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Ministério Público permite cópia de músicas e filmes na Internet


O gosto pela tecnologia despertou sentimentos únicos que levaram a escrever umas palavras e a premir o obturador.

Destaques PPLWARE

  1. Miguel says:

    Mindfuck.
    Todos nós sabemos que o País está mal… mas assim tão não sabia.

    • lmx says:

      O estado tem razão…
      se pagarmos filmes e musicas, estamos a empobrecer mais o Pais, pois mandamos dinheiro para fora, a maioria para os EUA!!
      O estado quer ganhar dinheiro com negocio, mas se Portugal fica mais pobre…acaba por ficar a perder, mais vale apostar na multa a saída da curva, ou na multa de atraso de irs em que a culpa não é tua …tu até pediste a senha, mas demoraram 2 meses a manda-la e agora passou o prazo…pronto ja existe motivo, tens que pagar a multa!!…sei la existem tantas….
      No entanto os boys do governo que enviam o dinheiro essencialmente para a suiça e nem paga imposto…que é o que esta agora a dar que falar …parece que existe uma pseudo investigação do ministério das finanças sobre o tema, mas é so para eles voltarem a fazer passar as fortunas por ca e pagam salvo erro 7.5% e pronto o dinheiro fica lavado e ja pode voltar a sair(mas o tuga paga que se farta)…mas se fosse meu, ate os sapatos me levavam…
      enfim…agora é que vai ser o fim da picada lol

      cmps

      cmps

    • João says:

      Se não fosse assim la iam os hackers dar cabe de tudo..LOOL

  2. Miguel says:

    Pergunta-se agora: Quem vai querer alugar um DVD num videoclub quando se pode na mesma hora alugá-lo na meo ou na Zon?; Pergunta-se agora: Quem vai querer enviar fax’s quando se pode enviar um e-mail?; Pergunta-se agora: Quem vai querer usar telefones quando se pode fazer chamadas de graça no Skype?; ad infinitum
    Em vez de gastarem todos os recursos a tentar salvar um navio mais que afundado, que tal arranjarem novos modelos de negócio? Mesmo assumindo que é possível a pirataria ser controlada, nada garante que as pessoas vão todas a correr alugar vídeos nos videoclubs.

    • Dumitru Toderici says:

      Exactamente Miguel, olha que ai foste muito correcto! O skype tambem deve ser ilegal ja agora, pois podemos escrever, falar por voz e ate mesmo ver a pessoa, e tudo gratuito -.- agora por telefone nada disso e ainda paga caro se telefonar para o estrangeiro! portanto calma ai pessoal cada um usa e faz o que quer.

      • João says:

        Não, vamos antes gastar o dinheiro dos contribuintes a analisar 2000 casos por mês enquanto há tantos casos judiciais mais “graves”.

        Sinceramente, penso que chamar estúpido a alguém que compra uma coisa genuina em vez de a retirar uma cópia da internet é em si estúpido!
        Vejamos o caso dos jogos que continuam a bater records de vendas em valores de lucro apesar de estarem disponíveis quase na íntegra… Haverão milhões de estúpidos pelo mundo inteiro ou será estúpido quem pensa tal coisa? Estamos muito longe de um mundo imaterial penso eu…

    • delio says:

      alugar filme na meo!
      já pagas a internete ñ chega?
      ou ñ queres ter trabalho a sacar

  3. Kingdra says:

    Lamento mas vou ter que por este vídeo no meu comentário:

    https://www.youtube.com/watch?v=rX7wtNOkuHo

    Graças a deus todas as industrias aqui referidas continuam a ser multimilionárias e as perdas que têm com a pirataria não e tao grande como dizem.

    Alias ate acontece o contrario, uma pessoa saca um filme ou um jogo, gosta e acaba a comprar, ta comprovado já foi estudado.

    Eu próprio quando gosto de algo que saquei que o quiser ter compro, gasto dinheiro por algo que gosto.

    • NT says:

      Estava a pensar exactamente no mesmo quando estava a ler o artigo… Toda a música que comprei, alguns livros e mesmo jogos de computador, comprei porque tive a versão oficiosa primeiro. Acho mesmo é que o pessoal dos “direitos de autor” só querem saber dos direitos e esqueces os autores…
      Mas não vão dizer que em Portugal é injusto para eles pois quando compramos um CD ou DVD virgem estamos a pagar uma “taxa” para esses maneis! Porque é que raio tenho que pagar uma taxa para fazer backup das MINHAS coisas(fotos, textos, etc.)?

      • Paulo Rodrigues says:

        Pois. O problema é mesmo esse. É que a ACAPOR não defende os direitos de autor, está somente a defender os seus pretensos direitos de videoclubes. Modelo de negócio que está morto. Como alguém disse atrás, porque não vão atrás da Meo (MeoGo), NOS (NOS Tv), da Netflix o da Fox (Fox Play)? Estas sim, soluções adaptadas aos tempos atuais, e aos quais os membros da ACAPOR não evoluiram nem responderam às necessidade de eventuais clientes.
        Mas há alguém que ainda saia de casa, num dia de chuva, para ir alugar um filme ao clube de vídeo?

    • T. Castro says:

      Sendo nós minimamente racionais, sabemos que só sobrevivemos se tivermos meios para tal. Hoje o dinheiro é o que nos permite viver, melhor ou pior. Admito que realmente, por vezes, há coisas que vão para milagrosamente ao meu disco =D. Muitas delas estão lá 1 ou 2 horas, e dou graças a Deus por terem vindo dessa forma, porque depois são apagadas por estar bem aquem do que esperava (ou porque nem sequer “corre”). Sim, falo de jogos, e como toda a gente sabe EXISTEM métodos para contornar, ou atenoar, a pirataria (Blizzard tem sido chata com isso). Mas isso nunca me impediu de ter a série completa do “Heroes of Might and Magic”, que são cerca de 10 cd’s, apesar de ter passado tudo sem os ter comprado. Gostei,e assim que tive possibilidades (sim, porque eu com 12 anos ainda não trabalhava), comprei por 5 euros que fossem, e até, recentemente, ter comprado por 40 (2 a 4 meses depois de sair, porque nós estamos sempre em cima do acontecimento) aqui em PT. Este é um exemplo, tenho muitos outs cd’s dentro da caixa, selada, que comprei pura e simplesmente pelo gozo que me deu. Hoje por 5€, 10€ ou 15€, mas antes esse que 0, caso nunca os tivesse jogado. Não vou arriscar 60€ (ou 10 contos (50€), como era a uns anos atrás o preço médio) para comprar um produto que desconheço, só pela capa. Garanto que no meu caso a pirataria já deu umas boas centenas, senão chegar ao milhar, a algumas empresas, mas só aquelas que realmente me impressionaram.

