Lufthansa, Air France-KLM e IAG estão na corrida pela TAP
Com o desafio da privatização da TAP lançado, três grupos do setor mostraram estar interessados em ficar com pelo menos 44,9% do capital da transportadora aérea portuguesa: Lufthansa, Air France-KLM e IAG. Uma vez que todas cumpriram os critérios estabelecidos para avançar no processo, o governo vai convidar os candidatos a apresentarem propostas não vinculativas.
Após ter recebido o relatório da Parpública sobre as manifestações de interesse entregues pelos interessados na TAP, o Governo anunciou, agora, que vai solicitar o envio das propostas não vinculativas.
Em conferência de imprensa, no Entroncamento, o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, informou que espera ter as propostas não vinculativas para a TAP ainda no primeiro trimestre de 2026.
A Parpública é uma sociedade gestora de participações sociais do Estado Português de capitais exclusivamente públicos, que atua em processos de empresas que estão a ser privatizadas.
A sociedade acompanha a reestruturação de empresas que tenham sido transferidas para a sua esfera, atuando na gestão imobiliária e, também, na promoção de parcerias público-privadas em diversos setores de atividade.
Segundo o Ministério das Infraestruturas, na sexta-feira, houve três grupos do setor a dar os primeiros passos para ficar com pelo menos 44,9% do capital da transportadora aérea portuguesa: Lufthansa (que detém nomes como SWISS, Austrian Airlines e Brussels Airlines), Air France-KLM (que detém nomes como a Transavia) e IAG (que detém nomes como British Airways, Iberia e Vueling).
Conforme avançado, todas cumpriram os critérios estabelecidos para avançar no processo.
Ainda que outros 5% estejam reservados para os trabalhadores, se alguma parte desse capital não for subscrita, será comprado pela empresa vencedora.
TAP será comprada pela Lufthansa, Air France-KLM ou IAG
Citando o jornal Público, o processo de entrega das declarações de manifestação de interesse terminou a 22 de novembro, e a holding estatal tinha, depois, 20 dias para efetuar e entregar ao Governo português um relatório com a avaliação do cumprimento dos requisitos de participação.
Agora, o Governo vai mandatar a Parpública para enviar, até ao dia 2 de janeiro, os convites para as empresas enviarem as propostas não vinculativas, com acordos de confidencialidade de informação.
Depois, segue-se um prazo de 90 dias para apresentação das propostas mais concretas, ficando o Conselho de Ministros de aprovar quem pode avançar para a etapa de apresentação de ofertas vinculativas.
Segundo o ministro das Infraestruturas, citado pel' O Jornal Económico, os grupos interessados terão de apresentar plano industrial, visão estratégica, plano para as rotas, salvaguarda de ligações, riscos regulatórios, direitos e valorização dos trabalhadores, manter a marca e sede em Portugal, sinergias, respeito pela legislação no direito da concorrência, condicionantes da operação, governo societário ou acordo parasocial.
No final, pode haver ainda um período de negociação com uma ou mais entidades, num esforço de melhoramento e valorização das propostas.
Interesse dos grupos na TAP mostra a "saúde" da companhia
Entre os critérios que vão determinar quem é selecionado e passa à fase final, está o "valor apresentado para a aquisição das ações", incluindo condições de pagamento e "eventuais formas alternativas de pagamento do preço, tais como troca de ações, e de mais termos adequados para a salvaguarda dos interesses do Estado".
Aqui, poderá haver lugar à inclusão de "bónus decorrentes de objetivos alcançados".
Na perspetiva de Miguel Pinto Luz, apesar de o Governo português ter decidido alienar uma participação minoritária (49,9%), "os três maiores grupos europeus vieram a jogo", o que demonstra a "saúde económico-financeira da companhia".























Independente do valor a melhor decisão seria vender à Lufthansa
A melgor decisão era não vender a ninguém!
A EU é isto, perdemos a PT,Efacec, CTT,Bancos,Seguradoras, e agora a TAP.
