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Japão quebra uma linha vermelha do pós-guerra e aumenta tensão militar com a China

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Artilheiro says:

    Mas está tudo maluco, ou é impressão minha?

    • Byte Bandit says:

      Está literalmente tudo maluco, não é impressão tua. É um acelerar para o precipício, e cada vez mais rápido. Guerras, políticos dementes e psicopatas, crise financeira a chegar, AI, despedimentos em massa, crise na habitação, crise nos combustíveis, inflação…
      Ah e agora um vírus novo tipo covid. Lol vamos todos com o c……

      • jorgeg says:

        A lideranca de homens fracos, a perda de poder economico e influencia global por parte mundo ocidental em queda drastica esta a originar estas situacoes.

        • Mr. Y says:

          Tá certo! A culpa do Japão querer atacar a China e os EUA e Israel atacarem o Irão é culpa da UE…

          • KidsGraça says:

            Ele não disse que a culpa era da UE, mas sim da liderança de homens fracos.

          • Jose says:

            Mas andar a atacar todos outros pela calada e manter o mundo a ferro e fogo para impor regimes demoníacos a que obrigam os seus povos, é permitido? O que vale é ser dissimulado, andar armar-se até aos dentes e mostrar muita “surpresa” quando os outros fartos de décadas de confrontos e terrorismo reagem! “Tadinhos” são uns santos de pau oco.

          • AlexS says:

            Tá certo! A culpa do Japão querer atacar a China e os EUA e Israel atacarem o Irão é culpa da UE…

            Não parece estares bem, é o Irão que atacou e quer destruir Israel e é a China que está em conflito e reclama ilhas de inúmeros países. Além do seu cão de fila da Coreia do Norte lançar misseis sobre o Japão.

          • Mr. Y says:

            @AlexS
            Para começar e antes que perguntes, eu não sou defensor de regimes como o do Irão, do Hamas ou do Hezbollah.
            O que não concordo é usarem como resposta usarem as mesmas tácticas, ou piores, como resposta.

    • Yamahia says:

      A guerra dá dinheiro. Um negócio como outro qualquer com umas marionetes no meio.

    • Maria Manuel says:

      Nação se levantará contra nação, e reino contra reino. Haverá fomes e terremotos em vários lugares.

      Mateus 24:6-7

    • AlexS says:

      Tudo que está acontecer é o resultado das politicas imperialistas do Irão, China.

      O Irão não parou de desenvolver e aumentar o seu arsenal de misseis, em 10 anos teriam ICBMs se não fossem os ataques Israelitas e Americanos e meso assim não sei se não se manter a degradação industrial , IRBMs com 4000km já têm, ou seja várias capitais Europeias no alcance.
      A China tem construído ilhas artificiais para reclamar mais ZEE interferindo com a dos outros e ocupado e atacando navios das Fiipinas.

      • SouHumanoNaoOcidental says:

        Tretas.
        Devia ler os livros de história.
        Átomos para a paz – programa dos EUA que incentivou o programa nuclear do Irão.
        E a Alemanha montou no terreno o complexo nuclear que atualmente os EUA estão a destruir.
        Os EUA e o Ocidente em geral faz sempre isto: ” Hoje vou atacar Portugal porque o bigode dos portugueses tem super poderes e pode destruir-nos.”
        É a politica do Ocidente.
        Se a China fosse como nós fomos com eles já tínhamos ido desta para melhor.
        Veja o que fez a Aliança das 8 nações no início do século 20.
        Desses países o único que mudou o comportamento em relação a China foi a Rússia que é aliada deles atualmente. E sabe porquê?
        Porque a URSS foi o único país que apoiou a independência da China do Ocidente que a humilhou durante séculos só porque podia. E ainda por cima um dos maiores países do planeta, tal como a Índia.

      • Mr. Y says:

        Sim, toda a gente sabe que, no Irão, há 10 anos que estavam a duas semanas de terem e usarem mísseis nucleares.
        Tu ainda cais nessa ladaínha? Porque é que não te preocupas com os misseis nucleares na Coreia do Norte? E isso é público e mais do que provado que têm. Achas que os norte-coreanos também não têm ‘inimigos’?

        • SouHumanoNaoOcidental says:

          Escreveu isso: “Toda a gente sabe que, no Irão, há 10 anos que estavam a duas semanas de terem e usarem mísseis nucleares.”
          E qual o problema nisso?
          E qual o problema da Coreia do Norte ter armas nucleares?