    • António Reis says:

      Por serem muito caros os originais, e como há pouco dinheiro, por norma não compro. Mas acabando por os ter por outros meios, sou impelido a comprar os originais, que nunca compraria, numa situação normal. Por paradoxo que pareça, uma coisa leva à outra.

  4. Rafael Bastos says:

    Meus caros,
    Quando perceberem que pirataria é a melhor publicidade que podem ter, abriram finalmente os olhos. Sou totalmente de acordo, desde que seja para uso privado.

    • Kingdra says:

      +1

      Sem duvida a pirataria e usada para esses fins e mascarada de algo bem pior para disfarçar.

    • Sousa says:

      Basta olhar para a Microsoft.
      Deixa a pirataria à vontade, deixa o pessoal habituar-se, enraízar-se nos seus produtos e têm os seus softwares em mais de 90% dos computadores do planeta.

      • Carlos André says:

        Exactamente. Só se preocupa com a pirataria nas empresas, sabe perfeitamente que os preços das licenças que cobra às empresas mantém a empresa num patamar elevado de financeiramente e de domínio.

  5. Zé Povinho says:

    Ora no meio de sócrates, coelhos, troikas e outros que tais ao menos uma boa notícia sai para os portugueses.

  6. João Meixedo says:

    O que a ACAPOR não refere é que os 2000 ip’s que entregou à Judiciária tinham sido recolhidos ilegalmente, sem qualquer tipo de ordem judicial. A defesa dos direitos de uns não pode ser feita à custa dos direitos de outros.
    A questão do direito de autor é muito sensível nos dias que corre face à evolução tecnológica, e a indústria insiste a meu ver em correr no sentido errado. As ultimas iniciativas legislativas como a SOPA e o ACTA que felizmente foram chumbados eram autênticos atentados ás liberdades e garantias de cada um enquanto internauta. Eu nada tenho contra a defesa dos direitos dos autores, e concordo que quem comercializa material pirateado deva ser perseguido judicialmente. Agora, a defesa dos autores não pode ser feita à custa dos direitos dos outros milhões de internautas que nada têm a ver com pirataria.
    O caso do Megaupload é uma autêntica vergonha para o direito internacional, e felizmente, os tribunais neo-zelandeses trataram de pôr um travão ao atropelo legal que estava a ser cometido pela autoridades americanas e suportado pelos largos cofres da MPAA e RIAA. Milhares de empresas e vulgares cidadãos que usavam o serviço para fins legítimos. O Megaupload não era um Napster! Por essa lógica deviam fechar também os CTT porque milhares ou milhões de copias de musicas e filmes circulam o mundo diariamente gravados em cd e dvd enviados por envelope.
    O principal problema é que os estúdios de cinema e as editoras de música, que açambarcam a fatia de leão dos lucros, e distribuem pelos autores migalhas, continuam a insistir em modelos de negócio exaustos (cd / dvd) em vez de se actualizarem para modelos de comércio digital. E a lógica de 1 download = -1 venda é totalmente falaciosa, porque muitos conteúdos só são descarregados por serem gratuitos. Há muita gente a ver filmes que nunca veria se tivesse de os pagar, e o mesmo se passa com a música.
    A Apple foi pioneira no comércio de musica digital e já é a maior loja de venda de música do mundo, no entanto, a grande preocupação da maioria das editoras foi força-los a aumentar o preço dos mp3.
    Entretanto, a taxa sobre os suportes audiovisuais criada há uns anos, bem como as indemnizações chorudas recebidas judicialmente, que supostamente seriam para distriuir pelos autores já levaram no Canadá associações de autores a processar judicialmente as autoridades canadianas porque não viram a cor a um tusto!
    A legislação deve obviamente ser actualizada para fazer face à nova realidade tecnológica, mas tem de obrigatoriamente salvaguardar o direito à privacidade, liberdade de usufruto de serviços e expressão do internauta. Deve perseguir e condenar os prevaricadores, mas sempre com suporte dos tribunais e não à revelia dos mesmos como fez a ACAPOR. Se a policia não nos pode entrar em casa sem mandato judicial, que direito tem a ACAPOR de nos invadir os computadores?

    • Carlos Nascimento says:

      Plenamente de acordo e assino por baixo !!!!

      Fiquei sem nada para escrever 🙂

    • Vítor M. says:

      Exactamente, há muitas “inverdades” no meio destas histórias.

    • El Lentinho says:

      Grande mas mesmo grande comentário. Lúcido e equilibrado.

    • Eu says:

      Dissestes tudo,remeto-me ao silêncio votando favoravelmente!

      • J says:

        A pirataria mais velha que há é a dos livros. Quantos livros é que jé lemos que nos foram emprestados por amigos? E quantos demos a ler? Se houvesse maneira de impedir isso acreditem que ninguém lia nada. O mesmo se passa com a música e com os filmes. É a partilha que potencia a divulgação. A Microsoft percebeu isso há muito. Em vez de gastarem dinheiro dos contribuintes em processos aproveitem o maná que é a Internet

    • joao says:

      subscrevo. Gostava de saber quem financia a acapor e que interesses estão por trás…

    • Tiago says:

      Faço um “like” neste comentário 🙂

    • LuisF says:

      “Por essa lógica deviam fechar também os CTT porque milhares ou milhões de copias de musicas e filmes circulam o mundo diariamente gravados em cd e dvd enviados por envelope.”

      Bem visto!

    • T. Castro says:

      +1 – Um comentário imparcial e lucido ;).