O estado deve asegurar sempre 51% de cada empresa.
Caso contrário ficamos completamente dependented em sectores chave, incluindo na nossa segurança.
E não me venham, dizer que Portugal não tem dinheiro, porque saia daqui dinheiro para um buraco na Europa central, á Tonelada.
Portanto essa desculpa já não cola!
asneiras.. se não sabes gerir, se estás a perder dinheiro só tens de vender.
o estado portugues nunca soube gerir empresa nenhuma, por isso tem de as vender todas, garantes que ficas servido conforme as necessidades do país com condições de venda e com entidades reguladoras independentes.
outra coisa que os governos sempre fizeram mal, no passado não souberam vender, vender não é só meter dinheiro ao bolso, é preciso estabelecer condições de operação
Que disparate,
Se estás a perder dinheiro, tens que despedir a cadeia de liderança e contratar outra!
Não tens que destruir a riqueza do País.
Se os começares a por na Prisão, vais ver que os problemas são resolvidos muito rápido.
Encontrar rotas que tragam mais lucro que outras, e acabar com as viagens financiadas para as ilhas, que é um abuso total.
Ou então reduzir as ajudas.
Comecem a resolver os problemas, vender nunca é solução, para um País!
Em relação a este tema só esta a dizer disparates.
Quantas décadas queres com várias lideranças?
Achas que pagar mais a um piloto em Portugal do que na Alemanha é boa gestão? Devemos ter melhores salários que na Alemanha e não fomos informados..
Rotas lucrativas? Isso significava abandonar o HUB que é a única coisa que dizem que querem manter intocável..
Vender é a única solução, a seguir vêm os hospitais e depois as escolas, temos um país de incompetentes com demasiada governança de esquerda que destrói as cadeias de valor com direitos atrás de direitos e competitividade zero.
Ou começam a gerir os serviços públicos como se fossem empresas ou a única solução é vender e vender rápido.. comecem já pela CP e liberalizem a ferrovia, em PT todas as empresas públicas dão prejuízo desde 1975, só quando são privatizadas dão dinheiro
Quem está a destruir a Riqueza do País é a direita.
Mais uma vez você só diz disparates.
Com isto não quero dizer que não tenha havido má gestão da esquerda também, porque tem.
Mas a diferença é colossal, entre uma e a outra.
No entanto os emigrantes ilegais, foi obra da esquerda,mas quem beneficia é a direita, que quer erscravos.
E o Governo mudou, e eles continuam a chegar, já nos 20% da população Portuguesa.
Os problemas do arrendamento, é outra maluqueira, onde tens o anterior e o actual PM com empresas de terrorismo imobiliario.
Mas ha uma diferença, o antiga, pediu desculpa e saiu, e actual, continua de pedra e cal.
Portugal precisa de um Partido Português.
Pelo amor da santa Zé,
Olhe va mas é lutar para a Ucrânia.
A direita ainda não conseguiu governar no séc XXI, não pode destruir se nunca geriu nada, o pouco tempo que passa no poder é a gerir resgates ou asneiras de maiorias absolutas da esquerda.
Quando tiveres 8 anos de direita depois vem contar-me essas histórias.
Malta de esquerda é mesmo toda tapada com as cartilhas da esquerda, nem consegue olhar para uma timeline e analisar o que se passa.. vergonha na cara sequer de se pronunciarem sem conseguirem pensar pela vossa cabeça
Pedro não sejas ridículo.
Vem com argumento que Portugal tem dinheiro. Quando sabem que o Estado Português está impedido de injetar mais dinheiro na TAP devido às regras rigorosas da União Europeia.
As companhias aéreas estão sob pressão extrema para atingir a neutralidade carbónica até 2050. Vão fazer como, se é uma empresa deficitária que só sobreviveu graças ao apoio constante do contribuinte português.
Desperdiço de mais de 4 mil milhões de euros em 50 anos. Por exemplo dava para fazer 107 hospitais públicos.