          • Mr. Y says:

            Eu estava a ser irónico em relação ao Irão. Há décadas que dizem que estão prestes a destruir meio mundo.
            A questão da Coreia do Norte é que não se metem com eles por terem armas nucleares. Se o Irão também já as tivesse esta guerra não teria sequer começado…

  2. Grunho says:

    Japoneses: como dizem os vossos “amigos” imperialistas, não há duas sem três. Mesmo se a terceira vier de outro campo e com 80 e tal anos de intervalo. Portanto, tenham mas é juizinho.

  3. TiagoR says:

    Banzaaaiiiii !!! 🙂

  4. aubing says:

    Os políticos são pragmáticos: como o fim do planeta terra está cada vez mais próximo (seja pela colisão de um meteorito de grandes dimensões… ou seja pela conversão do nosso Sol numa Gigante Vermelha…) porque não abreviar no tempo o inevitável ?

    O destino da Terra durante a fase de Gigante Vermelha do Sol (daqui a cerca de 5 a 7 mil milhões de anos) é um cenário dramático e ainda debatido pelos astrónomos.

    Aqui está o que provavelmente acontecerá:

    (1) Evaporação dos Oceanos: Muito antes de o Sol se expandir totalmente, o aumento do brilho solar tornará a Terra tão quente que os oceanos ferverão e a atmosfera será perdida. A vida deixará de ser possível daqui a cerca de 1 a 2 mil milhões de anos.

    (2) Expansão Solar: Quando o Sol se tornar uma Gigante Vermelha, o seu raio aumentará cerca de 200 vezes. Ele engolirá certamente Mercúrio e Vénus.

    (3) O Dilema da Terra:
    ◦ Engolida: O Sol expandir-se-á até à órbita atual da Terra. Se isso acontecer, o nosso planeta será vaporizado em poucos dias devido à fricção com os gases solares.
    ◦ Empurrada: À medida que envelhece, o Sol perde massa através de ventos solares fortes. Com menos gravidade, a órbita da Terra poderá “alargar”, empurrando o planeta para mais longe e evitando o contacto direto.

    (4) O Fim de Qualquer Forma: Mesmo que a Terra não seja engolida e sobreviva à expansão, ela acabará como um deserto rochoso, queimado e estéril, orbitando o que restar do Sol (a Anã Branca).

    • Fusion says:

      “como o fim do planeta terra está cada vez mais próximo”

      depois mais abaixo

      “daqui a cerca de 5 a 7 mil milhões de anos” ou “aqui a cerca de 1 a 2 mil milhões de anos”

      Só para contexto temporal a espécie humana, os homo sapiens andam por cá mais ou menos a uns 300 mil anos.

      A tua nação de tempo está no ponto, nota 10.

      De todas as formas obrigado Dr. GPT, menos tokens que tenho que gastar para perguntar como a terra vai acabar.

    • José says:

      Ouvi dizer que o mundo acaba amanhã, e eu tinha tantos planos p’ra depois.

  5. Pedrinho says:

    Estou desejoso de uma guerra nuclear, ver o quanto evoluiu. Se isso acontecer a primeira coosa e ir logo as lojas levar tudo o que puder e ir as meninas com tudo, em guerra não ha policia hehe

  6. Guilherme says:

    Não admira que os chineses tenham que ter cuidado pois o histórico do Japão invadir a China deixa muitos receios que aconteça novamente.

    A última ocupação japonesa sobre a China de 1937-1945 levaram a mais de 35 milhões de chineses mortos…

    • Jose says:

      Pois claro, na realidade o Japão vivia num regime fascista, o que justifica a sanha imperialista de então, mas, há sempre um mas, a história do Japão é pautada pelas diversas tentativas de invasão do seu território por parte dos chineses! Estes como são comunistas, só se lembram da parte que lhes interess. Gabam-se de ter uma história longa, não tão longa como dizem, mas quando querem justificar o SEU imperialismo e corrida às armas só se lembram da história de há 80 anos! A ronha chinesa não tem fim, vivem do engano, do engodo e do roubo. Ficam muito “melindrados” quando os outros lhes batem o pé. São eles e os russos, peritos em retórica e demagogia para enganar o mundo inteiro.

      • Guilherme says:

        Lol querem ver que queres recresver a história recente?