      Só um acrescento, tal como escrevi acima, a “pirataria”, já fez sacar do meu bolso umas notas, que caso não tivesse conhecido tais produtos (desta forma que dizem ser prejudicial) nunca as teriam visto. Já reparam que o mercado de hoje não é o mesmo que foi há 10 anos? Se as empresas tiveram que mudar a sua forma de trabalho, se o comércio local teve que alterar esquemas de negócio, e outros demais se tiveram que adaptar, porque haveria o negócio de autoria manter o esquema antigo? Antes não havia quase auto-estradas, porque os carros não passavam quase dos 90 km/h. Os tempos mudaram, a venda por cd/dvd alterou também. Pensem em esquemas de negócio e não de perseguição. É uma guerra contra o anonimato, perdida desde o princípio.

    • António Reis says:

      Subscrevo inteiramente.

    • valerio says:

      Só já se vê a ponta do mastro, mas insistem em tentar salvar o barco.Estou cheio de pena dos artistas que vejo pedindo nas esquinas das ruas da minha cidade.
      As editoras e os estudios que repartam os lucros milionáris com os artistas.
      Ainda não tem muito tempo comprei um dvd dos pink floyd €27, podendo ter decarregado o mesmo sem gastar um centimo; mas só comprei porque tinha visto o concerto online, como podem dizer que a culpa é da partilha de ficheiros!!!

  7. Rui "ALL" Sousa says:

    Portugal ao melhor nível!

  8. Diogo R says:

    Uma revolução na legislação da Internet para ela puder ser controlada?

    O pessoal criava outra…não estão a espera que sejamos subordinados por porcos gordos…

  9. João Dias says:

    A ACAPOR ainda não meteu os olhos no Netflix e no Spotify/Rdio, claramente.

  10. loool says:

    “Dado isto e pela lógica, bastará existir uma cópia ilegal colocada na rede para que todas as cópias feitas a partir daquela fonte ilegítima se convertam em cópias legais”

    Concordo, quem comete o crime é quem coloca a fonte ilegítima, tem paralelo com quem vende droga e quem consome

  11. Rebel says:

    nem mais o ladrão não e o que assalta o banco mas sim o que recebe dinheiro que pertenceu ao assalto biba portugal ale

    criminoso não e o que dispara o tiro mas sim o que levou o tiro 😀

    ha e tal vamos mas e continuar com a caça a multa nas estradas que isso e que rende dinheiro fácil sem preciso grandes trabalhos

    • Zé Povinho says:

      lol Não queres levar multas aprende a conduzir. Deves julgar que todos temos trabalhinhos chiques como tu não. Chega me para pagar net e outras contas e para comer, não vou passar fome por suas excelências quererem bmw e mercedes. Estão com dificyldades económicas, solução – gastem menos que o resto do país tá a fazer o mesmo, queres viver à rico ou tens paizinhos ricos ou vai trabalhar lá para fora, não fazes falta cá dentro com essa mentalidade.

    • rand says:

      Eu não sei que tipo de vida é que levas mas devias abrir melhor os olhos…

      • Rebel says:

        em primeiro lugar agradecia o não falasses ou dirigisses as pessoas como se soubesses com quem falas o motivo ao qual sou contra e muito simples já alguma vez criaste algo mas acabas por não conseguir vender pois alguém pegou no teu trabalho que levou meses e deu de mão beijada tirando te trabalho de meses de preparação ? não certamente

        a desculpa a crise do pais e as dificuldades financeiras não tem que servir para desculpa ao furto falas te em comida vou tentar usar o mesmo argumento

        não e porque estas com fome e não tens dinheiro para comer que tens o direito de entrar num café ou supermercado e comeres a grande sem teres que pagar pois alguém teve que trabalhar para criar o que comeste não falo só no criador da comida mas toda uma gestão que esta por traz desde salarios e meios de transporte serviços de terceiros e etc e se achas que só porque tas com fome todo esse trabalho deve ser feito de graça pergunto to te quem paga os transportes e salários das pessoas “famílias” que estão envolvidas em toda a comida que e colocada nos supermercados e restaurantes? e claro sem falar no aspecto do pensamento geral se todos pensasemos como tu quem iria produzir iríamos todos estar a mama que alguém produzisse para depois iremos la comer

  12. jocaxxx says:

    Boa noite. Há algo que considero bastante estranho neste processo…como conseguiu a ACAPOR os IP’s, os respetivos utilizadores e o conteúdo do tráfego de rede? Basta pedir ao ISP que ele fornece? Não necessitam de uma ordem judicial para isso antes? Caso alguém saiba respostas para estas perguntas agradecia esclarecimentos…

    • Spark says:

      Boa questão?

    • Francisco says:

      No cliente de torrents uTorrent consegues ver alguns IP’s que estão a contribuir para o teu download. A partir daí podes arranjar uma enorme lista deles que de nada te irão servir. Os ISP não dão dados assim à moda do freguês. Mais uma vez, o que a ACAPOR fez foi perder tempo.

      Boa notícia, finalmente.

    • rand says:

      Eles obteram os IP’s ilegalmente;
      Para o ISP partilhar os teus dados é preciso uma ordem judicial out então muito boa vontade do ISP (que eles raramente tem);
      Não foi emitida nenhuma ordem judicial para a obtenção dos IP’s

  13. Fernando says:

    Tenho uma grande colecção de musica e filmes, portanto sou o que a acapor apelida de “estupido”, já agora obrigado por chamarem estúpidos às pessoas que contribuem para a economia do entretenimento, assim certamente ganham muitos compradores…

    Já agora se alguém ligado à acapor estiver a ler isto tenho um conselho para as editoras: DEIXEM DE SER CHULOS, EU SÓ COMPRO ENTRETENIMENTO BASTANTE TEMPO DEPOIS DO LANÇAMENTO PORQUE NÃO DOU MAIS QUE 15€ NEM POR FILMES, NEM MÚSICA NEM JOGOS E SÓ COMPRO PRODUTOS BONS E NÃO TODA A PORCARIA QUE LANÇAM.

    • António Pimentel says:

      Sem dúvida.
      Tenho coleções de CD´s de vários cantores\músicos que comprei a 5 e a 7,5 €, longe do preço tabelado no lançamento que eram 20 a 25 € – uma barbaridade.
      Não compro mais porque não posso e vão-me ao bolso!
      Baixem os preços e verão que se compra mais.
      Agora um filme a 25€? Nã…
      Já por isso tenho internet (bem paga) para que possa ver um ou outro filme…

      • Claudio says:

        E eu complemento estes comentários, 95% dos meus dvds e cds foram comprados na net no estrangeiro, por isso ACAPOR boys desçam os preços que o pessoal pode ser que começe a comprar….

