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Injeção conseguiu travar cancros agressivos da cabeça e pescoço

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. André says:

    O instituto Gamaleya tem algo mais avançado

    • Observador says:

      É uma pena que o mundo esteja virado do avesso.
      Se cooperassemos uns com os outros, teriamos acesso a essa medicação, para curar os nossos.

      Pelo que tenho lido, ha várias iniciativas, a do Gamaleya é talvez a mais conhecida.
      Eles estavam a cooperar com muitos Países para testes alargados.

      Eles teem o Enteromix,
      e agora mesmo li sobre o Vietname a testar o Pembroria, que serve para tratar 14 tipos de cancro diferentes.

      Eu não sei o preço, mas deve ser muito mais barato do que a maioria das soluções existentes, por aqui, e se é eficaz, é uma tragédia, não estarmos a colaborar com eles.

      • KidsGraça says:

        “Se cooperassemos uns com os outros, teriamos acesso a essa medicação…” concordo contifo, mas… e quem paga essa cooperação? A saúde é um negócio cada vez mais rentável.

        • Sintronics says:

          Aí é que está o problema !!!

          A saúde não devia dar lucro.

          Por isso não interessa curar !!!

          O tratamento é melhor, dura para toda a vida !!!

          Até o doente morrer.

          E depois pensa comigo…

          O que impede a indústria farmacêutica de libertar algo que mata e depois magicamente aparecer com um “tratamento” que o doente vai ter que fazer!!!

          Durante toda a vida!
          Senão morre!

      • Sintronics says:

        É pena que a vida das pessoas tenha preços.

        Pessoas morrem por medicamentos y custar x ( uma fortuna ).

        Que ser humano é este ???
        Aonde está a humanidade ??

        Quando a vida de uma pessoa tem preço, que é o valor mais precioso, este mundo está perdido.

        • Zé Fonseca A. says:

          claro que tem de ter um preço, senão como pagas os 10-20-30 anos de investigação, e como pagas a produção, matéria prima e pessoas para manter tudo isso a funcionar? tudo tem de custar dinheiro, cada sistema de saúde de cada país tem depois de encontrar os mecanismos para que os medicamentos cheguem às pessoas, nos países de primeiro mundo isso é facil, nos restantes não por isso tentam ir tratar-se a países de primeiro mundo, é como tudo na vida

      • Elizabete says:

        Pois .. é bem verdade,
        O Pembroria pelo que estive a ver agora, tem uma taxa de efeitos secudários mais baixa, do que o que existe no mercado actual, e parece ser mais eficaz(Os dados para já dizem que é uma melhor solução, mais eficaz.).
        O KEYTRUDA® (pembrolizumab), já tem dados clinicos comprovados, mas é caro, e tem mais efeitos secudários. 57%??

        O Pembroria, só nesta métrica, é a volta dos 54%, é muito. se pensares que em cada 100 pessoas, 3 sofrem menos efeitos secudários.É muita coisa!!.
        Mas é um producto novo, que esteve em desenvolvimento 20 ou 30 anos.
        Já foi testado na Russia, e está no mercado, e está também no Vietname(com licença para 3 anos).

        Deve ser tremendamente mais barato.E o preço poderia democratizar, a irradicação do carncro como sentença de morte.

        O nosso sistema de saúde deveria ter os olhos em cima deste medicamento.
        Avaliar os dados clinicos que veem do Vietname, e os dados Russos,BieloRusssos(que são os mais próximos de nós), e muito provávelmente de outros Países do CIS.
        Se realmente se comprovar os parametros, e se for mais barato, então acho que é boa ideia começar a pensar, em tratar os Portugueses.

        Dessa forma o País poupa dinheiro, e como é feito em escala, ajudamos a irradicar a sentença de morte, por cancro.

        O pplware, podia fazer em artigo, mas desta feita sem propaganda( neutro), sobre o KEYTRUDA, e o da BIOCAD(Pembroria).

        Os parametros do Pembroria, parecem mostrar logo desde o inicio, que se trata de uma evolução, mais capaz.
        Mas gostava de ver o artigo..

  2. Bruno Gonçalves says:

    E para doenças autoimunes?

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