        Guerra Imjin (1592–1598): O líder japonês Toyotomi Hideyoshi invadiu a Coreia com o objetivo final de conquistar a China (Dinastia Ming). A China enviou tropas para defender a Coreia, resultando em uma guerra de exaustão que terminou com a retirada japonesa após a morte de Hideyoshi.

        A Ascensão do Japão e a Queda de Qing (1894–1895)
        No século XIX, o cenário mudou drasticamente. Enquanto a China estagnava sob a Dinastia Qing, o Japão se modernizava rapidamente (Restauração Meiji).

        A Primeira Guerra Sino-Japonesa
        O Japão desafiou a hegemonia chinesa sobre a Coreia. A vitória japonesa foi esmagadora e chocou o mundo.
        Consequência: Pelo Tratado de Shimonoseki, o Japão anexou Taiwan, as Ilhas Pescadores e a Península de Liaodong, além de forçar a China a reconhecer a “independência” da Coreia (que o Japão anexaria em 1910).

        As Guerras do Século XX (1931–1945)
        Este é o período mais sombrio e o que ainda hoje gera tensões diplomáticas intensas.
        Incidente de Mukden (1931)
        O Japão forjou um atentado contra sua própria ferrovia na Manchúria (Nordeste da China) para justificar uma invasão. Eles estabeleceram o estado fantoche de Manchukuo.

        A Segunda Guerra Sino-Japonesa (1937–1945)
        O conflito total começou após o Incidente da Ponte Marco Polo. Esta guerra acabou se fundindo com a Segunda Guerra Mundial.

        O Massacre de Nanquim (1937): Um dos episódios mais cruéis da história moderna, onde tropas japonesas assassinaram centenas de milhares de civis e prisioneiros de guerra chineses.

        Unidade 731: Um programa secreto de pesquisa biológica e química japonês que realizou experimentos letais em humanos na China.
        Resistência e Fim: A China resistiu através de uma aliança instável entre Nacionalistas (Kuomintang) e Comunistas. O conflito só terminou com a rendição incondicional do Japão aos Aliados em 1945, após as bombas atômicas.

  7. Fernando says:

    A China acha que só ela é que se pode militarizar. Se forem os outros, é provocação.

    • Nome says:

      É o complexo de superioridade dos comunistas, a russia é igual.

    • B@rão Vermelho says:

      Essa é a narrativa do eixo, China, Rússia, Coreia do Norte, Irão, repara a Rússia enviou armas nucleares para o fantoche Bielorrusso e esta tudo ok, a Polônia se receber armas similares é uma provocação inaceitável, as ditaduras são assim, o mundo todo está mal e eles é que são os bons e depois erguem muros para os que estão lá dentro não saírem.
      A China anda a aterrorizar tudo e todos lá para aqueles lados, que digam os Filipinos, se alguém mostra que não está para os aturar ai, ai que já é uma provocação.

      • Jose says:

        Nem mais. Concordo a 100%. Devem pensar qye somos todos como os povos deles, obrigados a um pensamento único e obediência cega ao regime. Não passam lamentavelmente de uns canalhas que têm brinquedos poderosos para brincar com a vida do mundo inteiro.

        • PorcoDoPunjab says:

          Jose, essa de terem brinquedos poderosos para brincar até me fez rir.
          Sabe em quantas guerras a China esteve envolvida nas últimas décadas?
          Nenhuma.
          Já a seita do costume, que é guerras a torto e a direito, desses não diz pio.
          Bate forte o fumo na madrassa….

      • Ivo says:

        A narrativa do “eles são os maus e nós somos os bons” funciona bem em filmes, mas não explica nada do que está a acontecer no mundo real.

        E já que falam tanto de “ditaduras perigosas” e “regimes que brincam com brinquedos nucleares”, convém lembrar que neste momento há um conflito aberto entre aquilo que chamam o “farol da democracia” — os EUA — e o “demónio do mundo” — o Irão.

        Com tanta convicção moral e tanta certeza sobre quem são os heróis e os vilões, já pensaram em mostrar coerência?

        Estão preparados para ir pessoalmente para a linha da frente, pôr os pés no terreno iraniano e “dar uma lição de democracia” em nome dos EUA?

        Ou a coragem fica sempre guardada para o teclado, enquanto outros arriscam a vida por guerras que vocês aplaudem à distância?

        É que defender confrontos é fácil. Assumir o custo deles já é outra conversa — e normalmente é aí que o heroísmo de sofá desaparece.