        PS os 5% restantes foram comprados cá quando ainda era “estúpido”…

    • Paulo P. says:

      Concordo a 100%, e acrescento mais isto, já faz algum tempo que deixei de comprar cds de musica, ouço os albuns que saco e se gosto compro online SÓ as musicas que realmente gostei desse dito album, pois como muitos de voçes sabem muitas vezes num album de música só 2 a 4 musicas realmente valem o dinheiro… comprando online e legalmente sai-me mais barato e tenho apenas o que gosto.. 😉

  14. João Reis says:

    Videoclube, o que é isso de videoclube?

    As blockbuster acabaram, ninguém reparou? A nível Mundial, não somos nós que estamos atrasados a Indústria de Música e Filmes é que está 15 anos parada no tempo.

    Quem gosta de um filme compra-o em formato digital a um preço baixo e fica para sempre, quem quiser alugar vai alugar na própria Internet e saca-lo com tempo de dias para ver, mas a 1€ no máximo para dar margem para que nem se pense 2 vezes e optar por boa qualidade por 1€.

    Alugar filminho em loja é coisa do passado, comprar filmes não compensa são caros, mas quem gosta continua a comprar com a caixinha e tudo. Agora até voltaram os Vinis com qualidade de som incomparavelmente melhor à do CD.

    Em vez de venderem a 100 por 10€
    Começam a vender a 1000 por 1€

    O lucro vai ser maior até acabam por 10.000 por sacar a pagar a 1€

    Camabda de lorpas, e nem falo da ACAPOR pois não têm sequer legitimidade ou poder para fazer mudar alguma coisa, limitam-se a fazer de macaquinhos de imitação.

    Façam algo pelo Mundo, esperam sentados que as pessoas paguem. Já temos muito que pagar obrigatoriamente, luz, agua, impostos vários queriam o que, só um cego não vê.

  15. PorquinhoBranco says:

    As grandes empresas, que alegadamente perdem milhoes com a pirataria, que se preocupem em criar as suas proprias medidas anti-pirataria. Tudo o que aqui foi dito é verdade! Um filme sacado não é necessariamente um filme não comprado! Assim é facil fazer as contas, mas a verdade não é essa. No estado em que esta o pais e o poder de compra de generalidade das pessoas, nao acredito que nao havendo alternativa as pessoas fossem a correr comprar filmes, jogos, etc! O que aconteceria é que nao viam filmes a nao ser na tv, nao jogavam jogos e nao houviam musica sem ser na radio!
    Isto já para nao falar no preço absurdo de um filme, jogo, cd, ou mesmo bilhete de cinema neste nosso Portugal. Ter que optar por comprar no estrangeiro nao devia de ser soluçao porque assim, o ganho pro pais é zero!!!

  16. Nuno says:

    A pirataria de conteúdos não é mais que uma forte chamada de atenção às produtoras que o seu modelo de negócio não só está caduco e a cheirar a podre, mas também que desde sempre chularam os consumidores. Haverá sempre pirataria enquanto os consumidores não tiverem acesso em condições aceitáveis aos conteúdos.

    Eu por um lado gosto desta posição ou prefeririam que acontecesse como nos EUA (olhem o caso do MegaUpload)?

    As produtoras que deixem de assaltar os bolsos dos consumidores. Enquanto não perceberem isto, haverá sempre forma de fazer downloads ilegais e muitas empresas irão `à falência por pura ganância.

  17. Luís Rente says:

    Segundo os investigadores, a acusação de alguém com base no número de IP é «errónea», uma vez que o titular do número do Protocolo usado no acesso à Net «não é necessariamente o utilizador naquele momento concreto, não é necessariamente o que disponibiliza a obra, mas o que vê serviço registado em seu nome, independentemente de o usar ou de apenas figurar formalmente como seu titular».

    Retirado do site da Exame Informática.

  18. Jogabue says:

    Finalmente vejo as autoridades portuguesas a serem pioneiras! Logo vão surgir outros comunicados de entidades afins de ouytros países do mundo. Assim espero :)!

  19. El Lentinho says:

    E nem que este despacho não existisse, como seria a prova de que determinado IP corresponde ao indivíduo arguido em determinado processo? É a chamada prova diabólica.

  20. Márcio Lima says:

    Na minha opinião… das poucas medidas que a nossa republica tomou que realmente concordo.

    Santa paciência… esses meninos dos direitos de autor é mesmo:

    “oh mãe! aquele menino tirou-me o filme”

    se em vez de se queixarem tentassem ser melhores, era bem mais lucrativo. eu praticamente já só vejo séries na Fox, porque esta agora dá as séries com uma semana de diferença da américa, grava sozinho e já trás legendas.

    Comprar um DVD por 25 euros?? num país como o nosso? mais caro que lá fora? quando o preço de custo da reprodução não chega a 1 euro? e por lei, pago 25 euros SO PARA USO PRIVADO!

    Quando compram uma caixa de 25 DVD’s virgens… sabem qual é o preço real dele?? não chega a 2 euros. mas tem 3x mais do valor deles em impostos de cópia. quer dizer, eu que uso para guardar as minha fotografias, ando a pagar aos senhores dos direitos de autor.

    Prejudiquem-se mas é, e quem não quer pirataria investe em sistemas de segurança.

  21. Catarina says:

    É evidente que se eu sacar um filme ainda me dou ao trabalho de o ver… agora se não o puder fazer jamais irei alugar ou comprar.

  22. João Santos says:

    Concordo plenamente, e aplaudo esta medida. Andar atrás de quem faz “pirataria” é desperdício de tempo e dinheiro, coisa que o estado Português não se pode dar ao luxo de fazer. Mais vale ir à caça de gambozinos.

    No que toca à música as bandas fazem dinheiro com os concertos e venda de merchandising. O declínio das vendas de CDs só prejudica as editoras, que não servem para nada e já passaram anos a encher os bolsos.

    Com os filmes são as idas ao cinema. Mas se tão assim com tantas dificuldades podem começar por cortar nos cachets milionários e ridículos dos grandes actores.

