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“Multibanco Social” arranca em 30 freguesias para levar serviços bancários a zonas isoladas

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Danny says:

    Único problema que vejo é que as JF vão ficar mais apetecíveis a assaltantes.

  2. Paulo says:

    Ao ponto a que chegamos, bancos com lucros de milhões e são os contribuintes a pagar esses terminais MB.

    • Fonseca A says:

      Em Portugal deixam, o unico pais europeu onde sobem juros mas as contas poupança continuam com juro zero…ate se riram quando em Londres perguntei a comissao do banco por ter conta e cartao associado. Riram se tanto e so perguntaram, como em Portugal ninguem se revolta? No UK jamais permitiriam isso

    • Dark Oak says:

      O mais surreal é a CGD, um banco PÚBLICO, tratar as gentes do Interior desta maneira: sem dependências bancárias, sem multibancos (vem agora com esta coisa de “multibanco social”). Depois de terem tirado as linhas ferroviárias e ficarem sem comboio (obrigado, oh Cavaco!), com uma população cada vez mais envelhecida e carenciada, agora isto. Epah, fecham também os hospitais e as escolas públicas! Afinal, também não dão lucro! Sinceramente, mais valia partirem o país ao meio e Portugal ficar só com o Litoral. Que vergonha de governo(s)!

  3. Obrigar SIBS says:

    Não era mais fácil legislar para OBRIGAR a SIBS a disponibilizar terminais multibanco onde são precisos, com multas estratosféricas caso não o fizesse? E claro, sem qualquer alteração de comissões ou pagamentos extra. A Banca lucra milhões/dia com o nosso dinheiro, é mais que altura de dar serviços à altura

    • Joao Ptt says:

      Em vez de forçar a prestação do serviço, o Estado Português podia lançar um concurso nacional onde qualquer banco que esteja integrado na rede SIBS dos multibancos poderia participar para colocar e manter multibancos com as funcionalidades todas nas ditas freguesias sem serviços bancários, durante um período de tempo de vários anos para garantir estabilidade na prestação de serviço, e com renovação automática a menos que outros bancos demonstrassem interesse em participar em um novo concurso, mas mesmo com novo concurso os contratos renovavam com quem estivesse a prestar o serviço até que estivesse concluído todas as formalidades incluindo eventuais contestações em tribunal, de forma a que o banco que ganhasse a nova concessão começasse a prestar o serviço sem nunca parar a prestação do mesmo para os clientes finais.

  4. Gringo Bandido says:

    Por mim ia-se mais longe, multibanco social seria dinheiro para comprar comida aos pobres, teriam todos os necessitados cartão e código e limite que podiam tirar por dia.

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