    • Jose says:

      É. Essas bestas todas têm-se enchido de armamento, ameaçam tudo e todos,se os outros, finalmente abrem a pestana são de imediato apelidados de nazis e militarista! Se são tão pacíficos e tão “harmoniosos” o que justifica afinal esra loucura desenfreada na corrida às armas? Alguém os ameaça? Ocupam território deles? Não. é precisamente o contrário.

    • nhecos says:

      Nem mais. A China tem expandido a sua capacidade militar de forma quase exponencial e no entanto espera que os vizinhos não reajam.

  8. contraditorio says:

    Ó pá que aborrecido A China que quer ser a dona daquilo tudo Pacífico/Índico e estes a atrapalharem A paranóia do “vamos ser invadidos” parece estar a ser a doença psiquiátrica do século

    • Ivo says:

      “Paranóia”, dizes tu.

      É curioso… porque quando olho para o mapa, vejo dezenas de bases americanas espalhadas pelo Pacífico, muitas delas praticamente encostadas à China.

      Depois olho para o outro lado e vejo… quantas bases chinesas perto das fronteiras dos EUA mesmo?

      Se isto é “doença psiquiátrica”, então os factos devem estar a precisar urgentemente de consulta.

      Já agora, nessa lógica de “defender o farol da democracia”, estás preparado para ir tu próprio para a linha da frente, botas no terreno iraniano, a combater em nome dos EUA? Ou essa parte já não entra na narrativa?

      É que discutir geopolítica é uma coisa; repetir slogans como se fossem verdades absolutas é outra bem diferente.

  9. Joao Ptt says:

    O Japão sabe perfeitamente que a China se está a armar até aos dentes.

    A China só teve um pequeno revés que atrasou os planos militaristas, que foi toda a falsificação de capacidades que só existiam no papel, e que agora a liderança socialista pró comunista está a tentar resolver, porque até 2050 querem ser o país que domina o mundo, e para isso precisam de uma força militar que realmente meta respeito e que funcione de facto, do contrário não conseguirão obrigar os países a aceitar o domínio deles.

    O problema é que os políticos e militares de topo que não estão enviesados para a ideologia socialista pró comunista de outros países, sabem perfeitamente do perigo e estão finalmente a mexer-se… resta saber se vão a tempo de proteger-se a sério, espero que estejam a aproveitar bem este tempo extra dos problemas todos com a fraude nas forças armadas chinesas, porque quando a liderança conseguir ver-se livre disso e ter aquilo realmente a funcionar na prática as outras nações vão ficar em apuros se não estiverem bem preparadas.

  10. PorcoDoPunjab says:

    Tem piada falarem que este e aquele estão a armar-se quando os orçamento militar dos EUA é superior a quase todos os outros juntos.
    Há quem tenha mais de 800 bases espalhadas pelo mundo mas os outros é que são imperialistas.
    Há quem ataque um país sem aviso por duas vezes consecutivas e o atacado é que é terrorista.
    Está bem abelha…

    O japão já levou com duas, deve querer levar com a terceira.
    Não há duas sem três…

    • B@rão Vermelho says:

      Juro que por mais que leia a tua opinião não consigo compreender o teu fascínio pelo lado “errado” da história, se foste militar acredito que na tua cabeça era o único com o passo certo todos os outros estavam a marchar erradamente.
      Mais uma vez te digo invejo o teu patriotismo, a Europa é uma merd… Portugal então cruzes canhoto mas continuas por cá, só pode ser por patriotismo, vou partilhar uma coisa contigo, eu odeio carne de borrego, admira-te não compro borrego.

      E por acaso até escreves bem, e gosto sempre de ler os teus comentários mesmo que não partilhe da tua opinião em 99% das vezes respeito-a.

      • PorcoDoPunjab says:

        Barão, vc sabe que o lado “errado” ou ” certo ” é um questão de perspectiva.
        O seu “errado” para mim é o “certo” e o oposto tb acontece.
        Em que ficamos? Quem tem razão?
        Há uma coisa que eu não faço, que é escrever mentiras.
        Tudo o que escrevo, a não ser que esteja no gozo, e aí facilmente se vê o sarcasmo, são puros factos.

        Tudo o que disse acima é a pura verdade.

        Não fui militar mas ainda sou do tempo de ter que ir a Setúbal à inspecção obrigatória.
        Não passei por ser muito magro.
        Agora tenho 110 kg.

