Inovação tecnológica: o primeiro robô oceânico que recolhe dados durante furacões
A startup britânica Oshen desenvolveu uma tecnologia que marca um avanço histórico na observação do oceano. A empresa criou o robô oceânico autónomo C-Star, capaz de resistir até 100 dias no mar aberto e recolher dados em condição extrema.
Da ideia à inovação tecnológica
A fundadora, Anahita Laverack, começou por competir no Microtransat Challenge, um concurso que visa atravessar o Atlântico com pequenos robôs autónomos.
Embora o seu projeto inicial não tenha alcançado a travessia, Laverack percebeu que a falta de dados reais sobre as condições do oceano era um dos maiores obstáculos à navegação autónoma.
Com o engenheiro elétrico Ciaran Dowds, fundou a Oshen em 2022. Sem investimento externo inicial, a equipa utilizou as suas poupanças e um veleiro como laboratório flutuante para testar e aperfeiçoar os seus robôs.
C-Stars: robots concebidos para resistir ao mar
Os C-Stars são microrrobôs oceânicos projetados para durar e funcionar em rede. Cada unidade é compacta, robusta e equipada com sensores que medem parâmetros essenciais como velocidade do vento, temperatura, pressão e humidade e transmitem estes dados em tempo real via satélite.
O grande avanço da tecnologia aconteceu em 2025, quando várias unidades C-Star foram lançadas no Atlântico durante a estação de furacões.
Durante o furacão Humberto, três destes robôs sobreviveram e recolheram informações contínuas a partir do interior da tempestade, algo nunca antes alcançado por um veículo não tripulado.
Impacto e futuro da tecnologia
O sucesso dos C-Stars abre possibilidades importantes para a ciência e a previsão meteorológica. Estes dados são valiosos para agências como a NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA) e centros de previsão de furacões, que até agora dependiam largamente de observações por satélite e aeronaves tripuladas.
Além disso, a Oshen está a estabelecer presença em Plymouth, Inglaterra, um polo de tecnologia marítima, e já trabalha com o governo do Reino Unido e outras instituições em projetos que combinam meteorologia, vigilância marítima e modelação oceânica.
A empresa também planeia angariar investimento para escalar a produção de robôs e satisfazer a procura por estas soluções inovadoras.
Este passo representa não só um marco tecnológico, mas também um contributo essencial para a compreensão dos sistemas climáticos e para aumentar a capacidade de resposta às alterações climáticas e aos eventos extremos.























Devido ao que precederá a 3° MACRO DESPROJEÇÃO E REPROJEÇÃO ELEMENTAR ORBITA ATÔMICA prestes a ocorrer, que diferentemente da 2° ocorrida numa época muita antiga antes do conhecimento do átomo, e que por ter sido precedida por FORTES CHUVAS E INUNDAÇÃO TOTAL, foi confundida como DILÚVIO…
Essa 3° será precedida justamente por FORTES CORRENTES DE AR, que chamam popularmente de FORTES VENTANIAS.
Assim sendo esse robô oceânico será de grande valia, para medições de correntes de ar menores que ocorrerão, antes da GLOBAL.
Sobre o acima citado, vejam o que está acontecendo agora na Itália: https://www.youtube.com/watch?v=4arNxp_HteE