    De qualquer modo, hoje em dia, devido à disponibilidade gratuita de quase tudo o que seja digital, não faz tanto sentido falar em pagar pelo conteúdo mas sim pelo serviço. É aí que as empresas se devem focar e inovar.

    Eu posso muito bem agora ir piratear um filme, mas sei que vou ter que esperar que acabe de fazer o download para poder vê-lo. E mesmo depois de acabar, se quiser ver na TV da sala tenho que o converter para um formato que ela consiga ler. E se quiser legendas ainda mais trabalho tenho.
    Ou então posso ir ao videoclube do meu ISP, alugar o filme a vê-lo no momento na TV da sala, sem qualquer complicações.
    É por esse serviço que vale a pena pagar, não pelo filme em si. O filme arranja-se em qualquer lado.

    Outro exemplo é o iTunes, onde tudo o que se compra como que fica salvaguardado para o caso de perda de dados, e sempre disponível em qualquer dispositivo OSX/iOS.

  23. Ipap7 says:

    Não me parece que fazer um download seja pirataria! Pirataria é sim os preços que as editoras levam pelos cd’s e dvd’s, etc… Se não fosse a internet a microsoft não era o gigante que é nem o cinema americano teria a influencia que tem em passar a sua propaganda. O Megaupload caiu mas logo a seguir quantos novos se levantaram! A melhor forma de as editoras de filmes, musica, jogos, software conseguirem fazer frente à pirataria é fazendo preços mais justos, baixem a margem de lucro e conseguirão ter mais gente a comprar os seus produtos.

  24. Carneiro says:

    Se as Produtoras se preocupassem em encriptar os DVD’s que lançam ou cena assim…. se calhar havia mais gente a comprar, como por exemplo, os Jogos só se consegue jogar com o original a não ser que coloques um crack, mas há mais coisas.

    Jogos da Xbox360, nomeadamente o Jogo “L.A. Noire” cá o jogo custa 70€ para que??? já saiu à mais de 1 ano e lá fora NOVO E SELADO fica por 15€.

    Portugal em preços de entretenimento é uma valente bosta….

  25. António Pimentel says:

    Concordo em absoluto.
    A questão da pirataria deve servir como exemplo.
    Tenho internet, tenho um IP (dinâmico ou não) e tudo o que retiro da internet está disponível no operador que disponibiliza a internet residencial.
    Se as autoridades investigarem, chegam à conclusão de quem colocou o conteúdo pirata na internet.
    Se eu acedo a ele, sem saber da sua proveniência, não posso ser autor da ilegalidade. Seria sim se o produto viesse com a indicação da sua origem, bem diferente dos avisos normais anti-pirataria.
    A luta deverá ser na fonte. O comum dos internautas poderia pagar por algo que não fez.
    Até porque se os operadores disponibilizassem dados para eu ser criminalmente processado, suspenderia a internet. Seria o caos nas comunicações e seria o fim da internet comercial que temos em todo o mundo. A corrida às velocidades elevadas de internet acabaria e com isso a evolução levaria um tremendo abanão.
    Mas isso sou eu a pensar…

    • Diogo says:

      “Se as autoridades investigarem, chegam à conclusão de quem colocou o conteúdo pirata na internet.”

      Isso não é 1/100 tão fácil como tu o fazes parecer.

  26. André B says:

    Enfim. Já ganharam quanto tiveram a ganhar, hoje um clube de video está ultrapassado! 🙂

  27. Pedro H. says:

    Bem…
    Eu questiono é a forma como, segundo o Sr. Nuno da ACAPOR, obteve tais IP’s. Falar com os ISP’s é díficil porque isso levaria a queixas de violação de privacidade pelos utilizadores. Cá para mim, a própria ACAPOR colocou certos ficheiros em partilha nos Torrents e logou IP’s que andavam a tirar. Hmmm… Cometer ilegalidade para denunciar ilegalidade? Nice… Outra coisa… Eles só se queixam dos prejuízos que tiveram. E os lucros que as ditas bandas lesadas tiveram com concertos, porque alguém partilhou o mp3 e gostou do som? Será que me pagam pela publicidade que para eles foi gratuita?
    Algo a considerar xD

  28. Texugoelectrico says:

    Já ontem tinha alertado para esta notícia…

    Bem, então eu congratulo-me com esta notícia, pelo menos sou da opinião que quem gosta continua a ir ao cinema e a comprar os discos, não é por acaso que cada vez mais são batidos recordes de bilheteira e discos vendidos, mas…por outro lado também me questiono se isto não será um recuo tipo bode (para depois marrar com mais força) ou seja, às tantas agora vão legitimar o imposto aos dispositivos de armazenamento (agora não me lembro do nome:p). Ou seja, eles poupam milhares de € no processo e vão buscar muito mais a outro lado, tornando a cópia legal mas indo ao bolso a muito boa gente que usa esses dispositivos regularmente no seu trabalho (viva o Skydrive, Dropbox, Google drive, etc).

    Fiquei no entanto com uma dúvida, isto legitima apenas os torrents ou também os downloads em sites de armazenamento? É que do que li não se fala nada sobre isso mas por outro lado o Megaupload também já conseguiu uma enorme vitória (até o governo da Nova Zelândia lhes teve que pedir desculpa, incrível:p) e está quase a voltar…

  29. Filipe says:

    Bem, este é o primeiro artigo aqui do pplware que não gostei de ler. Não pelo conteúdo em si, mas por ser incrivelmente tendencioso para um dos lados.
    Independentemente da minha opinião, que já está reflectida em alguns comentários, queria destacar uma frase, que no meu ver é a mais importante e que não foi colocada neste artigo:

    Mas também neste ponto os investigadores do DIAP deixam um reparo – e lembram que a defesa dos direitos de autor deve ser aplicada tendo em conta «o direito à educação, à cultura, da liberdade de ação no espaço cibernáutico (sic), especialmente quando tal liberdade se cinge ao individual nada se relacionado (sic) com questões comerciais, com o lucro de atividade mercantil».

