturas da escola em que participe, exceto quando a utilização de qualquer dos meios acima referidos esteja diretamente relacionada com as atividades a desenvolver e seja expressamente autorizada pelo professor ou pelo responsável pela direção ou supervisão dos trabalhos ou atividades em curso; “^

        … é possivel desconstruir este “português técnico” e colocar o espaço destinado ao recreio fora da designação… é só uma questão de usar outro “português técnico” como defesa e ser bem convincente perante um juiz

        Em relação aos balneários… eu não sou contra a que os alunos coloquem o telemóvel, de forma livre, em cima da mesa do professor no inicio de uma aula e o vão buscar no final da aula para usar no intervalo… na escola das minhas filhas, na aula de educação fisica, os telemóveis são colocados num saco antes de entrarem no balneário… no final da aula, antes de irem para o intervalo, os telemóveis são devolvidos… na sua escola são recolhidos de manhã e entregues ao final do dia… é diferente!

        • Gonçalves says:

          Miguel, vê-se bem que não tem qualquer noção de como está a escola atual, de como estão os miúdos agora!! E tem sorte de a sua filha não ter sofrido, até agora, de ciberbullying senão o seu comentário seria totalmente diferente. Muitas das vezes o problema não está no uso incorrecto dos telemóveis feito pelos nossos filhos, tendo a noção de que não conseguimos controlar todos os passos deles, mas sim pelos pares deles, os seus colegas.
          Pelo seu comentário dá para perceber que sabe dar a volta a qq lei mas pare e olhe ao seu redor… Você deve estar a viver num mundo à parte certamente! As novas tecnologias vieram para ficar, e ainda bem, mas elas entraram de uma forma acelerada nas mãos de crianças que ainda estão em idade de formar o seu pensamento crítico relativamente às coisas. Os pais não prepararam as crianças para os problemas relacionais inerentes ao uso abusivo disso. Sim, já percebi que você o fez bem com as suas filhas mas muitos não o fizeram. AE como mãe, como cidadã e como professora vejo está estratégia com bons olhos pois irá ajudar a manter em segurança os nossos filhos. Mas ao mm tempo acho que se devia também fazer um trabalho na escola de consciencialização dos perigos e das consequências do uso incorreto mas não apenas numa acção de formação na escola mas de várias ao longo do ano letivo.
          E volto a reiterar que depois de uma criança, que pode ser o nosso filho, ter sido abusada é assustador saber q a legislação pode ter interpretações diferentes e q irá proteger o abusador. Mas entretanto o mal foi feito. Por isso, que prefiro que haja prevenção, enquanto não se ganha consciência dos riscos.
          E, Miguel, você não tem mesmo noção de como a escola está!! Mas não é só dos telemóveis mas tb de pais que em vez de chamar a atenção dos filhos e de os formarem a saber estar nas aulas, culpabilizam os professores de tudo refugiando – se atrás de interpretações de leis.

          • Miguel says:

            Eu sei como está a escola atualmente. A minha mulher é professora.

            E sei trabalhar com a tecnologia desde há muitos anos… conheço os lado bom da internet e o lado mau na internet… trabalho com o lado bom da internet e o lado mau na internet … e em casa já mostrei-lhes / ensinei-lhes o lado bom da internet e o lado mau da internet… Já estão ensinadas em relação aos pedófilos que se escondem atrás dos perfis, dos colegas que sejam violentos, de futuros namorados que possam ser abusadores …. já tiveram as suas aulas de cibersegurança de A a Z… prefiro que sejam ensinadas em casa em relação à segurança delas (cibersegurança / segurança no geral / defesa pessoal), do que aprendam por conta própria. É um trabalho que eu e a mãe ja andamos a fazer há alguns anos.