        O que é “patriotismo”, quando não se revê no país dado as transformações actuais, e futuras, que provavelmente irá sofrer?
        Eu sou patriota por Portugal, desde que seja o Portugal onde eu nasci e cresci e que sempre me lembro e que mantenha as características que nos fazem Portugueses.
        Agora um Portugal que não reconheço, que está em profunda transformação, para uma sociedade com cultura e valores opostos aos de sempre, não merece de mim patriotismo coisa nenhuma.

        Conhece aquele ditado de nas costas dos outros vejo as minhas?
        Olhe para a Europa e estará a ver Portugal daqui a muito pouco tempo.
        Não, não será nos salários, vc sabe do que estou a falar.

        Continuo por cá porque não tenho culpa de cá ter nascido.
        Desconto há quase 40 anos e mal me reforme já está decidido que a maior parte do tempo ( se não for mesmo todo ) será passado em Shanghai , Hangzhou ou qualquer outro lugar pitoresco na China.

        Não me admiro que não coma borrego, pois eu tb não.
        Só como frango e peru.

        Mundo ocidental está em decadência, daí esta coisa de guerras e outras ideias mirabolantes.
        Alemanha passa a vida a falar em guerra com a Rússia, como se os russos quisessem aquela porcaria para alguma coisa.
        Já andam a notificar os alemães para fazerem testes para serem chamados, se necessário.
        Nem os velhos escapam…
        Só que os alemães ( nativos ) não estão muito para aí virados.
        Curiosamente e apesar de haver milhões de jovens imigrantes no país, desses os militares não chamam nem chamarão nem um.
        Quer que lhe explique porquê ou já chegou lá?

        Eu não escrevo bem por acaso.
        Fui educado numa altura em que dar erros gramaticais grosseiros dava direito a que uma ripa de madeira tivesse um encontro violento, com alta energia cinética, com a palma da minha mão.
        De modos que as opções neste caso não eram muitas, tive mesmo que me aplicar…

        Eu respeito todas as opiniões e aceito mudar a minha, até porque só as pedras não mudam, mas para mudar têm que me provar que estou errado.
        Até hoje, nunca ninguém me convenceu a mudar a opinião que tinha em relação a estes assuntos.
        Aliás, muitas vezes faço aqui previsões, todos se riem delas, chamam-me de maluco e depois a realidade dá-me razão.

        Olhe, a última previsão que fiz foi em relação a este assunto do Irão, antes de começarem os ataques, ou imediatamente a seguir, já não recordo bem, disse aqui, e pode procurar que ainda devem estar disponíveis, que o Irão não ia cair, que o povo se ia aliar ao regime por questão de patriotismo e que o Irão não seria uma nova Venezuela e que as coisas iam correr mal para os EUA.

        A realidade deu me razão…
        Fiz a mesma previsão em relação à Huawei, que não cairia e iria criar um sistema próprio.
        Voilà.

        Sou um investidor, tenho que saber analisar os números, ver a realidade de forma transparente e imparcial, para decidir o que fazer ao capital, onde investir, ou não investir em nada, a certa altura, à espera de melhores ventos.
        Capital não tem ideologia e eu tb não.
        Tanto critico um por fazer algo de mau como critico outro por fazer exactamente o mesmo.
        Double standards é coisa que comigo não pega e quando alguém vai por aí desligo logo e sigo em frente.

        Estamos aqui a dar cada um a sua opinião de modo cívico e isso é sempre bom porque comunicar e transmitir diferentes perspectivas sobre a realidade pode ser muito útil, quantas vezes não disse ” pá, nunca tinha visto as cosias dessa maneira”…

        Agora quando começam a chamar nomes, levam logo a resposta, a não ser que seja censurada, que muitas vezes é.

        Tenha um bom dia, e disponha. 🙂

        • B@rão Vermelho says:

          Desculpa só hoje responder, eu também sou do tempo das reguadas nas mãos, e agora imagina alguém disléxico como eu a ajuda que era levar reguadas nas mãos.
          Não devemos ser de gerações muito diferentes.

          Então querias que Portugal estivesse como estava quando éramos crianças?

          Lisboa estava cercada de barracas por todos os lados e para ti assim é que era bom?

          Portugal evolui como evolui o resto do mundo, mais uma vez digo não compreendo o teu argumento.

