Injeção conseguiu travar cancros agressivos da cabeça e pescoço
Os avanços na luta contra o cancro continuam a surgir e uma nova abordagem terapêutica poderá representar uma mudança importante no tratamento de tumores agressivos da cabeça e pescoço.
Um estudo recente revelou que uma única injeção de imunoterapia administrada diretamente no tumor foi capaz de bloquear a progressão da doença em mais de um terço dos pacientes avaliados.
A investigação, conduzida por uma equipa internacional de cientistas, testou uma estratégia inovadora que consiste em injetar medicamentos imunoterapêuticos diretamente na massa tumoral. O objetivo é estimular o sistema imunitário a reconhecer e combater as células cancerígenas de forma mais eficaz.
Injeção única: Resultados na luta contra o cancro considerados promissores
Os dados divulgados mostram que cerca de 35% dos participantes apresentaram uma resposta significativa ao tratamento, verificando-se uma redução do tumor ou mesmo a interrupção do seu crescimento. Em alguns casos, os médicos observaram ainda sinais de ativação do sistema imunitário noutras zonas do organismo, sugerindo um efeito mais abrangente do que o esperado.
Os cancros da cabeça e pescoço estão entre os tumores mais difíceis de tratar quando atingem fases avançadas. Muitas vezes, os tratamentos convencionais, como cirurgia, radioterapia ou quimioterapia, apresentam limitações ou provocam efeitos secundários significativos.
Menos efeitos secundários?
Uma das vantagens desta abordagem é a administração localizada do medicamento. Ao ser aplicado diretamente no tumor, o tratamento poderá reduzir a exposição do restante organismo aos fármacos, diminuindo potencialmente os efeitos adversos associados às terapias sistémicas.
Os investigadores acreditam que esta técnica poderá complementar os tratamentos atualmente disponíveis e abrir caminho a novas opções para doentes que não respondem às terapias tradicionais.
Apesar dos resultados encorajadores, os especialistas alertam que serão necessários ensaios clínicos mais alargados para confirmar a eficácia e a segurança desta estratégia. Só depois dessas etapas será possível avaliar a sua eventual adoção em larga escala.
Ainda assim, os primeiros resultados reforçam o potencial da imunoterapia personalizada e mostram como uma simples injeção poderá vir a desempenhar um papel importante no combate a alguns dos cancros mais agressivos.




















O instituto Gamaleya tem algo mais avançado
É uma pena que o mundo esteja virado do avesso.
Se cooperassemos uns com os outros, teriamos acesso a essa medicação, para curar os nossos.
Pelo que tenho lido, ha várias iniciativas, a do Gamaleya é talvez a mais conhecida.
Eles estavam a cooperar com muitos Países para testes alargados.
Eles teem o Enteromix,
e agora mesmo li sobre o Vietname a testar o Pembroria, que serve para tratar 14 tipos de cancro diferentes.
Eu não sei o preço, mas deve ser muito mais barato do que a maioria das soluções existentes, por aqui, e se é eficaz, é uma tragédia, não estarmos a colaborar com eles.
“Se cooperassemos uns com os outros, teriamos acesso a essa medicação…” concordo contifo, mas… e quem paga essa cooperação? A saúde é um negócio cada vez mais rentável.
Aí é que está o problema !!!
A saúde não devia dar lucro.
Por isso não interessa curar !!!
O tratamento é melhor, dura para toda a vida !!!
Até o doente morrer.
E depois pensa comigo…
O que impede a indústria farmacêutica de libertar algo que mata e depois magicamente aparecer com um “tratamento” que o doente vai ter que fazer!!!
Durante toda a vida!
Senão morre!
É pena que a vida das pessoas tenha preços.
Pessoas morrem por medicamentos y custar x ( uma fortuna ).
Que ser humano é este ???
Aonde está a humanidade ??
Quando a vida de uma pessoa tem preço, que é o valor mais precioso, este mundo está perdido.
claro que tem de ter um preço, senão como pagas os 10-20-30 anos de investigação, e como pagas a produção, matéria prima e pessoas para manter tudo isso a funcionar? tudo tem de custar dinheiro, cada sistema de saúde de cada país tem depois de encontrar os mecanismos para que os medicamentos cheguem às pessoas, nos países de primeiro mundo isso é facil, nos restantes não por isso tentam ir tratar-se a países de primeiro mundo, é como tudo na vida
É tudo muito lindo, nessa conclusão !!!
Até ser um familiar teu.
Depois falávamos !!!!!
Pois .. é bem verdade,
O Pembroria pelo que estive a ver agora, tem uma taxa de efeitos secudários mais baixa, do que o que existe no mercado actual, e parece ser mais eficaz(Os dados para já dizem que é uma melhor solução, mais eficaz.).
O KEYTRUDA® (pembrolizumab), já tem dados clinicos comprovados, mas é caro, e tem mais efeitos secudários. 57%??
O Pembroria, só nesta métrica, é a volta dos 54%, é muito. se pensares que em cada 100 pessoas, 3 sofrem menos efeitos secudários.É muita coisa!!.
Mas é um producto novo, que esteve em desenvolvimento 20 ou 30 anos.
Já foi testado na Russia, e está no mercado, e está também no Vietname(com licença para 3 anos).
Deve ser tremendamente mais barato.E o preço poderia democratizar, a irradicação do carncro como sentença de morte.
O nosso sistema de saúde deveria ter os olhos em cima deste medicamento.
Avaliar os dados clinicos que veem do Vietname, e os dados Russos,BieloRusssos(que são os mais próximos de nós), e muito provávelmente de outros Países do CIS.
Se realmente se comprovar os parametros, e se for mais barato, então acho que é boa ideia começar a pensar, em tratar os Portugueses.
Dessa forma o País poupa dinheiro, e como é feito em escala, ajudamos a irradicar a sentença de morte, por cancro.
O pplware, podia fazer em artigo, mas desta feita sem propaganda( neutro), sobre o KEYTRUDA, e o da BIOCAD(Pembroria).
Os parametros do Pembroria, parecem mostrar logo desde o inicio, que se trata de uma evolução, mais capaz.
Mas gostava de ver o artigo..
E para doenças autoimunes?