            E quando as minhas filhas estiverem a ser vitimas de bullying, cyberbullying ou outra forma de violência, podem contar sempre com a familia e terão sempre o apoio da familia. Eu confio nas minhas filhas para nos contarem quando algo não estiver bem com elas… eu e a mãe cá estaremos depois para resolver as coisas por outras vias… até ao momento não temos razões de queixa. Quando algo não estiver bem, cá estarei para analisar o que falhou.

            Por causa de eu e a mãe sabermos como a escola está, que recursos, têm, o que existe de forma oficial e o que existe apenas na teoria, eu prefiro que as minhas filhas andem sempre com um telemóvel à mão e numa situação de emergência possam usar o telemóvel, do que este esteja enfiado dentro de um caixote qualquer só porque um professor / diretor / funcionário diz que sim… a segurança da minha familia é da minha competência… não é um professor / diretor / funcionário que me vai ensinar a fazê-lo. Ainda tem que comer muito feijão para isso…

            E quando num intervalo eu quiser falar com as minhas filhas / dar um recado rápido / esclarecer qualquer situação ou vice versa, não quero / preciso de incomodar terceiros para isso

        • Mónica Almeida says:

          Miguel:
          Esta experiência na minha escola tem sido um sucesso, não quer dizer que tivesse o mesmo sucesso noutras. Os EE, os alunos, os docentes e nao docentes aplaudem esta medida. Por isso, não faz sentido estar “indignado” com a felicidade dos outros.
          Obrigada pelo seu comentário.

          • Miguel says:

            Parabéns ao seu sucesso. Que sejam todos muito felizes

            Se as minhas filhas estudassem nessa escola, eu e a minha mulher não iriamos aplaudir esta medida e a Sra Dra ter-nos-ia à perna sempre que fossemos impedidos de contactar com as nossas filhas e vice versa, de forma livre e sem depender de terceiros

            Eu não estou indignado… estaria sim, se a escola onde estudam as minhas filhas, tivesse uma medida destas

            Abraço

        • Gonçalo says:

          Miguel você é surrealmente ridiculo

    • piri_vm says:

      Concordo com tudo o que diz. Penso de igual forma, se os meus filhos perturbam a aula ou chateiem os outros alunos por causa de telemóvel ou outra coisa qualquer, que me contactem. Eu estarei disponível para ouvir e resolver a situação. O papel da escola é ensinar, ponto, não é para doutrinar ou educar.

      Em relação, ao ‘cyberbulling’, se não houber cyber haverá só bulling.

  12. GM says:

    Aos defensores da utilização indescriminada do TM na escola, nomeadamente o Miguel neste artigo. Para que possa ter o melhor dos 2 mundos, sugiro que ofereça às meninas um NOKIA 106 / 150 ou equivalente, SEM acesso à internet, sem jogos, etc. Mantêm-se contactáveis sem depender de terceiros, como pretende e defende, e têm toda a liberdade de conviver na escola, como defende a escola objecto deste artigo. Eu própio estou a ponderar a oferta desses TM aos meus dois filhos, pois é um abuso de tempo de volta dos jogos, actualmente o BRAWL STARS, entre outros. Substituem o relacionamento interpessoal pelo relacionamento no écran. Substituem o tempo de estudo, a atenção devida, pelo jogo. É um retrocesso. É. Como se compreende que saiam de casa com 95 a 100% de bateria no TM de manhã, e quando é necessário contactar com eles já têm a bateria nas “lonas”?? E, por decisão nossa, minha e da mãe, não têm sequer dados móveis. Faria se tivessem. A utilização seria toda para o jogo, já que “redes sociais” não é com eles, pelo menos com o mais velho. O mais novo, apesar de não ter, refere regularmente, em parte no gozo, que este ou aquele colega fizeram clip de video e colocaram aqui ou ali (leia-se na “rede social” esta ou aquela). Pobreza!

    • Miguel says:

      Teorias de treta….

      As minhas filhas têm um Iphone cada uma. Foi eu que lhes entreguei o telefone. A marca / modelo escolhido é um problema meu e da mãe.