          Eu também espero passar a minha reforma pelo menos numa primeira faze na Ásia, principalmente na Tailândia e arredores, são países quase sem vento e eu detesto vento, odeio vento, mas Portugal é o meus país do qual tenho muito orgulho e é um país fantástico mas que não é perfeito.

          Eu tenho a felicidade de poder viajar e conheço meio mundo, e há poucos países como o nosso, limpo, seguro, cheio de pessoas simpáticas, pessoas cultas e divertidas, honestas e trabalhadoras.

          Eu sou viajante não sou turista, parecem coisas iguais mas são diferentes, eu quando chego a um país não estou há espera que me venham buscar e largar num hotel e no dia seguinte ir de passeio organizado, isso é coisa de turista, eu ando “misturado” com os locais, nos transportes, nas ruas, nas estações, eu tanto vou ao local mais turístico como vou ao local mais pobre, a primeira semana das minhas viagens é a fazer voluntariado, dou parte do meu tempo aos outros, já andei a pintar escolas, já andei a fazer canalização em escolas, já andei a acartar materiais de construção para uma escola em que tudo tinha de ser acartado a mão para uma aldeia isolada na Birmânia, e por isso tudo sei e dou muito valor a Portugal.

          “Agora quando começam a chamar nomes, levam logo a resposta”

          Creio que não deve de ser para mim, acho que consigo argumentar com qualquer pessoa sem recorrer a ofensa, mas se por acaso alguma vez não tenhas-te sentido ofendido, aproveito e peço desculpa, pois não essa a minha forma de estar na vida

          • PorcoDoPunjab says:

            Barão, quando digo que Portugal está a mudar e isso não me agrada nada, como é óbvio não me estou a referir que hajam menos barracas e haja água canalizada e esgotos em praticamente todo lado.
            Aqui onde ainda vivo hoje, a meia dúzia de km do Parque das Nações, a água canalizada só chegou em meados dos anos 80.

            Quando eu digo que as coisas não me agradam refiro-me a todo o contexto em que Portugal está envolvido actualmente e ao futuro previsível que aguarda quem por cá habitar.

            A saber ( coisas que não me agradam ), há muitas, mas estas são as que me dão mau presságio em relação ao futuro deste país quase milenar e o mais antigo da Europa.

            País sem indústria e a pouca que tem não é de valor acrescentado.
            Impostos enormes para os salários que temos e o que se recebe de volta desses impostos é quase nada.
            Emigração em massa de jovens qualificados, acabados de sair das universidades, principalmente da área da saúde, para países que lhes pagarão um salário muito mais elevado e oferecerão oportunidades de carreira que aqui nunca terão.

            Em contrapartida à partida desses qualificados recebemos analfabetos ou semi analfabetos dos 4 cantos do mundo, sem sequer controlar registo criminal e outros pormenores de interesse.

            Mandamos embora médicos e enfermeiros e trazemos entregadores de pizzas e ubers.
            Vc acha mesmo que isto é caminho para um país se desenvolver?

            A breve prazo, devido à demografia alterada, deixaremos de ter coesão social e cultura identitária que nos identifica como Portugueses.
            Portugal existe e existirá enquanto houver pessoas que sejam portugueses culturalmente e de valores que nos identificam como sendo Portugueses.
            A partir do momento em que essas pessoas desaparecerem ou passem a ser uma minoria, o sítio Portugal continua cá, mas o país desaparece.
            Se houver uma invasão de outro país ou uma ameaça qualquer, ninguém se vai sacrificar por isto.
            Os poucos tugas não irão querer saber e querem é que isto acabe e os outros não se identificam com o país e metem-se a andar daqui para fora perante qualquer adversidade grave.

            Quer exemplos? É já a seguir…
            França, logo para começar.
            Vá ao Youtube e veja como está Paris.
            SIm, a Torre é linda, mas veja além disso.
            Londres, igual
            Bruxelas então é melhor nem dizer nada…

            França tem dificuldade em levar jovens para as forças armadas, jovens nativos.
            São poucos e não estão virados para essas coisas.
            Há milhões de magrebinos nascidos em França em idade militar, porque não são chamados ou não vão para as forças armadas?
            Eu digo-lhe, os Generais e quem manda de facto nas Forças Armadas não querem magrebinos perto de armas.
            As razões são mais que óbvias, o paiol fica vazio numa semana e as armas vão parar às ruas e a possibilidade de atentados dentro das instalações militares sobe tanto que passa a Lua…

            Alemanha já anda a controlar quem sai do país em idade militar.
            No entanto, apesar de ter milhões de árabes lá dentro, esses não são chamados para fazerem testes ou se apresentarem num qualquer quartel.
            As razões? As mesmas…

            No caso de uma guerra prolongada morre a juventude nativa e ficam cá os imigrantes para tratarem do repovoamento com as mulheres ocidentais.