    Ler mais: http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/mercados/2012/09/26/ministerio-publico-diz-que-e-legal-copiar-musicas-e-filmes-na-net#ixzz27huep69Z

    Esses comentários dos senhores da ACAPOR, relativamente aos “estúpidos e beneméritos” demonstra bem a ética (falta dela) e imbecilidade com que essa gente se rege. Felizmente existem pessoas que dão valor à cultura e que não têm problemas em adquirir obras que justifiquem o investimento. Infelizmente existem pessoas que insistem em lutar por um mundo sem cultura em vez de lutarem por uma melhor educação e valorização da propriedade intelectual.

  30. Luis Sousa says:

    Há uma questão na pirataria que me revolta profundamente. Sacasse um filme, musica ou outro material protegido por direitos de autor da net, sem sequer se obter lucro desse download, é-se perseguido e chama-se de ladrão e não sei que mais, mas basta ir a uma feira qualquer que se vê bancas cheias de cds/dvds copiados, com ma qualidade, a serem VENDIDOS. E em muitos casos com as autoridades ao lado e nada fazem… Para mim isto é que é pirataria informática, está a obter lucros de trabalho alheio!!

  31. Diogo says:

    Só é apanhado quem facilita… Usem VPN’s e ligações encriptadas e quero ver quem é que me vem bater à porta a acusar de alguma coisa…

    • Robert says:

      lol exactamente amigo 😉
      ate vou facilitar a vida a alguns!
      Para partilha de ficheiros p2p “tipo utorrent etc” usam o Peerblock! é melhor coisita, bloqueia todos os ips que estiverem na web, a fazer monitorização etc…
      para navegarem usam o TOR BROWSER que as ligações são todas decriptadas. Ambos são free por isso bem vindo á liberdade 🙂

      • Eu says:

        Robert…o TOR BROWSER não encripta,o TOR só evita que consigam descobrir o teu IP e por consequencia o teu trafego.
        -nos alertas do TOR existe uma referencia à ausencia de encriptação do trafego e aconselham a usar uma ferramenta de encriptação para colmatar este “defeito” do TOR.

  32. Ana G. says:

    Resposta: errado! Quem faz perguntas dessas não faz ideia de como as coisas funcionam na realidade. Graças aos downloads pude conhecer bandas que de outra forma nunca conheceria e das quais fiquei fã e fui ver ao vivo, pagando para isso bilhete. Vi também filmes que de outra forma nunca chegariam cá ou que perdi no cinema, alguns gostei tanto que os comprei em DVD original, com todos aqueles extras de que um verdadeiro fã gosta. Em vez de remarem contra uma maré há muito passada, os senhores da SPA e alguns artistas-dinossauros, deviam era agradecer a enorme divulgação que as redes p2p lhes proporcionam.

  33. M.Manuelito says:

    Parece-me haver na notícia alguns equívocos de interpretação do direito, a começar logo pelo título da notícia. “Ministério Público permite cópia de músicas e filmes na Internet”. Se houver por aqui algum advogado ou procurador do Ministério Público que me corrija, mas, segundo penso:
    1 – O MP não profere sentenças, logo não permite nada. Analisa a matéria de facto e, não considerando haver indício sólidos (legalmente sólidos) da prática de um crime, não envia o processo para tribunal. Nada como ler o despacho e o processo, na sua totalidade, para apreciar se as provas levadas ao processo pela ACAPOR eram sólidas e legalmente obtidas ou se foram obtidas sem a necessária autorização judicial;
    2 – Outro procurador do MP, poderia ter tido outra opinião e o caso ter ido a tribunal, mas se as provas não fossem sólidas, o desfecho seria o mesmo, desta vez com uma sentença de um Tribunal de 1ª. Instância;
    3 – Ainda assim as sentenças em tribunais de 1ª. instância não são “Leis”, são uma interpretação do Juiz que decide em consciência, consoante as provas que lhe foram apresentadas. Com as mesmas provas outro Juíz poderia decidir de maneira diferente;
    4 – Apenas a jurisprudência do Supremo Tribunal do Justiça, pode ter força de “Lei” (entre aspas) e aí sim, se o Supremo proferisse uma sentença neste sentido se poderia afirmar o que se afirma neste artigo;
    5 – Finalmente, que ninguém lhe passe pela cabeça que, a partir de agora, sacar filmes ou música da net é legal, porque se forem apanhados, outro Procurador do Ministério Público decidirá, poderá ter outra opinião, baseada em factos mais sólidos e podem, de facto, ir a Tribunal e serem condenados.

    • Valter Nisa says:

      Quanto mais downloads e uploads melhor para os criadores de jogos, músicos, escritores, etc. Quem pensar que pode guardar para si a galinha dos ovos de ouro está a cometer um erro. Quantos jogos insignificantes tiveram impacto porque foram PARTILHADOS, quantas faixas de musica sem renome vieram à ribalta porque foram PARTILHADAS.

    • Bruno M. says:

      Ora vejamos:

      Nos anos 80 até finais dos anos 90 +/- era muito comum:
      – sair de casa
      – apanhar chuva e/ou frio se estiver a chover
      – gastar combustivel
      – gastar as peças da viatura
      – chegar ao videoclube
      – perder tempo em alugar um filme
      – chegar a casa (a gastar combustivel + peças da viatura)
      – por o filme a dar
      – no dia seguinte ir ao videoclube (gastar combustivel + peças da viatura outra vez)
      – entregar o filme
      – pagar 2.5€ ou mais (nao sei quanto era nos anos 80/90)

      – Agora basta ligar a TV
      – Alugar o filme desejado
      – Ver o filme
      – o valor já virá na factura no final do mês
      (Não perdi tempo a ir ao clube de video, não gastei combustivel, se estivesse a chover não apanhava frio nem me molhava e poupei dinheiro porque posso ter tido um filme gratis)

      Estes senhores que mudem o sistema, que invistam com o dinheiro que que ganharam quando cobraram preços exorbitantes aos clientes e que façam um plataforma online com VOD (Video on Demand).

      Pode ser que assim não se queixem tanto e tenham mais lucros e não culpem as pessoas com os erro deles próprios.

    • Bruno M. says:

      Para a acapor:
      http://en.wikipedia.org/wiki/The_Man_from_Earth

      Um excelente filme que teve sucesso com o P2P e melhor ainda, o produtor do filme ( Eric D. Wilkinson) agrdeceu publicamente aos utilizadores do bittorrent por terem distribuido o filme.
      A verdade é que quem sacou e viu e gostou, muitos compraram o filme (eu incluido).
      Cá em Portugal e pelo mundo fora não falta é gentinha gananciosa!!