      Eu não proibo a minhas filhas de usarem o telefone. Eu confio nelas

      Entreguei-lhes o telemóvel para comunicação… não foi para diversão… se falharem, cá estarei para as punir por má utilização

      A conta registada nos telemóveis é minha… elas não conseguem instalar aplicações extra porque não têm acesso à minha password da conta da Apple store

      Elas têm os dados barrados. A lista telefónica só tem 3 contactos ( o pai, a mãe e a outra irmã). Todas as restantes chamadas e SMS estão bloqueados mas mesmo que furassem o sistema, eu tenho acesso às chamadas efetuadas e SMS enviados através da faturação da operadora

      Quando os professores acharem que as minhas miudas estão a abusar, contactem-me a mim ou à minha mulher ou mandem recado pela caderneta… cá estarei para resolver o problema com elas

      • GM says:

        Teorias da treta???
        De facto, está bem patente a confiança que tem nas suas filhas. A conta, é sua, a pass é sua. Os contactos , são 3 e mais não podem adicionar porque o tm está barrado. Grande confiança demonstrada. Já agora, uma vez que a esposa é professora, desenvolvam em casa um programa de auto-ensino. Deixam de estar sujeitos às regras da instituição de ensino e não contaminam o espaço com a vossa filosofia.
        Bom domingo!

        • Miguel says:

          GM, não sei se é pai ou mãe, mas se for, cuide dos seus, que nós cuidamos das nossas

          As nossas estão a estudar numa escola pública e assim vão continuar.

          Quando aparecer um director / professor / funcionário também com “filosofias” ( ideias de jerico), com acontece na Escola António Alves Amorim, cá estaremos para discutir estas ideias de jerico até às últimas instâncias… é só uma questão de desconstruir “português técnico” e ser bem convincente na defesa do “novo português técnico”. Uma lei, pode ter vários tipos de interpretação… é tudo uma questão de “português técnico”

          Mas felizmente, a escola onde estudam as minhas filhas é gerida por pessoal que percebe do assunto. Não temos razões de queixa

          Quem cria ideias filosofias de jerico e apoia filosofias de jerico, que sejam muito felizes.

          • Marisa Pinto says:

            Caro Miguel, pedia apenas moderação nas palavras e insinuações.

            Acho que o Miguel poder ter a teoria que quiser, e a prática que entender mas pessoalmente/profissionalmente como psicóloga, tenho algumas reservas sobre a sua postura (não sobre a educação que dá aos seus). É uma postura de ‘eu é que sei e o resto está tudo mal’, e isso revela pouca tolerância e compreensão dos outros.

            Defendo a 100% as ideias dos que chama ‘jericos’ e felizmente (palavra que também gosta de usar recorrentemente) não pensamos todos da mesma maneira.

            Cumps,

        • Miguel says:

          E não sei se reparou, as minhas filhas ainda só têm 11 anos… O telefone é apenas para ser usado como uma ferramenta de comunicação com a familia

          Quando entrarem na adolescência (ainda não entraram), a utilização do telemóvel será repensado e outras liberdades serão concedidas… eu confio nelas, mas qb para idade

          Em casa têm acesso a tablet e PC sem restrições… cada uma tem o seu tablet e portátil. Costumam jogar jogos online, como o Roblox… só ficamos atentos quando algum estranho tenta meter conversa com elas por chat. Elas avisam-nos quando isso acontece… elas comunicam através do chat do Roblox apenas com os amigos da escola ou crianças conhecidas da nossa familia

          Nós como pais, não permitimos para já abertura de contas em redes sociais… só a partir dos 14, 15… 16 anos… e nessa altura, nós como pais, iremos estar atentos a todo o tipo de pessoal desconhecido que tente meter conversa com elas pela net, apesar de elas já terem noção dos perigos de comunicar na rede e fora da rede (no dia a dia) com estranhos. Aos estranhos que tentarem meter conversa com elas, a investigação forense ficará por minha conta… tenho anos de experiência nesta área

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