            Ora diga-me lá que não é uma estratégia brilhante.
            Tudo isto é notável e até um qualquer Otto Von Bismarck ficaria siderado perante um plano tão genial.
            A Merkel chamou milhões deles para trabalharem de borla ou quase.
            Caiu-lhe tudo ao chão quando eles lhes disseram que não queriam trabalhar, querem é subsídios.
            Trabalhem os otários…
            O que fez ela? Ordenou aos outros países para os receberem tb.

            Muito mais haveria a dizer mas por aqui me fico.
            Não há aqui racismo ou outro ismo, escusam de vir para aqui com essa ideia.
            A minha esposa é Asiática, de Tuga não tinha nada.
            Agora tem.
            Aprendeu Português quase fluente, de vez em quando dá uns pontapés na gramática, principalmente a nível dos verbos, mas é o que é, trabalha e desconta que se farta.

            Agora os que vêm para aqui mamar subsídios e quererem impor os seus usos e costumes, esses , se eu mandasse, tinham 48h para sair do país.
            Passadas essas 48 h se cá estivessem ficavam cá de vez.

  11. Marco says:

    os chinas tremem todos só de ver uma bombinha Japonesa!

    • Ivo says:

      Sim, claro, a China “treme”.

      Deve ser por isso que o Japão reforça alianças, aumenta o orçamento militar e pede apoio dos EUA — tudo porque a China está… cheia de medo.

      A lógica é fascinante.

  12. Pedro António says:

    O mundo não acaba já amanhã, mas está em risco. Sabe-se que nenhuma sociedade hiper tecnológica sobreviverá a si própria, pois a tecnologia é tanta e tão eficaz que possibilita a destruição do planeta em segundo! Basta haver uma loucura ou um louco…..e PUM!

  13. SouHumanoNaoOcidental says:

    Acho engraçado a forma como olhamos para a China.
    A China, ao meu ver, se invadir algum país, será apenas Taiwan.
    Imaginemos a hipótese da China atacar o Japão só porque sim.
    Sabem quem iria parar essa guerra? Os próprios chineses porque são a maior comunidade estrangeira no Japão. Eles não são assim tão obedientes ao que PCC manda fazer.
    O Chinês culturalmente não é propenso a ser agressivo para com outros povos.
    Ou seja, não é como povos que vivem na Europa e de repente decidem ir até África, América, Ásia, Oceânia e atacar todos os povos que vivem nesses locais.
    Historicamente os europeus são mais propensos a agressividade. E dentre os povos europeus os anglo-saxónicos são os piores. By the way : os EUA são anglo-saxónicos.
    A porcaria em que estamos atualmente é consequência de interferência de dois países europeus: Inglaterra e França.
    A nossa sorte é que tanto chineses como indianos são povos pacíficos. Porque pelo que nós, europeus e descendentes de europeus, fizemos a eles, pelo seu tamanho, já nos teriam posto no lugar há muito tempo.
    Esta coisa do Japão estar-se a armar cada vez mais é um negocio. É para vender armas apenas.
    O medo, segundo Trump já ter dito isso no passado, é uma arma.

    • freakonaleash says:

      “A China, ao meu ver, se invadir algum país, será apenas Taiwan.”
      O comité aprovou este seu comentário!?

      Vamos apontar os erros:

      1. A China não invade ninguém…pressiona zaragatas violentas como nos mares a sul, mas tomatada para invadir de facto…não…pois sabe que iria perder o principal cliente da sua sobrecapacidade industrial a UE, e o partido não quer de todo que o mundo se aperceba que são um zero à esquerda relativamente a tecnologia militar de ponta é só hype…na realidade duvido que sejam melhores que os russos.

      2. País!? Taiwan!? Epá o seu cartão de militante vai ser suspenso e arrisca-se a ser interrogado. A China não admite a ninguém que queira continuar a ter trocas comercias que ouse chamar Taiwan de país.

      3. A acontecer nunca a China chamaria a selvajaria de acabar com o último reduto de alguma liberdade naquela zona de invasão. Apelidaria de SMO para reintegração de Taiwan com o resto do território.