      Basta ver cds do quim barreiros e toni e afins a 30/40/50€ e por exemplo metallica/acdc/ etc a 15/20€ e menos.

  34. Rogério Alves says:

    M.Manuelito:
    Já estava a estranhar a ACAPOR não mandar aqui ninguém fazer o seu trabalhito…
    Isso é bem remunerado?
    Acha mesmo que actualmente o cidadão português, minimamente informado, acredita em qualquer patranha, ou em FUD (Fear, uncertainty and doubt), sobretudo do género do que aqui tentou lançar com esse seu comentário?
    Tente de novo, mas da proxima vez sem ser tão óbvio.

    • Vítor M. says:

      Eichhh o M.Manuelito não é nada disso 😀 é um visitante como muitos outros que deixou a sua opinião. Tem lá calma.

    • x says:

      O M.Manuelito tem razão no que diz até ao ponto 5…

      Neste caso o MP referiu que o copyright não pode passar por cima das liberdades individuais.

      Eu vejo a interpretação como bastante sã e realística ao contrário de muitas outras que poderiam levar a que muita gente que não fez nada fosse acusada de “partilha-ilegal”.

      Exemplo: Tens vizinhos que não são tech-experts o suficiente para fechar o acesso ao router… ou então tem a password de default do equipamento. Outro vizinho chico-esperto liga-se à wireless deles e faz download de material com copyright. Tens os desgraçados a pagarem pelo chico-esperto por não saberem configurar um router? E isto é apenas um exemplo simples.

      Ainda sobre o ponto 5:

      ” que ninguém lhe passe pela cabeça que, a partir de agora, sacar filmes ou música da net é legal”.

      Não existe na lei portuguesa o termo “download ilegal”.

      “porque se forem apanhados, outro Procurador do Ministério Público decidirá, poderá ter outra opinião, baseada em factos mais sólidos e podem, de facto, ir a Tribunal e serem condenados.”

      Mesmo que a invenção do “download ilegal” existisse como é que as pessoas são apanhadas realisticamente?
      Monitorizar as ligações das pessoas é o equivalente a escutas e é ilegal sem mandato prévio do tribunal.
      Um mandato de tribunal não é nenhuma brincadeira para se andar a usar a torto e a direito com base numa acusação de “download ilegal” e um IP.

    • M.Manuelito says:

      eheheh ó Rogério Alves, eu estar aqui a fazer um comentário mandado pela ACAPOR, só mesmo você para me fazer rir 🙂
      Mera opinião, só isso. Como disse o Vitor M. sou só um visitante como muitos outros, nada mais que isso 😉

  35. fartodeles says:

    Realmente Sr Rui “ALL” Sousa, Basta ver o estado em que se encontra o meu País, para lhe dar razão, “E´só GAMANÇO” E condenações? Népia

  36. timati says:

    O que é interessante é que tal organização tão acérrima dos direitos de autor, e utilizar plataformas open source no site e não ter a decência de por uma simples menção de quem disponibilizou a plataforma…
    Deveras interessante mesmo, será que se formos analizar os computadores da dita associação não se encontram conteúdos ilegais?
    E a lei da protecção de dados não se aplica? Então e a Comissão de Protecção de Dados não actua por captação ilegal de dados?
    Os donos dos Ip’s deveriam juntar-se e promover uma acção contra a referida associação por cibercrime.

  37. Marco says:

    Pergunta rapida para contas rapidas!

    Alguem sabe mais ou menos o numero de utilizadores de internet (com contracto) em Portugal?

    • Marco says:

      Imaginem que são 3 milhoes de utilizadores.

      Se um 1 euro de cada factura fosse entregue há SPA ou a quem de direito e depois distribuir pelos artistas/escritores/etc…, são 3 milhoes por mes, por ano 36 milhões. Pelo que parece é uma ideia estapafúrdia! OU melhor, sabe a pouco aos olhos dos comilões.

      Quando falo um euro de cada factura, não é aumentar os valores, é tirar esse euro já no valor que já se paga.

      O Bruno M. falou bem, o Video on Demand, mas pagar 4.99 ou 3.99 por um video HD streaming que sou obrigado a ver em 48H, sem conteudos extra nenhuns, e muitas vezes com algumas problemas. Parece-me um pouco caro, digo eu! Acho que se tivessem valores reduzidos como 1 euro (valor utopico), acredito que nenhuma pessoa que tenha acesso há internet pensa-se se quer em ir fazer o download num torremos, mas sim pegava no comando e viam o filme.

      tudo o que disse é utopico, mas são ideias e não problemas.

  38. Bruno M. says:

    Quem fala no skype, fala no msn, nos voipbusters e derivantes, no Viber, que está em voga, nas ofertas gratuitas ou a 1 ou 2 euros das meos/zons/vodafones/clix/etc.etc.etc….

    Estes senhores da acapor esquecem-se que estes ISPS existesm e oferecem serviços de alugueres de filmes a mais baixo preço e mais cómodamente.

    Ora vejamos:

    Nos anos 80 até finais dos anos 90 +/- era muito comum:
    – sair de casa
    – apanhar chuva e/ou frio se estiver a chover
    – gastar combustivel
    – gastar as peças da viatura
    – chegar ao videoclube
    – perder tempo em alugar um filme
    – chegar a casa (a gastar combustivel + peças da viatura)
    – por o filme a dar
    – no dia seguinte ir ao videoclube (gastar combustivel + peças da viatura outra vez)
    – entregar o filme
    – pagar 2.5€ ou mais (nao sei quanto era nos anos 80/90)

    – Agora basta ligar a TV
    – Alugar o filme desejado
    – Ver o filme
    – o valor já virá na factura no final do mês
    (Não perdi tempo a ir ao clube de video, não gastei combustivel, se estivesse a chover não apanhava frio nem me molhava e poupei dinheiro porque posso ter tido um filme gratis)

    Estes senhores que mudem o sistema, que invistam com o dinheiro que que ganharam quando cobraram preços exorbitantes aos clientes e que façam um plataforma online com VOD (Video on Demand).

    Pode ser que assim não se queixem tanto e tenham mais lucros e não culpem as pessoas com os erro deles próprios.

    • Bruno M. says:

      PS.: Não é com a venda de cds e merchandising que as bandas ganham dinheiro mas sim com os concertos!

      A venda de cds é mais um meio de publicidade com “alguns” dividendos para os musicos….. A receita real é muitos concertos. 😉

  39. Robert says:

    Eu saco filmes, musicas, jogos, programas etc tudo de borla pela internet e partilho por p2p. Os senhores da acapor que aproveitam e retiram neste momento o meu i.p ou caso o nabo do informático dos mesmos não tenha capacidade para isso eu mesmo faculto!
    Eles que se preocupem primeiro com os seus actos ilícitos e burocráticos, o que vemos aqui, na questão da ACAPOR nem é uma defesa dos interesses dos titulares dos direitos de autor, como eles afirmam, mas sim uma atitude que, disfarçada sob a mascara dos interesses dos autores, os únicos lesados e que realmente possuem o direito moral de queixa, tenta proteger um conjunto de interesses de clubes de vídeo moribundos que pura e simplesmente não percebe que a real causa do seu problema é o modelo de negócio completamente ultrapassado.
    Qual é então a percentagem do aluguer de um vídeo nos associados da ACAPOR que vai para os autores?
    A ACAPOR fez o download dos filmes da Internet para confirmar que eram efectivamente filmes que estavam em causa e não apenas ficheiros com o mesmo nome? Não sendo a ACAPOR uma entidade com poderes para isso, poderá cometer os mesmo actos ilegais de que acusa os outros sem serem igualmente penalizados? E pode um acto ilicito justificar uma queixa? Mas e mesmo que seja tudo na perspectiva que a ACAPOR entende, conseguem eles provar que quem estava a tirar sabia à partida o que retirava e que não clickou num link em qualquer sitio que lhe descrevia o ficheiro como sendo outra coisa?

  40. lolol says:

    O estado também faz “download ilegal” aos bolsos dos Portugueses! Todos os dias!

  41. Gabriel Tavares says:

    Alguém quer melhor exemplo que o Balas e Bolinhos, em quantas salas de cinema sairam os 2 primeiros filmes??

    Toda a sua fama foi ganha através da internet, através do passa a palavra…

    Em meia dúzia de semanas o 3 filme da saga, já conta com mais de 150.000 visualizações nos cinemas.

    Conclusão, tivemos a oportunidade de apreciar o trabalho, gostámos e gastamos € no cinema.

    Melhor publicidade que a partilha, ou o passa-a-palavra não há.

  42. Nilton says:

    Agora é que vai ser tudo à grande!! a sacar e tal!!! sentado no pc e tal!!!

  43. Miguel Cristo says:

    Há aqui pessoal pouco reprimido há, uma imagem com o ladrão num computador, um ladrão tem tudo haver com uma simples pessoa que saca umas músicas e uns filmes, quando forem assaltados e levarem um tiro ou uma navalhada, ai vão perceber que os utilizadores de p2p não são ladrões afinal…

  44. Miguel Batista says:

    http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=30&did=79107

    Mais uma “associação” a fazer barulho!!!

  45. TopNerds says:

    A melhor noticia desde… a ultima melhor noticia !!!

  46. Paulo Teixeira says:

    Sou produtor de musica electrónica e estou completamente de acordo na partilha de musicas online!! A partilha é um grande passo para a evolução de um projecto.

  47. canelas says:

    Para um tipo que só estudou por fotocópias, falar de pirataria é mesmo dar um tiro no pé.

  48. Anonimo says:

    Boa noite, eu dono do 1 dos maiores site de partilha português (considerando por muitos o maior) estou a favor desta lei.
    Quem já comprava os originais não irá deixar de os comprar, esta lei não irá afectar em nada esses “consumidores”.

    A ACAPOR está-se a esquecer que tem cerca de 2000 IP’s “apanhados” de forma ilegal como já disseram mais acima.
    Visto isto quem começou com ilegalidades? Eis a questão…

    Cumprimentos, Anónimo.

  49. SexOnaSal says:

    Alguem arranja o artigo do diário da república para imprimir?

    Cumps

  50. Paulo Teles says:

    Com tanta desgraça nos ultimos meses, ora aí está uma boa noticia.

  51. Santos says:

    Só se preocupam com a pirataria os produtores de filmes de má qualidade assim como os cantores e produtores de musicas sem qualquer qualidade.
    A publicidade grátis ao alcance de milhões é o melhor que os produtores, actores e cantores podem querer.
    E depois meus amigos … quando o produto é bom o consumidor COMPRA.
    Aquilo que proclamam é uma falsa verdade.

  52. Marcio says:

    Em portugal não há interesse de criar sistemas legais e com um nivel de custo mais acessível ao cidadão , neste pais o que interessa e simplesmente roubar os portugueses com o preço absurdo dos produtos, que muitos nem seriam conhecidos por cá se não fosse a Internet,em vez de tentarem acabar com a pirataria poderiam arranjar soluções com a própria que acaba por ser um grande meio de divulgação do produto.

  53. Rui Garcia says:

    Os ditos autores querem ganhar tudo num dia…e depois não ganham nada. Baixem o preços praticado. As operadoras televisão por cabo alugam filmes….prefiro pagar para ver um filme em HD dessa operadora, no sofá da minha casa do que pagar 15 ou 20 € por um filme que só irei ver uma vez.

  54. Miguel says:

    Não se esqueçam que é para uso privado!

  55. Vasco says:

    É tudo muito bonito mas nós todos e incluo os ke ñ fazem copias ilegais, estamos a pagar taxas na compra de dvds virgens e pens drives etc, etc, para os senhores da acapor e ainda têm o descaramento de se queixarem, eu teria todo pazer de pagar os conteudos se o fizessem a um preços ke um trabalhador com salario minimo o pudesse pagar, no entanto cobram couro e cabelo pelos seus conteudos e ainda cobram taxas e taxinhas em material ke ñ sabem sequer ke seja para conteudo ilegal

  56. Reinaldo Murat says:

    Só por curiosidade, a referida lei (ou seja lá o nome que lhe possa dar) ainda é actualmente válida? (em 2018, ou pelo menos até à data)
    E sim refiro-me a uso privado.

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