      4 e não relacionado. Se a China vai-se militarizando continuamente porque é que os países ao redor não o devem fazer?

      • Ivo says:

        Dizer que Taiwan é um país à parte é ignorar a própria realidade da ilha. Vamos a factos, não a opiniões:

        1️⃣ O Nome diz tudo: Já reparaste que o passaporte oficial diz ‘República da China’? E que a maior companhia aérea de lá se chama China Airlines? Eles próprios afirmam a sua identidade chinesa nas instituições.

        2️⃣ Direito Internacional: A Resolução 2758 da ONU é clara: existe apenas uma China. Isso não é retórica de ‘comité’, é o que o mundo reconheceu oficialmente desde 1971.

        3️⃣ Mesmo Sangue e Cultura: O povo de Taiwan fala a mesma língua, pratica as mesmas religiões (Taoismo e Budismo) e partilha os mesmos costumes e alimentação. Milhões têm família direta no continente. Não se invade a própria família.

        4️⃣ O Fator Externo: Quem está a forçar a separação é a extrema-direita de Lai Ching-te, com financiamento direto dos EUA. Para Washington, Taiwan é apenas um tabuleiro de xadrez para vender armas e conter o crescimento asiático.

        O medo é um negócio. Enquanto uns lucram a vender mísseis, o povo chinês (de ambos os lados) quer apenas a continuidade da sua cultura milenar. A história não se apaga com propaganda; a identidade de um povo é mais profunda do que os contratos da indústria de armas.

  14. Fernando says:

    Se a China se pode armar, a Coreia do norte e outros tbm, porque não há-de poder armar-se o Japão?

    • Ivo says:

      Fernando, a questão não é apenas “se uns podem armar‑se, porque não o Japão?”.
      O contexto histórico e político do Japão é completamente diferente.

      Depois da Segunda Guerra Mundial, o Japão aceitou voluntariamente o Artigo 9.º da sua constituição, comprometendo‑se a não ter forças armadas ofensivas. Isto não foi só uma imposição externa — foi também uma forma de reconciliação com os países que sofreram ocupação e massacres durante o expansionismo japonês. Para países como Coreia do Sul, China, Filipinas, Singapura, Malásia ou Indonésia, a memória dessas atrocidades ainda é muito viva.

      É verdade que a Alemanha também teve limitações militares no pós‑guerra, mas não tão rígidas como o Artigo 9.º japonês. A Alemanha pôde reconstruir forças armadas para fins defensivos e integrá‑las em estruturas como a NATO e a União Europeia, o que dilui o seu poder militar e reduz receios entre os vizinhos. Na Ásia, não existe nada semelhante — e as feridas históricas são muito mais recentes.

      Se hoje perguntares a muitos cidadãos desses países que sofreram ocupação japonesa, muitos dirão que têm receio de ver o Japão voltar a militarizar‑se. Não porque o Japão atual seja igual ao do passado, mas porque o que o exército imperial japonês fez na Ásia foi, em escala e brutalidade, diferente do que a Alemanha fez na Europa — e isso deixou marcas profundas que ainda fazem parte da memória coletiva.

      O que está a gerar preocupação agora não é o Japão querer defender‑se.
      É o facto de o atual governo japonês, de linha mais nacionalista, querer revogar o Artigo 9.º e transformar o Japão novamente numa potência militar plena. Isso muda completamente o equilíbrio regional.

      Além disso:

      A China e a Coreia do Norte nunca assinaram nada que limitasse o seu armamento.

      O Japão assinou e durante 80 anos beneficiou da confiança internacional precisamente por manter essa limitação.

      Os EUA controlam parte da defesa e política externa japonesa desde o pós‑guerra, e a revisão constitucional também é vista como uma forma de romper esse controlo — o que altera alianças e estratégias regionais.

      Outro ponto que preocupa os vizinhos é que, nos últimos anos, têm surgido sinais de um certo aumento de sentimento anti‑estrangeiro em partes da sociedade japonesa — visível em alguns serviços, restaurantes e espaços urbanos em Tóquio, Osaka ou Kyoto. Não é algo generalizado, mas contribui para a perceção de que o clima interno está a mudar.

      Por isso, não é uma questão de “direito” abstrato.
      É uma questão de história, memória e segurança regional.
      Os vizinhos não têm medo de um Japão democrático — têm medo de um Japão militarizado, porque já viveram isso e pagaram um preço altíssimo.

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